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  • Setor produtivo prevê novas oportunidades para Goiás

    30.03.2023 Adial destaca impacto positivo mas alerta para a necessidade do estado acelerar ações em outros setores e a implantação de um grande cluster logístico em Goiás As obras da Ferrovia Norte-Sul foram iniciadas em 1987, na administração do então presidente José Sarney, e ganharam impulso em 2003, na primeira gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O traçado inicial previa apenas 1.550 quilômetros, entre Açailândia (MA) e Anápolis (GO), com outorga de concessão para a Valec Engenharia. Depois de várias ampliações no projeto inicial, a extensão total prevista já é de 4,7 mil quilômetros, chegando até a Rio Grande (RS), ligando o País de norte a sul. A VLI opera o trecho da Ferrovia Norte-Sul que fica entre Açailândia (MA) e Porto Nacional (MA). Na parte Norte, ela se conecta com a Estrada de Ferro Carajás, em Açailândia, de onde é possível seguir até o Porto de Itaqui, no Maranhão. O diretor de Novos Negócios da Rumo, Danilo Veras, lembra que, antes mesmo de operar totalmente, a ferrovia já trouxe benefícios como uma grande geração de empregos para construção dos terminais em operação. Mas o maior benefício previsto no médio e longo prazo é a redução do custo com transporte. Danilo Veras informa que a Rumo também assessora com estudos operacionais as empresas que demandam por seus serviços de transporte. Quando é definida a construção de um novo terminal, a Rumo entra em acordo com o parceiro para que ele se instale às margens da ferrovia e é construído um ramal para desviar o trem para dentro destas instalações. A expectativa é que os futuros terminais na parte norte da Norte-Sul sejam construídos num período de até dois anos, necessários para viabilizar as licenças exigidas e efetuar a construção da estrutura. “Um terminal já nasce operando com sua capacidade máxima porque a demanda já é imediata”, destaca o executivo. Já existem discussões para instalação de terminais nas regiões de Anápolis, Vale do São Patrício, Norte de Goiás e Sul do Tocantins. A intenção da Rumo é incrementar, cada vez mais, a participação da Norte-Sul no transporte das commodities produzidas em Goiás. “O estado tem muito potencial para elevar sua produção e os investimentos em terminais ajudarão a baratear muito os custos de produção, inclusive no transporte de insumos como fertilizantes”, avalia Danilo Veras. Ele prevê um crescimento exponencial no uso do modal ferroviário a partir de agora. O presidente-executivo da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial), Edwal Portilho, o Tchequinho, lembra que os portos do chamado Arco Norte, que estão nas regiões Norte e Nordeste, já conseguiram superar o Porto de Santos em exportações de grãos, com 52,3 milhões de toneladas embarcadas em 2022. Para ele, isso mostra a ampliação de oportunidades de importação e exportação trazidas pela Ferrovia Norte-Sul. Um grande avanço é que, a partir desta ligação, entrará em operação o transporte de contêineres da Brado, viabilizando também o envio de cargas industriais. “Isso possibilitará o transporte de produtos da Zona Franca de Manaus para Goiás”, destaca Tchequinho. Além disso, também podem começar a circular contêineres frigoríficos  pelos trilhos, por exemplo, para o transporte de carnes. São previstas oportunidades até para o transporte de gás natural. “É um leque de oportunidades inimaginável”, completa. Por isso, o representante da Adial alerta para a necessidade do estado acelerar a discussão de ações para o incentivo a vários setores econômicos, como acontece com o e-commerce, que podem resultar na implantação de um grande cluster logístico em Goiás, para distribuição de produtos para todo País e a América Latina. A expectativa é que a redução do custo com transporte atraia muitos novos investimentos de empresas. “Devemos estar atentos à criação deste ambiente de negócios para a formação deste cluster.” Tchequinho alerta para a possibilidade de fazer uma zona franca expandida em Goiás, trazendo os incentivos de Manaus para cá, onde se instalarem as operações logísticas. Também é possível criar uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) no estado, que tem incentivos fiscais para exportadores. “Quanto mais o governo e a sociedade se articularem para avançar nas discussões destas iniciativas, mais investimentos poderemos atrair, com mais geração de empregos, e mais rápido podemos usufruir das oportunidades de negócios oriundas da ferrovia”,diz o executivo. Fonte: Jornal O Popular Matéria: Lúcia Monteiro

  • CNA projeta perdas do agro com proposta de reforma tributária

    29.03.2023 Custos podem subir 20%, e margens devem cair, afirma a entidade A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que o custo de produção de alguns itens no campo poderá aumentar mais de 20% se a reforma tributária for aprovada pelo Congresso Nacional sem um tratamento diferenciado e favorável ao agronegócio. A margem de lucro dos produtores pode ser reduzida em até 95% em um dos casos simulados pela entidade, que indica também repasses nos preços aos consumidores e encarecimento dos alimentos na ponta. Ontem, durante audiência pública do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa a reforma tributária a entidade pediu que o texto da proposta leve em consideração as peculiaridades de cada segmento. O setor agropecuário tenta vencer resistências do governo. Uma das principais é do secretário extraordinário do Ministério da Fazenda para o assunto, Bernard Appy. Também ontem, em entrevista a uma rádio gaúcha, ele disse que “alguns setores, provavelmente, terão algum tratamento favorecido”, sem especificar quais. Uma das atividades que devem sentir o maior impacto da reforma tributária no consumo, segundo levantamento da CNA, é a pecuária leiteira. Na região de Chapecó (SC), os produtores de leite podem ter aumento de 21,3% nos custos e redução de 94,3% na margem, diz a entidade. Cenário semelhante ocorre na produção de soja e milho em Cascavel, no oeste do Paraná. Com a reforma tributária, os cálculos da CNA é que os custos dessas lavouras aumentem até 16,2% na região e que as margens brutas dos agricultores caiam 66,2%. Também há previsão de aumento de custos, de 12,7%, na produção de arroz em Camaquã (RS), de 21,6% no cultivo de batata em Mucugê (BA), de 18,5% nos cafezais de Guaxupé (MG) e de 19,6% no plantio de feijão em Guarapuava (PR). A CNA também prevê quedas de 65,3% nas margens de lucro dos arrozeiros, de 28,8% dos produtores de batata, de 26,4% dos cafeicultores e de 31,6% dos produtores de feijão nas regiões indicadas. Renato Conchon, coordenador do Núcleo Econômico da CNA, apresentou os dados na Câmara. Segundo ele, se todos os produtores rurais forem obrigados a pagar uma alíquota única do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), o recolhimento de impostos da agricultura poderá subir 875%, na pecuária, de 783,3%, e nos setores florestal e pesca, de 230,8%. Na média, os setores primários do campo pagariam 643,8% a mais de tributos. “A gente não defende nenhum benefício em detrimento a qualquer setor econômico, defendemos a manutenção da nossa competitividade”, disse Conchon. A entidade reforçou ser contra a obrigatoriedade da contribuição ao IBS pelas pessoas físicas. Segundo a CNA, a medida vai aumentar a burocracia e custos dos micros e pequenos empreendedores rurais. Com base nos dados do Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) de 2017, a CNA estimou que existem 4,46 milhões de estabelecimentos agropecuário que faturam até R$ 10,9 mil por mês em valores atuais. O público representa 90% dos produtores que seriam afetados pela medida, diz a CNA. Nos cálculos da entidade, a cesta básica deve ficar 22,7% mais cara com a nova tributação e a inflação deve subir um ponto percentual em até um ano e 1,8 ponto percentual no longo prazo. Por isso, a entidade pede a manutenção da desoneração da cesta básica e da carga tributária setorial e global. A confederação defende ainda que o imposto seletivo não deve incidir sobre alimentos ou insumos. A premissa número um do setor, contudo, é conseguir tratamento diferenciado, com alíquotas específicas para cada segmento. A bancada ruralista demonstrou ser favorável ao texto da Proposta de Emenda à Constituição 46/2022, do senador Oriovisto Guimarães (Podemos/PR). O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), disse que a proposta é “mais simpática e palatável” para o setor produtivo. Fonte: Valor Econômico

  • Adial Talentos visita Ceperâ em Vianópolis

    30.03.2023 A Adial Talentos realizou uma visita técnica na AHL Pulp/ Ceperâ Indústria de Alimentos, em Vianópolis. A empresa vai iniciar a safra no próximo mês de julho e está com demanda de mão de obra. O coordenador do programa, Alfredo Rocha, foi ao local, juntamente com a equipe da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), para conhecer as necessidades da indústria e mobilizar os cadastrados nos programas sociais do Estado na região de Vianópolis, Orizona, Pires do Rio e Silvânia para essas vagas. A AHL Pulp/ Ceperâ Indústria de Alimentos tem uma demanda bem diversificada, desde a parte técnica, como de produção, até mesmo sem a necessidade de experiência. Estavam presentes o Coordenador de Emprego e Estágio da OVG, Fabricio Vieira da Silva; a Gerente de Promoção e Integração ao Mundo do Trabalho da OVG, Paula Denise C. Neto; a Gerente RH da AHL PULP, Claudia Oliveira; e o Coordenador da Adial Talentos, Alfredo Rocha.

  • Parcelamento de dívidas no judiciário é autorizado em Goiás

    28.03.2023 Foi publicada no Diário Oficial do Estado de Goiás a Lei Nº 21.837 que autoriza o parcelamento de créditos tributários e não tributários no âmbito do poder administrativo Judiciário. De acordo com a nova legislação, o contribuinte poderá parcelar suas dívidas em até 40 vezes. São considerados débitos judiciários: I - custas judiciais finais; II - custas judiciais dos Juizados Especiais e das Turmas Recursais; III - taxa judiciária; IV - emolumentos que constituem receita judicial; V - débitos apurados em inspeções realizadas pela Diretoria Financeira, Corregedoria-Geral da Justiça e pelos Juízes de Direito e Substitutos; VI - restituições; VII - excedentes de teto constitucional devidos pelos interinos das serventias extrajudiciais; VIII - multas. Leia a íntegra da Lei.

  • Profissionais recebem o certificado de conclusão do curso

    28.03.2023 Os colaboradores da Caoa, em Anápolis, finalizaram na última sexta-feira, 24, o curso de Excel Intermediário desenvolvido pela parceria da Adial Talentos, Secretaria da Retomada e Cotec. Os profissionais receberam o certificado de conclusão do curso. Estavam presentes as representantes da empresa as analistas de Recursos Humanos (RH), Marina Dutra e Erynádhia Júlia Oliveira Sousa e a gerente de RH, Marília Rodrigues Chaves. “É a nossa parceria já está rendendo resultados”, afirma o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana.

  • Reunião do FUNDEINFRA acontece em Rio Verde

    27/3 Foi realizada hoje, 27/3, a reunião do Conselho Gestor do Fundo Estadual de Infraestrutura (FUNDEINFRA), em Rio Verde (GO), durante o primeiro dia da feira TecnoShow Comigo. O evento contou com a participação do governador Ronaldo Caiado, representantes da Federação Estadual de Agricultura de Goiás (Faeg), Sistema OCB, Aprosoja, secretários de Estado, membros de associações que representam o setor produtivo e ainda o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, e o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves. Durante o primeiro encontro após a definição da taxa do agro, o governador Ronaldo Caiado destacou a importância das rodovias goianas e as etapas dos projetos de execução, afirmando que o que for decidido no conselho será realizado. Ele ainda ressaltou que é a favor da duplicação das rodovias do Estado, mas pediu também sensibilidade para a situação de trechos em que as pessoas não conseguem se locomover. Já o secretário de Estado de Infraestrutura, Pedro Henrique Ramos Sales, fez uma nova apresentação do FUNDEINFRA, destacando o corpo deliberativo e ressaltando as demandas que serão apresentadas, como construção de pontes e pavimentação, ou seja, demandas de infraestrutura. O objetivo do FUNDEINFRA é promover investimentos em infraestrutura no Estado de Goiás, por meio da gestão de recursos oriundos de diversas fontes. Dessa forma, o conselho gestor se torna um espaço de discussão e deliberação de projetos e investimentos na área.

  • Reforma deve fazer Goiás perder até 30% de arrecadação com ICMS

    25.03.2023 Propostas em avaliação no Congresso reduzem o número de impostos, mas afetam a entrada de recursos ao mudar a forma de recolhimento As propostas de reforma tributária que tramitam no Congresso Nacional devem elevar a carga tributária sobre os serviços no Brasil e fazer Goiás perder de 25% a 30% de sua arrecadação atual com o ICMS, O principal imposto estadual. A previsão é dada ao POPULAR pelo economista e professor Aurélio Troncoso. O cálculo é feito com base nas duas propostas de emenda à Constituição (PECS) que tratam da reforma tributária e que atualmente tramitam no Congresso Nacional: a 45/2019, que está na Câmara dos Deputados; e a 110/2019, do Senado. As duas propõem a redução do número de impostos, por meio da incorporação ou fusão dos já existentes. A PEC 45 propõe a criação do imposto sobre bens e serviços (IBS) para substituir cinco impostos atuais: os federais IPI, PIS e Cofins; o ICMS, que é estadual; e o ISS, imposto municipal. (veja quadro) Já a PEC 110 prevê a criação de três impostos para substituir os mesmos cinco: a contribuição sobre bens e serviços (CBS) para substituir PIS e Cofins; o imposto seletivo (IS) no lugar do IPI; e o IBS no lugar de ICMS e ISS. Nos dois casos, há mudança na forma do recolhimento, o que explica a possivel perda de arrecadação,  sobretudo para os estados das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Segundo o economista, isso deve ocorrer porque, atualmente, existe uma substituição tributária, o que deve acabar a partir das propostas de reforma. Troncoso explica esse impacto: "Sobre todo produto que sai de uma fábrica de Goiânia, por exemplo, o tributo é pago na hora e (parte dele) volta em crédito depois (para o empresário). Na proposta feita (pelas PECS), não haverá mais substituição tributária. Ao invés de se pagar o imposto na origem, ele será pago no destino. Quer dizer, vou produzir em Goiás e mandar para São Paulo, que é quem vai recolher o imposto. Então, para os grandes mercados, como estados do Sul e Sudeste, é bom". Ele cita como exemplo o polo farmacêutico do Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA). "Aproximadamente 10% dos medicamentos produzidos em Anápolis ficam em Goiás - nós temos quase 7 milhões de habitantes. Os outros 90% vão para o Sul e o Sudeste. Então, quando se mandar para lá". O economista relata, porém, não acreditar que os projetos em trâmite sejam aprovados pelo Congresso e cita haver outras propostas com menos impacto para a população, uma das quais feita pela Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável (Adial), que propõe uma "harmonização e simplificação" sobre os impostos já existentes, principalmente o ICMS. Essa proposta está atualmente sendo articulada no Congresso pelo senador goiano Vanderlan Cardoso (PSD). As propostas de reforma tributária atuais devem resultar também em um aumento de mais de 210% dos impostos pagos pelo setor de serviços no ano. A previsão é do advogado tributarista Hamilton Dias de Souza, publicada pelo portal Poder 360, e confirmada pelo economista Aurélio Troncoso ao POPULAR. Ele explica que isso deve ocorrer, principalmente, porque muitas áreas de serviço que hoje pagam menos, devem pagar mais, caso a proposta seja aprovada da forma como está. "Uma escola, por exemplo, que tem um faturamento de R$ 2 milhões, vai pagar 17% em cima do ISS (imposto municipal) ao invés de pagar 8%. Então, há um aumento de imposto considerável", afirma o economista. O impacto da medida, caso passe no legislativo, deve ser sentido diretamente pela população, uma vez que o setor de serviços representou 71,23% do produto interno bruto (PIB) do pais em 2022, segundo dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), mantido pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). No caso de Goiás, a representação do setor de serviços no PIB é ainda maior: 74,83% - 82 municipios goianos, também segundo os dados do Siconfi, têm os serviços como principal atividade econômica, entre eles, Goiânia, Anápolis e Valparaiso de Goiás, três das maiores cidades do estado. Em 2021, esses très municipios arrecadaram mais de R$ 1 bilhão em ISS, considerando valores corrigidos pela inflação do periodo. Para ele, esse aumento no valor dos impostos deve se refletir para a população. "Isso vai ser passado, esse preço, para a população. Somos nós que pagamos essa conta, então, quanto mais mexe, pior fica", afirma o economista. Em termos de arrecadação, porém, Troncoso alerta que municipios menores devem ser pouco impactados. "Praticamente 60% do ISS do Brasil inteiro é arrecadado por apenas 400 municipios. Of restante recolhe pouco e depende mais do Fundo de Participação dos Municipios (FPM)", argumenta o economista. O POPULAR mostrou recentemente que 111 municipios goianos arrecadaram menos de R$ 100 per capita de 155 em 2021, número que representa 45% das cidades de Goiás. Enquanto cidades como Campestre tiveram arrecadação de R$ 5,59 por habitante, Alto Horizonte arrecadou R$ 4,1 mil. Neste ponto, a reforma prevé maior igualdade de arrecadação entre os municipios, uma vez que, na regra atual, o ISS vai, em geral, para as cidades onde ficam localizadas as sedes das empresas prestadoras de serviços; já nas propostas que tramitam no Congresso, os recursos relacionados a este setor devem passar a ter como destino os cofres dos municipios onde ocorre o consumo. Fonte: Jornal O Popular

  • Abertura da Tecnoshow Comigo 2023

    27.03.2023 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) marcou presença na cerimônia de abertura da feira Tecnoshow Comigo 2023 realizada hoje, 27/3, em Rio Verde. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, discursou durante o evento e reivindicou apoio dos parlamentares e governo estadual contra a reforma tributária fatiada que vem sendo proposta. De acordo com Portilho, a reforma apresentada ataca frontalmente os produtores brasileiros e desestimula a produção agroindustrial. Ele ainda afirmou que a Adial está à disposição para apresentar estudos já finalizados e fundamentos técnicos para defender seus argumentos. "Nós não podemos aumentar a carga tributária dos alimentos, nem dos produtores e nem da agroindústria. É preciso que os nossos representantes entendam que a produção agroindustrial é um dos principais pilares da economia do nosso país e, por isso, precisa ser valorizada e incentivada", afirmou. A presença da Adial na cerimônia de abertura da TecnoShow foi importante para chamar a atenção dos representantes políticos e do público presente sobre a importância da produção agroindustrial para a economia do estado de Goiás e do país como um todo. A feira agropecuária é voltada à difusão de tecnologia rural. Com programação até a próxima sexta-feira (31), a organização destaca investimentos em melhorias no próprio espaço do evento e ações voltadas à sustentabilidade.

  • Adial participa da abertura da Tecnoshow Comigo 2023

    27.03.2023 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) marcou presença na cerimônia de abertura da feira Tecnoshow Comigo 2023 realizada hoje, 27/3, em Rio Verde. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, discursou durante o evento e reivindicou apoio dos parlamentares e governo estadual contra a reforma tributária fatiada que vem sendo proposta. De acordo com Portilho, a reforma apresentada ataca frontalmente os produtores brasileiros e desestimula a produção agroindustrial. Ele ainda afirmou que a Adial está à disposição para apresentar estudos já finalizados e fundamentos técnicos para defender seus argumentos. A presença da Adial na cerimônia de abertura da TecnoShow foi importante para chamar a atenção dos representantes políticos e do público presente sobre a importância da produção agroindustrial para a economia do estado de Goiás e do país como um todo. A feira agropecuária é voltada à difusão de tecnologia rural. Com programação até a próxima sexta-feira (31), a organização destaca investimentos em melhorias no próprio espaço do evento e ações voltadas à sustentabilidade. Confira o discurso completo de Edwal Portilho: “Apesar de ser uma feira com um volume muito grande de negócios, traz em seu condão, sua essência, aquela que é a melhor prática: transferir para o campo a tecnologia, buscando reduzir custos, aumentar produtividade e lucratividade dos produtores rurais. A questão da Reforma Tributária afeta muito os produtores rurais e se apresenta no Congresso. Como está, ela ataca frontalmente o produtor brasileiro. Vai trazer uma carga tributária de mais de 20% para os produtores rurais. E ainda pegando aqueles com baixa tecnologia ou com alta tecnologia e sistemas regenerativos e sustentáveis de frente. Ou seja: quem mais investe vai pagar mais caro. Da mesma forma, desestimula, também, a produção agroindustrial. Essa reforma não simplifica os impostos. Simplifica e aumenta a carga. Traz insegurança, pois deixa-se tudo para as leis complementares. A carga tributária da cesta de alimentos vai aumentar muito, cerca de 22,5% no preço do alimento no Brasil. Para resolver essa situação tem uma conversa que o dinheiro vai ser devolvido em forma de cashback, que se for atender à população segundo a pesquisa de orçamento familiar do IBGE, deverá atender 71% da população, que ganha em média, cada um, R$ 894 reais por mês. Não dá pra entender como é que o Governo Federal vai devolver 71% para população o cashback, ao comprar alimentos. Ou seja, vai aumentar o valor, mas eu te devolvo o dinheiro.”

  • Tecnoshow Comigo 2023 começa na próxima segunda-feira (27/03), em Rio Verde

    24.03.2023 Uma das maiores vitrines de tecnologia rural do País, a feira chega à vigésima edição neste ano, com ampla programação de palestras, dinâmicas de pecuária, inovações, máquinas, lançamentos, ações sustentáveis etc. Solenidade de abertura contará com a participação de diversas autoridades e públicos Considerada a maior feira de difusão de tecnologia rural do Centro-Oeste e uma das três maiores do Brasil, a Tecnoshow Comigo 2023 terá início na próxima segunda-feira, 27 de março, em Rio Verde (GO). A solenidade de abertura está marcada para 8h30, no auditório 1 do Centro Tecnológico COMIGO (CTC), e será conduzida pelo presidente do Conselho Administrativo da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (COMIGO), Antonio Chavaglia. Estão confirmadas as presenças de autoridades locais, estaduais e nacionais, produtores rurais, expositores e empresários do setor, representantes de entidades do segmento agropecuário, estudantes, imprensa e demais públicos. Antes do início da solenidade, a diretoria da COMIGO e as principais autoridades participarão de uma coletiva de imprensa em espaço ao lado do auditório. A feira ocorrerá até o dia 31 de março, com extensa programação que envolve mais de 100 palestras, dinâmicas de pecuária, exposição de animais, máquinas e implementos, apresentação de novas tecnologias agrícolas, ações sustentáveis, demonstrações de pesquisas, lançamentos de novas variedades, entre outros. Segundo Antonio Chavaglia, a Tecnoshow Comigo é a oportunidade para ampliar conhecimento e fazer importantes negócios. “É uma feira já esperada pelo público. Muitos produtores aguardam a realização do evento para adquirir máquinas, equipamentos, insumos e novas tecnologias para suas propriedades, além de se informarem sobre os principais assuntos do setor, por meio da palavra de renomados especialistas do agro e técnicos do segmento. E a edição deste ano é especial, porque comemoramos 20 anos de realização”, destaca. A expectativa da COMIGO - organizadora do evento - é que mais de 130 mil pessoas visitem a feira em busca de informação, tecnologia, inovação e negócios voltados para o campo e que impactam positivamente as cidades. Em uma área de 65 hectares, estarão 650 expositores de todo o País, disponibilizando soluções que auxiliem desde o pequeno produtor até grandes produtores e empresas. A evolução de negócios e a transferência de conhecimento nos cinco dias de Tecnoshow, ao longo de 20 anos, são um retrato fiel da importância do evento para o agronegócio brasileiro. Na edição passada, o volume ultrapassou R$ 10,6 bilhões. Devido à importância da feira para a economia goiana, ocorrerá a transferência simbólica da sede da capital do Estado, de Goiânia para Rio Verde, no período de realização do evento. A informação foi publicada no Diário Oficial do último dia 6 de março, pelo Governo de Goiás, com a previsão da instalação do gabinete do governo na feira, além de despachos de outros poderes e órgãos autônomos. Desde 2019, por meio da Lei nº 20.425, de 18 de março, o governo estadual transfere a sede simbólica da capital para o município do Sudoeste goiano. 20 anos de contribuição para o fortalecimento do agro goiano e brasileiro O presidente do Conselho Administrativo da COMIGO, Antonio Chavaglia, enfatiza que a feira teve e tem grande relevância na história do desenvolvimento do agro brasileiro. "Ao trazer o que há de mais moderno para a produção rural, os principais assuntos que permeiam o setor e disponibilizar isso ao alcance do produtor, a Tecnoshow cumpre papel de protagonista no fortalecimento do segmento, que é a mola propulsora da economia do País", salienta. "Em todos estes anos, tivemos um crescimento exponencial na participação de público, expositores e nos números de comercialização durante a feira. São investimentos dos nossos produtores que proporcionam os incrementos fantásticos em produção e produtividade no campo”, reforça Chavaglia. Do lançamento da feira, em 2002, até a última edição, em 2022, a Tecnoshow Comigo tem acompanhado a evolução da agropecuária brasileira e contribuído para o crescimento do setor. No primeiro ano, foram cerca de 50 expositores e público de 4 mil pessoas, em três dias de evento. Em duas décadas, esses números aumentaram para 650 expositores e previsão de público de 130 mil pessoas em 2023 (no ano passado foram 620 expositores e 128 mil visitantes). Comparando com a safra de grãos, por exemplo, nota-se um salto nesse período de uma produção nacional que passou de 119,1 milhões de toneladas, no ciclo 2003/2004, para 309,9 milhões de toneladas na previsão deste ciclo 2022/2023. Na pecuária, o rebanho bovino brasileiro saiu de 195,5 milhões de cabeças, em 2003, para 224,6 milhões em 2021, de acordo com dados mais recentes do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]. “É inegável a contribuição da feira, a partir dos investimentos em produtos, tecnologias e novos conhecimentos para o alcance desses números. Só temos a agradecer a confiança que expositores, produtores e visitantes têm na COMIGO e em nosso evento. Temos buscado sempre proporcionar uma feira que atenda às demandas de diferentes públicos. Hoje, podemos afirmar que a Tecnoshow Comigo é referência nacional", completa Chavaglia 2023: Investimentos em melhorias Para este ano, a COMIGO fez uma série de melhorias na infraestrutura do CTC, espaço de realização da feira. A área de 65 hectares, onde está localizada a Tecnoshow - que já havia sido ampliada na última edição - recebeu melhorias, sobretudo para receber novos expositores e visitantes durante os cinco dias do evento. Foi realizado o plantio de grama em cerca de sete mil metros quadrados, em um espaço que recebeu, ainda, ampliação das redes elétrica e hidráulica. Em relação às empresas expositoras, a Cooperativa ampliou a área de desembarque de maquinários que serão expostos durante a feira, especialmente pela dimensão dos mesmos, que vem crescendo ano após ano. A área de estacionamento foi ampliada em cinco hectares (mais 4.200 novas vagas) e também foram pavimentados mais 2 mil metros quadrados de área com asfalto, tanto para promover o acesso às entradas, quanto aos novos estandes. A atual capacidade dos estacionamentos passa a comportar 12.800 veículos e ônibus. Em relação à alimentação, a COMIGO realizou melhorias no Restaurante 1, que deverá agilizar o preparo das refeições, e ampliou o espaço do Restaurante 3, dobrando sua capacidade para 400 metros quadrados. A área de Food Truck foi transferida de lugar e agora ocupa novo espaço, preparado com piso especial para acolher produtores e visitantes em suas refeições. Complementando a experiência, foram disponibilizados mais bancos nas áreas de descanso e ampliados os acessos a bebedouros e protetores solares. Ações sustentáveis Atividades relacionadas à preservação e cuidados com o meio ambiente fazem parte da programação. Entre as novidades deste ano estão um espaço reservado para conscientização sobre a apicultura e sua importância para a polinização e para a agricultura; e a elaboração de um inventário sobre a emissão de gases de efeito estufa. Também estão previstas parcerias para coleta seletiva, entrega de mudas de espécies nativas e palestra sobre mudanças climáticas. O projeto Kombee, especializado no desenvolvimento de educação ambiental, é um dos parceiros que estará na feira, com uma kombi customizada, para atividades de educação ambiental. Quem passar pelo local conhecerá, por meio de uma visita guiada, espécies de abelhas sem ferrão, que são nativas do Brasil e excelentes polinizadoras. Também vão entender como elas contribuem para a produção no campo, inclusive com demonstração da melhoria obtida com a polinização de frutos. No mesmo ambiente do projeto Kombee, os visitantes conhecerão mais sobre os processos de coleta seletiva, com o apoio da Cooperativa de Trabalho de Catadores de Material Reciclável em Geral do Sudoeste Goiano (Coop-Recicla). Durante toda a feira, e ao final do evento, os resíduos coletados serão encaminhados para separação e processo de reciclagem, por meio da cooperativa. Outras iniciativas da coordenação de Meio Ambiente da Tecnoshow Comigo serão a doação de 20 mil mudas de espécies nativas para os visitantes e uma palestra sobre mudanças climáticas e os desafios no mundo rural. Mais informações sobre a Tecnoshow Comigo: - Geração de empregos: mais de 12,5 mil diretos e indiretos; - Aumento de 250% na movimentação de empresas do setor de alimentos (bares e restaurantes) na semana da feira, enquanto a rede hoteleira registra 100% de ocupação; - Mais de 200 pesquisadores no evento; - Mais de 3 mil máquinas e equipamentos; - Cerca de mil animais de várias espécies: bovinos, equinos, muares, ovinos, peixes; - Mais de 100 palestras programadas nos auditórios 1, 2 e sede de Pesquisa CTC, com capacidade para 700, 200 e 150 pessoas, respectivamente, além de outros espaços dentro da feira como estandes da Embrapa, do Sistema Faeg/Senar e Sebrae Goiás, do Governo de Goiás e Prefeitura de Rio Verde etc.; - Por meio do paisagismo, a entrada principal terá um arranjo central de flores em formato de numeral e corações, em referência aos 20 anos da feira. Serão 70 mil mudas e 60 vasos de diferentes tamanhos, com flores variadas para compor toda a jardinagem. Sobre a Tecnoshow Comigo Com a proposta de auxiliar o produtor rural, a COMIGO iniciou, em 2002, o trabalho de geração e difusão de tecnologias agropecuárias, em Rio Verde, numa área que hoje ultrapassa 170 hectares (área total do CTC). Neste local, a cooperativa promove experiências tecnológicas o ano todo, em parceria com diversas instituições de pesquisa, de ensino e outras empresas, e realiza a Tecnoshow. A diversidade é uma marca registrada do evento. São máquinas e equipamentos agropecuários, plots agrícolas, animais das mais variadas espécies, palestras técnicas e econômicas, ações socioambientais e dinâmicas de pecuária, entre outros produtos e serviços. Trata-se de uma extensa vitrine de tecnologias para o homem do campo, seja pequeno, médio ou grande produtor. (Assessoria de imprensa) FICHA TÉCNICA TECNOSHOW COMIGO 2023 – 20 anos Data: 27 a 31 de março de 2023 (segunda a sexta-feira) Local: Centro Tecnológico COMIGO (CTC) - Rio Verde – GO (Rodovia GO 174 S/N área rural de Rio Verde) Horário: 8 às 18 horas Entrada gratuita Site: www.tecnoshowcomigo.com.br Instagram: @tecnoshowcomigo Twitter: @tecnoshowcomigo

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