top of page

Resultados da busca

1440 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Zé Garrote em mentoring do LIDE

    06.03.2023 O empresário Zé Garrote, presidente do Conselho da Adial e fundador e atual presidente do Conselho de Administração da São Salvador Alimentos (SSA) – uma das maiores indústrias de Goiás, foi a personalidade escolhida para apresentar suas histórias empreendedoras para os filiados do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE) Goiás, na última segunda-feira, 06, na Agro Solutions. Zé foi recebido pelo presidente do LIDE em Goiás, André Rocha. "É uma história muito bonita, com ousadia. Ele transformou Itaberaí e, com certeza, vai transformar Nova Veneza. Ele deixa exemplo de honradez e caráter", pontua. Deus, pessoas e tecnologia são os três pilares para o empreendedor. Segundo o empresário, outro ponto é acreditar em si mesmo. "Só faça o que você gosta. Ame o que faça. Quem ama tem mais determinação e produzirá melhor. Dinheiro é consequência. Nunca perdi uma noite de sono por dívidas. Empreender é ter coragem", pontua. A história O presidente do Conselho da Adial também contou sobre a sua história de vida. Com nove anos começou a trabalhar na farmácia da família, fracionando medicamentos e fazendo entregas. Ajudando o pai, Zé Garrote comprou o comércio aos 17 anos em 16 parcelas, mas conseguiu quitar em 13. A ideia era montar uma rede de distribuidoras de medicamentos. Com 21 anos já era um jovem estabilizado financeiramente. Tinha uma boa casa, carro e duas farmácias. Mas a virada chegou, depois de um pedido de ajuda e apoio do sogro, que precisou cuidar do filho que ficou doente. Assim, vendeu tudo, foi morar na casa do sogro e entrou no setor de frangos, se tornando sócio. Enfrentou questionamentos e obstáculos. Ele sempre ia para Uberlândia (MG) para comprar pintinhos em uma Kombi. "Nessas idas e vindas tive a ideia inovadora e resolvi abrir uma granja, uma abatedouro, produção de ração e todo o ciclo para abater as aves." Foi a primeira entregadora da região, sendo a SSA a pioneira. Zé Garrote pontua que tudo deve ser pensado e elaborado. Um exemplo foi a sucessão na empresa e a abertura do capital da SSA. Hoje, a empresa abate 430 mil aves por dia e emprega cerca de 7800 pessoas diretas e indiretamente e possui uma vasta experiência em desenvolvimento de negócios, obras e empreendimentos agrícolas.

  • Adial mantém diálogo com novo presidente do TRT

    06.03.2023 O presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote, e o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, fizeram uma visita de cortesia e de diálogo nesta segunda-feira, 06 de março, ao recém-empossado presidente do TRT-18, desembargador Geraldo Rodrigues do Nascimento. No encontro foi discutido a continuidade dos projetos desenvolvidos em parceria pela Adial e o TRT, como o Café Seguro. "O desembargador é conhecedor do projeto, participando até de algumas edições", pontua Eduardo. Também estavam presentes na reunião o coordenador do projeto, o Desembargador Wellington Peixoto; o presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho da 18ª Região (Amatra) Fernando Rossetto; e outros.

  • Alterações no Código Tributário entrarão em vigor em julho de 2023

    O Governo de Goiás alterou o decreto que regulamenta o código tributário do estado, estabelecendo uma nova data para a entrada em vigor das mudanças previstas. De acordo com o novo decreto (nº 10.226/23) a data para utilização dos códigos dos benefícios fiscais foi prorrogada para 1º de julho de 2023. Essa mudança na data de entrada em vigor das alterações pode ter impacto significativo para as empresas e contribuintes do estado de Goiás, pois permite mais tempo para que se ajustem e se preparem para as novas regras.

  • FPA apresenta demandas do agro ao relator da Reforma Tributária

    01.03.2023 A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apresentou, nesta terça-feira, as principais demandas do setor ao relator da Reforma Tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, declarou que o setor quer apoiar a reforma, desde que não seja prejudicado com as mudanças. “Queremos apoiar a reforma, mas para apoiar não podemos ser prejudicados. Precisamos da compreensão das pessoas do que significa o sistema produtivo brasileiro”, declarou. A Frente liderada pelo parlamentar reúne mais de 300 parlamentares, entre deputados e senadores. Pontos de tensão Dentre os pontos considerados críticos pela FPA na proposta de reforma tributária atual estão: a possibilidade de acabar com o crédito presumido, a oneração da cesta básica, a não incidência do imposto seletivo sobre a cadeia produtiva de alimentos. Lupion rebateu a afirmação de que o setor é sub tributado. Segundo ele, há uma guerra de narrativas. “Essa alegação é equivocada, sofremos (tributação) desde a compra do insumo em toda a cadeia de produção”, declarou ao reclamar que o setor, ao contrário de em outros lugares do mundo, não recebe subsídio. O relator da reforma, Aguinaldo Ribeiro, evitou tratar sobre o mérito do texto e sobre as demandas apresentadas. Explicou que o setor será ouvido e chamado à mesa para debater os pontos da matéria. Ribeiro admitiu ser impossível haver convergência total sobre o tema, mas afirmou que o texto que será votado será o de concordância da maioria. “Conversei com os dois presidentes (Câmara e Senado) para que possamos marchar unidos”, explicou ao dizer que não haverá disputa de protagonismo entre as duas Casas. A expectativa é de que o plano do Grupo de Trabalho seja apresentado amanhã pelo coordenador do GT, deputado Reginaldo Lopes. (ARKO ALERTA)

  • Adial na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)

    28.02.2023 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) agora integra o rol das entidades do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), que presta assessoria à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Por isso, o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou na última terça-feira, 28 de fevereiro, da reunião que discutiu a reforma tributária da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), no Congresso Nacional, em Brasília. “A frente da agropecuária é a maior bancada que temos hoje no Congresso. Foram apresentados aos parlamentares as preocupações e o impacto aos produtores rurais”, revela Portilho. Estavam presentes o presidente do grupo de trabalho, o deputado Reginaldo Lopes; o deputado Pedro Lupion; a Senadora e Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina e a deputada federal, Marussa Boldrin.

  • Semana de 4 dias: o que experiências mostram sobre futuro do trabalho

    28.02.2023 Portugal é um lugar onde se trabalha muito. O país está em terceiro lugar no ranking das maiores jornadas de trabalho dentre as nações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Cerca de 70% dos portugueses trabalham mais de quarenta horas semanais. Mas, agora, isto pode começar a mudar: no segundo semestre deste ano, o país ibérico se juntará a outras nações europeias e aos Estados Unidos ao realizar um teste da semana de trabalho de apenas quatro dias, ao invés dos cinco atuais. A brasileira Renata Lima, 45, é consultora de Tecnologia da Informação e mora em Portugal desde novembro de 2019. "Aqui em Portugal o pessoal é muito focado no trabalho. São pontuais. Muita gente aqui é fumante, então eles costumam descer para fumar. Mas, se precisar, ficam até mais tarde. Você vê isso até nos horários dos comércios: os shoppings ficam abertos até às 23h; funcionam sábados, domingos e feriados. É até mais que no Rio de Janeiro. Mas o sindicalismo também é relativamente forte aqui", diz ela. A especialista em TI chegou a Portugal em 2019. "Uma empresa me encontrou pelo LinkedIn e me convidou para vir para Portugal. Fiz a entrevista, fui selecionada, e eles me apoiaram no processo de migração", conta ela, que recentemente trocou a empresa original por uma multinacional do setor automotivo. Renata conta que gostaria de fazer parte do teste da semana de quatro dias, se sua nova empresa aderir à iniciativa. "Seria muito interessante e agradável ter mais um dia para viajar, ou mesmo para ficar à toa. Principalmente porque é um dia de semana. Então, as coisas estão funcionando e você pode resolver problemas: pode ir à junta da freguesia (uma espécie de subprefeitura); pode ir ao consulado. Não precisa fazer isso no meio do seu trabalho", diz. Até o momento, cerca de 90 empresas portuguesas já aderiram à iniciativa, marcada para começar em junho. Pelas regras do teste, as empresas se comprometem a efetivamente encurtar a jornada dos funcionários, e não apenas a redistribuir as horas do dia de folga entre os quatro restantes. Também não pode haver redução de salário. O governo português investirá cerca de 350 mil euros na organização da iniciativa, mas não subsidiará as empresas que aderirem. De início, só empresas privadas poderão participar. Um teste parecido ocorrerá depois no setor público. A realização do teste é um compromisso de campanha do atual governo socialista de Portugal, eleito em janeiro de 2022. O economista português Pedro Maia Gomes coordena o projeto de teste da semana de quatro dias em Portugal. Segundo ele, todas as pesquisas demonstram que a jornada de quatro dias é aprovada pelos trabalhadores. Portanto, o foco do teste é medir os impactos sobre as empresas. "Há um efeito na produtividade durante os outros dias (de trabalho). Um trabalhador mais descansado trabalha melhor, com menos erros e com mais criatividade. Mas isso por si só não é suficiente." O segundo e mais importante elemento, segundo Gomes, é que a semana de quatro dias obriga a empresa a mudar a forma de trabalhar. "Há uma mudança de processos para aumentar a produtividade. Pode significar reduzir reuniões, ou mudanças no espaço físico, ou adoção de novas tecnologias", diz ele, que é professor da Birkbeck College, da Universidade de Londres, no Reino Unido. "Muitas vezes os ganhos de produtividade vêm da redução de outros custos. Pode ser, por exemplo, a redução dos custos de energia: a empresa fechará às sextas-feiras, então gasta-se menos. Pode ser com menos erros, pois quando uma pessoa trabalha muitas horas, tende a cometer mais erros, e isso resulta em processos e em reclamações de consumidores." Há também uma queda no absenteísmo (faltas), o que significa contratação de menos temporários para cobrir essas faltas, explica Pedro Maia Gomes, que é autor do livro Friday is the new Saturday, sobre a semana de quatro dias, lançado em 2021. Há uma edição em português do livro, chamado de Sexta-feira é o Novo Sábado. "Por fim, há também uma vantagem para a empresa no mercado de trabalho. Há algumas posições que são difíceis de preencher, como alguns tipos de programadores. O que as empresas podem fazer (para reter esses trabalhadores) é oferecer um salário muito alto." É o que as grandes empresas fazem. Já as pequenas e médias empresas têm dificuldade de fazer isto. Então, uma jornada de quatro dias pode ser uma estratégia. "'OK, não consigo pagar um salário tão alto, mas te ofereço algo único, e que os trabalhadores valorizam muito", diz ele. Além de Portugal, testes similares já foram realizados em outros países europeus, como Irlanda, Espanha e Bélgica. Esta semana, a ONG 4 Day Week Global, que promove o modelo de quatro dias, divulgou resultados do maior teste do tipo até agora. Conduzido no Reino Unido, o piloto durou seis meses e envolveu 61 empresas, que somam cerca de 2,9 mil empregados. Ao fim do período de testes, 92% das empresas decidiram manter a jornada de quatro dias. Na média, as empresas tiveram um ligeiro aumento do faturamento, e não uma queda. Também experimentaram uma redução no número de funcionários pedindo demissão, além de um aumento da satisfação dos trabalhadores. Em 2022, a mesma ONG desenvolveu um teste com 33 empresas em vários países – principalmente EUA e Irlanda – com resultados similares. Das empresas participantes, 27 consideraram a experiência um sucesso e 25 disseram que iriam manter a jornada de quatro dias. O número de horas trabalhadas caiu, em média, de 40,8 para 34,8 horas semanais. E os trabalhadores ficaram bastante satisfeitos com a nova rotina: de zero a 10, atribuíram nota 9,1, em média, à nova forma de organizar o trabalho. Modelo deveria ser testado também no Brasil, diz economista No Brasil, os testes com a semana de trabalho de quatro dias ainda engatinham. A primeira empresa brasileira a testar essa prática de gestão foi a Zee Dog, uma companhia de produtos para pet shops. A semana de quatro dias de trabalho começou na firma carioca ainda em março de 2020 – e foi mantida depois da firma ser comprada pela rede de petshops Petz em agosto de 2021. Outras startups brasileiras, geralmente da área de tecnologia, também adotam o modelo de quatro dias de trabalho e três de descanso. É o caso de empresas como a carioca Winnin, de desenvolvimento de softwares; e a mineira Crawly, que fornece soluções para raspagem de dados da internet. "Um modelo de quatro dias seria plenamente exequível no Brasil, por várias razões", avalia o economista Vitor Filgueiras, coordenador do curso de economia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Segundo ele, uma mudança deste tipo poderia levar as empresas a buscarem aprimoramentos técnicos que elevariam a produtividade do trabalho – um indicador que se manteve estagnado no Brasil nas últimas décadas. "Se você mantiver os salários diminuindo a carga de trabalho, isso significa uma distribuição de renda", diz ele. "Todo esse debate tende a se justificar, para um público leigo, pelo aumento da produtividade. Se vai aumentar ou não. Mas a questão central não tem que ser essa." "Assim como foi nas reduções anteriores da jornada de trabalho, que já foi de quatorze ou quinze horas diárias, ou o descanso semanal ou as medidas de saúde e segurança do trabalho", diz Filgueiras, cuja tese de doutorado é sobre a evolução das leis trabalhistas no Brasil. 'Movimento global' A semana de cinco dias é uma construção econômica, social e política, explica Pedro Maia Gomes. "No século 19, nós (no Ocidente) trabalhávamos seis dias. Se descansava aos domingos. A passagem para a semana de cinco dias demorou décadas (...)." A ideia começou com algumas empresas, e depois foi cristalizada na legislação. Nos Estados Unidos, foi por volta de 1908 que as primeiras pequenas empresas começaram a adotar a semana de cinco dias. "Era uma coisa muito marginal. Essas empresas eram vistas como uma coisa muito estranha. Mas em 1926, o Henry Ford (fundador da montadora multinacional Ford) adotou a jornada de cinco dias nas fábricas dele (de automóveis). Foi um momento de mudança, no qual essa prática de gestão passou a ser vista como mais respeitável. (Em 1938, a jornada de trabalho nos EUA foi fixada em 40 horas semanais por lei)." Na altura das últimas eleições em Portugal (em janeiro de 2022), o Partido Socialista decidiu incluir no manifesto (programa de governo) um estudo sobre a semana de quatro dias. "Então, foi uma decisão política realizar este estudo e ver quais são os impactos sobre as empresas que adotem a semana de quatro dias. Este é o aspecto político", diz Gomes. O acadêmico lembra que é um movimento que vem ocorrendo em diversas partes do mundo - e geralmente partindo das empresas, que têm adotado a semana de quatro dias como prática de gestão. "Há também alguns pilotos (testes) no setor público. Na Bélgica, por exemplo, alteraram a legislação para que a pessoa pudesse trabalhar só quatro dias com o chamado horário concentrado, completando 38 horas em quatro dias." Na Espanha também há um piloto no governo central e outro no governo regional de Valência. Nos EUA, há um teste em curso no Estado de Maryland. (BBC News Brasil)

  • Desemprego no Brasil cai para média de 9,3% em 2022, o menor patamar desde 2015, aponta IBGE

    28.02.2023 Segundo o IBGE, perdas com a pandemia foram totalmente recuperadas pelo mercado de trabalho brasileiro. Recuperação, no entanto, ocorreu mediante precarização do emprego no país Dados divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o mercado de trabalho brasileiro superou, ao final de 2022, o patamar pré-pandemia. A taxa média de desemprego no ano foi de 9,3%, o menor patamar desde 2015. No quarto trimestre, encerrado em dezembro, a taxa recuou para 7,9%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. “O ano de 2021 foi de transição, saindo do pior momento da série histórica, sob o impacto da pandemia e do isolamento ocorrido em 2020. Já 2022 marca a consolidação do processo de recuperação” afirmou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy. A pesquisadora destacou que, em dois anos, a desocupação do mercado de trabalho recuou 4,5 pontos percentuais. No entanto, a taxa de desemprego no país ainda se encontra 2,4 pontos percentuais acima do menor nível da série, registrado em 2014, quando ficou em 6,9%. "No entanto, o número de pessoas em busca de trabalho está 46,4% mais alto que em 2014, quando o mercado de trabalho tinha o menor contingente de desocupados (6,8 milhões) da série histórica da PNAD Contínua", destacou a coordenadora da pesquisa. Recuperação x precarização Embora a queda do desemprego tenha garantido a recuperação do mercado de trabalho, a qualidade do emprego piorou. O país atingiu número recorde de empregados sem carteira assinada, 12,9 milhões de trabalhadores nesta condição, cerca de 1,7 milhão a mais que em 2021, o que representa um aumento de 14,9%. “Nos últimos dois anos, é possível visualizar um crescimento tanto do emprego com carteira quanto do emprego sem carteira. Porém, é nítido que o ritmo de crescimento é maior entre os sem carteira assinada”, explica a especialista. O emprego com carteira de trabalho também cresceu ao longo de 2022, mas em ritmo bem menos elevado - na comparação com 2021, o aumento foi de 9,2%, totalizando cerca de 35,9 milhões de brasileiros empregados com todas as garantias trabalhistas asseguradas pelo emprego com carteira. A coordenadora da pesquisa ponderou que falta muito para alcançar o patamar de 2014, período em que o Brasil viveu o chamado pleno emprego - naquele ano, os empregados com carteira assinada somavam um contingente superior a 37,6 milhões de trabalhadores. O número de trabalhadores domésticos subiu 12,2% em 2022, alcançando 5,8 milhões de pessoas, enquanto o de empregadores atingiu o contingente de 4,2 milhões, também um crescimento de 12,2% em relação a 2021. Já os trabalhadores por conta própria totalizaram 25,5 milhões, alta de 2,6% na passagem de 2021 para 2022. Confirmando a recuperação em 2022, outros índices também se destacaram. O contingente médio anual da população ocupada cresceu 7,4% em comparação com 2021, um incremento de mais 6,7 milhões de pessoas, chegando a 98 milhões. O nível de ocupação também cresceu pelo segundo ano consecutivo, após o menor patamar em 2020 (51,2%) e registrou 56,6%, em 2022. (G1)

  • Laboratórios das Escolas do Futuro são inaugurados

    A Adial Talentos participou na sexta-feira, 24/2, da inauguração dos laboratórios das Escolas do Futuro do Estado de Goiás (EFG) Luiz Rassi, localizada em Aparecida de Goiânia. O evento contou com a presença de diversas autoridades, e teve a participação do coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha. Na ocasião, ele destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento educacional da região e ressaltou a importância do investimento em infraestrutura para a formação de profissionais capacitados. As Escolas do Futuro do Estado de Goiás ofertam cursos de educação profissional e tecnológica, nas áreas de Gestão e Negócios, Produção Cultural e Design e Informação e Comunicação, sendo que esta última área trata dos temas voltados as tecnologias exponenciais, como: Inteligência Artificial, Internet das Coisas, BigData, Data Science, Robótica, Metodologia STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), dentre outros, bem como a Prestação de Serviços Tecnológicos e Fomento aos Ambientes de Inovação por meio da pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental. A Adial Talentos, por sua vez, reafirma seu compromisso com o desenvolvimento da educação e da formação de profissionais qualificados. Acredita que iniciativas como esta contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população e para o crescimento econômico do estado de Goiás. Além de participar da inauguração dos laboratórios da EFG Luiz Rassi, a Adial Talentos também tem investido em outras iniciativas voltadas para a formação e capacitação de profissionais, promovendo treinamentos para seus colaboradores e clientes.

  • Brasileiro não precisa de carro elétrico, diz CEO da Stellantis

    O executivo português Carlos Tavares, presidente mundial da Stellantis, costuma ser direto em suas ponderações e respostas aos jornalistas. E foi sem rodeios que ontem, depois da divulgação dos resultados do primeiro ano da companhia, ele respondeu a uma pergunta sobre tributação do carro elétrico no Brasil com uma crítica direta aos concorrentes. Antes de mais nada, Tavares voltou a destacar o etanol e o carro flex como a melhor solução para o Brasil acompanhar o processo de descarbonização no transporte. Em seguida, questionou: “Por que, então, as pessoas levariam carros elétricos para o Brasil? Bom, o primeiro motivo é para competir com a líder do mercado, que é de longe a Stellantis, que é de longe a Fiat (a marca líder do mercado e que pertence ao grupo)”. Na sequência, o executivo disse que seja qual for o plano dos que defendem o carro elétrico no Brasil eles não estarão sozinhos. “Sem revelar aqui muitos detalhes sobre o planejamento do produto, vamos levar carros elétricos para o Brasil também para lutar contra as pessoas que pensam que podem desestabilizar o líder do mercado que somos”, destacou. “Temos EVs (elétricos na sigla em inglês) na Europa, estamos lançando no Estados Unidos. Temos em todos os lugares. Estamos bem de EVs.” Tavares contou que esteve na América Latina há duas semanas e segundo os “cientistas” lhe explicaram, “o elétrico não faz sentido se comparado com o carro que pode rodar com 100% de etanol. “Sem contar que é muito mais caro para a classe média”, disse. E voltou a lançar críticas a concorrentes. “Se é mais caro e não é melhor sob uma perspectiva de emissões, então, por que faríamos isso? Bem, a resposta é muito simples: nossos concorrentes gostariam de vender o EV como uma declaração moderna, elegante e ecológica para pessoas ricas de áreas urbanas que compram o EV como o segundo ou terceiro carro da família. Isso pode ser um nicho de mercado. Não pretendo deixar esse nicho de mercado para meu concorrente, então estarei lá também. Sejam bem-vindos à competição”, disse. “Agora, a sociedade precisa, o cidadão precisa? Minha avaliação honesta é que não, eles não precisam porque vocês tem uma solução muito boa para o planeta. Também há o fato de o Brasil ter grandes terras onde a produção de etanol não vai competir com a de alimentos, o que também é muito bom para o país. É uma tecnologia muito acessível e já teve investimento necessário. Então, por que você desperdiçaria os recursos da sociedade em algo que não é melhor para o planeta?” Com a chegada de um novo governo no Brasil, os fabricantes de veículos começaram a se mobilizar em torno da isenção de Imposto de Importação em carros elétricos, que são todos importados. O elétrico é isento desse imposto desde 2016, mas parte da indústria teme que o benefício estimule a entrada de modelos compactos, principalmente da China, com preços mais próximos da linha nacional. A indústria chinesa, que, em parte, também investe em fábricas no Brasil, argumenta que o benefício precisa ser mantido como forma de preparar a indústria para a produção desses veículos no país. Na conversa com um grupo de jornalistas de diversos países, na quarta-feira (22), Tavares mostrou que sua preocupação com o preço do carro elétrico não se limita ao Brasil. “Há muitos anos dizemos que o maior problema da eletrificação é a acessibilidade para todas as classes”, destacou. Segundo ele, a batalha da indústria automobilística hoje é reduzir os custos do automóvel elétrico ao ponto de que os consumidores possam comprá-lo sem os subsídios que ainda são oferecidos em países da Europa e nos Estados Unidos e que giram em torno de US$ 7,5 mil. “Hoje as pessoas compram porque há subsídio do Estado”, disse. “Vimos isso na Itália. Assim que os subsídios foram extintos as pessoas pararam de comprar”. “Então a expectativa é que os EVs sejam vendidos a preços entre € 6 mil e € 7 mil, valor do bônus dado hoje. Isso é bastante óbvio”, completou. Mesmo assim, a Stellantis comemorou aumento de vendas de 41% em carros elétricos no ano passado, resultado puxado, sobretudo, pela Europa. As marcas do grupo oferecem hoje 23 modelos elétricos. Até o fim do ano serão mais nove e até o fim de 2024 o total chegará a 47, segundo Tavares. O executivo apontou, ainda, a preocupação com o futuro do suprimento de insumos necessários à produção do carro elétrico. “A fragmentação do mundo é bastante óbvia há alguns anos. Então a nossa estratégia é buscar o abastecimento na região onde vendemos. Sabemos que o mundo está se tornando uma série de bolhas, a bolha norte-americana, a europeia, a chinesa. Dentro de cada bolha, você precisa obter (os insumos de) nada menos que 80% de suas vendas locais”, disse. Segundo Tavares, a oferta e a demanda de componentes, principalmente semicondutores, começa a voltar ao equilíbrio. “Há, também, sinais de que a alta dos juros vai impactar no arrefecimento da inflação e dos custos das matérias- primas”, disse. Fonte: Valor Econômico

bottom of page