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- Indústria corta custos, poupa energia e faz reparos a distância
28/11/2022 Indústrias de diversos setores estão investindo em inteligência artificial para melhorar processos fabris e aumentar a produtividade. Um benefício adicional da tecnologia é viabilizar avanços nas metas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), cada vez mais valorizadas pelos investidores. Sistemas automatizados que “aprendem” com o uso podem aumentar a eficiência energética, reduzir a emissão de gases do efeito-estufa, economizar água e dar mais segurança aos trabalhadores, além de ajudar na “previsão do futuro”, ao anteciparem a ocorrência de falhas nas máquinas e equipamentos. “Queremos parar de olhar pelo retrovisor e olhar para a frente”, diz o gerente do programa de transformação digital para operações da Nestlé Brasil, Gustavo Moura. “Conseguimos fazer isso com sensores que identificam tendências e padrões, e com pessoas habilitadas para obter informações relevantes a partir do conjunto de dados”. A multinacional suíça de alimentos reduziu em 60% o consumo de gás natural na fábrica de biscoitos de Marília (SP), ao analisar a configuração ideal de funcionamento do forno. Um modelo matemático indica quando é melhor desligá-lo ou mantê-lo em hibernação com consumo mínimo. A Nestlé tinha uma dificuldade recorrente na sua linha de leite em pó, em especial nos dias úmidos: o entupimento na torre de secagem do produto, que demandava paradas não-planejadas de até cinco horas para manutenção. O problema foi resolvido com a adoção de um sistema digital que monitora temperatura, pressão e diferencial de pressão. Ele dispara um alerta com até 15 minutos de antecedência, dando condições ao operador para mudar os parâmetros. “Temos mais de 500 sensores instalados em diferentes máquinas, e em alguns casos recebemos alertas com dois dias de antecedência”, conta Moura. Com mais de 600 mil veículos conectados no mundo e 63 mil no Brasil, a Scania aposta na sensorização da frota e na oferta de serviços inteligentes para o transporte de cargas. “Desde 2016, os veículos já saem de fábrica com o módulo de conectividade instalado”, diz o diretor de serviços da Scania Brasil, Marcelo Montanha. A empresa estima que, em três anos de operação, os caminhões da nova geração já deixaram de emitir 1 milhão de toneladas de CO2, em parte como resultado do acompanhamento do desempenho dos motoristas. “As ferramentas de gestão inteligente fizeram a disponibilidade dos veículos crescer dois pontos percentuais, passando de 96% para 98%, além de reduzir em 20% o consumo de combustível”, relata o executivo. Muitos clientes da empresa usam o software de monitoramento da frota Scania FIT para premiar os motoristas que apresentam melhor desempenho. Na nova linha de caminhões P8/Euro6, que chegam ao mercado em 2023, a conectividade viabiliza o programa de manutenção em intervalos flexíveis, que resulta na redução de até 25% nos custos de reparação e manutenção preventiva, segundo a empresa. A indústria de celulose Veracel, localizada no sul da Bahia, usa inteligência artificial para consolidar o conceito de estabilização da fábrica, isto é, a previsibilidade das operações. “A ideia é evitar surpresas de todas as formas”, resume o diretor industrial Ari Medeiros. Há um ano a empresa criou uma sala de confiabilidade para centralizar a gestão das informações captadas por 1,2 mil sensores de vibração e temperatura em toda a planta. “Preenchemos essa sala com competência humana, que garante o planejamento e a gestão adequados”, completa. Um software de manutenção prescritiva utilizado pela empresa consegue predizer falhas de equipamentos com até seis semanas de antecedência. Desde abril, a União Química usa dispositivos portáteis de realidade aumentada para que especialistas orientem remotamente o reparo de equipamentos. Os óculos aumentam a eficiência operacional, a segurança e a assertividade, avalia o diretor de TI Guilhermo Fragelli. “Antes, era preciso deslocar técnicos de outras unidades, muitas vezes de outros Estados, ou tirar fotos e descrever processos de reparo”, diz. “Hoje realizamos o trabalho remotamente, com agilidade e em tempo real”. A tecnologia já é utilizada em três fábricas e o objetivo da farmacêutica é implantá-la em suas dez unidades até o fim de 2023. O uso da realidade aumentada também está associado à impressão 3D, que há dois anos tem sido empregada pela União Química para produzir nove tipos de peças para diversas máquinas. A empresa também faz manutenção preditiva por meio de softwares de IA. Fonte: Valor
- Prognósticos Econômicos e Políticos para 2023 com Willian Waack
29/11/2022 O jornalista Willian Waack esteve em Goiânia na última sexta-feira, 25, para ministrar a palestra “Prognósticos Econômicos e Políticos para 2023”. A ação foi promovida pelas advogadas Ludmila Ribeiro e Sarah Ferreira em lançamento do escritório Rocha Ribeiro e Ferreira, fruto da fusão de duas outras firmas de advocacia já existentes no cenário goiano. O diretor executivo da AdialLog, Eduardo Alves, acompanhou a palestra junto de líderes empresariais, presidentes de entidades e jornalistas goianos. A palestra Para o diretor executivo da AdialLog, a palestra foi uma aula de economia e geopolítica. “Waack pontuou fortemente as incertezas das formações ministeriais do próximo governo federal, em especial o do Ministério da Fazenda. Ainda pontuou que na cabeça do presidente eleito, Lula, o país é o mesmo de 2002. A Câmera não será um empecilho, mas sim, as ruas”, afirma. Eduardo ainda questionou o jornalista sobre a reforma tributária. “Ele afirmou que é muito difícil sair do papel, já que é necessária a conversa entre todos os Estado para a formação do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR)”, explica. Fotos: Vanubia Correia
- Adial no Feirão do Emprego em Anápolis
01/12/2022 Com a expectativa de oferecer mais de 5 mil vagas de empregos, começa na próxima quarta-feira (7/12), no Centro de Convenções de Anápolis, o 2ª Feirão do Emprego. O evento é realizado pela Secretária da Retomada, em parceira com a Adial. O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, orienta as empresas associadas a informarem as vagas existentes para a Secretaria da Retomada, que irá incluir no cadastro sem custos. Além da oferta das vagas de emprego, o Feirão irá oferecer outros serviços. Haverá inscrições em cursos gratuitos, emissão de segunda via de documentos, como RG, certidão de nascimento, casamento, e carteirinha do autista e do idoso. Serviço 2º Feirão do Emprego Cotec Anápolis Data: 7 e 8 de dezembro Horário: 8h às 18h Local: Centro de Convenções de Anápolis
- Adial participa da posse da nova diretoria da Fecomércio
01/12/2022 O diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participou ontem, 30/11, na Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), da posse da diretoria eleita para o quadriênio 2022-2026 da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO). O empresário Marcelo Baiocchi foi reeleito em maio deste ano, com unanimidade de votos. O evento teve a participação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Para o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo, o fortalecimento do Fórum das Entidades Empresariais de Goiás ao lado do governo estadual é de suma importância, já que permite a evolução das entidades e das empresas goianas.
- Empresas associadas vencem o ‘Prêmio Melhores do Agronegócio’, da Globo Rural
01/12/2022 Cinco associadas da Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) foram campeãs no 18ª edição do “Prêmio Melhores do Agronegócio”, da revista Globo Rural – São Salvador, Camil Alimentos, JBS, os Laticínios Bela Vista e Cargill. As vencedoras foram anunciadas na noite de quarta-feira, 30, em evento realizado na capital paulista, que contou com a presença de empresários, executivos, produtores rurais e autoridades. Os resultados foram dimensionados a partir de avaliação da Serasa Experian, que fez a análise dos dados das mais de 600 empresas ligadas ao setor produtivo – do campo ao varejo, passando por indústrias e serviços. As avaliações levaram em conta resultados financeiros, com peso de 70% na nota final, e ações socioambientais (30%). A São Salvador foi a grande vencedora na categoria “aves”, já a Camil Alimentos na “alimentos e bebidas” e a JBS na categoria “indústria de carne bovina”. Os Laticínios Bela Vista (Piracanjuba) em “laticínios” e a Cargill em “indústria de óleos”. De acordo com informações do novo “Anuário do Agronegócio” da Globo Rural, no total, a receita líquida conjunta das 500 maiores empresas do agronegócio brasileiro alcançou a marca recorde de R$ 1,393 trilhão no ano passado, 21,7% a mais do que o total registrado em 2020.
- FCO: Migração de contratos para taxa pré-fixada termina em dezembro
01/12/2022 O prazo para as empresas migrarem do FCO empresarial para taxa pré-fixada termina no dia 31 de dezembro de 2022. As empresas associadas interessadas na mudança devem se ater na data limite e não deixarem para a última hora. A possibilidade de migrar para taxa pré-fixada beneficia empresas dos setores da indústria, comércio, serviços e turismo, que tinham apenas contratos liberados com taxas pós-fixadas e com juros superiores, inviabilizando a competitividade do uso do fundo para investimentos. A decisão atende aos termos da Resolução 5.013/22, do Banco Central.
- Adial participa da reunião do FCO na Fecomércio
26/01/2023 A Adial participou na manhã desta quinta-feira, 26, da reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento da Câmara Deliberativa do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste ( FCO) realizada na Fecomércio. No encontro foram aprovadas as cartas consultas de financiamentos para o setor rural e empresarial. O primeiro se destacou na liberação de crédito de aproximadamente R$ 160 milhões, já o empresarial chegou na casa dos R$ 120 milhões. A Adial destaca a importância de aumento de créditos para o setor industrial com o objetivo de fortalecer o setor e o Estado. A entidade foi representada pelo assessor executivo, João Paulo Nogueira Oliveira.
- Confira atualização de empresas que perderam a prorrogação do Produzir
11/11/2022 Publicado no Diário Oficial do Estado de Goiás (DOE) desta sexta-feira (11) ofícios, informando a algumas das empresas que perderam a prorrogação do PRODUZIR por falta de pagamento do PROTEGE o prazo de 30 dias para regularizarem sua situação, Conforme Despacho nº 1879/2020/GAB/PGE. Confira o Diário Oficial diario_oficial_2022-11-11_completo (1)-32-44 (1)
- Logística reversa é tema de reunião na Adial
11/11/2022 O governo de Goiás apresentou hoje (11/11) em reunião presencial na Adial, o modelo proposto para que as indústrias se adequem ao Sistema de Logística Reversa do Estado de Goiás. O Decreto Estadual deve seguir as regras do Federal, que estima que 22% do lixo produzido retornem à cadeia produtiva. O ciclo da logística reversa consiste na reciclagem dos componentes após o descarte do lixo, permitindo que eles retornem à indústria para serem transformados em novos produtos. Aquilo que não puder ser reciclado é descartado da forma correta. As informações foram repassadas pelo superintendente do Produzir/Fomentar, Marcos Sussumo Andrade, pelo gerente de Desenvolvimento de Áreas Vulneráveis da Retomada, Rafael Sôffa, e pela gestora da Semad, Kauara Batista de Sá. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, destacou a importância do assunto, as dificuldades e a necessidade de adequação das indústrias. O presidente da Comissão de Direito Tributário da Fieg, Eduardo Zuppani, e o membro do Conselho da Adial, Rivas Resende Costa, também participaram da reunião. Durante o encontro, os empresários presentes pontuaram as questões referentes aos obstáculos enfrentados na logística reversa, como por exemplo, especificidades da indústria farmacêutica. Também foram compartilhadas experiências de logística reversa já aplicadas nas empresas. A Adial irá reunir sugestões para a viabilização da cadeia produtiva do Estado. Como estimular o recolhimento do material foi um dos pontos levantados. Os representantes do governo alertaram para a necessidade de adaptação para o cumprimento da lei, evitando assim autuações e problemas futuros.
- Economia brasileira já dá sinais de desaceleração
17/11/2022 Dados do Itaú mostram que atividade já recuou 7,35% desde o pico atingido em maio; perda de fôlego começou pelo setor de bens e já atingiu o de serviços A desaceleração da economia no Brasil, que era esperada pelos economistas para o fim deste ano, já começou a se concretizar há algum tempo. Dados do Itaú Unibanco (ITUB4) mostram que a atividade atingiu seu pico em maio e, desde então, já recuou 7,35%. A perda de fôlego deu seus primeiros sinais no setor de bens (cuja atividade caiu 8% no período) e depois no de serviços (que retrocedeu 7,3% até agora), segundo o Itaú. O indicador tem como base os gastos dos clientes do banco com cartões de crédito e débito, para captar o nível de atividade diária no país. Natália Cotarelli, economista do Itaú, afirma que o desaquecimento no segmento de bens, que depende de acesso a crédito, ficou ainda mais evidente no fim do segundo trimestre, enquanto no de serviços ocorreu apenas no fim do terceiro trimestre. Dados de outras fontes, como do IBGE, também começaram a mostrar essa desaceleração (só que mais recentemente). Na indústria, os indicadores de produção levantados pelo IBGE em agosto e setembro apontam queda de 0,7% em cada mês. Já a venda de veículos 0 km recuou 6,7% em outubro na comparação com setembro. Diante desse cenário, a projeção dos analistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) desacelere 1,2% no terceiro trimestre, em relação ao segundo (o dado será divulgado em 1º de dezembro), e para os três últimos meses do ano há risco de retração na atividade. “Há evidências de que há uma desaceleração em curso, o que vai ficar claro no PIB do terceiro trimestre — que vai crescer menos do que a média do primeiro semestre”, diz Alessandra Ribeiro, sócia da consultoria Tendências. “Esse cenário deve se aprofundar no quarto trimestre” (a Tendências projeta uma alta de 0,6% no PIB do terceiro trimestre e uma queda de 0,4% no quarto). Alta nos juros e freio na economia global Analistas dizem que dois fatores explicam, em grande parte, a desaceleração da economia brasileira. O primeiro é o patamar elevado da Selic, que está atualmente em 13,75% ao ano, pois juros altos inibem o consumo das famílias e os investimentos das empresas (por tornar o crédito mais caro). O segundo tem a ver com o freio da economia global. A atividade nos Estados Unidos e na Europa também dá sinais de desaceleração, já que também enfrentam um quadro de aperto monetário. Na Europa, a situação é agravada pela falta de gás para gerar energia (consequência da guerra na Ucrânia). A China também vem crescendo menos devido à sua política de Covid zero e à crise no setor imobiliário. Recuo na indústria Indicadores antecedentes (que dão uma pista de como a economia deve se comportar no futuro) também revelam um cenário de deterioração para os próximos meses no Brasil. A confiança dos empresários dos setores de serviços, comércio, indústria e construção retrocedeu 3,3 pontos em outubro, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Por segmento, o recuo foi maior no comércio e na indústria. “Há claramente uma queda na indústria. O comércio, na melhor das hipóteses, está andando de lado, e o setor de serviços está desacelerando, em particular em alojamento e alimentação para as famílias”, afirma José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do banco Fator. Para o economista-chefe do C6, Felipe Salles, a desaceleração está dentro do padrão esperado. O banco projeta que o PIB do terceiro trimestre ficará entre 0% e 0,5% e que há risco de um número “levemente” negativo no quarto trimestre. Mas, apesar da queda no fim do ano, o PIB deve crescer em 2,3% em 2022, segundo as estimativas do C6. Cenário para 2023 Felipe Salles afirma que, se não houver nenhuma surpresa no início de 2023, a economia pode voltar a ganhar tração na segunda metade do ano, se o Banco Central começar a reduzir a taxa de juros no segundo trimestre. No exterior, a tendência é que até lá os EUA também já tenham atingido o auge de seu aperto monetário. Além disso, no verão europeu a falta de gás pode não ser um problema tão sério como será no inverno. “O segundo semestre de 2023 ainda está longe, muito choque pode acontecer até lá. Mas parece razoável supor que a recuperação esteja começando no terceiro trimestre do ano que vem”. Natália Cotarelli, economista do Itaú, diz que, mesmo se o BC começar a cortar juros no segundo semestre de 2023, deve levar um tempo para a atividade ganhar ritmo. Isso porque há defasagem para uma mudança na política monetária começar a fazer efeito. “A expectativa para 2023 é de um PIB fraco. Não falaria em recessão, mas a economia estará quase parada”. O Itaú projeta uma alta de 2,5% para o PIB neste ano, com variação de 0,3% no terceiro trimestre e de estabilidade no quarto, além de um crescimento de 0,5% em 2023. ( Estadão Conteúdo/ InfoMoney)














