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  • Associadas são representadas na reunião do Produzir e Fomentar

    16/12/2022 A Adial foi representada na reunião do Produzir e Fomentar realizada na última quarta-feira, 14, realizada no Sistema Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, e o assessor executivo, João Paulo Nogueira, defenderam as pautas importantes apresentadas no encontro, além de acompanhar os processos do setor industrial, em especial das associadas.

  • Segunda parcela do 13º salário deve injetar R$ 112,9 bi na economia

    19/12/2022 Segundo pesquisa, 33% devem ser usados no comércio, 17% em serviços e 12% para poupança Segundo a pesquisa da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a segunda parcela do 13º deve injetar mais de R$ 112 bilhões na economia brasileira. O estudo mostrou ainda que R$ 37,2 bilhões (33%) devem ser usados no comércio, R$ 19,6 bilhões (17%) em serviços e R$ 13,5 bilhões (12%) para poupança. Com cálculos que cruzam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com o nível de endividamento das famílias, a pesquisa mostra que o principal destino desta segunda parcela será o pagamento de dívidas, com R$ 42,7 bilhões, 38% do total projetado. Especialistas recomendam que antes de decidir o que fazer com o dinheiro, o ideal é que o consumidor análise sua situação financeira e estabeleça suas prioridades. Para eles, o 13º salário deve ser, primeiramente, utilizado para pagar dívidas atrasadas, empréstimos e investimentos. Edemilson Koji Motoda, diretor do Grupo KSL – empresa de crédito e cobrança que há mais de 20 anos no mercado utiliza do atendimento humanizado para finalizar seus acordos –, relata que os consumidores sempre procuram agendar seus acordos próximos ao recebimento do 13º salário. O empresário acredita na importância de haver uma reeducação financeira, mostrando para população os benefícios de quitar suas dívidas, evitando acúmulos de encargos e juros. “Dívida é ruim para qualquer pessoa, assim, quanto antes poder quitá-la é fundamental para organização e saúde financeira e o 13º é uma ótima oportunidade para colocar suas contas em dia”, finaliza. (Brasil Econômico)

  • Economia prorroga obrigatoriedade de informação do código de benefício fiscal na nota

    20/12/2022 Prevista para ser obrigatória em janeiro, a vigência da Tabela de Códigos de Benefícios Fiscais (cBenef) foi adiada para março de 2023. A mudança é para as empresas que gozem de qualquer benefício fiscal de ICMS e emitem Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). De acordo com o gerente de Informações Econômico-Fiscais (Gief), Luciano Pessoa, o decreto que formalizará o adiamento está previsto para ser publicado em janeiro. Com a mudança os contribuintes terão mais tempo para se prepararem. Tendo em vista que praticamente todas as empresas contam com algum tipo de benefício fiscal, a Secretaria da Economia já está executando o procedimento para que todas possam se adaptar a tempo. A “Tabela de Códigos de Benefícios Fiscais”, estabelecida pela Instrução Normativa 1.518/22-GSE, está disponível no site da Economia. Após o período de testes, em janeiro e fevereiro, a partir de 1º de março de 2023 as empresas do Estado de Goiás que forem emitir as notas estão obrigadas a preencher o campo cBenef com o respectivo código. Para acessar, basta entrar no site da Economia e, em seguida, clicar em “Documentos Fiscais” no campo esquerdo do site. Na sequência, clicar no banner “Códigos de Benefícios Fiscais”. Sanções: A inobservância da exigência do preenchimento do código cBenef, a partir de 1º de março, acarretará ao contribuinte fiscalização e a penalidades. É preciso estar atento à forma de preenchimento e garantir que o código utilizado esteja de acordo com a legislação para que não ocorra rejeição das notas fiscais em decorrência do preenchimento equivocado. Caso o campo não seja preenchido, haverá a rejeição da nota e a empresa ficará impedida de emitir o documento fiscal. Os benefícios fiscais são: Não Incidência (incluindo Imunidade), Isenção e Redução de Base de Cálculo. Fonte: Secretaria de Economia do Estado de Goiás

  • Leilão do GoiásFomento/ Programa Fomentar

    20/12/2022 Confira a publicação do Diário Oficial sobre o Leilão referente ao Programa Fomentar: Comunicamos aos interessados em geral, que nos dias 21 e 22 de dezembro de 2022, por meio do 48ºLEILÃO ADMINISTRATIVO, procederá a Liquidação Antecipada dos Saldos Devedores, relativos aos financiamentos apurados, junto a GOIASFOMENTO, até 30 de novembro de 2022, oriundos dos contratos de empréstimo firmados com as empresas beneficiárias do programa FOMENTAR (venda de títulos, art. 17, inc. II, alínea “d”, da Lei Federal no 8.666/93). As propostas deverão ser encaminhadas de forma eletrônica, pelo e-mail compras.sic@goias.gov.br, com cópia para luciano. dantas@goias.gov.br, nos termos do Decreto supramencionado, nas datas acima estipuladas e no limite do horário de expediente comercial. As mesmas deverão estar digitalizadas, de forma visível, contendo a assinatura do representante legal, com reconhecimento de firma ou por meio de certificado digital, devidamente documentada, e encaminhadas em 1 (uma) via cada, em arquivo único, na seguinte ordem: 1- PROPOSTA DE LIQUIDAÇÃO DO SALDO DEVEDOR; 2- OFÍCIO DE TRANSFERÊNCIA DA TITULARIDADE DA BOLSA GARANTIA; 3- DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO (DARE – COD. 175) PAGOS, quando houver; 4o – DOCUMENTOS DA EMPRESA E DO REPRESENTANTE LEGAL; As propostas serão avaliadas pela Comissão Permanente de Licitação e pela Comissão Supervisora, e só terão validade após o retorno do recebimento pela Comissão Permanente de Licitação. Informações complementares poderão ser obtidas através do fone: (62) 3201-5428. Diário oficial edital

  • PIB cresce 0,4% no terceiro trimestre, porém abaixo das expectativas de mercado

    02/12/2022 O PIB nacional cresce 0,4% frente ao trimestre anterior. Na comparação com igual período do ano passado houve crescimento de 3,6%. Os valores do PIB no 3º trimestre chegaram a R$ 2.543,6 bilhões. O crescimento veio abaixo das expectativas do mercado, que esperava um crescimento maior, algo em torno de 0,7% no trimestre e 3,7% no ano. Destaca-se que, no trimestre, a Agropecuária registrou queda de 0,9%, enquanto a Indústria cresceu 0,8% e os Serviços 1,1%. No ano, até o terceiro trimestre, houve crescimento de 3,2% em relação a igual período de 2021. A Indústria (1,3%) e os Serviços (4,4%) registraram variação positiva, enquanto a Agropecuária registrou variação negativa de 1,5%. No segmento industrial os resultados positivo ao longo do ano pertencem a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (9,9%) e a Construção (8,2%). De forma contrária, tiveram desempenho negativo as Indústrias extrativas (-2,8%) e as Indústrias de transformação (-0,8%). O setor de Serviços, na comparação deste trimestre com o anterior, destacou nos seguimentos de Informação e comunicação (+3,6%), desenvolvimento de software, internet, atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (+1,5%), Atividades imobiliárias (+1,4%) e outras atividades de serviços (+1,4%). Após três trimestre de alta, a agropecuária recua 0,9% no trimestre e, no acumulado do ano, o setor recuou 1,5%. Este resultado é explicado por queda de produtividade nas culturas, cabendo destaque aos intemperes da natureza. O PIB totalizou R$ 2,5 trilhões de julho a setembro de 2022. Como boa notícia, tem-se que a taxa de investimento no terceiro trimestre de 2022 foi de 19,6%, o que representa um aumento em relação àquela observada no mesmo período do ano anterior (19,4%). Texto: Cláudio Henrique Oliveira

  • Governadores são orientados a aumentar ICMS de 2023 para compensar perda de arrecadação

    06/12/2022 Comsefaz produz estudo para embasar governadores que buscam recuperar receita perdida com corte de alíquotas; quatro Estados já apresentaram projeto para elevar tributo – BRASÍLIA – Os governadores teriam que elevar em quatro pontos porcentuais, de 17,5% para 21,5%, a alíquota média padrão do ICMS, a partir de 2023, para compensar a perda de arrecadação com a desoneração dos combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. É o que mostrou resultado de pesquisa feita pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), obtida pelo Estadão. Quatro Estados – Pará, Piauí, Paraná e Sergipe – já encaminharam às assembleias legislativas proposta de aumento dos impostos e devem ser seguidos por outros. A cobrança do ICMS desses três itens, que correspondiam a cerca de 30% da arrecadação total dos Estados, caiu este ano pelo Congresso para reduzir os preços, e a inflação, antes da eleição. Acabou se transformou numa dor de cabeça para os governadores que já sentem a perda de receitas. O comitê está recomendando aos Estados que façam o ajuste para neutralizar o impacto das medidas que minaram a verba para políticas públicas, como saúde e educação. “A alteração em curso por alguns Estados já era esperada. Juristas como Heleno Torres e o tributarista Eduardo Fleury já previam a mudança para não haver perdas de recursos no financiamento dos serviços públicos”, diz o diretor institucional do Comsefaz, André Horta. A pesquisa do Comsefaz foi feita para subsidiar os novos governadores e os reeleitos na decisão sobre a programação financeira a partir de 2023. Hoje, a alíquota padrão, chamada no jargão tributário de modal, varia nos Estados entre 17% e 18%. A alíquota padrão responde por um terço de todo o faturamento dos Estados com o ICMS no ano. A elevação da alíquota poderia proporcionar R$ 33,5 bilhões e neutralizar a perda de arrecadação no grupo de Estados que responderam à pesquisa do Comsefaz. O Estado de Goiás, por exemplo, teria que elevar a alíquota modal de 17% para 24,2% – o maior movimento de acordo com a pesquisa que avaliou 17 Estados e o Distrito Federal. Dois outros Estados responderam a pesquisa, mas as informações estavam incompletas. O Estado de São Paulo prometeu repassar os dados em breve. Se Paulo Guedes assumir a Fazenda paulista depois da sondagem pode criar embaraço porque o ministro da Economia foi um dos que mais defenderam as medidas para redução do tributo estadual. Para entrar em vigor no ano que vem, a nova alíquota padrão do ICMS para reequilibrar as contas dos governadores tem que ser proposta ainda em 2022, atendendo ao princípio da anterioridade tributária. “Se as assembleias não aprovarem este ano, não se aplica a mudança em 2023. Só em 2024′′, alerta o estudo. O diretor explica que a elevação das alíquotas seria para manter a mesma carga tributária antes das mudanças aprovadas pelo Congresso. Ele explica que a alíquota modal é cobrada de forma heterogênea entre os Estados. Na sua avaliação, há outras formas de reorganizar as finanças, mas o estudo calculou a mais “intuitiva e célere”. E entre as alternativas ao aumento do imposto, está a reestruturação das receitas via a redução dos benefícios de setores econômicos. Horta chama atenção para o fato de que dois terços da arrecadação do ICMS Estados não são provenientes da aplicação da alíquota modal. “Os governos estão entrando com as propostas para recuperar o mesmo nível de receita”, disse Horta. Ele lembra que a decisão sobre o acordo que está sendo costurado no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a compensação de perdas com o teto nos serviços e bens “essenciais” foi adiada, na semana passada, por 120 dias. Fonte: Estadão

  • Adial participa da última reunião de 2022 do Coinfra

    07/12/2022 O presidente -executivo da Adial, Edwal Portilho e o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participaram na última terça-feira, 06, de um almoço de confraternização do Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra) da Federação Das Indústrias do Estado De Goiás (Fieg). Eles foram recepcionados pelo presidente do Coinfra, o empresário Célio Eustáquio de Moura. A reunião também foi a última do colegiado de 2022 e fez um balanço das atividades desenvolvidas.

  • Publicadas as leis do Fundeinfra e Taxação Agro

    07/12/2022 O Governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado, sancionou a lei Nº 21.670 que institui o Fundo Estadual de Infraestrutura – FUNDEINFRA, para captar recursos financeiros destinados ao desenvolvimento do Estado de Goiás. Também foi sancionada a lei Nº 21.671 referente à Taxação Agro. Acesse na íntegra: Lei: Nº 21.670 Lei: Nº 21.671

  • Webinar Logística Reversa na próxima terça-feira (13)

    07/12/2022 O advogado especializado em Direito do Ambiente e Direito dos Resíduos, Fabricio Soler, é o palestrante do Webinar Logística Reversa, promovido pela Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás (Sindifargo) e Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), na próxima terça-feira, 13, entre as 8h30 e 10h30. A discussão pelo Zoom terá a apresentação de sugestões para a Consulta Pública da minuta do decreto que define diretrizes a implementação do Sistema de Logística Reversa de Embalagem do no Estado de Goiás da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), que encerra no dia 17 de dezembro. Segundo o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, este evento on-line visa permitir que as indústrias, em especial, as associadas da Adial, entendam melhor como irá funcionar a Logística Reversa no Estado de Goiás. Algumas empresas já conhecem esse processo em outros estados, mas em Goiás é uma novidade e o palestrante, Fabricio Soler, é um dos atores que ajudaram a criar essa norma em 2010, quando a lei federal foi criada “Nós da Adial temos a função de ajudar e orientar as nossas empresas associadas a lidar com esse novo decreto e amenizar todo e qualquer prejuízo ou problemas”, pontua. A lei O Decreto Estadual deve seguir as regras do Federal, que estima que 22% do lixo produzido retornem à cadeia produtiva. O ciclo da logística reversa consiste na reciclagem dos componentes após o descarte do lixo, permitindo que eles retornem à indústria para serem transformados em novos produtos. Aquilo que não puder ser reciclado é descartado da forma correta. Serviço Webinar Logística Reversa Data: 13 de dezembro ( terça-feira) Horário: das 8h30 às 10h30 Link: ttps://us02web.zoom.us/j/81160902565?pwd=Y0ExYjhJdE9xeDZtTGwvcmMvMW8zUT09

  • Associada da Adial é vencedora do prêmio Estadão Empresas Mais de 2022

    07/12/2022 A COMIGO conquistou o primeiro lugar no segmento Agricultura e Pecuária no prêmio Estadão Empresas Mais de 2022. A premiação é uma parceria do Grupo Estado, FIA e Austin Rating, e leva em consideração itens como receita, lucratividade, porte e consistência histórica. Segundo o presidente da COMIGO e ex -conselheiro da Adial, Antonio Chavaglia, a conquista só é possível ao trabalho de todos os associados da Cooperativa e de todos os colaboradores. “Apenas com a união de todos conseguimos crescer de forma sustentável”, pontua. A COMIGO é associada da Adial desde a sua fundação.

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