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Indústria do Emprego – Trabalho e Prosperidade

As conquistas de uma empresária que acompanhou o desenvolvimento de uma cidade,
graças a instalação de uma Indústria no município. A geração de empregos,
renda e todos os demais benefícios, que transformaram uma cidade e a vida do seu povo.

 

Trabalho,dignidade e estabilidade

O “Programa Indústria do Emprego” tem mostrado como uma grande indústria instalada em uma região gera emprego, renda, estabilidade, arrecadação para o município, crescimento e capacitação profissional. Além disso, movimenta a economia local e proporciona desenvolvimento para empresas terceirizadas. Confira agora a história do Renato de Freitas Silva, um empresário que criou seu próprio negócio de confecção para prestar serviços para uma grande indústria e hoje garante trabalho e dignidade para várias famílias.

Indústria do Emprego – Conquistas

 

O Programa Indústria do Emprego foi até a cidade de Bela Vista de Goiás para conferir histórias de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pela presença de uma grande indústria na cidade. E a certeza do impacto positivo na vida dessas pessoas você acompanha agora com a gente.

Indústria do Emprego – Oportunidades que transformam vidas

De auxiliar de serviços gerais à gerência.

A indústria proporciona a geração de emprego que, por sua vez, possibilita o surgimento de inúmeras oportunidades na vida das pessoas. No programa de hoje, confirma a incrível história do Ricardo, um jovem que viu sua vida se transformar através da conquista do primeiro emprego em uma indústria de sua cidade.

Indústria do Emprego – Superação e Crescimento

A indústria e a geração de empregos proporcionam histórias de superação e crescimento na vida das pessoas. Confira as experiências de transformação vividas por 3 mulheres que trabalham em uma indústria que gera, em Goiás, cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos.

Indústria do Emprego – Sonho e Empreendedorismo

O sonho e as conquistas de um empreendedor. No “Programa Indústria do Emprego”, você vai conferir a história de Leopoldo Moreira, empresário da indústria gráfica que viu seu sonho começar pequeno e evoluir para uma importante indústria que hoje já possui quase 30 anos de história. Nesse tempo, acompanhou o desenvolvimento de uma cidade e mantém vivo o otimismo e a força para continuar evoluindo.

Indústria do Emprego – Oportunidade que gera estabilidade

Confira a emocionante história de vida do “Seu” Gabriel e veja como a oportunidade gerada pela presença de uma indústria em uma cidade é capaz de provocar mudanças incríveis na vida das pessoas.

Indústria do Emprego – Geração de Negócios

Uma grande indústria instalada em uma região gera centenas de empregos. Além disso, movimenta toda uma rede de empresas criadas especialmente para prestar serviços para essa grande indústria. Isso gera empregos indiretos, fortalece o empreendedorismo, a geração de renda e o crescimento da região. Confira nosso novo programa e veja como vidas foram transformadas através da atividade industrial.

Indústria do Emprego – Crescimento Profissional e Pessoal

A indústria gera milhões de empregos em todo o Brasil. Em Goiás, são centenas de milhares de famílias que possuem o privilégio da estabilidade e aumento da qualidade de vida por meio do emprego nas indústrias. A presença de uma empresa em uma cidade ou região proporciona uma grande transformação e impacta a vida das famílias de forma positiva. Além da circulação de riquezas, empregos, novos negócios e oportunidades, fazem parte da geração de um contínuo crescimento que será apresentado aqui no programa “Indústria do Emprego”.

Setor produtivo diz que corte de incentivos não resolve situação fiscal do Estado

O aumento na arrecadação estadual nos primeiros cinco meses do ano pode ser passageiro, caso o governo não promova ações de contenção de gastos e de ampliação efetiva da receita. A avaliação é de líderes empresariais ouvidos pelo Jornal Opção. Para eles, o aumento de R$ 729 milhões na arrecadação de tributos se deve ao aperto na fiscalização mas, também, em boa parte, ao sacrifício do setor produtivo goiano.

Os números divulgados pela Secretaria da Economia no jornal O Popular – e aos quais o Jornal Opção teve acesso – mostram que o governo goiano arrecadou mais em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) e, especialmente, no Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege), além de outros tributos. No geral, a evolução foi de 9,8% no período (de R$ 7,4 bilhões para R$ 8,1 bilhões).

Na relação de itens relativos à arrecadação do governo estadual, o principal incremento em valores nominais ocorreu no ICMS. Em 2018, nos cinco primeiros meses, o imposto, que é a maior fonte de recursos do Estado, foi de R$ 6,23 bilhões. No mesmo período de 2019, o valor chegou a R$ 6,87 bilhões – uma diferença de R$ 640 milhões (ou 10,2%).

Proporcionalmente, porém, o maior salto ocorreu no Protege. O valor total passou de R$ 185,1 milhões, de janeiro a maio de 2018, para R$ 239 milhões no mesmo período deste ano. Uma alta de 29%, ou R$ 53,9 bilhões.

O crescimento no caixa do Protege (que, teoricamente, deve fomentar projetos sociais do Estado, como a Bolsa Universitária e outros) foi observado apenas na contabilidade de maio. Isso porque ele é fruto da mudança na política de benefícios e incentivos fiscais do governo do Estado, que começou a valer em abril.

A alteração foi aprovada ainda no governo José Eliton (PSDB), porém, foi resultado de um acordo entre os deputados e o governador eleito Ronaldo Caiado (DEM). Na época, os empresários resistiram à ação do democrata, porém, após muita polêmica, chegaram a um acordo e cederam uma fatia dos incentivos para melhorar o caixa do governo que iria assumir.

A nova política, contudo, tem sufocado as empresas. “A Secretaria [da Economia] está arrecadando de quem já paga. Está tirando dos empresários. Veja as contas bancárias dos empresários. Muitas contas que eles teriam de pagar estão deixando de ser pagas”, diz o presidente da Federação da Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel.

“Estamos tentando ajudar o Estado, mas muitas empresas estão sendo prejudicadas”, afirma. Segundo Mabel, o corte de incentivos compromete uma cadeia de empresas. “Uma empresa grande, quando começa a ter dificuldades, começa a prejudicar uma série de empresas pequenas, que trabalham ao lado dela como fornecedoras da cadeia produtiva”, explica.

Para entender o impacto da redução dos incentivos e benefícios fiscais, é preciso fazer algumas contas. Até março, as empresas enquadradas no programa Produzir, em geral, efetivamente pagavam 27% do ICMS devido. Outros 10% eram destinados a um fundo do programa. Desde maio, outros 15% passaram a ser destinados ao Protege.

Ou seja. Até abril, a cada R$ 100 de ICMS, as empresas efetivamente desembolsavam R$ 37. A partir de maio, passaram a pagar R$ 52. “O incentivo fiscal é o único jeito de a economia goiana sair do marasmo. Sem ele, Goiás estaria fadado a ser um Estado fornecedor de matéria-prima e commodities”, explica o economista Aurélio Troncoso Chaves, coordenador do Centro de Pesquisas de Competitividade e Desenvolvimento Regional da Unialfa, que participou de um estudo da Associação Pró-Desenvolvimento de Goiás (Adial) sobre incentivos fiscais.

 

Fiscalização e aquecimento do mercado varejista

Diretor executivo da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial), Edwal Portilho ressalta que o aumento da arrecadação do governo em 2019 não pode ser atribuído apenas aos cortes de incentivos e benefícios fiscais. Segundo ele, a melhoria na fiscalização tem papel preponderante nesse incremento e o aquecimento do mercado varejista.

Portilho ressalta que as mudanças no Protege só passaram a se refletir no imposto de abril, pago em maio. Ainda assim, segundo ele, essa é uma política que não pode se perpetuar. “A indústria está ajudando, fazendo sacrifícios, diminuindo empregos, para que o Estado melhore o caixa”, relata.

Apesar de não citar exemplos concretos, pois “empresas que estão saindo não querem aparecer”, Portilho diz que o mercado já convive com demissões, transferência de produção para plantas de outros Estados e diminuição de turnos de trabalho. “Há casos pontuais de perda de mercado”, afirma.

Segundo o diretor da Adial, alguns setores sentem o impacto mais rapidamente. Empresas de biocombustíveis, carne, automobilísticas e de energia renováveis estariam adiando investimentos no Estado. “Em curtíssimo prazo, o corte nos incentivos é bom para a arrecadação do governo. Em médio prazo, porém, é um veneno”, diz.

Portilho cita como exemplo o fato de que produtores de frango estão comprando farelo de soja do Tocantins, pois o produto está chegando mais barato que o feito em Goiás. “O Tocantins está ganhando o mercado goiano, que é um dos maiores esmagadores de soja do País”, afirma.

“O número de empresas que estão saindo [de Goiás] é de assustar”, diz o presidente da Fieg, Sandro Mabel. Segundo ele, esse movimento é silencioso, pois as empresas não anunciam que estão deixando o Estado, mas que ele é real. “Cortou o incentivo, o empresário vai embora, não tem jeito”, afirma. Além disso, segundo ele, ocorre “a diminuição da produção”, pois grandes empresas deixam de produzir aqui para fazê-lo em “outra unidade da federação que não rompeu o contrato”.

Mabel diz que foi feito um acordo entre o governo estadual e o empresariado, por meio da Fieg, Adial, Federação do Comércio de Goiás (Fecomércio) e outras entidades. Segundo ele, o acordo tem validade de um ano e incrementará as receitas do Tesouro Estadual em até R$ 1,3 bilhão.

O que os empresários não admitem é que esse acordo seja transformado em política fiscal definitiva do governo estadual. “Foi um auxílio para o governo durante 12 meses. O governo [Caiado] estava entrando e precisando. Mas achar que isso vai ser definitivo, não há a menor condição de ser. Não queremos ver nosso Estado sendo um cemitério de empresas”, afirma.

Portilho, da Adial, tem o mesmo pensamento, tanto que chama o corte de incentivos de “Protege temporário”. “As empresas têm um contrato de 40 anos assinado com o governo e o governador [Ronaldo Caiado] tem um perfil de retidão, portanto, cumprirá o acordo com os empresários de que o Protege temporário será de apenas um ano”, acredita.

 

Estudo da Adial mostra peso da indústria na economia goiania

Na sexta-feira, 14, a Adial publicou um estudo realizado junto do Departamento de Economia da Unialfa para reforçar a importância das indústrias para a economia goiana. De acordo com o trabalho, o setor cresceu 50,1% nos últimos 14 anos – ou seja, desde a criação do Produzir. Este índice é o segundo melhor do Brasil, atrás apenas do Pará (73,5%).

Ainda conforme o estudo da Adial, o valor arrecadado com o ICMS em Goiás saltou de R$ 5,2 bilhões para R$ 15 bilhões de 2007 a 2017. Nesse mesmo período, o ICMS industrial saiu de R$ 1 bilhão para R$ 2,8 bilhões.

Outro dado apresentado é do crescimento do PIB. De R$ 51,1 bilhões, em 2014, o produto interno bruto chegou a R$ 189,9 bilhões em 2017. Já o PIB industrial, segundo a Adial, foi de R$ 12,7 bilhões para R$ 44,8 bilhões no mesmo período.

Os incentivos, para a Adial, são os maiores responsáveis pelo Estado ter construído o sétimo maior parque industrial do País, com 15,8 mil indústrias. Dessas, 3,3% recebem incentivos fiscais.

 

Fonte: Jornal Opção