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  • Resoluções do CDE para 2023 são deliberadas em reunião

    16.03.23 A reunião da Câmara Deliberativa do F.C.O, que aconteceu nesta quinta-feira, 16.3, deliberou sobre as resoluções do CDE que serão válidas para o ano de 2023. O evento foi realizado no Espaço Casa Goyazes, em Goiânia. O assessor-executivo da Adial, João Paulo Nogueira, participou do encontro. As cartas-consultas da área rural foram as mais presentes, com aquisições que incluem matrizes nelore e girolanda, máquinas e equipamentos, conjunto de irrigação, instalação de sistemas solares fotovoltaicos e adubo MAP e KCL para correção de solo. Os investimentos chegaram ao montante de R$ 31.165.586,31, equivalendo a 18 cartas consultas e gerando 23 novos postos de trabalho. Já no empresarial, foram apresentadas 25 cartas-consultas originais, sendo 03 industriais, com um valor total de R$ 15.146.531,47 e a geração de 81 novos postos de trabalho, em municípios como Morrinhos, Guapó e Buriti de Goiás. O investimento total das cartas-consultas foi de R$ 91.792.181,25, gerando 333 novos postos de trabalho de forma direta, sendo que o setor industrial representou 12% do total a ser contratado e 24,32% da geração de empregos diretos.

  • Fundeinfra é pauta de reunião do Coinfra

    15.03.2023 A Adial participou de encontro com empresários goianos que foi mediado pelo Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra) da Fieg com objetivo de levar expectativas da iniciativa privada do setor para os próximos quatro anos da gestão estadual. O Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra) foi o principal tema discutido. O secretário de Estado de Infraestrutura, Pedro Henrique Ramos Sales, explicou detalhes sobre a operacionalização do Fundeinfra, aprovado pelos deputados estaduais em novembro do ano passado, inclusive com possível proposta de criação de um crédito tarifário de infraestrutura para que indústrias instaladas em distritos industriais, sob gestão do governo estadual, possam fazer investimentos em infraestrutura do local com recursos privados, passível de compensação, a exemplo do que ocorre com o crédito outorgado. "Estamos abertos para discutir e dialogar sobre os aspectos do fundo com os setores contribuintes", afirmou. Além disso, sugeriu o crédito outorgado para que as empresas invistam na infraestrutura da região. Um exemplo são as empresas do ramo farmacêuticos de Anápolis, que podem fazer um acordo com o Estado para investir na infraestrutura do DAIA. Segundo o diretor-executivo da Adial, Eduardo Alves, que participou da reunião, a reunião foi extremamente positiva. "Um dos principais problemas apresentados pelo secretário é de infraestrutura, em especial as aprovações dos projetos, pois o servidor responsável fica receoso de aprovar e ser penalizado. O secretário então sugeriu a criação de um seguro para a segurança do servidor. Assim, a pasta vai atuar de forma mais estratégica e gerencial, buscando identificar oportunidades e otimizar processos, entretanto sem invadir prerrogativas das demais autarquias do setor no Estado.  (Com informações da Fieg)

  • Reforma tributária, mas sem passar a boiada na agricultura sustentável

    16.03.2023 * Edwal Portilho A reforma tributária no Brasil é iminente. Aliás, urgente e necessária. Uma necessidade que pode vir a ser concretizada em uma dessas duas vertentes: a primeira, com uma orientação voltada ao com novas regras simplificadoras, pró-desenvolvimentistas e indutora de expansão da economia nacional que nos últimos anos acabou parando no tempo. Economia com grande potencial, mas travada. Ou, numa segunda vertente, uma reforma que venha para atender necessidades arrecadatórias, aniquilando o pacto federativo com a união de recursos em um único ente, ficando a economia em segundo plano, pobre e periférica. Ou seja, estamos falando de duas reformas diferentes, a inteligente e a burra. O modelo fiscalista é enviesado desde o seu nascimento, é autofágico. De tão torto, atropela a própria sociedade. Entre tantos “poréns” e “senões”, as reformas tributárias atualmente apresentadas no Congresso Nacional atacam frontalmente a agricultura de baixo carbono, que busca desenvolver insumos regenerativos e sustentáveis dentro da fazenda ou região. Essas propostas só mostram um único fim: ampliar a carga tributária de quem investe em biotecnologia e de quem busca otimizar o uso dos recursos biológicos e naturais. Assim como a energia solar, que hoje tem estímulos e se expande no País, o bom senso manda que o País aja imediatamente para salvar e preservar seu solo. É nosso ativo e maior diferencial na economia global – o agro é solo e produtividade no campo. No mínimo um Programa de Desenvolvimento de Remineralizadores – com pesquisas mineral e agronômica, com financiamento de processos do setor. No entanto, o caminho inverso e suicida é enfiar a faca tributária na galinha dos ovos de ouro. Estudos apontam que o Brasil tem as melhores condições para a conversão regenerativa do solo e existem recursos disponíveis para a agricultura regenerativa no mundo. Aliás, os outros países sabem a importância do Brasil no mercado mundial de alimentos. E sabem ainda que 29% das terras do planeta já estão sujeitas a zonas de degradação aguda e que outros 54% das terras estão degradadas em algum nível. Estamos em uma encruzilhada. O grande problema do Brasil nas últimas décadas, no que se refere à economia, é que quando ele chega na encruzilhada, é escolhido o pior caminho. Dessa vez, é preciso que sociedade e Congresso estejam alinhados para revisar essa pauta, mas mostrar ao Executivo que não só é evidente que este setor não pode sofrer um tarifaço, mas que também que os bancos públicos fornecedores de créditos agrícolas incluam a agricultura sustentável de forma operacional nas suas linhas financeiras. É por isso que se espera que o Governo Federal não passe a boiada e atropele a agricultura sustentável em troca de uma ninharia tributária deste setor. Precisamos parar de arruinar nossas vantagens competitivas para arrecadar impostos. Vamos acompanhar. * Edwal Portilho, o Tchequinho, é o presidente-executivo da Adial

  • Autorregulação de ICMS é mais uma conquista da Adial

    14.03.2023 A Secretaria da Economia do Governo de Goiás oferece um novo serviço ao contribuinte, o sistema on-line de Autorregularização de ICMS, que permite a correção voluntária, sem incidência de multa, eventuais inconsistências em suas declarações de ICMS, detectadas a partir de cruzamento de dados, ou seja, as malhas fiscais. Essa novidade é uma luta da Adial junto ao órgão. De acordo com Edwal Portilho, presidente-executivo da Adial, a autorregulação do ICMS nas empresas goianas é uma conquista significativa para o setor industrial do estado. Ele destaca que a medida permite que as empresas tenham maior autonomia e flexibilidade na gestão dos impostos, o que contribui para aumentar a competitividade e a eficiência no mercado. "É uma condição do próprio fisco estadual informar a empresa sobre alguma irregularidade. A empresa nao será notificada e sim informada de como resolver", explicou. Além disso, Portilho ressalta a importância da parceria da Adial com o governo de Goiás para alcançar essa conquista, que beneficia não só as empresas, mas toda a economia do estado. Segundo ele, a autorregulação do ICMS é um passo importante para tornar Goiás ainda mais atrativo para novos investimentos e, consequentemente, gerar mais empregos e renda para a população. A fase de testes já foi iniciada. A partir de janeiro foram enviados a alguns contribuintes comunicados via Domicílio Tributário Eletrônico - DTE, como forma de teste. Para este ano, a previsão é enviar 30 mil comunicados de malhas. Um levantamento preliminar mostra que aproximadamente 172 mil malhas estão aptas à autorregularização. Confira o manual da Sefaz:

  • Reforma Tributária é tema principal da reunião mensal da Adial

    13.03.2023 A Adial está se aproximando do Deputado Federal Glaustin da Fokus, que é o único deputado goiano que está na equipe de trabalho da Reforma Tributária. Por isso, se reuniu com ele e com Gilberto Soares, presidente da Associação Goiana de Supermercados (Agos). “Sabemos que devemos fazer a reforma, mas com cautela. Queremos estender toda a bancada goiana para expor o que o setor empresarial pensa, já que 85% dos nossos deputados não são da área”, afirma Zé Garrote, presidente do Conselho da Adial, na reunião mensal de março. O presidente - executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, pontuou que para a maioria dos associados as PEC 45 e 110 são nocivas e vão colocar todos os produtores rurais, independentemente do tamanho, em contribuintes. Por exemplo, com a lei atual “Teremos um aumento expressivo no preço dos alimentos da cesta básica e nos medicamentos". Outro ponto citado foi as atualizações sobre o Fundeinfra (Fundo Estadual de Infraestrutura) junto à Secretaria de Economia. Segundo o assessor jurídico da Adial, Flávio Rodovalho, houve uma enxurrada de liminares , com ações judiciais, suspensões de liminares e esclarecimentos, mas ainda está em aberto para receber as cartas. “As 27 liminares, todas tiveram a suspensão de segurança no Estado.” A Tabela de Descontos do Produzir foi um dos assuntos discutidos pelos participantes e outro foi o levantamento do Protege e possibilidade de regularização desses débitos. Qualificação O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana, relembrou que a parceria com os Cotecs estão em vigência. E que as empresas, que precisam de capacitar seus colaboradores, podem procurar a Adial. As turmas são a partir de 29 profissionais. O site da Adial agora tem uma Central de Imprensa, que reúne informações das associadas. Os temas estão subdivididos em três editorias: negócios, tecnologia e ESG. Os interessados devem enviar os textos para o e-mail comunicacao@adial.com.br .

  • Caramuru Alimentos avança na implementação de tecnologia de compliance socioambiental

    07/02/2023 Plataforma da Agrotools possibilita a rastreabilidade de toda a origem da produção da matéria-prima utilizada pela empresa A Caramuru Alimentos, empresa brasileira que atua no mercado de processamento de soja, milho, girassol e canola, contou com as soluções tecnológicas da Agrotools, maior plataforma digital para o agronegócio corporativo, para desenvolver processos em consonância com compliance socioambiental. A adequação com as práticas ESG permitiu a conquista de novos mercados, essencial para exportar para diversos países europeus e avançar com vendas no Canadá, Austrália, México, Equador, bem como em países asiáticos. Por meio do uso de centenas de bases de dados e algoritmos proprietários da AgTech, a Caramuru Alimentos passou a monitorar mais de 14 mil propriedades para rastrear a origem de toda a cadeia produtiva que tem adquirido de seus fornecedores. A solução, baseada em Blockchain, permite que o produtor seja avaliado a partir de 45 critérios distintos de ESG. Com isso, a empresa foi capaz de empregar a inteligência de dados tanto no que se refere à avaliação do campo, como também a informações voltadas para o âmbito social, como a lista do Ministério Público do Trabalho, que indica se determinado local possui atividades de trabalhadores em situação análoga à escravidão. Segundo Sergio Rocha, CEO da Agrotools, a tecnologia é a ferramenta mais eficaz para aumentar a produtividade no campo e garantir o cumprimento dos critérios de sustentabilidade. “O futuro do agronegócio está diretamente ligado a dados, algoritmos, satélites e inteligência, muito mais conectado com algoritmos do que com maquinário, tornando possível o desenvolvimento sustentável e tecnológico da cadeia agroalimentar”, ressalta. De acordo com Célio Garcia de Oliveira, Diretor de Originação e Armazéns Gerais da Caramuru Alimentos, a companhia buscava não apenas o monitoramento dos estabelecimentos de modo eficiente, mas também realizá-lo por meio de critérios socioambientais confiáveis e acessíveis, que são parte dos seus Valores. “Precisávamos de uma ferramenta que nos possibilitasse tomar decisões em tempo real e dar respostas concretas ao mercado, prezando por técnicas que viabilizassem a confiabilidade das informações e a real confirmação dos dados apresentados”, explica. A utilização da plataforma também permite à Caramuru Alimentos assumir outros compromissos que antes seriam impossíveis, como o desmatamento zero, monitoramento de todas as aquisições e em todos os biomas – principalmente Amazônico e Cerrado, além de atuar com novos players e melhorar a participação com clientes ativos. “Nosso público exige um padrão rigoroso de rastreabilidade, portanto, a tecnologia presente nesse processo se tornou imprescindível para continuarmos no topo do segmento de commodities”, afirma Oliveira. Tecnologia como estratégia de negócio O direcionamento da Caramuru Alimentos em desenvolver o seu compliance socioambiental está ligado à sua visão de crescimento de mercado. “Estamos determinados a agir de forma consistente e correta, sendo referência em processos sustentáveis e no relacionamento com nossos fornecedores de matéria-prima”, ressalta Oliveira. “Hoje, 100% de nossa aquisição é auditada antes da efetivação da compra. E, para contribuir com o desenvolvimento dessa cadeia, fornecemos suporte técnico para todos os produtores, inclusive aqueles que não estão de acordo com os parâmetros socioambientais, além do acompanhamento na solução dos problemas identificados”, complementa. Por conta da agilidade no processo de monitoramento dos produtores proporcionado pela Agrotools, a Caramuru Alimentos também conseguiu comprovar a sua operação como sustentável com o RenovaBio, certificação agrícola que verifica o uso dos biocombustíveis na matriz energética brasileira, a fim de controlar a emissão de gases de efeito estufa e manter um cenário corporativo sustentável e competitivo. A solução da bigtech do agro também colaborou no fortalecimento do programa de agricultura familiar da Caramuru Alimentos. “Nossa plataforma foi utilizada na confecção dos relatórios de assistência técnica desses produtores, permitindo transparência, agilidade e eficiência, além de garantir a tabulação de dados eficiente”, finaliza o CEO da Agrotools. Sobre a Agrotools A Agrotools é a maior plataforma de tecnologia avançada para o agronegócio corporativo no mundo. Ao oferecer uma infinidade de análises remotas, a plataforma permite a gestão de riscos e oportunidades em qualquer operação com o campo, desde a concessão de financiamento e seguro rural, à compra de matéria-prima, como também para a venda de insumos, mercado de capitais e varejo. De forma ágil e precisa, a AgTech atua há quase 15 anos com soluções para diferentes elos da cadeia do setor: de cooperativas, traders e resseguradoras ao varejo alimentício. Por meio de tecnologia avançada, que analisa mais de 1.300 camadas de dados de múltiplas fontes, a empresa tem como objetivo democratizar o acesso à informação no setor, sendo um pilar de diferenciação competitiva e de compliance ESG no mercado. Ao disponibilizar poderosos insights de negócios e gestão, a plataforma permite aos agentes do mercado corporativo compreender tudo o que acontece com fornecedores e clientes espalhados pelo território rural e, assim, tomar as melhores decisões diariamente. Hoje, a Agrotools analisa mais de 4,5 milhões de territórios rurais e monitora R$ 15 bilhões em commodities. Além disso, são mais de R$ 50 bilhões em carteira de financiamento rural que contam com o suporte de pelo menos uma das soluções da empresa e cerca de R$ 100 bilhões em operações do agronegócio monitoradas. Sobre a Caramuru Alimentos A Caramuru Alimentos é uma empresa brasileira com 58 anos de experiência, posicionada entre as 100 maiores e melhores empresas do agronegócio brasileiro, atua no mercado de processamento de soja, milho, girassol e canola, com uma vasta linha de produtos e presença nos estados de Goiás, Paraná, Mato Grosso, São Paulo, Amapá e Pará. Fornece matéria-prima para a indústria alimentícia na produção de macarrão, biscoitos, snacks, cereais e para outros segmentos como cervejarias e indústria de ração. É destaque na logística de movimentação de produtos do “complexo soja”, com fortes investimentos no Porto de Santos, no Porto de Santana (AP), em ferrovias e nas Hidrovias Tietê-Paraná e Tapajós-Amazonas. A Caramuru trabalha continuamente para oferecer produtos que sejam integralmente oriundos de fontes sustentáveis e reconhecidos pelo respeito ao meio ambiente, às questões sociais e à sua viabilidade econômica para atender um mercado cada vez mais exigente contanto com mais de 2.300 colaboradores diretos. (STG News)

  • Geolab conquista certificação ISO 14.001 para nova fábrica

    29/12/2022 A Geolab acaba de receber a certificação ISO 14.001 para seu novo complexo fabril, localizado no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), em Goiás. Trata-se da norma internacional mais importante para sistemas de gestão ambiental. Concedido em novembro pela DNV, o selo representa o reconhecimento e a chancela de um trabalho iniciado há um ano pela farmacêutica. A companhia investiu cerca de R$ 290 milhões na construção de sua segunda planta, localizada a quatro quilômetros da matriz e conhecida como Site 2. A fase 1 do projeto, entregue no fim de 2021, conta com 8 mil m² e duas linhas de produção de colírios, já em operação. Quando estiver 100% finalizada, em 2025, a unidade dobrará o parque fabril em 85 mil m² e suportará as operações nos próximos dez anos. “O objetivo da certificação foi demonstrar ao mercado nosso compromisso com a agenda de sustentabilidade. E ao mesmo tempo em que implementamos uma padronização dos processos, também começamos a observar ganhos tanto econômicos como ambientais”, afirma Sandra Silveira, gestora ambiental da Geolab. Para o próximo ano, a meta é buscar a certificação da matriz e do restante do Site 2, além de elaborar o primeiro relatório de sustentabilidade da companhia. ISO 14.001 e Aterro Zero Para minimizar o impacto ambiental na produção de medicamentos, a farmacêutica mantém um sistema que assegura 100% de reaproveitamento de resíduos industriais, seguindo o conceito de Aterro Zero. “Não descartamos nenhum resíduo em aterros. Todo material volta para novos processos produtivos por meio de reaproveitamento e reciclagem, para ser reintroduzido como matéria-prima em um modelo de economia circular”, ressalta Sandra. Segundo ela, o projeto Aterro Zero recebeu, em 2021, o troféu Siriema, concedido pelo CREA de Goiás. A Geolab monitora mensalmente quanto cada resíduo gera para cada unidade produzida. Esses indicadores ambientais são compartilhados entre as equipes de produção e a alta gestão. Até o momento já houve uma redução de 53% na geração de resíduos, 7,6% no consumo de água e 0,11% no de energia. Ações socioambientais com a comunidade local O processo de gestão dos resíduos também impacta diretamente na receita da companhia. Ao melhorar o percentual de reciclagem, todo valor arrecadado com a venda da sucata é direcionado para o Comitê de Sustentabilidade, que utiliza esses recursos em ações socioambientais para a comunidade local. Três ONGs que trabalham com educação esportiva para crianças recebem esses recursos provenientes da reciclagem dos materiais. “Dobramos a receita em relação a 2021 e estamos investindo nos jovens, que serão os profissionais do futuro”, acrescenta. Outro projeto de destaque é o de recuperação de uma nascente do Rio Caldas, localizada atrás da matriz da empresa. Em processo de erosão e usadas como pasto, as margens foram totalmente reflorestadas com espécies nativas do Cerrado. “Para mostrar a importância do projeto junto aos colaboradores, criamos corredores ecológicos dentro da fábrica, onde as pessoas podem interagir com esse bioma”, finaliza Sandra. Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

  • Conselho Nato discute a Reforma Tributária

    13.03.2023 O Conselho Nato da Adial, formado pelo atual presidente e ex-presidentes, recebeu, na manhã desta segunda-feira, 13, o Deputado Federal Glaustin da Fokus, que é o único deputado goiano que está na equipe de trabalho da Reforma Tributária. O encontro foi um debate sobre as ideias e demandas do setor produtivo. "Foi alinhado um trabalho em conjunto para gerar conteúdo. Ele sabe que a reforma vai afetar a competitividade do Estado, encarecendo custos de alimentos, medicamentos", afirma o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho.

  • 650 expositores apresentarão produtos, soluções e inovações na Tecnoshow Comigo

    16.02.2023 Em 20 anos de feira, o número de empresas e instituições presentes no evento aumentou 1.200%. Visibilidade e potencial de negócios estimulam a participação de novos expositores a cada ano Novidades em máquinas, implementos, insumos, pecuária e demais produtos agropecuários, além de soluções e difusão de conhecimento para o campo integram a vitrine tecnológica da Tecnoshow Comigo 2023. Neste ano, 650 empresas e instituições de diferentes segmentos já estão confirmadas para a feira, que será realizada de 27 a 31 de março, no Centro Tecnológico COMIGO, em Rio Verde (GO). Em uma área de 65 hectares, esses expositores vão levar inovações ao produtor e demais públicos, possibilitando aos visitantes a oportunidade de realização de negócios e a participação em uma extensa programação nos cinco dias de evento. De 2002, quando o evento teve início e contou com a participação de 50 expositores, para a edição deste ano, o número de empresas e entidades presentes na feira aumentou 1.200%. “Ao longo de seus 20 anos, a Tecnoshow Comigo cresceu ano após ano com uma organização impecável da COMIGO [Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano]. Planejamento e determinação foram palavras que andaram juntas o tempo todo”, enfatiza a coordenadora de comercialização da feira, Mariluce Siqueira. De acordo com ela, a Tecnoshow Comigo apresenta ao público, por meio da vitrine de produtos e tecnologias, o potencial e a força do agronegócio. “É incrível a projeção nacional e internacional que a nossa feira alcançou, surpreendendo a todos, de organizadores a expositores e visitantes. E o aumento de expositores vem acontecendo de uma forma planejada, inclusive sempre pensando em melhorias na estrutura para atender tanto empresas e instituições quanto ao público que participa do evento”, informa. A coordenadora explica que, ao longo dos anos, houve alinhamento com as empresas para juntar os segmentos por área, para facilitar as visitas ao público. “Em 2023, estamos com excelentes expectativas, com expositores tradicionais que apresentarão suas novidades e também com novos, para incrementar ainda mais o evento. Desejamos que os números sejam superados. Sempre com este pensamento positivo de que o agro não para”, destaca. Importância comercial Além de ser espaço para ampliar conhecimento e proporcionar inovações em tecnologias, a Tecnoshow Comigo evoluiu fortemente na área comercial, o que pode ser confirmado pelo aumento na quantidade de expositores e também em volume de negócios – na última edição, a feira registrou R$ 10,6 bilhões em comercialização. O foco é atender às demandas do setor, levando o que há de novo no mercado para ampliar produção e produtividade no campo. Mariluce diz que os expositores se surpreenderam positivamente com o crescimento do evento ao longo dos anos. “Nossa feira combina muito bem o lado institucional e informativo, com os negócios, e a cada ano, ela cresce e os números provam isso. A visibilidade e o potencial de negócios despertam o interesse de empresas dos mais variados setores do agronegócio, que sempre nos procuram querendo fazer parte da feira”, comenta. Segundo ela, antes mesmo do término de cada edição, representantes de empresas e instituições procuram a área de comercialização da Tecnoshow para reservar espaço para a feira do ano seguinte. “Nosso projeto da próxima edição sempre se inicia durante o acontecimento do evento, com visitas durante a feira. Logo que termina, já nos organizamos de imediato para uma proposta comercial do ano seguinte, com prazos definidos de prioridades do espaço de exposição no ano e projeções de novos”, relata. Sobre a Tecnoshow Comigo Com a proposta de auxiliar o produtor rural, a COMIGO iniciou, em 2002, o trabalho de geração e difusão de tecnologias agropecuárias, em Rio Verde, numa área que hoje ultrapassa 170 hectares (área total do CTC). Neste local, a cooperativa promove experiências tecnológicas o ano todo, em parceria com diversas instituições de pesquisa, de ensino e outras empresas, e realiza a Tecnoshow. A diversidade é uma marca registrada do evento. São máquinas e equipamentos agropecuários, plots agrícolas, animais das mais variadas espécies, palestras técnicas e econômicas, ações socioambientais e dinâmicas de pecuária, entre outros produtos e serviços. Trata-se de uma extensa vitrine de tecnologias para o homem do campo, seja pequeno, médio ou grande produtor. FICHA TÉCNICA TECNOSHOW COMIGO 2023 – 20 anos Data: 27 a 31 de março de 2023 (segunda a sexta-feira) Local: Centro Tecnológico COMIGO (CTC) - Rio Verde – GO (Anel Viário Paulo Campos, Km 7, Zona Rural) Horário: 8 às 18 horas Entrada gratuita Site: www.tecnoshowcomigo.com.br Instagram: @tecnoshowcomigo Facebook: @tecnoshowcomigo (Assessoria de imprensa)

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