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  • Adial participa de live sobre o Programa Goyazes

    03/11/2022 O Programa Estadual de Incentivo à Cultura (Programa Goyazes) foi discutido em uma live com empresários na tarde da última quinta-feira, 03. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou da ação, promovida pela Secretaria da Cultura de Goiás, com objetivo de sanar dúvidas do empresariado goiano e classe artística. Goiás é um estado rico culturalmente, com festas populares, teatro e música, que atraem público para apresentações, são importantes para o fortalecimento cultural, e também das marcas que apoiam. O superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Vitor Cadillac, explicou os pormenores do Programa Goyazes e como o empresário pode aderir a ele. “É uma dinâmica ganha – ganha, o abatimento fiscal é exato do valor aplicado na ação cultural, isso é 100%. A Lei Goyazes não é apenas para projetos culturais, mas também para restauração”, explica. Concepção O projeto é dedicado a empresas privadas em troca da concessão do benefício fiscal do ICMS. Após a fase de inscrições, os projetos culturais serão avaliados pelo Conselho Estadual de Cultura e homologados pelo Secretário de Cultura. Assim, a empresa que solicitar a concessão do benefício deverá escolher um projeto para financiar. Quando escolher um projeto para financiar, enviará ofício à Secretaria de Estado de Economia, anexando o primeiro ofício enviado à Secult, e definindo a alíquota de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) que deseja que seja abatido. De acordo o Secretário de Estado da Cultura, Marcelo Carneiro, “entramos em uma nova modalidade de investimento das empresas de patrocínio. De acordo com o valor com ano fiscal anterior, a empresa pode investir entre 1 a 3%”. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, apresentou os benefícios e vantagens para o empresário participar do novo Programa Goyazes. “A cadeia da cultura, como teatro e cinema, por exemplo, é gigante, envolvendo muitas pessoas. Temos que incorporar nas nossas companhias essa ideia de gerar e criar investimento humano na área cultural”. Dúvidas Os participantes puderam enviar perguntas. Um prepotente questionou sobre a burocracia no programa. “O programa vem de um histórico de que precisava de contrapartida e da Lei Rouanet (federal) que refletem negativamente para o empresariado goiano. Temos que nos aproximar mais do empresariado para apresentar essa nova legislação para desmistificar e mostrar a o Programa Goyazes é apoio a ESG”, afirma Tchequinho.

  • O confortável despertar da Plumatex

    04/11/2022 Cachinhos Dourados experimentou três camas até encontrar a perfeita para poder dormir. Esse não é exatamente o objetivo do conto que tem como protagonista uma menina de cabelos encaracolados e, por engano, entra numa casa de ursos e testa as camas até encontrar uma confortável. Mas funciona como analogia para mostrar que encontrar um colchão não é tarefa fácil. A escolha errada, além de reclamação dos clientes, gera desafios logísticos e encarece uma operação já não muito barata, dado o volume e o peso dos produtos. A Plumatex, uma das principais fabricantes nacionais de colchões, traça um plano para solucionar esses problemas — de escolha e de operação — ao mesmo tempo que busca manter o crescente desempenho dos últimos anos, quando mais que um lugar para dormir, a cama virou escritório com a pandemia e o fortalecimento do home office. Com faturamento de R$ 450 milhões em 2021, a empresa foca na diversificação de clientes, treinamento de vendedores e, na contramão dos demais setores, na venda física. A indústria de colchões foi uma das beneficiadas economicamente pela pandemia. De acordo com o CEO da Plumatex e presidente da Associação Brasileira de Colchões, Rodrigo Melo, mesmo com dois meses de paralisação, a empresa cresceu 20% em 2020 e manteve bom patamar até o segundo semestre de 2021, quando foi diminuindo, até chegar em 2022 estacionado. As projeções são de que a demanda do setor tenha caído 25% neste ano. Com cenário de consumo mais desafiador, o objetivo da Plumatex é igualar o faturamento do ano passado e se desenvolver a partir da reformulação do direcionamento interno. Empresa familiar, nos últimos anos foi profissionalizada e passou a fortalecer o atendimento com foco no cliente — no caso da Plumatex é o B2B. Com consultoria de César Souza, criador do conceito de clientividade, a companhia avançou no treinamento da equipe de vendas e na eficiência das fábricas, de olho na qualidade do produto final e no atendimento. Dentro dessa estratégia está a diversificação de seus parceiros comerciais, hoje dominada pela Magalu, que responde a 40% das vendas. Com os demais clientes formados por varejistas menores, o plano está em oferecer capacitação para os vendedores através de seus representantes, possibilitando mais conhecimento do produto e maior retorno em vendas. “Quero ter lojistas que vão fazer parcerias comerciais com a nossa empresa para a gente poder desenvolver um modelo de canal mais eficiente, de baixo custo e que traga para o consumidor final um produto de melhor qualidade e mais acessível”, disse Melo. Nesse fortalecimento dos pontos de venda físicos, entra um novo desafio típico de nossos tempos: a venda on-line. Na visão do executivo, para o setor, o fundamental das vendas precisa ser a loja, já que elas permitem a experimentação e diminuem problemas, reclamações e custos com logística para devolução e trocas. “Para o negócio de colchão, o on-line tem que ser um meio, não pode ser o fim”, afirmou Melo. Com isso, entra a estratégia omnichannel das empresas e a maturidade do consumidor em entender mais sobre o produto que deseja comprar. INVESTIMENTOS Em sua operação logística, a Plumatex segue por dois caminhos. O primeiro é atuar com logística própria, com uma frota de 220 veículos. E o segundo com uma produção descentralizada. Nascida em Anápolis (GO), a empresa está presente em mais quatro estados – Paraíba, Rio de Janeiro, Bahia e Maranhão. A abrangência geográfica é para dar mais capilaridade e baratear o escoamento dos produtos. Como colchões e bases são pesados e ocupam muito espaço, levá-los de estrada pelo País implica em um frete caro. Logo, produzir regionalmente é uma alternativa, além de fortalecer a operação na região. Nessa expansão, uma nova fábrica na região Sul é planejada para 2023, com um investimento de US$ 25 milhões, considerando equipamentos, frota, funcionários e treinamentos. Assim, a Plumatex consegue entregar seus produtos para 22 estados, com 95% da logística própria. Para fortalecer sua operação, em agosto investiu US$ 2 milhões pelo direito de explorar por cinco anos uma floresta, garantindo a matéria-prima para a base de suas camas, os chamados boxes, que representam 30% do faturamento. O investimento é justificado como uma garantia de matéria-prima, já que na visão e experiência de Melo, “as grandes florestas de madeira estão comprometidas com as grandes indústrias”, o que pode dificultar sua produção. Além disso, a floresta soma as iniciativas de sustentabilidade da Plumatex, por garantir o sequestro de carbono de sua operação. Com mais de 580 tipos de colchões, a Plumatex tem seguido um caminho para facilitar a decisão de compra e garantir que o produto responsável por abrigar os mais de 23 anos que as pessoas passam dormindo seja o ideal. Fonte: Isto É Dinheiro

  • Um ano de modernização na Adial

    07/11/2022 É papel de um gestor, de forma sucinta, elaborar o planejamento estratégico e os projetos que deverão ser executados pelas equipes que ele gerencia. E, na Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) não é diferente. Cada presidente do Conselho deixou a sua marca. E, há um ano à frente da entidade, Zé Garrote também tem deixado a sua identidade, a modernização. Mesmo com um quadro enxuto, a equipe tem se destacado mais, permitindo o desenvolvimento de excelentes resultados com o uso de ferramentas estratégicas que promovem o aumento da produtividade e confiança nos lançamentos de dados, como a instalação de um novo programa de gestão financeira e administrativa. Outra novidade foi a implantação do Oficce 365, uma ferramenta que também proporciona maior agilidade nas rotinas administrativas e gestão dos pleitos da entidade. Há mais de 17 anos na Adial, o analista de tecnologia da informação, Edilar Tereza da Silva, acompanhou muitas gestões. Para ele, as atuais ferramentas deram maior agilidade para desempenho do trabalho, maior conectividade e compartilhamento entre os usuários, gerando um melhor aproveitamento das horas trabalhadas. “A modernização tem muitos pontos positivos, mas um dos principais que eu destaco, é o aprendizado e a evolução da mão de obra, que passa a ter uma capacidade maior de trabalho e expectativas de crescimento profissional. Estamos no mesmo patamar de grandes empresas, que usam essas tecnologias, uma vez que, sem isso, é impossível acompanhar ou se compatibilizar com os novos tempos”, pontua. A mais nova colaboradora da Adial, a analista financeira, Jessica Bernardo da Silva, faz parte do quadro há quatro meses. Para ela a modernização é evidente, pois permite a integração da equipe, agilidade, melhoria contínua, aumento de produtividade dos funcionários, segurança e eficiência. “As ferramentas nos permitem ter mais controle nos processos e exatidão nas informações. Dessa forma, temos mais fácil acesso aos documentos e relatórios e possibilidade de fazer a análise dos dados de forma ágil”. Para Eduardo Alves, diretor-executivo da Adial Log, a integração dos sistemas com a utilização do Office 365 ajudou bastante o trabalho. “Nos permitindo mais dedicação para a atender nossas associadas e trazer novos projetos para a entidade. Além disso, os planos futuros, como estruturação da sede, com atualização física e a troca do equipamento que já vem de encontro com a mudança de sistemas, são outros pontos que merecem destaque”. O assessor-executivo, João Paulo Nogueira, está há 12 anos na entidade. Para ele, os sistemas implantados permitiram facilidade na geração de dados, a integração dos associados e equipes, independentemente da área de atuação, facilitando celebrar e divulgar as grandes, médias e pequenas vitórias. “Temos acesso aos nossos dados da palma da mão ou por um computador, o que facilita muito nos nossos encontros e reuniões com empresários e, em especial, com o Governo”. Para o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, as ferramentas otimizam o tempo dos colaboradores e permitem mais tempo “for business ” para atender as demandas das associadas. “Temos mais de centenas de processos e assuntos em andamento. Precisamos mesmo de ferramentas para organizar e não deixar nada atrasado ou pendurado”. Interlocução Para Zé Garrote a “Adial é a casa do diálogo”. E ele não existe sem a comunicação. Por isso, foi desenvolvido um novo modelo de comunicação para aumento de interação da entidade com os associados. As redes sociais e o site são alimentados quase que diariamente, os associados recebem informações por e-mail e também por whatsApp. O momento agora é de se conectar. E para melhorar essa conectividade, a Comunicação está desenvolvendo a Pesquisa Adial. O objetivo é responder “Quem somos”, conhecer melhor a própria entidade e cada empresa que faz parte da Adial, traçando um perfil verossímil à realidade. O projeto visa dar mais subsídios para a realização dos trabalhos e, assim, oferecer serviços e soluções cada vez mais eficientes.

  • Adial participa da reunião do FEE

    08/11/2022 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou na segunda-feira (07/11), na Fieg, da reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Goiás (FEE), com presença de presidentes ou representantes da Fieg, Fecomércio, Faeg, Acieg, FCDL, OCB e Facieg. A reunião tratou sobre as demandas do setor produtivo que serão apresentadas ao prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, no próximo mês, mantendo a agenda permanente do Fórum com a Prefeitura. Também foi discutida a interlocução com os parlamentares eleitos que irão assumir mandato no próximo ano, nas esferas estadual e federal. Na oportunidade, o deputado estadual Virmondes Cruvinel esteve na Casa da Indústria e cumprimentou os membros do Fórum Empresarial.

  • Membros do Conselho do Produzir participam de reunião de confraternização na Adial

    09/11/2022 Os membros do Conselho do Produzir participaram na última terça-feira, 08, da 199ª reunião extraordinária da Comissão Executiva no qual focaram em discutir o desenvolvimento de Goiás, em especial da indústria no território goiano. Foram votados os processos que passam pelo Conselho. E para aproximar os integrantes e consagrar mais um ano de atividades foi realizada no terraço da Adial, uma confraternização, um momento de descontração e integração entre todos.

  • 25% das indústrias do Norte e Nordeste consideram infraestrutura boa ou ótima; no Sudeste, 64%

    11/11/2022 Pesquisa da CNI ouviu 2.500 empresários de todo o país. Dados mostram enorme disparidade na distância média para escoamento de produtos entre as regiões. No Norte, mais de 1,6 mil km; no Sudeste, 660 km As regiões brasileiras têm uma enorme disparidade em relação às condições de infraestrutura e logística. Essa realidade é evidenciada por pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira (11), que ouviu 2.500 empresários de indústrias de médio e grande portes de todo o país. De acordo com os dados, somente 25% dos entrevistados do Norte e do Nordeste consideram boas ou ótimas as condições de infraestrutura da região. De outro lado, 64% dos empresários do Sudeste apontam as condições de infraestrutura regional como boas ou ótimas. Em seguida, os empresários da região Sul também mostram satisfação alta, de 57%, seguidos pela região Centro-Oeste, com 46%. A média nacional da pesquisa ficou em 56%. O principal gargalo de infraestrutura apontado em todas as regiões é o transporte, com média nacional de 73%. No Norte, o índice é ainda maior – de 82%. Na sequência, aparecem o Sul (81% apontam o transporte como maior gargalo), Nordeste (76%), Centro-Oeste (73%) e Sudeste (68%). “Quando avaliamos a situação das rodovias, ferrovias e portos das regiões Norte e Nordeste fica muito evidente a disparidade na qualidade desses ativos em relação ao Sul e ao Sudeste. Isso evidencia a necessidade de mais investimentos para reduzirmos o déficit de infraestrutura e o desbalanceamento entre as regiões”, afirma o gerente de Transporte e Mobilidade Urbana da CNI, Matheus de Castro. Gargalos para a indústria A infraestrutura das rodovias foi a maior queixa dos empresários, apontada por 88% dos respondentes do Norte e por 62% do Sudeste. Em seguida, foi mencionada a infraestrutura das ferrovias como sendo um dos maiores gargalos para o transporte de carga no país – a maior parte, 40% entre os empresários do Sudeste, e a menor, 18% do Norte. Os dados mostram ainda que os serviços de transporte por rodovias são avaliados como bons ou ótimos por 46% dos empresários. Entre as regiões, destaca-se o Sudeste, onde 59% consideram os serviços de transporte rodoviário bons ou ótimos. Em contraste aparece o Norte, com índice de somente 9% bom ou ótimo. Quando questionados sobre as principais obras, os industriais mencionaram a melhora a infraestrutura das estradas – resposta de 49% dos entrevistados no Norte e de 31%, do Centro-Oeste; e ampliação/duplicação de rodovias – opção de 45% dos respondentes do Sul e de 23%, do Sudeste. Acesse o infográfico com os dados da pesquisa. Ferrovias Os dados nacionais mostram que 38% das indústrias mudariam operação de rodovia para outro modal, sendo que 28,5% optariam por transferir a operação para as ferrovias caso houvesse condições de infraestrutura adequadas para o escoamento dos produtos. A substituição dos caminhões por trens é uma preferência mais intensa entre os empresários do Centro-Oeste, seguidos das regiões Sudeste e Sul. Segundo os empresários, a grande vantagem das ferrovias é a redução de custos e a agilidade. Segundo a pesquisa, 32% dos empresários industriais consideram novas autorizações ferroviárias como prioridade para o setor industrial. A expansão da malha ferroviária foi a escolhida entre os empresários do Nordeste (34%), do Sul (34%) e do Sudeste (31%). Para os respondentes do Centro-Oeste (42%) e do Norte (28%), a conclusão das obras da Ferrovia Norte-Sul é a mais importante medida para o escoamento da produção das indústrias de suas regiões. Frete A avaliação sobre as ferrovias nacionais é positiva para apenas 16% dos entrevistados. No Centro-Oeste está concentrado o maior nível de satisfação, com 22% de bom ou ótimo. Em contrapartida, no Nordeste o índice de bom ou ótimo é de apenas 6% – por lá 45% dos empresários consideram as ferrovias ruins ou péssimas. O custo do frete, por sua vez, representa, em média, 15% do preço final dos produtos. Os empresários do Norte e do Nordeste são aqueles que mais sofrem com este custo: 19% e 18%, respectivamente. Para 66% das indústrias, o preço do frete é elevado. A região Centro-Oeste registra o maior índice, com 78% as empresas classificando como alto ou muito alto. Na sequência aparecem Nordeste (72%), Sul (68%), Sudeste (64%) e Norte (60%). Portos Já os serviços portuários são classificados como bons ou ótimos por 39% dos industriais. No Sul, esse índice é de 48%, enquanto no Nordeste, de 34%. A infraestrutura portuária do país é considerada o principal gargalo logístico para as empresas escoarem suas produções destinadas à exportação. Distâncias que tornam o transporte rodoviário inadequado O modal rodoviário é indicado apenas para pequenas e médias distâncias, mas segundo a pesquisa somente 48% dos industriais escoam a produção em trajetos com média inferior a 500 quilômetros. As distâncias percorridas, conforme a pesquisa, são de 885 km em média no país. No Norte, há uma enorme distorção, o que reflete a baixa eficiência do transporte na região. Por lá, 34% das empresas dizem que suas mercadorias percorrem distâncias de mais de 2 mil km, enquanto no Sudeste só 4%. Metodologia A pesquisa encomendada pela CNI foi realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, que entrevistou 2.500 executivos de grandes e médias empresas industriais, nas 27 unidades da Federação, sendo 500 em cada região. O campo foi feito entre os dias 23 de junho e 9 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Principais dados da pesquisa Duas principais obras para melhorar a indústria Norte – Melhorar infraestrutura das estradas (49%) e ampliação/duplicação de rodovias (32%) Nordeste – Melhorar infraestrutura das estradas (42%) e ampliação/duplicação de rodovias (26%) Centro-Oeste – Ampliação/duplicação de rodovias (34%) e melhorar infraestrutura das estradas (31%) Sudeste – Melhorar infraestrutura das estradas (34%) e ampliação/duplicação de rodovias (23%) Sul – Ampliação/duplicação de rodovias (45%) e melhorar infraestrutura das estradas (36%) Duas principais obras para melhorar o escoamento da produção das indústrias Norte – Conclusão de obras da Ferrovia Norte-Sul no trecho de Tocantins a São Paulo (28%) e novas autorizações ferroviárias (27%) Nordeste – Novas autorizações ferroviárias (34%) e conclusão das obras da Fiol no trecho da Bahia a Tocantins (33%) Centro-Oeste – Conclusão de obras da Ferrovia Norte-Sul no trecho de Tocantins a São Paulo (42%) e novas autorizações ferroviárias (39%) Sudeste – Novas autorizações ferroviárias (31%) e desestatização do Porto de Santos (30%) Sul – Novas autorizações ferroviárias (34%) e Concessão das Rodovias Integras, no Paraná (26%) Distância média percorrida para o transporte de produtos Brasil – 885 km Norte – 1.658 km Nordeste – 1.134 km Sul – 1.069 km Centro-Oeste – 997 km Sudeste – 660 km Condições da infraestrutura para a indústria Brasil – boa (47%) ou ótima (9%) Sudeste – boa (55%) e ótima (9%) Sul – 57% – boa (48%) e ótima (9%) Centro-Oeste – 46% – boa (34%) e ótima (12%) Nordeste – 25% – boa (22%) e ótima (3%) Norte – 25% – boa (23%) e ótima (2%) Avaliação dos serviços de infraestrutura por região: Transportes por rodovias Brasil – Boa (37%) e ótima (9%) Sudeste – Boa (47%) e ótima (12%); Centro-Oeste – Boa (33%) e ótima (7%) Sul – Boa (30%) e ótima (6%) Nordeste – Boa (19%) e ótima (2%) Norte – Boa (8%) e ótima (1%) Ferrovias Brasil – Boa (13%) e ótima (3%); Ruim (13%) e péssima (18%) Centro-Oeste – Boa (16%) e ótima (6%); Ruim (4%) e péssima (21%) Sudeste – Boa (16%) e ótima (3%); Ruim (13%) e péssima (16%) Sul – Boa (12%) e ótima (2%); Ruim (13%) e péssima (18%) Norte – Boa (5%) e ótima (2%); Ruim (10%) e péssima (19%) Nordeste – Boa (5%) e ótima (1%); Ruim (15%) e péssima (30%) Serviços de transporte aéreo Brasil – Boa (46%) e ótima (10%); Ruim (5%) e péssimo (3%) Sudeste – Boa (50%) e ótima (11%); Ruim (4%) e péssimo (2%) Sul – Boa (44%) e ótima (10%); Ruim (5%) e péssimo (3%) Centro-Oeste – Boa (10%) e ótima (41%); Ruim (6%) e péssimo (6%) Norte – Boa (40%) e ótima (9%); Ruim (5%) e péssimo (9%) Nordeste – Boa (38%) e ótima (7%); Ruim (6%) e péssimo (5%) Serviços de transporte por hidrovias Brasil – Boa (14%) e ótima (2%); Ruim (10%) e péssimo (11%) Norte – Boa (33%) e ótima (7%); Ruim (6%) e péssimo (5%) Sul – Boa (15%) e ótima (2%); Ruim (8%) e péssimo (12%) Sudeste – Boa (14%) e ótima (2%); Ruim (10%) e péssimo (10%) Centro-Oeste – Boa (10%) e ótima (1%); Ruim (8%) e péssimo (14%) Nordeste – Boa (9%) e ótima (2%); Ruim (13%) e péssimo (16%) Portos Brasil – Boa (33%) e ótima (6%); Ruim (6%) e péssimo (5%) Sul – Boa (39%) e ótima (9%); Ruim (4%) e péssimo (3%) Sudeste – Boa (32%) e ótima (4%); Ruim (7%) e péssimo (5%) Norte – Boa (32%) e ótima (4%); Ruim (6%) e péssimo (9%) Nordeste – Boa (27%) e ótima (7%); Ruim (6%) e péssimo (6%) Centro-Oeste – Boa (13%) e ótima (4%); Ruim (7%) e péssimo (8%) (CNI)

  • Itaberaí entra no mapa da Adial Talentos

    19/10/2022 O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana, se reuniu nesta terça-feira, 18, com a prefeita de Itaberaí, Rita de Cássia Soares Mendonça, e a Secretária de Assistência Social e Atenção à Mulher, Neide Alves de Lellis Oliveira e Paiva, para desenvolver um projeto piloto para a inserção das pessoas do Cadastro Único no mercado de trabalho. Segundo Santana, o projeto após ser desenvolvido pode ser ampliado para outras prefeituras e associadas da Adial.

  • Adial participa do Brasil Export

    19/10/2022 Acontece nesta quarta-feira, 19/10, o Fórum Nacional de Logística e Infraestrutura Portuária (Brasil Export), em Brasília (DF). O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, e o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participam presencialmente do evento. A palestra de abertura “O crescimento da economia do Brasil nos próximos anos” é conduzida pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele aborda os cenários favoráveis e riscos a serem combatidos, reformas necessárias, novas políticas e o papel da infraestrutura de transportes e logística no crescimento brasileiro. Palestras e painéis voltados para os temas de infraestrutura e logística estão previstos para a programação de hoje (19) e amanhã (20).

  • Adial Talentos na 11ª edição do Feirão de Empregos

    20/10/2022 A Adial Talentos marcou presença na 11ª edição do Feirão de Empregos, que está sendo realizado na Praça Cívica, na capital. O evento segue até sábado (22). O Coordenador do Programa, Alfredo Santana, se encontrou com o secretário da Retomada, César Moura e o Gerente de Intermediação e Recolocação do Trabalho da Secretaria da Retomada, Nerivaldo Jr. “No Feirão já encaminhamos as vagas de algumas empresas”, afirmou Santana. Segundo o Governo Estadual somente este ano, mais de 40 mil goianos foram encaminhados para vagas com carteira assinada. A ação da Secretaria da Retomada (SER), dentro do programa Goiás Social, tem o objetivo de garantir emprego e renda a população.

  • Adial participa do “Café Seguro” na Caoa Montadora

    21/10/2022 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou na manhã desta sexta-feira (21/10), do “Café Seguro”, projeto desenvolvido pelo TRT Goiás, em parceria com a Adial, que visa reforçar a importância da prevenção de acidentes de trabalho. A ação é coordenada pelo desembargador, Weligton Peixoto. Participaram também o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, e o assessor executivo, João Paulo Nogueira. O coordenador regional do Programa Trabalho Seguro, desembargador Welington Luís Peixoto, falou da importância do diálogo com orientações para multiplicar os conhecimentos. Além disso, ressaltou a parceria com a Adial como essencial para abrir as portas das indústrias. “Não tínhamos o público que precisávamos. A agenda positiva da gestão do presidente Zé Garrote, que possibilitou que ampliássemos o alcance do projeto”, disse. O diretor da fábrica, Eugênio Césare, acredita que este é um trabalho contínuo e que não deve terminar ao final do evento. “Vai contribuir muito para continuarmos na busca pela excelência”, ressaltou. O presidente executivo da Adial, Tchequinho, acredita que essa integração promove uma captura de sinergia entre as empresas, entidades e TRT Goiás. “Estamos aqui também para ouvir. Por isso, esse projeto é tão importante”, lembrou o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho em Goiás, Alpiniano do Prado Lopes. Funcionários da Caoa Montadora participaram da palestra “Saúde mental é coisa séria e não espera chegar em casa. Como se proteger do estresse no trabalho?”, ministrada pela psicóloga Marina Junqueira. A enfermeira do trabalho, Jorgeanne Aparecida Borges, também conduziu palestra com informações referentes ao gerenciamento de riscos e a prevenção de acidentes na empresa. No encerramento, o gerente de Relações Governamentais da Caoa, Pedro Sacramento, cumprimentou os colaboradores e declarou que “são o maior patrimônio”. O desembargador do TRT Goiás, Geraldo do Nascimento, ressaltou as boas práticas observadas na Caoa Montadora, “o que demonstra uma preocupação com a saúde do trabalho”.

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