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- Desemprego no Brasil cai para média de 9,3% em 2022, o menor patamar desde 2015, aponta IBGE
28.02.2023 Segundo o IBGE, perdas com a pandemia foram totalmente recuperadas pelo mercado de trabalho brasileiro. Recuperação, no entanto, ocorreu mediante precarização do emprego no país Dados divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o mercado de trabalho brasileiro superou, ao final de 2022, o patamar pré-pandemia. A taxa média de desemprego no ano foi de 9,3%, o menor patamar desde 2015. No quarto trimestre, encerrado em dezembro, a taxa recuou para 7,9%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. “O ano de 2021 foi de transição, saindo do pior momento da série histórica, sob o impacto da pandemia e do isolamento ocorrido em 2020. Já 2022 marca a consolidação do processo de recuperação” afirmou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy. A pesquisadora destacou que, em dois anos, a desocupação do mercado de trabalho recuou 4,5 pontos percentuais. No entanto, a taxa de desemprego no país ainda se encontra 2,4 pontos percentuais acima do menor nível da série, registrado em 2014, quando ficou em 6,9%. "No entanto, o número de pessoas em busca de trabalho está 46,4% mais alto que em 2014, quando o mercado de trabalho tinha o menor contingente de desocupados (6,8 milhões) da série histórica da PNAD Contínua", destacou a coordenadora da pesquisa. Recuperação x precarização Embora a queda do desemprego tenha garantido a recuperação do mercado de trabalho, a qualidade do emprego piorou. O país atingiu número recorde de empregados sem carteira assinada, 12,9 milhões de trabalhadores nesta condição, cerca de 1,7 milhão a mais que em 2021, o que representa um aumento de 14,9%. “Nos últimos dois anos, é possível visualizar um crescimento tanto do emprego com carteira quanto do emprego sem carteira. Porém, é nítido que o ritmo de crescimento é maior entre os sem carteira assinada”, explica a especialista. O emprego com carteira de trabalho também cresceu ao longo de 2022, mas em ritmo bem menos elevado - na comparação com 2021, o aumento foi de 9,2%, totalizando cerca de 35,9 milhões de brasileiros empregados com todas as garantias trabalhistas asseguradas pelo emprego com carteira. A coordenadora da pesquisa ponderou que falta muito para alcançar o patamar de 2014, período em que o Brasil viveu o chamado pleno emprego - naquele ano, os empregados com carteira assinada somavam um contingente superior a 37,6 milhões de trabalhadores. O número de trabalhadores domésticos subiu 12,2% em 2022, alcançando 5,8 milhões de pessoas, enquanto o de empregadores atingiu o contingente de 4,2 milhões, também um crescimento de 12,2% em relação a 2021. Já os trabalhadores por conta própria totalizaram 25,5 milhões, alta de 2,6% na passagem de 2021 para 2022. Confirmando a recuperação em 2022, outros índices também se destacaram. O contingente médio anual da população ocupada cresceu 7,4% em comparação com 2021, um incremento de mais 6,7 milhões de pessoas, chegando a 98 milhões. O nível de ocupação também cresceu pelo segundo ano consecutivo, após o menor patamar em 2020 (51,2%) e registrou 56,6%, em 2022. (G1)
- Laboratórios das Escolas do Futuro são inaugurados
A Adial Talentos participou na sexta-feira, 24/2, da inauguração dos laboratórios das Escolas do Futuro do Estado de Goiás (EFG) Luiz Rassi, localizada em Aparecida de Goiânia. O evento contou com a presença de diversas autoridades, e teve a participação do coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha. Na ocasião, ele destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento educacional da região e ressaltou a importância do investimento em infraestrutura para a formação de profissionais capacitados. As Escolas do Futuro do Estado de Goiás ofertam cursos de educação profissional e tecnológica, nas áreas de Gestão e Negócios, Produção Cultural e Design e Informação e Comunicação, sendo que esta última área trata dos temas voltados as tecnologias exponenciais, como: Inteligência Artificial, Internet das Coisas, BigData, Data Science, Robótica, Metodologia STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), dentre outros, bem como a Prestação de Serviços Tecnológicos e Fomento aos Ambientes de Inovação por meio da pesquisa aplicada e desenvolvimento experimental. A Adial Talentos, por sua vez, reafirma seu compromisso com o desenvolvimento da educação e da formação de profissionais qualificados. Acredita que iniciativas como esta contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população e para o crescimento econômico do estado de Goiás. Além de participar da inauguração dos laboratórios da EFG Luiz Rassi, a Adial Talentos também tem investido em outras iniciativas voltadas para a formação e capacitação de profissionais, promovendo treinamentos para seus colaboradores e clientes.
- Brasileiro não precisa de carro elétrico, diz CEO da Stellantis
O executivo português Carlos Tavares, presidente mundial da Stellantis, costuma ser direto em suas ponderações e respostas aos jornalistas. E foi sem rodeios que ontem, depois da divulgação dos resultados do primeiro ano da companhia, ele respondeu a uma pergunta sobre tributação do carro elétrico no Brasil com uma crítica direta aos concorrentes. Antes de mais nada, Tavares voltou a destacar o etanol e o carro flex como a melhor solução para o Brasil acompanhar o processo de descarbonização no transporte. Em seguida, questionou: “Por que, então, as pessoas levariam carros elétricos para o Brasil? Bom, o primeiro motivo é para competir com a líder do mercado, que é de longe a Stellantis, que é de longe a Fiat (a marca líder do mercado e que pertence ao grupo)”. Na sequência, o executivo disse que seja qual for o plano dos que defendem o carro elétrico no Brasil eles não estarão sozinhos. “Sem revelar aqui muitos detalhes sobre o planejamento do produto, vamos levar carros elétricos para o Brasil também para lutar contra as pessoas que pensam que podem desestabilizar o líder do mercado que somos”, destacou. “Temos EVs (elétricos na sigla em inglês) na Europa, estamos lançando no Estados Unidos. Temos em todos os lugares. Estamos bem de EVs.” Tavares contou que esteve na América Latina há duas semanas e segundo os “cientistas” lhe explicaram, “o elétrico não faz sentido se comparado com o carro que pode rodar com 100% de etanol. “Sem contar que é muito mais caro para a classe média”, disse. E voltou a lançar críticas a concorrentes. “Se é mais caro e não é melhor sob uma perspectiva de emissões, então, por que faríamos isso? Bem, a resposta é muito simples: nossos concorrentes gostariam de vender o EV como uma declaração moderna, elegante e ecológica para pessoas ricas de áreas urbanas que compram o EV como o segundo ou terceiro carro da família. Isso pode ser um nicho de mercado. Não pretendo deixar esse nicho de mercado para meu concorrente, então estarei lá também. Sejam bem-vindos à competição”, disse. “Agora, a sociedade precisa, o cidadão precisa? Minha avaliação honesta é que não, eles não precisam porque vocês tem uma solução muito boa para o planeta. Também há o fato de o Brasil ter grandes terras onde a produção de etanol não vai competir com a de alimentos, o que também é muito bom para o país. É uma tecnologia muito acessível e já teve investimento necessário. Então, por que você desperdiçaria os recursos da sociedade em algo que não é melhor para o planeta?” Com a chegada de um novo governo no Brasil, os fabricantes de veículos começaram a se mobilizar em torno da isenção de Imposto de Importação em carros elétricos, que são todos importados. O elétrico é isento desse imposto desde 2016, mas parte da indústria teme que o benefício estimule a entrada de modelos compactos, principalmente da China, com preços mais próximos da linha nacional. A indústria chinesa, que, em parte, também investe em fábricas no Brasil, argumenta que o benefício precisa ser mantido como forma de preparar a indústria para a produção desses veículos no país. Na conversa com um grupo de jornalistas de diversos países, na quarta-feira (22), Tavares mostrou que sua preocupação com o preço do carro elétrico não se limita ao Brasil. “Há muitos anos dizemos que o maior problema da eletrificação é a acessibilidade para todas as classes”, destacou. Segundo ele, a batalha da indústria automobilística hoje é reduzir os custos do automóvel elétrico ao ponto de que os consumidores possam comprá-lo sem os subsídios que ainda são oferecidos em países da Europa e nos Estados Unidos e que giram em torno de US$ 7,5 mil. “Hoje as pessoas compram porque há subsídio do Estado”, disse. “Vimos isso na Itália. Assim que os subsídios foram extintos as pessoas pararam de comprar”. “Então a expectativa é que os EVs sejam vendidos a preços entre € 6 mil e € 7 mil, valor do bônus dado hoje. Isso é bastante óbvio”, completou. Mesmo assim, a Stellantis comemorou aumento de vendas de 41% em carros elétricos no ano passado, resultado puxado, sobretudo, pela Europa. As marcas do grupo oferecem hoje 23 modelos elétricos. Até o fim do ano serão mais nove e até o fim de 2024 o total chegará a 47, segundo Tavares. O executivo apontou, ainda, a preocupação com o futuro do suprimento de insumos necessários à produção do carro elétrico. “A fragmentação do mundo é bastante óbvia há alguns anos. Então a nossa estratégia é buscar o abastecimento na região onde vendemos. Sabemos que o mundo está se tornando uma série de bolhas, a bolha norte-americana, a europeia, a chinesa. Dentro de cada bolha, você precisa obter (os insumos de) nada menos que 80% de suas vendas locais”, disse. Segundo Tavares, a oferta e a demanda de componentes, principalmente semicondutores, começa a voltar ao equilíbrio. “Há, também, sinais de que a alta dos juros vai impactar no arrefecimento da inflação e dos custos das matérias- primas”, disse. Fonte: Valor Econômico
- Atividade econômica registra alta de 2,9% em 2022, segundo BC
22.02.2023 Quando comparada a 2021, a economia brasileira apresentou desaceleração O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrou alta de 2,9% em 2022. O levantamento, divulgado pelo Banco Central, reflete as atividades da indústria, dos serviços e da agropecuária. O economista Hugo Garbe explica que a redução nas restrições impostas pela pandemia de Covid-19 contribuíram para o crescimento registrado pelo IBC-Br em 2022. “Em 2022 nós tivemos menos restrições com relação à pandemia. Houve uma abertura econômica. Comércios, serviços começaram a funcionar menos que parcialmente. Houve também uma grande geração de emprego. As pessoas começam a consumir mais e isso influencia positivamente no resultado econômico e consequentemente justifica esse incremento de 2,9% em 2022”, afirma. Cláudio Monteiro, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), destaca o desempenho do setor de serviços. Ele afirma que o segmento foi prejudicado pela pandemia e impulsionou a economia com o fim das restrições. “O que explica a recuperação em 2022 é o setor de serviços, que havia sido muito prejudicado durante a pandemia, mas com o fim das restrições as pessoas passaram a ir em hotéis, bares, restaurantes, alimentação fora da residência, teatro, cinema. Coisas que estavam totalmente fechadas anteriormente. Então os serviços explicam a melhoria”, pontua. Apesar do crescimento, os números mostram uma desaceleração da economia na comparação com 2021, quando o Produto Interno Bruto cresceu 4,6%, o que representa R$ 8,7 trilhões, e recuperou as perdas da economia causadas pela pandemia de Covid-19. Segundo os economistas ouvidos pelo Brasil 61, o crescimento registrado em 2021 é reflexo da retomada econômica após a recessão de 2020, ano marcado por medidas restritivas adotadas para conter a disseminação do coronavírus em um dos piores momentos causados pela doença no país. Houve queda de 3,3% no PIB em 2020. Fonte: Brasil 61
- A reindustrialização do Brasil dependerá de acordos entre países
22.02.2023 Assunto é destaque em debates com propostas para retomada do desenvolvimento econômico. Geraldo Alckmin é defensor da bandeira e promete acelerar processos A necessidade da “reindustrialização” vem ganhando espaço nos debates de propostas para retomada do desenvolvimento econômico do Brasil. A preocupação existe aqui e lá fora. Associações empresariais como Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base) e CNI (Confederação Nacional da Indústria), também as entidades representativas de trabalhadores se mobilizam em defesa da recuperação do prestígio, da produtividade e da empregabilidade das indústrias no Brasil. Na visita do chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no fim de janeiro, a CNI e representantes da indústria alemã entregaram a ambos um documento com propostas para fortalecer esse setor e promover a sinergia entre as cadeias produtivas dos dois países. Um desses pontos defende que os governos trabalhem em conjunto para ajudar “nos desafios enfrentados pelas indústrias brasileira e alemã de crescer de forma eficiente e competitiva”. A “desindustrialização” também preocupa os trabalhadores e foi debatida por sindicalistas no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, em janeiro. As duas maiores centrais sindicais brasileiras, CUT e Força Sindical, se juntaram num movimento internacional em 2020, e criaram a IndustriALL-Brasil “para defender os direitos trabalhistas e sociais e lutar pela reindustrialização do país”. No evento, afirmaram que o desenvolvimento industrial deve vir com geração de empregos, justiça social e ambiental. (Exame/ Esfera Brasil)
- Adial Talentos desenvolve palestra em creche
17.02.2023 A Adial Talentos realizou na noite da última quinta-feira,16, uma palestra de mobilização e socialização na creche Casa Verde, em Aparecida de Goiânia, com os familiares das crianças que são atendidas pela instituição. A equipe foi recebida por uma das coordenadoras, Melinda Lobo. O local recebe diariamente aproximadamente 60 meninos e meninas. Para as crianças terem acesso à creche Casa Verde os pais têm que estar no mercado de trabalho. E para sanar essa dificuldade, a Adial Talentos foi ao local para se apresentar, oferecendo as vagas de trabalho. O cadastro dos pais será realizado na própria creche. “É mais uma ação da Adial Talentos de divulgação, de aproximação da população e de responsabilidade social. Já que junto com o emprego vem a possibilidade de permanecer na creche,” explica o coordenador do programa Alfredo Santana Rocha.
- Posse dos conselheiros do Coinfra
16.02.2023 O diretor - executivo da Adial Log, Eduardo Alves, agora é suplente do Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra) da Fieg, liderado pelo empresário Célio Eustáquio de Moura. Ele tomou posse na sede da Fieg hoje, 16. Segundo Eduardo, participar do Coinfra é fundamental, pois permite estar dentro das discussões sobre a infraestrutura e a logística do estado. O Presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, é conselheiro do Coinfra. O Coinfra é composto por representantes de entidades classistas patronais, empresários e profissionais do setor de infraestrutura (construção civil, energia, logística, transporte e comunicações), com debate sistemático das demandas do Estado para promoção do desenvolvimento econômico e melhoria do ambiente de negócios.
- Trechos de rodovias goianas têm restrição de tráfego no Carnaval
16.02.2023 Motorista que descumprir a restrição ficará sujeito a multas Para garantir a segurança da população que estará nas rodovias, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transporte (Goinfra) restringiu o tráfego de veículos pesados em 22 trechos das rodovias estaduais durante o Carnaval. Foram restritos as CVC (composição de veículos de cargas) acima de 03 (três) até 09 (nove) eixos, Romeu e Julieta, Guindaste, Cegonheiro, Linha de Eixos, ou seja, qualquer combinação de veículos nos transportes de cargas superior a 3 (três) eixos, e veículos que exigem escolta ou batedores não poderão circular em determinadas datas e horários. As restrições são para o sábado (18), das 7 às 22 horas e terça-feira (21) e quarta-feira (22), das 07h às 22 horas e das 07 às 12 horas, respectivamente. É importante ressaltar que as medidas não se aplicam a transportes de cargas perecíveis, bem como transporte de leite e seus derivados, transportes de frutas e verduras e transportes de cargas vivas ou frigoríficas. A Adial Log orienta seguir as orientações, já que o documento prevê que o motorista que descumprir a restrição ficará sujeito a multas. Confira as rodovias com restrição de tráfego: Restrições











