Manter os incentivos

 

 

 

 

 

 

Os incentivos fiscais têm sido fundamentais para o desenvolvimento de nosso Estado. Se olharmos para 30 anos atrás, vamos constatar como Goiás mudou, fruto naturalmente do intenso trabalho de sua gente, mas também em função da transformação do Cerra do em uma vigorosa fronteira agrícola e especialmente da política de incentivos fiscais. Neste período, Goiás cresceu acima da média nacional, ampliando a participação da indústria no seu PIB, e espalhando benefícios para todas as regiões.

Estados como São Paulo atraem naturalmente investimentos em indústrias, pelo tamanho do seu mercado, pela melhor infraestrutura, proximidade de portos, por sediar as melhores universidades, com trabalhadores mais qualificados e pelo maior poder aquisitivo de sua população.

Há uma visão profundamente equivocada de que o imposto que a empresa deixou de pagar vai direto para o bolso do empresário. É importante ressaltar que a par cela não paga é o que permite aos seus produtos chegarem em outros Estados com reais condições de conquistar novos consumido res. Quando uma indústria se instala em Goiás, embora com incentivos fiscais, recolhe entre outros impostos uma parcela do ICMS, paga salários, movimenta o comércio, gerando novas receitas aos cofres públicos.

Sabemos das dificuldades financeiras dos governos, mas convém aos nossos governantes buscar alternativas consistentes para superá-las, fugindo daquelas que possam à primeira vista parecer eficazes, mas que a médio e longo prazos serão desastrosas. O setor empresarial não tem negado apoio e certamente continuará contribuindo com os governos, mas é funda mental que possa sobreviver, até para fazer parle da solução.

Goiás precisa Ler o direito de continuar crescendo para gerar riquezas, empregos e melhorar a qualidade de vida de sua população. Para isso os incentivos fiscais são imprescindíveis.

Aperfeiçoamentos na política industrial e na legislação são sempre bem vindos, mas há que respeitar contratos, transmitindo a necessária segurança jurídica.

No Brasil, o ambiente de negócios é bastante hostil. Se quisermos prosperidade com diminuição das desigualdades sociais, deveremos buscar uma relação mais harmoniosa entre os diversos entes da sociedade, valorizando o trabalho, o investimento e a produção.

Fonte: Jornal o Popular

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