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  • TRT-18 empossa nova diretoria

    06/02/2023 O desembargador Geraldo Rodrigues do Nascimento, é o novo presidente do TRT-18 para o biênio 2023/2025. O vice-presidente é o corregedor regional, desembargador Eugênio José Cesário Rosa, e a ouvidora do tribunal, a desembargadora Kathia Albuquerque. O evento de posse aconteceu na sexta-feira, 3/2, na sede do TRT, em Goiânia. O diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, representou a entidade na cerimônia. Diversas autoridades goianas, entre elas o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, estiveram presentes no evento. O desembargador Geraldo Rodrigues ressaltou a essência do direito do trabalho de acompanhar permanentemente as transformações que acontecem na sociedade e que as ferramentas tecnológicas tiveram um impacto grande na seara trabalhista, principalmente durante o período crítico da pandemia provocada pela covid-19. “Foi uma fase crítica, mas o Judiciário Trabalhista goiano teve um espetacular desenvolvimento graças à visão protagonista que tiveram os ex-presidentes Paulo Pimenta e Daniel Viana Júnior”, salientou. O presidente se comprometeu a prosseguir com as conquistas de melhores estatísticas e resultados conferidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Para esse mister, esperamos contar com a colaboração do desembargador Eugênio José Cesário Rosa, vice-presidente desta Corte, magistrado de reconhecida competência”, afirmou.

  • Com IVA, Goiás tombará

    28/11/2022 Edwal Portilho Da cerca de arame farpado e pasto de capim nativo ao sétimo maior Estado industrializado do Brasil em menos de quatro décadas. Este feito possibilita a nós, goianos, nos orgulhar dessa admirável transformação. Tudo passou tão rápido que, de repente, parece que não participamos ou esquecemos dessa época. Na verdade, não estamos com amnésia coletiva. É que o ser humano tem a capacidade de relembrar seletivamente, deletando ou jogando no arquivo morto os momentos difíceis e complexos que a vida nos apresentou, trazendo para a área de trabalho, além da experiência acumulada, o olhar no presente e os planos para o futuro. E é neste sentido que os levo a essa reflexão, como pode ser o futuro de Goiás? Com um olhar histórico, fomos vencendo ano a ano, batalhas aparentemente intransponíveis. Um Estado emergente derrotando os gigantes, fosse onde fossem os confrontos. Goiás venceu. Vitórias determinadas pela resiliência de empreendedores rurais e urbanos e pelas políticas públicas desenvolvimentistas implementadas por nossos governantes. Assim chegamos ao hoje Goiás industrial. Sem o Fundo Constitucional para o Desenvolvimento Regional (FCO) e os Programas de Incentivos Fiscais estaduais, Goiás estaria ainda no capim nativo e no arame farpado. Mas não, pioneiros, os goianos lideraram a revolução industrial do Brasil subdesenvolvido, que quis romper com o modelo concentrador da indústria tradicional do Sudeste. Fomos copiados e a indústria se espalhou pelo País, com nosso modelo de fundo para financiamento com juros menores do que as taxas de mercado e os programas que incentivam, com impostos próprios, a industrialização, agregando alto valor às matérias-primas locais ou mesmo importadas. E mitos foram caindo. Um deles, o da posição geográfica favorável. Essa ideia do nosso Estado ser o “Coração do Brasil”, algo que não vai além do universo dos apaixonados. Racionalmente, a economia nos enquadra como a região distante dos portos marítimos, o que move a economia mundial, e também longe dos maiores centros de consumo do País. Em resumo, estamos a, pelo menos, mil quilômetros da maior movimentação econômica, o que reflete um inevitável maior custo logístico. Esse peso extra vale para o agro e para a indústria. O lero-lero de macroeconomistas de que uma equalização ou simplificação dos impostos estaduais valoriza a competitividade não convence. Temos um parque industrial novo, moderno, tecnológico e extremamente competitivo antes dos impostos. Porém, com uma futura implantação do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), defendido por paulistas há décadas, a indústria goiana perde o incentivo, pois o ICMS cobrado na produção sai de cena e entra o IVA, cobrado no consumo. O recolhimento será integral e no destino, ou seja, nos maiores consumidores: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Goiás ficará com o imposto recolhido sobre o que consome. O tombo é grande, pois hoje somos grandes produtores. Aos Estados que perderiam receita, os tecnocratas inventaram um tal de “Fundo de Compensação”, semelhante ao da Lei Kandir que há décadas não funciona. Ah! Mas esse recurso será orçamentário, então (…). Apontem as rubricas! Quem vai produzir esse dinheiro? De onde vem? E se esse fundo funcionar, vai compensar os Estados e não o custo de produção das nossas indústrias! Sangra no privado, compensa no público. Funciona? Enfim, avançando o IVA, apelidado de Imposto saindo Via Anhanguera (SP-330), daremos um adeus à era do desenvolvimento industrial no Brasil Central. Segue, portanto, um sério alerta aos nossos congressistas e rogo pelo povo goiano: Não percam essa batalha para os Estados desenvolvidos. Sejamos liderados pelo nosso espírito de sobrevivência, da nossa economia, dos nossos empregos. Goiás está sob ameaça. * Edwal Portilho, o Tchequinho, é presidente-executivo da Adial (Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás)

  • Ciclo do diálogo no ano novo

    10/01/2023 Zé Garrote O calendário gregoriano é uma das invenções mais valiosas para a humanidade pois, de certa forma, tem um efeito transformador no comportamento coletivo e individual. Fecham-se ciclos a cada doze meses, zeram dias, semanas e meses e, de imediato, começa de novo (somando um ano ao novo ciclo). Nesta transição anual, avaliam-se resultados, reprogramam-se metas, renovam-se expectativas, tanto para as empresas quanto para as pessoas. As folhas do calendário de 2023 estão em branco. Nós, empresários, já temos um plano estratégico para evoluir os negócios, realizar expansões, contrações e novos produtos. O ano novo é pensado por meses até chegarmos à folhinha de 1º de janeiro. O grande desafio é superar a imprevisibilidade histórica do setor público, que, independente da segmentação política ou ideológica, gera insegurança aos negócios, com alterações de regras e leis neste período de transição. Em países mais organizados e estruturados, o setor público induz a expansão do setor privado porque sabe que sua evolução trará mais rapidamente crescimento e equilíbrio social. Neste ambiente amigável, o setor público traz inteligência competitiva, inovação e fortalecimento de cadeias produtivas. No Brasil, a história é outra. A cultura de dependência se replica nos poderes executivos federal, estadual e municipal, com repercussão nos outros poderes. Ao setor privado, trabalhadores e empresários, cabe sustentar as contas públicas, transferir renda, sem qualquer garantia de bem-estar social ou investimentos. Ao futuro, desejamos caminhar para uma transição de um Estado obeso e burocrático para um Estado parceiro do desenvolvimento – uma boa reforma administrativa já seria um caminho a se pensar em 2023. O otimismo marcará sempre nossa visão empresarial na Adial e nas empresas. Temos de romper nosso tempo buscando elevar o profissionalismo dos negócios, ao mesmo tempo que priorizar as relações pessoais. A experiência nos ensina que nada melhor do que ampliar a valorização das pessoas, o meio ambiente e da diversidade social. Em 2023, devemos falar muito de responsabilidade fiscal e reformas, como a tributária, mas precisamos manter ativo o bom diálogo – palavra de ordem da Adial. Assuntos e gargalos não faltam: carência de mão de obra, de energia, de investimentos, de crédito, de insumos, além de excesso de juros, tributos e inflação. Mas, com muito trabalho, projetos e articulação podemos transformar nossa economia – fortalecendo o desenvolvimentismo. Aos empresários, que tanto respeito e admiro, reforço nossa dose de fé e otimismo no novo ano que se abre neste calendário em branco. Não podemos esperar nenhum dia para começar a escrever nele a nossa história. José Garrote, empresário e presidente do Conselho de Administração da Adial

  • Contribuição ao Fundeinfra

    11/01/2023 Marília Tofollis No apagar das luzes do ano de 2022 foi publicado o Decreto nº 10.187 que regulamenta as Leis nº 21.670 e 21.671 responsáveis por criar a nova Contribuição ao Fundo Estadual de Infraestrutura – Fundeinfra que atingiria os setores agrícola, de pecuária e mineral. Até então, corria apenas na “boca miúda” quais seriam os percentuais da contribuição e quais seriam os produtos eleitos para o rol alvo da contribuição. O Decreto chegou esclarecendo alguns pontos cruciais e deixando outras perguntas sem serem respondidas. Dentre as respostas, a contribuição ao Fundeinfra deverá incidir sobre as operações de exportação de soja, cana-de-açúcar, milho, carnes e miúdos bovinos e bufalinos, cobre, ouro, ferroliga e amianto. As alíquotas serão de 1,65% para todos os minérios e para a soja; de 1,2% sobre a cana-de-açúcar; 1,1% sobre o milho e de 0,5% sobre carne e miúdos, tendo por base de cálculo o valor da operação. Sim! Da operação! Diferentemente da contribuição ao Fundo Protege da Lei 20.367/18 e da Contribuição de 1,5% da Lei 20.695/18 que incidiam sobre os valores do ICMS beneficiados por incentivo fiscal, a contribuição ao Fundeinfra incidirá sobre a totalidade da operação da respectiva saída para exportação – direta ou indireta – ou na saída do estabelecimento substituto tributário nas operações internas, a nível nacional, envolvendo as mercadorias acima. Nas operações de exportação, é importante lembrar que a Constituição Federal concede imunidade tributária do ICMS, ficando os estabelecimentos liberados do seu recolhimento. Contudo, de forma transversa, o Decreto cria a obrigação de recolher o ICMS condicionando a sua devolução à comprovação da exportação. Para se libertar dessa nova obrigação fiscal, a empresa “pode” optar pelo recolhimento do Fundeinfra, devendo celebrar um Termo de Credenciamento com a Secretaria de Economia para que ela faça o respectivo controle das exportações. Nas operações internas, ficará responsável pelo recolhimento do Fundeinfra a indústria substituta tributária do produtor rural que dele adquira qualquer das mercadorias soja, cana, milho, carne bovina ou bufalina e minérios de cobre, ferroliga, ouro e amianto para ser usada como matéria-prima em seu processo industrial. A indústria poderá recolher a contribuição em documento fiscal apartado ou periodicamente, por meio de termo de credenciamento a ser celebrado com a Secretaria de Economia. O Decreto entrou em vigor no dia 2 de janeiro de 2023, mas muitas questões suscitam dúvidas, principalmente quanto ao procedimento de liberação dos termos de credenciamento, da exigência imediata do recolhimento da contribuição sem concessão de tempo para que os contribuintes se organizem financeiramente, da exigência de uma contribuição sobre exportações entre outros aspectos que precisam ser melhor esclarecidos. Mas como o Decreto decidiu que a contribuição já valeria no acender das luzes de 2023, o tempo urge! *Marília Tofollis é advogada tributarista da Rodovalho Advogados e consultora jurídica da Adial

  • Nosso foco é Goiás

    17/11/2022 *José Garrote O processo democrático é um ativo da sociedade brasileira. Goiás atravessou o período eleitoral cumprindo mais do que o protocolo necessário, pois tivemos uma condição nobre de debater diretamente o futuro do Estado e colocarmos nossas visões sobre necessidades, potenciais e riscos. O segundo mandato do governador Ronaldo Caiado lhe dará a condição de trilhar e construir um caminho próprio na história de Goiás em seu ciclo como governador. Acreditamos que esta nova jornada será vigorosa ao ampliar conquistas e construir novas marcas. É o que desejamos. Precisamos dar passos pela união do País. A economia pode ser este caminho. Falando em economia, a integração entre Indústria e Governo do Estado foi de uma evolução constante, profissional, produtiva e parceira. Criamos juntos, entre outros, o Programa AgreGO, algo que ainda será pauta nacional e copiado Brasil afora – anotem –, pois é o primeiro plano estratégico de desenvolvimento industrial feito por um Estado para o período de uma década, de forma ampla, integrada e complexa. Mirando o futuro, a gestão estadual constrói uma trajetória pioneira. Goiás sai na frente e vai ter a chance de avançar no ciclo de implantação consistente desse projeto de agregação de valores nas cadeias produtivas e fortalecimento do setor industrial. Esse é um destaque de sua gestão que vamos continuar participando assim como outros, como foi o caso da tributação do Biodiesel, solução encontrada em Goiás que resolveu com eficiência uma questão nacional, competência da sua Secretária da Economia, com articulação da Adial. O que esperamos do Governador é uma atuação proativa, produtiva, séria e motivada. Confiamos em um diálogo franco, aberto e transparente do primeiro ao último minuto do dia – pois queremos o mesmo para o Estado, desenvolvimento econômico e social. Em Goiás, gestão pública, setor produtivo e desenvolvimento andam juntos, sem esquecer da questão social. A Adial reconhece que esse tripé é uma base construtiva da nossa sociedade. É importante sempre que possível estarmos todos na construção do diálogo. Pautas importantes estão na mesa, Governador: infraestrutura, incentivos, competitividade, reformas, privatização, ajuste fiscal, segurança alimentar, segurança pública, emprego e renda, qualificação, educação, meio ambiente, entre outras. Em todas, podemos e queremos dialogar. Em nenhuma, queremos atrapalhar. Em todas, podemos ajudar. Queremos ajudar como for melhor para Goiás. Nosso foco é Goiás. *Zé Garrote é empresário e presidente do Conselho da Adial

  • O berço esplêndido das super alíquotas do ICMS

    22/09/2022 *Edwal Portilho O modelo tributário é um ferramental muito importante para a condução da economia. Em torno dele, giram todas as ações que envolvem as políticas de estímulo para a expansão dos negócios, geração de empregos e o financiamento das ações sociais. O contrário também é verdadeiro, pois um projeto fraco serve de desestímulo e estagnação. Esse tema central precisa ser o ponto de partida do debate em torno de um projeto para qualquer candidato ao Executivo, municipal, estadual ou federal. Em outros tempos, diriam que focar no debate de impostos em campanhas eleitorais é repercutir pautas de interesse empresarial. A sociedade, felizmente, está madura o suficiente para entender que essa falácia só interessa a quem não tem projeto ou quer esconder do cidadão quanto vai custar à sociedade seu projeto de governar. A amplitude do tema tributos foi sentida recentemente, quando se reduziu a super alíquotas de ICMS dos combustíveis, energia e telecomunicações. O impacto de tirar parte do imposto cobrado derrubou fortemente o valor final dos serviços ao consumidor. Imposto é assunto de todos e assim deve ser tratado. Falando nisso, das super alíquotas do ICMS reduzidas por apenas seis meses, é importante que os candidatos manifestem como vão lidar, a partir de 1º de janeiro com o tema. Diante da previsão que estas sejam mantidas no patamar atual, mesmo porque o quadro inflacionário para o próximo ano não será nada favorável, é relevante que se busque soluções reais orçamentárias para que não seja o contribuinte, empresas e famílias, responsáveis por repor, via arrocho tributário, esse descompasso fiscal. Por isso, defendo que um dos ‘remédios’ para se ter um setor público mais leve e menos caro para a sociedade seria apresentar propostas e projetos que promovam, de fato, um Estado mais dinâmico e sustentável. Em Goiás, um caminho realista seria a privatização de estatais que geram hoje mais de R$ 400 milhões em despesas e poderiam ser mais bem conduzidas por concessionários privados. Além desta economia, que em quatro anos de governo somaria mais de R$ 1,6 bilhão, teria uma receita extra ao Estado dos leilões, o que seria útil para atravessar o primeiro ano de governo. Estamos falando de Saneago, Iquego, Metrobus, Goiás Telecom, Celg Par, Ceasa, GoiásGás, entre outras oportunidades, como estradas e parques. Representa potencial de expansão, investimentos e empregos – além de forte redução de gastos. Boa parte da correção deste ajuste orçamentário precisa vir de reformas administrativas, pois o aperto tributário já está no limite e, se tiver mexidas, vai travar investimentos e atração de empresas. Quanto à privatização, o setor público transfere a obrigação de custeio e investimento, que ele não pode hoje fazer ou faz parcialmente. Assume a função de regulamentar e fiscalizar, não de gerir estas estatais. Onde tem viabilidade, deve-se buscar a privatização. Enxuga a despesa de forma definitiva, reduz a máquina pública e fortalece seu poder de investir em áreas mais sensíveis da sociedade, como saúde, educação e segurança. Estamos em um momento crucial e de reflexão. Já chegou a hora de pensar o Estado sem a proteção deste “berço esplêndido” deste ICMS caro. Basta ver que sem o inchaço destas “super alíquotas”, a economia girou melhor, já entregou mais consumo, mais empregos e parcialmente compensou o impacto de sua redução, que se concretiza no médio e longo prazo. A desoneração tributária se paga na soma dos efeitos diretos e indiretos, mas governos que não enxergam longe não sabem fazer este cálculo. Está aberto o debate.

  • Adial e a força da industrialização

    22/09/2022 *Zé Garrote A indústria goiana se consolidou neste século, apesar do longo ciclo de recessão e estagnação econômica que já acumula nos últimos seis anos. Mas a história de lutas e conquistas vem ainda das últimas décadas do século passado, com a forte industrialização dos anos 1980 e 1990. Iniciava ali um ciclo contínuo de expansão e profissionalização do setor em Goiás. Não apenas surgiam marcas, produtos e indústrias diariamente, ganhava força no vocabulário da nossa economia a palavra industrial – que começa a deixar de ser um setor acessório para o protagonismo em Goiás. Exatamente quando este forte ciclo de expansão ganha robustez, em 1995, surge a Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiá (Adial), uma entidade com perfil muito profissional, com missões e papel relevantes para o desenvolvimento do Estado, mantendo uma postura isenta e um trabalho contínuo pela consolidação do parque fabril. A Adial surge com propostas diferenciadas, com o foco em defesa técnica do setor, embasadas em estudos jurídicos e ciência econômica; com atuação e apoio na atração de novas fábricas para Goiás; com a atualização, acompanhamento e defesa no Executivo, Judiciário e Legislativo dos programas de incentivos fiscais, que foram diferenciais nas últimas décadas de uma distribuição em todo território nacional do setor industrial, antes concentrados em três ou quatro Estados. Neste mês, a Adial completa 27 anos, ciente da responsabilidade crescente de ser referência na transformação e inovação do setor. Podemos dizer com tranquilidade que se Goiás hoje é reconhecidamente um Estado industrial, as cinco diretorias que nos antecederam na Adial neste período têm um papel relevante, pois são industriais que não só fizeram de suas empresas exemplos e orgulhos para o Estado, mas tornaram a entidade uma vitoriosa em boa parte dos desafios que enfrentou e possibilitou às fábricas goianas essa expansão. Podemos dizer que o trabalho da Adial foi relevante para fazer com que Goiás hoje pense industrialmente. Goiás é hoje referência na produção industrial de alimentos, líder nacional na produção de medicamentos (em volume de produção), o maior entre os emergentes na produção de veículos e de biocombustíveis, entre outros. Aliás, essa diversificação de setores é um dos grandes atributos da nossa indústria, que hoje já está espalhada por mais de 200 municípios goianos – um dado que mostra o tamanho da disseminação no Estado. A Adial, aos 27 anos, chega madura, com projetos focados em setores estratégicos, como desenvolvimento regional, ESG, qualificação da mão-de-obra, incentivos fiscais, logística, comunicação, entre outros. Em meu primeiro ciclo na entidade, fiz questão de fortalecer todas ações implementadas nas diretorias anteriores, que são projetos muito bem elaborados e já consolidados, e estamos evoluindo para novas frentes, como o próprio ESG e um amplo recadastramento industrial, entre outros, que vão fortalecer marca Adial e manter o respeito no setor produtivo goiano. A indústria é um orgulho de Goiás. Grandes nomes e marcas do Estado hoje fazem parte do grande livro do setor empresarial brasileiro. Boa parte destes líderes passaram ou pertencem ainda à Adial. Eles deixaram seu legado e absorveram também a cultura da entidade, que já se consolidou no cenário produtivo de Goiás. Hoje, ao presidir a entidade, compreendo seu tamanho, sua relevância e seu papel mediador, sendo uma cadeira do industrial nas principais mesas de discussões das legislações, dos projetos de desenvolvimento e de planejamento de Goiás. Que a Adial represente, por várias décadas, a força da indústria de Goiás. *Zé Garrote é empresário e presidente do Conselho da Adial

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