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  • Adial Log orienta associados sobre aquisição de pneus

    24/11/2022 A Continental Pneus irá realizar parada técnica no dia 18/12 na planta fabril para revisão de equipamentos. Em razão disso, a Adial Log recomenda ao Departamento de Compras das empresas associadas que realizem as aquisições de pneus novos até o dia 12/12. O diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, explica que a parada técnica é programada e acontece todo ano. “A paralisação de praticamente 20 dias pode comprometer a logística das empresas. Por isso, o ideal é realizar a programação para começar o próximo ano com os pneus já em casa”, alertou.

  • Décimo terceiro deve injetar R$ 6,7 bilhões na economia goiana, projeta Dieese

    24/11/2022 No país, o pagamento adicional irá R$ 249,8 bilhões na economia; Distrito Federal paga o maior valor, enquanto Maranhão e Piauí; R$ 1.818 e R$ 1.867, respectivamente O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estima que neste ano, até dezembro, o pagamento do décimo terceiro salário pode injetar cerca de R$ 6,7 bilhões na economia goiana. No país, o montante deve chegar aos R$ 249,8 bilhões. Isto é, o valor equivale a quase 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Tem direito ao recebimento os trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos com registro em carteira. Além deles, os beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios. Em Goiás, a movimentação financeira por causa do pagamento adicional representa cerca de 2,5% do PIB estadual. De acordo com os cálculos, 2,5 milhões de pessoas devem receber o 13º no Estado. Esse número corresponde a 2,9% do total que terá acesso ao benefício no Brasil. Em relação à região Centro-Oeste, a 37%. Na economia goiana, os empregados do mercado formal, celetistas ou 5 estatutários, representam 71,6%. Pensionistas e aposentados do INSS equivalem a 28,4%. O emprego doméstico com carteira assinada responde por apenas 3,2%. Brasil No país, ao todo, aproximadamente 85,5 milhões de brasileiros estão aptos a receber o adicional. A parcela mais expressiva do 13º salário (49%) deve ser paga nos estados do Sudeste. A região com a maior capacidade econômica do país e que concentra a maioria dos empregos formais são aposentados e pensionistas. No Sul, devem ser pagos 17,2% do montante e no Nordeste, 20,6%. Já as regiões Centro-Oeste e Norte cabem, respectivamente, 9,0% e 4,9%. O maior valor médio do benefício deve ser pago no Distrito Federal. Lá, os trabalhadores recebem em média R$ 4.711 e o menor valor registrado é no Maranhão e Piauí; R$ 1.818 e R$ 1.867, respectivamente. As médias, no entanto, não incluem o pessoal aposentado pelo Regime Próprio dos estados e dos municípios, pois não foi possível obter esses dados. (Jornal Opção)

  • Caiado quer Estados em discussões sobre PEC da Transição

    28/11/2022 Reeleito, governador diz que manterá relação republicana com Lula, de quem é adversário histórico O governador reeleito de Goiás e vice-presidente do União Brasil, Ronaldo Caiado, questionou em entrevista ao Valor a falta de tratamento igualitário em relação aos governadores e aos prefeitos nas discussões em curso sobre a PEC da Transição. Ele argumenta que deveria haver reciprocidade na prerrogativa fiscal a ser concedida ao governo federal. “A União pode tudo, pode jogar no ombro do governador a gasolina mais baixa e surfar na onda, pode explodir o teto em R$ 170 bilhões, mas se eu fizer aqui no Estado tomo R$ 2 bilhões de multa”, reclamou. “Ou existe coerência nas ações do Congresso, ou eles estarão descumprindo a função deles, porque não são representantes do governo federal, são representantes dos Estados e da população”, completou. Caiado afirmou que os Estados foram os mais penalizados nas medidas legislativas que viabilizaram a queda dos preços dos combustíveis e da energia elétrica. Em julho, o Congresso aprovou projeto de lei complementar que fixou um teto para as alíquotas do ICMS estadual, levando à perda de arrecadação dos governadores e prefeitos. O prejuízo estimado para Goiás em 2023 é de R$ 6 bilhões. Em contraponto, no primeiro ano da pandemia, a União transferiu R$ 114,8 bilhões aos Estados para gastos com o enfrentamento da covid-19. O governador disse que apresentou ao presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (AP) – seu correligionário no União Brasil – a demanda de reciprocidade da exclusão de despesas do teto fiscal a governadores e a prefeitos. Alcolumbre deverá relatar a PEC da Transição no Senado. O mandatário goiano acrescentou que também levará essa demanda à reunião dos governadores com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar das perdas com o ICMS, que está programada para 7 de dezembro. Para compensar parcialmente as perdas com o ICMS, Caiado aprovou na semana passada a cobrança de uma contribuição sobre produtores rurais, beneficiados com isenções fiscais. O tributo financiará um fundo de infraestrutura para permitir a continuidade de obras de pontes e rodovias. Adversário histórico do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Caiado afirmou que manterá uma relação republicana com o futuro chefe do Executivo federal. “Não dá mais para tratar em 2023 dessa discussão medieval: se está do mesmo lado, está tudo bem; se não está do lado, será retaliado. Não é esse mais o pensamento”, ponderou. A seguir os principais pontos da entrevista ao Valor: Valor: O que o senhor e os outros governadores vão reivindicar na reunião com ministros do STF sobre o ICMS que deve acontecer em dezembro? Ronaldo Caiado: Fomos desfalcados no meio do ano com uma baixa na tributação de ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações. Uma aberração constitucional. Precisamos ter segurança jurídica. Não temos mais como avaliar a capacidade do Estado poder investir diante das medidas intempestivas que são tomadas, inconstitucionais, agredindo o orçamento que já havia sido aprovado. Valor: Qual foi a perda de arrecadação com o ICMS em Goiás? Caiado: Nos últimos três meses [agosto, setembro e outubro], a perda média [de arrecadação] foi de R$ 450 milhões por mês. A [alíquota] do etanol era 25%, veio pra 14%; a do diesel era 16%, foi pra 14%; a da energia elétrica era 25% veio pra 17%; a das comunicações era 29%, veio pra 17%. Nossa previsão para 2023 é de quase R$ 6 bilhões em perdas, mais do que todo o investimento em saúde. E 25% [da receita do ICMS] é transferido para os municípios, eles também serão duramente afetados. Valor: Alguns Estados conseguiram liminares no STF para compensar as perdas com o ICMS. Como ficou a situação de Goiás? Caiado: Ninguém aguenta viver com liminar, eu sofri [com liminares] até fazer o regime de recuperação fiscal [em dezembro de 2021]. Nós precisamos é de segurança jurídica. Quem vai repor as minhas perdas, eu vou receber R$ 6 bilhões de quem? Pela primeira vez o orçamento do Estado foi rompido no meio do ano, e tiraram dele as fontes de arrecadação. Isso pelo apoio eleitoral, pelo medo da oscilação do preço do combustível. Já acabou a eleição, é hora de distensionar. Vamos dar continuidade ao que o povo nos credenciou” Valor: O que o governo federal deveria ter feito? Caiado: Teria que criar mecanismos que possam regular [o preço dos combustíveis], e não repassar isso aos governadores. Nós sempre tivemos aumento de arrecadação, e de repente passamos para o negativo. Não tem como repor aquilo que planejamos de gastos no orçamento. Valor: O imposto sobre o agronegócio que o senhor conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa compensará parte das perdas de Goiás com o ICMS? Caiado: Não é um imposto, é uma contribuição, e ela não é obrigatória, é facultativa. Os produtores que quiserem abrir mão dos incentivos fiscais que recebem não precisarão pagá-la. Valor: Qual será o destino desses recursos? Caiado: Vão para um fundo de investimento ligado à Secretaria de Infraestrutura, dentro de um programa de pavimentação de rodovias e pontes em Goiás. A contribuição retorna para o setor: quando eu asfalto uma rodovia, eu valorizo a propriedade rural do cidadão. Ele tem um benefício direto porque o custo de produção passa a ser menor. Ao invés de ele ter dificuldade de acesso com atoleiros, ele passa a ter acesso de qualidade para plantar e colher. Valor: Como os produtores terão certeza da correta destinação desses recursos? Caiado: Tem uma comissão que presta contas de 30 em 30 dias dos gastos nas rodovias e pontes que estão sendo construídos. Valor: Houve resistência do segmento a essa nova cobrança. Um grupo de produtores invadiu o plenário da Assembleia Legislativa no dia da votação. Issonão prejudica sua popularidade no começo do novo mandato? Caiado: O que ocorreu não foi uma reação do produtor rural goiano. Aqueles [invasores] são representantes das grandes “tradings”. Como tem a Lei Kandir, eles não deixam nada em Goiás porque são isentos [de impostos]. Eles compram o produto aqui, não abrem uma vaga de emprego, destroem nossas rodovias com carretas superlotadas, e vão embora. Isso não pode transmitir o que representa o produtor rural de Goiás, aquela cena [de invasão] não reflete a imagem do nosso produtor. Valor: Não tinha outra alternativa a essa contribuição? Caiado: O Estado não consegue dar continuidade a essas obras por causa da perda substantiva na arrecadação. Não posso direcionar minha arrecadação para construir rodovia, enquanto não tenho dinheiro para atender saúde, educação e os programas sociais. Valor: O senhor fez oposição assertiva ao presidente eleito Lula no passado quando estava no Congresso. Como será sua relação com ele à frente do Palácio do Planalto? Caiado: Quem estará falando serão duas pessoas, onde uma é o presidente da República e a outra é o governador de Estado. O Ronaldo Caiado representa o Estado e cumprirá toda a liturgia do cargo de governador de Goiás. Eu não estarei discutindo ideologia, vou discutir o que é parcela de Goiás em cada uma das áreas, com conhecimento de causa e com propostas compatíveis. Quando fui eleito em 2018, tive o apoio de 14 prefeitos. Agora fui eleito com 234 prefeitos de 246 municípios, e nunca agi como governador para apoiar somente os 14 iniciais. Ali não cabe a ingerência do governador na opinião da população, tenho que respeitar o resultado das urnas. Valor: Qual será a posição do União Brasil em relação ao futuro governo Lula? Caiado: Tem que guardar posição de independência, tem que se manter dentro daquilo que o qualifique como um partido composto por homens e mulheres preparados, que deram bom exemplo à frente de mandatos. É um partido que tem peso, consistência política, não oscila de acordo com o vento. Não precisa dessa corrida para abraçar o governo, ou radicalizar. O momento é de buscar independência e ponderação porque a política está por demais polarizada. Valor: Essa polarização não arrefeceu após a eleição. Há protestos na frente de quartéis, bloqueios em rodovias. Qual a solução para isso? Caiado: Se não tivermos muita habilidade, podemos expor o Brasil a uma guerra de secessão, aquilo que os americanos viviam [no século XIX]: o sul contra o norte, quem defendia, ou não, a abolição, e aí começaram a se matar uns aos outros. O Brasil está chegando num clima muito hostil, as pessoas têm que saber que na democracia, não é a vontade de um ou outro que tem que prevalecer. Ou se respeita as instituições, ou teremos um processo de desobediência civil. Valor: Qual deve ser a postura do presidente e dos governadores eleitos neste cenário de radicalização? Caiado: O governo agora tem que mostrar transparência e ações concretas para chegar ao cidadão. É hora de termos bom senso, cada um defende suas teses, mas dentro do equilíbrio, dentro do racional, dentro do argumento e da capacidade de convencimento. Valor: Mas uma parcela dos eleitores do presidente Jair Bolsonaro não aceita o resultado do pleito e não quer encerrar os protestos. Caiado: Já acabou a eleição, é hora de distensionar. Vamos dar continuidade ao que o povo nos credenciou. As pessoas precisam entender que o momento eleitoral finalizou, não dá pra ficar toda hora ressuscitando esse assunto. A pauta é o cidadão que está sem comer, sem emprego, sem qualificação para ter uma profissão. Valor: O senhor é a favor da PEC da Transição que o governo Lula quer aprovar? Caiado: A pergunta que eu fiz [às lideranças do União Brasil no Congresso] foi uma só: o governo federal pode tirar arrecadação dos governadores, pode romper o teto fiscal. E os Estados? Se eu romper o teto aqui, vou tomar uma multa de mais de R$ 2 bilhões. Então, o que é isso, que mordomia é essa? Valor: O que o senhor defendeu sobre esse assunto junto ao seu partido? Caiado: O que eu espero dos senadores e dos deputados é que eles enxerguem que aquilo que eles praticaram em julho [ao impor um teto ao ICMS], sob pressão da União, onde governadores foram demonizados como responsáveis pelo aumento de combustíveis e de energia, é que agora voltem ao bom senso. Como eles são representantes dos Estados e da população, que eles tenham equilíbrio, e possam dar segurança jurídica e viabilidade aos Estados. Valor: O senhor pleiteia reciprocidade aos Estados na excepcionalização de gastos do teto fiscal? Caiado: Nós somos os mais penalizados, fomos nós que pagamos a conta. O que se espera agora é um tratamento igualitário. Não pode ser um tratamento que seja diferente para Estados e municípios, e seja exceção para a União. Valor: Essa proposta de tratamento igualitário para Estados e municípios entrará no relatório do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que deverá ser o relator da PEC na CCJ? Caiado: Como o relator deverá ser o senador Davi Alcolumbre, que é do nosso partido, é óbvio que, nessa condição, na primeira discussão que tivemos sobre esse assunto, eu pautei essa questão. E também vou levar essa posição à reunião dos governadores com o Supremo. Valor: Goiás aderiu ao regime de recuperação fiscal do governo federal no final de 2021. O que mudou depois disso nas contas do Estado? Caiado: Nós passamos a fazer investimentos, asfaltar rodovias, regionalizar a saúde, reformar escolas. A evasão escolar no ensino médio era alta e agora tem [a bolsa de] R$ 110 para cada aluno. Temos o programa de auxílio moradia, com a construção de casas a custo zero no interior. Foi uma transformação no Estado em relação a tudo, Goiás era referência em escândalos de corrupção e nós fomos o governo contra o qual não teve nenhuma denúncia. Estamos em dia com os precatórios, nunca atrasamos a folha de pagamento depois que a regularizamos a partir de agosto de 2019. Fonte: Valor

  • Indústria corta custos, poupa energia e faz reparos a distância

    28/11/2022 Indústrias de diversos setores estão investindo em inteligência artificial para melhorar processos fabris e aumentar a produtividade. Um benefício adicional da tecnologia é viabilizar avanços nas metas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), cada vez mais valorizadas pelos investidores. Sistemas automatizados que “aprendem” com o uso podem aumentar a eficiência energética, reduzir a emissão de gases do efeito-estufa, economizar água e dar mais segurança aos trabalhadores, além de ajudar na “previsão do futuro”, ao anteciparem a ocorrência de falhas nas máquinas e equipamentos. “Queremos parar de olhar pelo retrovisor e olhar para a frente”, diz o gerente do programa de transformação digital para operações da Nestlé Brasil, Gustavo Moura. “Conseguimos fazer isso com sensores que identificam tendências e padrões, e com pessoas habilitadas para obter informações relevantes a partir do conjunto de dados”. A multinacional suíça de alimentos reduziu em 60% o consumo de gás natural na fábrica de biscoitos de Marília (SP), ao analisar a configuração ideal de funcionamento do forno. Um modelo matemático indica quando é melhor desligá-lo ou mantê-lo em hibernação com consumo mínimo. A Nestlé tinha uma dificuldade recorrente na sua linha de leite em pó, em especial nos dias úmidos: o entupimento na torre de secagem do produto, que demandava paradas não-planejadas de até cinco horas para manutenção. O problema foi resolvido com a adoção de um sistema digital que monitora temperatura, pressão e diferencial de pressão. Ele dispara um alerta com até 15 minutos de antecedência, dando condições ao operador para mudar os parâmetros. “Temos mais de 500 sensores instalados em diferentes máquinas, e em alguns casos recebemos alertas com dois dias de antecedência”, conta Moura. Com mais de 600 mil veículos conectados no mundo e 63 mil no Brasil, a Scania aposta na sensorização da frota e na oferta de serviços inteligentes para o transporte de cargas. “Desde 2016, os veículos já saem de fábrica com o módulo de conectividade instalado”, diz o diretor de serviços da Scania Brasil, Marcelo Montanha. A empresa estima que, em três anos de operação, os caminhões da nova geração já deixaram de emitir 1 milhão de toneladas de CO2, em parte como resultado do acompanhamento do desempenho dos motoristas. “As ferramentas de gestão inteligente fizeram a disponibilidade dos veículos crescer dois pontos percentuais, passando de 96% para 98%, além de reduzir em 20% o consumo de combustível”, relata o executivo. Muitos clientes da empresa usam o software de monitoramento da frota Scania FIT para premiar os motoristas que apresentam melhor desempenho. Na nova linha de caminhões P8/Euro6, que chegam ao mercado em 2023, a conectividade viabiliza o programa de manutenção em intervalos flexíveis, que resulta na redução de até 25% nos custos de reparação e manutenção preventiva, segundo a empresa. A indústria de celulose Veracel, localizada no sul da Bahia, usa inteligência artificial para consolidar o conceito de estabilização da fábrica, isto é, a previsibilidade das operações. “A ideia é evitar surpresas de todas as formas”, resume o diretor industrial Ari Medeiros. Há um ano a empresa criou uma sala de confiabilidade para centralizar a gestão das informações captadas por 1,2 mil sensores de vibração e temperatura em toda a planta. “Preenchemos essa sala com competência humana, que garante o planejamento e a gestão adequados”, completa. Um software de manutenção prescritiva utilizado pela empresa consegue predizer falhas de equipamentos com até seis semanas de antecedência. Desde abril, a União Química usa dispositivos portáteis de realidade aumentada para que especialistas orientem remotamente o reparo de equipamentos. Os óculos aumentam a eficiência operacional, a segurança e a assertividade, avalia o diretor de TI Guilhermo Fragelli. “Antes, era preciso deslocar técnicos de outras unidades, muitas vezes de outros Estados, ou tirar fotos e descrever processos de reparo”, diz. “Hoje realizamos o trabalho remotamente, com agilidade e em tempo real”. A tecnologia já é utilizada em três fábricas e o objetivo da farmacêutica é implantá-la em suas dez unidades até o fim de 2023. O uso da realidade aumentada também está associado à impressão 3D, que há dois anos tem sido empregada pela União Química para produzir nove tipos de peças para diversas máquinas. A empresa também faz manutenção preditiva por meio de softwares de IA. Fonte: Valor

  • Prognósticos Econômicos e Políticos para 2023 com Willian Waack

    29/11/2022 O jornalista Willian Waack esteve em Goiânia na última sexta-feira, 25, para ministrar a palestra “Prognósticos Econômicos e Políticos para 2023”. A ação foi promovida pelas advogadas Ludmila Ribeiro e Sarah Ferreira em lançamento do escritório Rocha Ribeiro e Ferreira, fruto da fusão de duas outras firmas de advocacia já existentes no cenário goiano. O diretor executivo da AdialLog, Eduardo Alves, acompanhou a palestra junto de líderes empresariais, presidentes de entidades e jornalistas goianos. A palestra Para o diretor executivo da AdialLog, a palestra foi uma aula de economia e geopolítica. “Waack pontuou fortemente as incertezas das formações ministeriais do próximo governo federal, em especial o do Ministério da Fazenda. Ainda pontuou que na cabeça do presidente eleito, Lula, o país é o mesmo de 2002. A Câmera não será um empecilho, mas sim, as ruas”, afirma. Eduardo ainda questionou o jornalista sobre a reforma tributária. “Ele afirmou que é muito difícil sair do papel, já que é necessária a conversa entre todos os Estado para a formação do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR)”, explica. Fotos: Vanubia Correia

  • Adial no Feirão do Emprego em Anápolis

    01/12/2022 Com a expectativa de oferecer mais de 5 mil vagas de empregos, começa na próxima quarta-feira (7/12), no Centro de Convenções de Anápolis, o 2ª Feirão do Emprego. O evento é realizado pela Secretária da Retomada, em parceira com a Adial. O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, orienta as empresas associadas a informarem as vagas existentes para a Secretaria da Retomada, que irá incluir no cadastro sem custos. Além da oferta das vagas de emprego, o Feirão irá oferecer outros serviços. Haverá inscrições em cursos gratuitos, emissão de segunda via de documentos, como RG, certidão de nascimento, casamento, e carteirinha do autista e do idoso. Serviço 2º Feirão do Emprego Cotec Anápolis Data: 7 e 8 de dezembro Horário: 8h às 18h Local: Centro de Convenções de Anápolis

  • Adial participa da posse da nova diretoria da Fecomércio

    01/12/2022 O diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participou ontem, 30/11, na Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), da posse da diretoria eleita para o quadriênio 2022-2026 da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO). O empresário Marcelo Baiocchi foi reeleito em maio deste ano, com unanimidade de votos. O evento teve a participação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Para o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo, o fortalecimento do Fórum das Entidades Empresariais de Goiás ao lado do governo estadual é de suma importância, já que permite a evolução das entidades e das empresas goianas.

  • Empresas associadas vencem o ‘Prêmio Melhores do Agronegócio’, da Globo Rural

    01/12/2022 Cinco associadas da Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) foram campeãs no 18ª edição do “Prêmio Melhores do Agronegócio”, da revista Globo Rural – São Salvador, Camil Alimentos, JBS, os Laticínios Bela Vista e Cargill. As vencedoras foram anunciadas na noite de quarta-feira, 30, em evento realizado na capital paulista, que contou com a presença de empresários, executivos, produtores rurais e autoridades. Os resultados foram dimensionados a partir de avaliação da Serasa Experian, que fez a análise dos dados das mais de 600 empresas ligadas ao setor produtivo – do campo ao varejo, passando por indústrias e serviços. As avaliações levaram em conta resultados financeiros, com peso de 70% na nota final, e ações socioambientais (30%). A São Salvador foi a grande vencedora na categoria “aves”, já a Camil Alimentos na “alimentos e bebidas” e a JBS na categoria “indústria de carne bovina”. Os Laticínios Bela Vista (Piracanjuba) em “laticínios” e a Cargill em “indústria de óleos”. De acordo com informações do novo “Anuário do Agronegócio” da Globo Rural, no total, a receita líquida conjunta das 500 maiores empresas do agronegócio brasileiro alcançou a marca recorde de R$ 1,393 trilhão no ano passado, 21,7% a mais do que o total registrado em 2020.

  • FCO: Migração de contratos para taxa pré-fixada termina em dezembro

    01/12/2022 O prazo para as empresas migrarem do FCO empresarial para taxa pré-fixada termina no dia 31 de dezembro de 2022. As empresas associadas interessadas na mudança devem se ater na data limite e não deixarem para a última hora. A possibilidade de migrar para taxa pré-fixada beneficia empresas dos setores da indústria, comércio, serviços e turismo, que tinham apenas contratos liberados com taxas pós-fixadas e com juros superiores, inviabilizando a competitividade do uso do fundo para investimentos. A decisão atende aos termos da Resolução 5.013/22, do Banco Central.

  • Adial participa da reunião do FCO na Fecomércio

    26/01/2023 A Adial participou na manhã desta quinta-feira, 26, da reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento da Câmara Deliberativa do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste ( FCO) realizada na Fecomércio. No encontro foram aprovadas as cartas consultas de financiamentos para o setor rural e empresarial. O primeiro se destacou na liberação de crédito de aproximadamente R$ 160 milhões, já o empresarial chegou na casa dos R$ 120 milhões. A Adial destaca a importância de aumento de créditos para o setor industrial com o objetivo de fortalecer o setor e o Estado. A entidade foi representada pelo assessor executivo, João Paulo Nogueira Oliveira.

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