A ADIAL homenageia todas as mães

Entrevistas do Presidente Executivo da ADIAL e Secretária da Economia de Goiás

 

 

Apresentação – Live Secretária da Economia – Programa PROGOIÁS

A Adial Goiás promoveu na manhã de hoje uma reunião via zoom com a Secretária de Economia do Estado de Goiás – Cristiane Schmidt, e participaram vários representantes do setor produtivo goiano, que acompanharam  a apresentação acerca do novo programa de incentivos fiscais do Estado, o ProGoiás, a ser enviado nesta semana para a Assembleia Legislativa de Goiás.

O vídeo a seguir mostra parte da explanação realizada pela secretária estadual Cristiane Schmidt:

Baixar apresentação do PROGOIÁS no link abaixo.

A história dos incentivos fiscais e a sua evolução têm relação direta com a ADIAL

A entidade esteve sempre presente na defesa e no debate do melhor modelo para Goiás, o que colocou a economia goiana sempre como protagonista. Vamos agora para a quarta geração de incentivos, com a apresentação de hoje e a breve aprovação do PROGOIÁS, o novo programa industrial do Estado. De forma ativa e coerente, em prol da indústria, a ADIAL esteve presente na construção do programa, juntamente com entidades co-irmãs. Hoje começamos a compreender e pensar o futuro e o desenvolvimento do Estado com essa nova plataforma. Nossa bandeira é o desenvolvimento de Goiás.

Baixar apresentação do PROGOIÁS no link abaixo.

 

 

 

Dia 1º de maio – Dia do Trabalho

Dia 1º de maio – Dia do Trabalho

Consulta de atividades empresariais liberadas para funcionar

O governo estadual disponibilizou no portal Goiás Digital (www.go.gov.br) onde as empresas podem consultar se a atividade empresarial está liberada ou não a funcionar, seguindo as regras de quarentena no decreto estadual – que traz protocolos de enfrentamento ao Covid-19. A plataforma do governo estará disponível a partir de hoje.
A consulta é simples, com a digitação do CNPJ no campo de busca do portal. O empresário será informado se sua atividade está enquadrada na flexibilização. Caso esteja autorizado, receberá no mesmo site a informação de qual protocolo deverá seguir.

Baixe a lista de CNAES liberados da Indústria.

Novo decreto libera menos setores que previsto

Construção civil, lavanderias, lava a jatos, concessionárias, salão de beleza, mineração e igrejas foram liberados, mas prefeitos poderão autorizar ou restringir mais atividades comerciais


Novo decreto do governo estadual de isolamento social por conta da crise do coronavírus foi publicado ontem (19) à noite. A possibilidade de liberar 70% ou mais das atividades comerciais não se concretizou, possivelmente por conta do aumento de casos nos últimos dias. Comércio de rua, shoppings, restaurantes, entre outros, continuam fechados.

Mas vários setores tiveram liberação, como toda cadeia da construção civil, concessionárias, lavanderias, salão de beleza, entre outros. Outro ponto é que o governador libera prefeitos a autorizar ou restringir mais atividades comerciais. O novo decreto, Nº 9.653 (leia aqui), substitui o decreto anterior, que tinha prazo final ontem.

Anteriormente, o teletrabalho dos servidores estaduais foi prorrogado até 30 de abril pela Portaria nº 131/2020 da Secretaria da Administração (Sead) publicada nesta sexta-feira (17).

Pelo novo texto, o governador Ronaldo Caiado reitera a situação de emergência na saúde pública no Estado de Goiás pelo prazo de 150 dias e permanecem suspensas as atividades econômicas organizadas para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Pelo texto, os municípios, no exercício de sua competência concorrente, desde que fundamentados em nota técnica da autoridade sanitária local, respaldada em avaliação de risco epidemiológico diário das ameaças (fatores como a incidência, mortalidade, letalidade etc.) e vulnerabilidades (fatores como disponibilidade de testes, leitos com respiradores, recursos humanos e equipamentos de proteção individual), poderão, sob sua responsabilidade sanitária, impor restrições adicionais ou flexibilizar as existentes para a abertura de atividades econômicas, ou sociais, ou particulares.

Segundo o decreto, fica permitido flexibilização de novos setores além dos que foram liberados nos decretos anteriores, como concessionárias de veículos, lava a jatos, lavanderia, comércio para entrega, salões de beleza e indústrias, seguindo uma série de regras.

– Atividades comerciais e de prestação de serviço mediante entrega e drive thru;

– Atividades de lava a jatos e lavanderias;

– Farmácias, clínicas de vacinação, óticas, laboratórios de análises clínicas e unidades de saúde, públicas ou privadas, exceto as de cunho exclusivamente estético;

– Cemitérios e serviços funerários;

– Distribuidores e revendedores de gás e postos de combustíveis;

– Supermercados e congêneres, ficando expressamente vedado o consumo de gêneros alimentícios e bebidas no local;

– Hospitais veterinários e clínicas veterinárias, incluindo os estabelecimentos comerciais de fornecimento de insumos e gêneros alimentícios pertinentes à área;

– Estabelecimentos comerciais que atuem na venda de produtos agropecuários;

– Agências bancárias e casas lotéricas;

– Produtores e/ou fornecedores de bens ou de serviços essenciais à saúde, à higiene e à alimentação;

– Estabelecimentos industriais de fornecimento de insumos/produtos e prestação de serviços essenciais à manutenção da saúde ou da vida humana e animal;

– Serviços de call center restritos às áreas de segurança, alimentação, saúde, telecomunicações e de utilidade pública;

– Atividades econômicas de informação e comunicação;

– Segurança privada;

– Empresas do sistema de transporte coletivo e privado, incluindo as empresas de aplicativos e transportadoras;

– Empresas de saneamento, energia elétrica e telecomunicações;

– Hotéis e correlatos, para abrigar aqueles que atuam na prestação de serviços públicos ou privados considerados essenciais ou para fins de tratamento de saúde, devendo ser respeitado o limite de 65% (sessenta e cinco por cento) da capacidade de acomodação, ficando autorizado o uso de restaurantes exclusivamente para os hóspedes;

– Atividades de extração mineral;

– Concessionárias de veículos automotores e motocicletas, autopeças, motopeças, oficinas mecânicas e borracharias;

– Estabelecimentos que estejam produzindo, exclusivamente, equipamentos e insumos para auxílio no combate à pandemia da COVID-19;

– Escritórios de profissionais liberais, vedado o atendimento presencial ao público;

– Feiras livres de hortifrugranjeiros, desde de que observadas as boas práticas de operação padronizadas pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento,vedados o funcionamento de restaurantes e praças de alimentação, o consumo de produtos no local e a disponibilização de mesas e cadeiras aos frequentadores;

– Atividades administrativas das instituições de ensino públicas e privadas;

– Assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;

– Construção civil, bem como os estabelecimentos comerciais e industriais que lhes forneçam os respectivos insumos;

– Atividades comerciais e de prestação de serviço mediante entrega e drive thru;

– Atividades destinadas à manutenção, à conservação do patrimônio e ao controle de pragas urbanas;

– Atividades de suporte, manutenção e fornecimento de insumos necessários à continuidade dos serviços públicos e das demais atividades excepcionadas de restrição de funcionamento;

– Atividades de lava a jatos e lavanderias;

– Salões de beleza e barbearias, com redução de 50% (cinquenta por cento) de sua capacidade instalada;

– Empresas de vistoria veicular;

– Restaurantes e lanchonetes instalados em postos de combustíveis, desde que situados às margens de rodovia, devendo ser respeitada a distância mínima de 2 (dois) metros entre os usuários;

– O transporte aéreo e rodoviário de cargas, o transporte intermunicipal de passageiros, inclusive por meio de aplicativos, o transporte interestadual de passageiros, ficando restrita a última hipótese para suporte das atividades econômicas cujo funcionamento total ou parcial está autorizado por este Decreto;

– Cartórios extrajudiciais, ressalvados os de protesto, desde que observadas as normas editadas pela Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás; e

– Atividades de organizações religiosas

No entanto, continuam suspensos:

– Todos os eventos públicos e privados de quaisquer natureza, inclusive reuniões em áreas comuns de condomínios, utilização de churrasqueiras, quadras poliesportivas e piscinas;

– A visitação a presídios e a centros de detenção para menores

– A visitação a pacientes internados com diagnóstico de coronavírus, ressalvados os casos de necessidade de acompanhamento a crianças;

– Atividades de clubes recreativos e parques aquáticos; e

– Aglomeração de pessoas em espaços públicos de uso coletivo, como parques e praças.

*** Na foto: Comércio fechado no Centro de Goiânia — Crédito: Sílvio Túlio/G1

Fonte: Goiânia Empresas

Indústria prevê escassez de soja em Goiás até o fim do ano

Com o ritmo atual das exportações, setor fala em déficit de até 2 milhões de toneladas para produção de óleo comestível, biodiesel e ração.

Se o ritmo de exportações de soja continuar elevado, pode faltar grão para a indústria goiana processar este ano. Com as cotações da oleaginosa e do dólar em alta, as vendas externas estão a todo vapor e as empresas temem escassez da matéria-prima no último trimestre, já que a estimativa é de que os estoques durem até setembro. Isso afetaria a produção de produtos como óleo de soja, biodiesel e ração animal.

Por conta do incentivo da Lei Kandir, que desonera as exportações do grão, as vendas externas cresceram 2.201% entre 1996 e 2018. Agora, com o dólar na casa dos R$ 5, esse incremento acelerou. Em março, as exportações goianas de soja somaram US$ 424,6 milhões, 55% mais que no mesmo período de 2019. No Brasil, os embarques foram recordes e atingiram 11,6 milhões de toneladas, um crescimento de 38% na mesma comparação. Para abril, de acordo com a Rural Business, agência de informações estratégicas, já é previsto um incremento de 85% na média semanal de embarques sobre o mesmo mês de 2019.

As prováveis consequências futuras desse aumento tem preocupado a indústria. “Não existe política de incentivo à industrialização e, com o câmbio neste patamar, entramos num cenário grave”, avalia o presidente do Grupo Caramuru, Alberto Borges. Segundo ele, o mercado pode pagar o preço por essa exportação “exagerada” porque a escassez da matéria-prima pode levar a indústria a operar parcialmente no segundo semestre, afetando a oferta de óleo de soja comestível e a produção de biodiesel, além de prejudicar as cadeias produtivas da avicultura e suinocultura, que dependem de ração.

Alberto Borges prevê que isso se agrave na segundo safra de milho, que também está muito demandado no mercado internacional e segue o mesmo caminho da soja. Ele lembra que os dois grãos são a base para produção de ração para aves e suínos. A China é o maior comprador da soja goiana. “Enquanto outros países investiram na industrialização e geraram cada vez mais empregos, inclusive a China, o Brasil fez o caminho contrário e incentivou a exportação primária”, ressalta.

O representante de outra grande indústria de Rio Verde, que esmaga farelo, óleo e ração, mas não quis se identificar, também teme a falta da matéria-prima. Segundo ele, a indústria não tem a mesma vazão que nas exportações, já que precisa comprar e armazenar para processar depois de algum tempo. Já prevendo essa situação, o empresário reforçou seu estoque, que é suficiente até o início de setembro. “Mas 80% da soja já foi comercializada, estando no estoque das empresas ou exportada, o equivalente a quase 10 milhões de toneladas”, destaca. O restante, que ainda está com os produtores, será disputado por indústrias e trades.

Ele estima que Goiás produzirá 12,5 milhões de toneladas de soja este ano, mas esmaga em torno de 700 mil toneladas mensais. “No Rio Grande do Sul, onde houve quebra de 50% na safra, a falta já vai acontecer na entrada do segundo semestre. A nossa sorte em Goiás é que a produção foi boa”, ressalta o empresário. Mas ele lembra que, se tiver que buscar soja em outros estados no segundo semestre, como no Mato Grosso, terá que usar seus créditos de ICMS e Goiás perderá arrecadação em dobro. Outra consequência disso será um aumento dos custos, que pode se refletir nos preços dos produtos ao consumidor.

 

Fonte: O Popular

 

 

 

PL DO CONFISCO AVANÇARÁ SOBRE CAIXA DE EMPRESAS E AUMENTARÁ DESEMPREGO

O Projeto de Lei Complementar PLP 34/2020 obriga às empresas, cujo patrimônio líquido é igual ou superior a R$ 1 bilhão, a emprestarem à União 10% de seu lucro líquido apurado nos últimos 12 meses. Esse “empréstimo” compulsório deve ocorrer até 30 dias após a publicação da respectiva Lei.
Os recursos seriam utilizados para atender demandas recorrentes da situação de Calamidade Pública, decorrente do covid-19, com prazo de 4 anos para pagamento, após o fim da situação emergencial. Os pagamentos seriam realizados em 12 parcelas mensais, corrigidos pela Selic, condicionada à disponibilidade o que aumenta o risco de “calote”, agravando ainda mais a já debilitada situação econômica das empresas.
A medida pode agravar ainda mais a retomada da atividade econômica e colaborar com o aumento do desemprego.
Por ser terminantemente contrário, o IPA elaborou material a ser apresentado aos parlamentares demonstrando os motivos pelo qual a proposição deve ser rejeitada.