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- Instrução Normativa cria o código de recolhimento do Fundeinfra
24/01/2023 Publicada no DOE, de 23 de janeiro, a Instrução Normativa nº 1545/23-GSE que altera a Instrução Normativa nº 761/05-GSF, que dispõe sobre o Sistema de Arrecadação das Receitas Estaduais, e revoga dispositivo da Instrução Normativa nº 1543/23-GSE, de 06 de janeiro de 2023, que dispõe sobre o recolhimento da contribuição ao Fundo Estadual de Infraestrutura – FUNDEINFRA.
- Artigo – Sucessão: responsabilidade dos patriarcas
26/01/2023 “A sucessão dos fundadores é provavelmente o maior desafio na continuidade das empresas” Quem é o grande culpado das dificuldades de sucessão vivida pela maioria das empresas familiares? Se você pensou nos herdeiros, errou. A minha experiência de mais de quinze anos em reorganização deste tipo de empresa indica que quase sempre o maior problema é uma falha do fundador, que não preparou a empresa para sua substituição. Uma empresa normalmente surge a partir do empenho de um visionário. Ele percebe uma oportunidade de mercado e, movido por necessidade ou ambição, decide explorá-la. Para isto amealha recursos e poupanças, e convence pessoas (funcionários, clientes, fornecedores) sobre o interesse do negócio. Com isto, promove um círculo virtuoso de crescimento; um conjunto dinâmico de recursos, pessoas e oportunidades orientados pela liderança do empreendedor. Mas o fundador não é uma pessoa qualquer. É alguém com um conjunto de atributos – como, motivação, ambição, capacidade de liderança – capaz de desenvolver um complexo processo decisório – o que inclui visão, deliberação e ação. Portanto, a sua missão está além da própria pessoa. Passa por um conjunto de colaboradores dedicados e demais interessados no seu sucesso empresarial: clientes, distribuidores, fornecedores, provedores de serviços, entre outros. Assim, quanto maior for o seu êxito, mais complexo será este conjunto. E, paradoxalmente, mais difícil será a transição de lideranças no momento da sucessão. Qual o motivo? Os fundadores, ao enfrentar esta questão, única em suas histórias empresariais, cometem três equívocos: subestimam suas capacidades, encaram a sucessão como uma continuidade do modelo atual e priorizam o curto prazo. Vejamos cada um destes fatores. 1º – O fundador subestima sua capacidade – acostumado a decidir, neste caso também usa a intuição. Como considera “normal” o que realizou – criar um empreendimento de sucesso – assume que os sucessores, também pessoas normais como ele, darão continuidade às suas realizações. 2º – O fundador encara a sucessão como continuidade do modelo atual – na realidade, a empresa que ele criou é um conjunto complexo de relacionamentos que se reúnem em volta da sua figura. Por isto, as estruturas são pouco formalizadas. A estrutura organizacional tende a ser sistematicamente desrespeitada, em nome das necessidades do dia a dia. Como se constituem em arranjos pessoais formados ao longo dos anos, quando o fundador é substituído estas estruturas deixam de funcionar com a mesma qualidade. 3º – O fundador prioriza o curto prazo – a criação de uma nova organização é custosa, toma tempo, e exige mudanças de comportamentos. Ao invés de buscar sistemas formais de controle, com as separações das tarefas de executar e controlar, o fundador acha mais barato uma organização mais informal e baseada em “pessoas de confiança”. No entanto, a profissionalização é a única forma de promover a sucessão e garantir a continuidade da empresa. Por isto, deveria caber ao fundador ser também o artífice de um novo modelo, e com isto assegurar a continuidade de seu legado. Qual a melhor hora de uma empresa familiar preparar-se para o futuro? Antes de responder, vou contar uma história. Uma reorganização da qual participei era sucesso nas mãos do fundador. Empreendedor carismático, ele começou do nada até montar uma indústria respeitada. Uma súbita doença o levou à morte prematura, sem deixar uma sucessão definida. Às pressas a família contratou um executivo profissional que em dois anos levou a empresa a sérias dificuldades financeiras. Ou seja: a organização não havia se preparado para uma gestão nos moldes que o executivo sabia imprimir, nem os sócios estavam prontos para exercer o papel de acionistas. Por este e outros casos semelhantes, a melhor resposta sobre o momento certo para começar é: agora! Roberto Lima, Sócio – Diretor de MAGNO CONSULTORES EMPRESARIAIS, é consultor especializado em reestruturação de empresas.
- Ciclo de capacitações, fruto da parceria com a Adial Talentos, começa em 2023
24/01/2023 Iniciado nesta última terça-feira, 24 de janeiro, o ciclo de cursos da parceria da Adial Talentos com o a Secretaria da Retomada. As aulas da primeira turma são ministradas no Cotec Sebastião Siqueira, no Parque Amazônia, em Goiânia. Ao todo, 29 profissionais de diferentes empresas, como Creme Mel, Sallo Confecções, Volga, Cepalgo, Disbral participaram.
- Adial marca presença em lançamento da NFSe da prefeitura de Goiânia
20/01/2023 A Adial participou do lançamento da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFSe) da Prefeitura de Goiânia, na última quinta-feira,19. O assessor executivo da entidade, João Paulo Nogueira, estava presente e confirmou que a novidade representa um importante avanço para diminuir a sonegação e, consequentemente, desenvolver mais justiça fiscal. A NFSe é uma plataforma que simplifica as obrigações tributárias e auxilia na cobrança e fiscalização do ISSQN(Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza). A nota agora pode ser emitida via Web ou App. O sistema representa economia, uma vez que reduz os custos administrativos com a adaptação a sistemas municipais.
- Ciclo de capacitações, fruto da parceria com a Adial Talentos, começa em 2023
24/01/2023 Iniciado nesta última terça-feira, 24 de janeiro, o ciclo de cursos da parceria da Adial Talentos com o a Secretaria da Retomada. As aulas da primeira turma são ministradas no Cotec Sebastião Siqueira, no Parque Amazônia, em Goiânia. Ao todo, 29 profissionais de diferentes empresas, como Creme Mel, Sallo Confecções, Volga, Cepalgo, Disbral participaram.
- Laticínios Bela Vista se transforma em S.A.
25/01/2023 A empresa goiana conta com 3,5 mil colaboradores diretos, sete unidades fabris em vários Estados e 12 postos de resfriamento O Laticínios Bela Vista deixa de ser uma sociedade limitada (LTDA) para se transformar em sociedade anônima (S.A.), de capital fechado. A nova estrutura societária da empresa, dona da marca Piracanjuba e uma das três maiores indústrias de lácteos do País, foi comunicada nesta quarta-feira (25/1) ao mercado. “A mudança faz parte do processo de estruturação e profissionalização da companhia. Está em constante expansão, em prol do fortalecimento das ações de governança corporativa e valorização do potencial humano”, esclarece a empresa. Conforme o comunicado, a alteração não acarretará nenhuma mudança na atual estrutura societária, nem na operação, e se torna um marco importante para o futuro da organização. Atualmente, a empresa goiana conta com 3,5 mil colaboradores diretos, sete unidades fabris em vários Estados e 12 postos de resfriamento. Capacidade O Laticínios Bela Vista opera com capacidade produtiva de 6 milhões de litros de leite por dia. Possui um portfólio com mais de 180 produtos, distribuídos nas marcas Piracanjuba, Pirakids, LeitBom, ChocoBom e MeuBom. Mantém duas parcerias de licenciamento: Blue Diamond (maior produtora de amêndoas do mundo) para a produção das bebidas Almond Breeze para o Brasil e alguns países da América do Sul; e a Nestlé, para produção e comercialização dos leites UHT Ninho e Molico, para o território nacional. As sete fábricas estão em Bela Vista de Goiás (GO), Governador Valadares (MG), Maravilha (SC), Sulina (PR), Araraquara (SP), Três Rios (RJ) e Carazinho (RS). Já os 12 postos de resfriamento estão sediados em diferentes localidades. (Empreender em Goiás)
- Artigo – Sucessão: responsabilidade dos patriarcas
26/01/2023 “A sucessão dos fundadores é provavelmente o maior desafio na continuidade das empresas” Quem é o grande culpado das dificuldades de sucessão vivida pela maioria das empresas familiares? Se você pensou nos herdeiros, errou. A minha experiência de mais de quinze anos em reorganização deste tipo de empresa indica que quase sempre o maior problema é uma falha do fundador, que não preparou a empresa para sua substituição. Uma empresa normalmente surge a partir do empenho de um visionário. Ele percebe uma oportunidade de mercado e, movido por necessidade ou ambição, decide explorá-la. Para isto amealha recursos e poupanças, e convence pessoas (funcionários, clientes, fornecedores) sobre o interesse do negócio. Com isto, promove um círculo virtuoso de crescimento; um conjunto dinâmico de recursos, pessoas e oportunidades orientados pela liderança do empreendedor. Mas o fundador não é uma pessoa qualquer. É alguém com um conjunto de atributos – como, motivação, ambição, capacidade de liderança – capaz de desenvolver um complexo processo decisório – o que inclui visão, deliberação e ação. Portanto, a sua missão está além da própria pessoa. Passa por um conjunto de colaboradores dedicados e demais interessados no seu sucesso empresarial: clientes, distribuidores, fornecedores, provedores de serviços, entre outros. Assim, quanto maior for o seu êxito, mais complexo será este conjunto. E, paradoxalmente, mais difícil será a transição de lideranças no momento da sucessão. Qual o motivo? Os fundadores, ao enfrentar esta questão, única em suas histórias empresariais, cometem três equívocos: subestimam suas capacidades, encaram a sucessão como uma continuidade do modelo atual e priorizam o curto prazo. Vejamos cada um destes fatores. 1º – O fundador subestima sua capacidade – acostumado a decidir, neste caso também usa a intuição. Como considera “normal” o que realizou – criar um empreendimento de sucesso – assume que os sucessores, também pessoas normais como ele, darão continuidade às suas realizações. 2º – O fundador encara a sucessão como continuidade do modelo atual – na realidade, a empresa que ele criou é um conjunto complexo de relacionamentos que se reúnem em volta da sua figura. Por isto, as estruturas são pouco formalizadas. A estrutura organizacional tende a ser sistematicamente desrespeitada, em nome das necessidades do dia a dia. Como se constituem em arranjos pessoais formados ao longo dos anos, quando o fundador é substituído estas estruturas deixam de funcionar com a mesma qualidade. 3º – O fundador prioriza o curto prazo – a criação de uma nova organização é custosa, toma tempo, e exige mudanças de comportamentos. Ao invés de buscar sistemas formais de controle, com as separações das tarefas de executar e controlar, o fundador acha mais barato uma organização mais informal e baseada em “pessoas de confiança”. No entanto, a profissionalização é a única forma de promover a sucessão e garantir a continuidade da empresa. Por isto, deveria caber ao fundador ser também o artífice de um novo modelo, e com isto assegurar a continuidade de seu legado. Qual a melhor hora de uma empresa familiar preparar-se para o futuro? Antes de responder, vou contar uma história. Uma reorganização da qual participei era sucesso nas mãos do fundador. Empreendedor carismático, ele começou do nada até montar uma indústria respeitada. Uma súbita doença o levou à morte prematura, sem deixar uma sucessão definida. Às pressas a família contratou um executivo profissional que em dois anos levou a empresa a sérias dificuldades financeiras. Ou seja: a organização não havia se preparado para uma gestão nos moldes que o executivo sabia imprimir, nem os sócios estavam prontos para exercer o papel de acionistas. Por este e outros casos semelhantes, a melhor resposta sobre o momento certo para começar é: agora! Roberto Lima, Sócio – Diretor de MAGNO CONSULTORES EMPRESARIAIS, é consultor especializado em reestruturação de empresas.
- Indústria brasileira precisa urgentemente retomar seu protagonismo, diz Alckmin
05/01/2023 O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quarta- feira, 4, em cerimônia no Palácio do Planalto, que a indústria brasileira precisa urgentemente retomar o protagonismo na economia e expandir a participação no Produto Interno Bruto (PIB). Segundo ele, a reindustrialização é essencial para o desenvolvimento sustentável, sob o prisma da justiça social que a legitima. “As mudanças climáticas, o pós-covid e guerra na Europa indicam a necessidade de uma política de reindustrialização com participação do setor produtivo, da academia, da sociedade e do setor externo. É imperativo a redução de emissão dos gases estufa e apoio ao baixo carbono, privilegiando energias limpas. O Brasil será o grande protagonista do processo de descarbonização da economia mundial”, disse Alckmin. Ele ainda declarou que o investimento tecnologias para integrar o Brasil cadeias globais de valor indústria é essencial. Segundo ele, para cada R$ 1 investido na indústria. a economia ganha 2.43 vezes mais, com impactos positivos em todos os setores da economia. “Vamos trabalhar pelo emprego. pela distribuição de renda, em apoio a Indústria, o comércio e o setor de serviços. É urgente a reversão da desindustrialização precoce no prazo, que reclama uma clara politica de competitividade industrial contemporânea”. disse. O vice-presidente também relembrou que a indústria corresponde a é 11% do PIB, mas aporta 69% de todo o investimento em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, o setor responde por 29.5% da arrecadação, três vezes o seu peso na economia. “O Brasil não pode prescindir da indústria para alavancar o crescimento e se desenvolver socialmente. Ou retoma a agenda do desenvolvimento industrial ou O País não retomará o caminho do crescimento sustentável”, afirmou. Projetos e programas Alckmin disse ainda que os projetos para o desenvolvimento da indústria no País terão de contar com a participação do setor para serem eficazes. Ele afirmou também que haverá uma sinergia de atuação de sua pasta com os ministérios da Ciência e Tecnologia e das Relações Exteriores. “Não haverá projetos eficazes que sejam elaborados à revelia do setor produtivo e da sociedade civil”, comentou. Ele afirmou ainda que na terça, esteve com o atual presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, e saudou o futuro presidente da entidade, Ricardo Alban, presente ao evento. O vice e também ministro disse que o desenvolvimento industrial tem relação próxima com as políticas de inovação, desenvolvimento de tecnologia e comércio exterior. “Vamos achar sinergias nessas frentes, sempre poderemos contar com o apoio da ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, e do chanceler Mauro Vieira, afirmou. No discurso, Alckmin lamentou a queda da participação da indústria de transformação no PIB brasileiro desde a década de 1980, quando chegou a 20%. “Salvo períodos do governo Lula, o que se viu nos últimos anos foi seu encolhimento, chegando a 11.3% em 2021”, afirmou ele, comparando a indústria brasileira com a dos Estados Unidos, que dobrou de tamanho no mesmo período; a do mundo, que aumentou em dez vezes; e da China, com crescimento de 47 vezes. “A desindustrialização é precoce e grave, joga contra o presente o compromete o futuro”, disse o vice e ministro. “O presidente Lula pede com urgência uma política moderna de desenvolvimento da indústria, que parte do diagnóstico correto, seja bem desenhada e seja implantada corretamente, com avaliação apropriada com métricas e mecanismos para medir resultados, que seja continuada no tempo, porque tem se processo de maturação”, afirmou. E complementou: “Como sabemos, a imprevisibilidade e a descontinuidade dos instrumentos de apoio contribuem para insucesso de políticas em várias áreas.” Conciliação entre o Estado e o setor privado O vice-presidente e ministro destacou também que a conciliação entre o Estado e o setor privado serà o fator que integrará o País. Ele disse que o novo Ministério terá transparência e previsibilidade. “O novo MDIC tem espaço para concepção de política voltada a fármacos. biotecnologia, nanotecnologia”, afirmou Alckmin. Segundo ele, o Brasil precisa se qualificar para um novo mundo do trabalho que está em surgimento. “O MDIC é moderno, forte e será eficiente”, emendou. Camex O vice e ministro disse que a incorporação da Câmara de Comércio Exterior (Camex) pela pasta vai facilitar a coordenação intragovernamental. O viés do Ministério, segundo Alckmin, será “ainda mais empresarial”. “O Brasil perdeu complexidade econômica”, prosseguiu. Alckmin disse que o cenário internacional serà desafiador neste ano, diante da perspectiva de desaceleração das economias globais. “A menor atividade econômica mundial deve proporcionar redução dos preços dos produtos exportados pelo Brasil. Da mesma forma as importações brasileiras no próximo ano estarão ocorrendo a preços também menores”, pontuou. Entretanto, o vice-presidente e titular do MDIC disse que os desafios de competitividade do País começam a ser superados. “Vamos buscar a abertura de novos mercados para bens e serviços. Fonte: UOL
- Adial realiza visita para futura associada
05/01/2023 O presidente executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, e o assessor executivo, João Paulo Nogueira, estiveram na tarde desta quinta-feira, 5/1, na sede da Meta Móveis Hospitalares, em Aparecida de Goiânia. A empresa é beneficiária do programa Produzir/Fomentar e comercializa os produtos para todo Estado. Em breve será mais uma das associadas Adial.
- Governo de Goiás publica três normas para o Fundeinfra
07/01/2023 Foram publicadas no Diário Oficial do Estado de Goiás, desta sexta-feira, 6/1, três Instruções Normativas referentes ao Fundeinfra. As informações podem ser acessadas nas páginas 13 e 14 da edição. Acesse aqui o Diário Oficial Instruções Normativas











