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- Adial participa da posse da nova diretoria da Fecomércio
01/12/2022 O diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participou ontem, 30/11, na Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), da posse da diretoria eleita para o quadriênio 2022-2026 da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO). O empresário Marcelo Baiocchi foi reeleito em maio deste ano, com unanimidade de votos. O evento teve a participação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Para o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo, o fortalecimento do Fórum das Entidades Empresariais de Goiás ao lado do governo estadual é de suma importância, já que permite a evolução das entidades e das empresas goianas.
- Empresas associadas vencem o ‘Prêmio Melhores do Agronegócio’, da Globo Rural
01/12/2022 Cinco associadas da Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) foram campeãs no 18ª edição do “Prêmio Melhores do Agronegócio”, da revista Globo Rural – São Salvador, Camil Alimentos, JBS, os Laticínios Bela Vista e Cargill. As vencedoras foram anunciadas na noite de quarta-feira, 30, em evento realizado na capital paulista, que contou com a presença de empresários, executivos, produtores rurais e autoridades. Os resultados foram dimensionados a partir de avaliação da Serasa Experian, que fez a análise dos dados das mais de 600 empresas ligadas ao setor produtivo – do campo ao varejo, passando por indústrias e serviços. As avaliações levaram em conta resultados financeiros, com peso de 70% na nota final, e ações socioambientais (30%). A São Salvador foi a grande vencedora na categoria “aves”, já a Camil Alimentos na “alimentos e bebidas” e a JBS na categoria “indústria de carne bovina”. Os Laticínios Bela Vista (Piracanjuba) em “laticínios” e a Cargill em “indústria de óleos”. De acordo com informações do novo “Anuário do Agronegócio” da Globo Rural, no total, a receita líquida conjunta das 500 maiores empresas do agronegócio brasileiro alcançou a marca recorde de R$ 1,393 trilhão no ano passado, 21,7% a mais do que o total registrado em 2020.
- FCO: Migração de contratos para taxa pré-fixada termina em dezembro
01/12/2022 O prazo para as empresas migrarem do FCO empresarial para taxa pré-fixada termina no dia 31 de dezembro de 2022. As empresas associadas interessadas na mudança devem se ater na data limite e não deixarem para a última hora. A possibilidade de migrar para taxa pré-fixada beneficia empresas dos setores da indústria, comércio, serviços e turismo, que tinham apenas contratos liberados com taxas pós-fixadas e com juros superiores, inviabilizando a competitividade do uso do fundo para investimentos. A decisão atende aos termos da Resolução 5.013/22, do Banco Central.
- Adial participa da reunião do FCO na Fecomércio
26/01/2023 A Adial participou na manhã desta quinta-feira, 26, da reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento da Câmara Deliberativa do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste ( FCO) realizada na Fecomércio. No encontro foram aprovadas as cartas consultas de financiamentos para o setor rural e empresarial. O primeiro se destacou na liberação de crédito de aproximadamente R$ 160 milhões, já o empresarial chegou na casa dos R$ 120 milhões. A Adial destaca a importância de aumento de créditos para o setor industrial com o objetivo de fortalecer o setor e o Estado. A entidade foi representada pelo assessor executivo, João Paulo Nogueira Oliveira.
- Confira atualização de empresas que perderam a prorrogação do Produzir
11/11/2022 Publicado no Diário Oficial do Estado de Goiás (DOE) desta sexta-feira (11) ofícios, informando a algumas das empresas que perderam a prorrogação do PRODUZIR por falta de pagamento do PROTEGE o prazo de 30 dias para regularizarem sua situação, Conforme Despacho nº 1879/2020/GAB/PGE. Confira o Diário Oficial diario_oficial_2022-11-11_completo (1)-32-44 (1)
- Logística reversa é tema de reunião na Adial
11/11/2022 O governo de Goiás apresentou hoje (11/11) em reunião presencial na Adial, o modelo proposto para que as indústrias se adequem ao Sistema de Logística Reversa do Estado de Goiás. O Decreto Estadual deve seguir as regras do Federal, que estima que 22% do lixo produzido retornem à cadeia produtiva. O ciclo da logística reversa consiste na reciclagem dos componentes após o descarte do lixo, permitindo que eles retornem à indústria para serem transformados em novos produtos. Aquilo que não puder ser reciclado é descartado da forma correta. As informações foram repassadas pelo superintendente do Produzir/Fomentar, Marcos Sussumo Andrade, pelo gerente de Desenvolvimento de Áreas Vulneráveis da Retomada, Rafael Sôffa, e pela gestora da Semad, Kauara Batista de Sá. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, destacou a importância do assunto, as dificuldades e a necessidade de adequação das indústrias. O presidente da Comissão de Direito Tributário da Fieg, Eduardo Zuppani, e o membro do Conselho da Adial, Rivas Resende Costa, também participaram da reunião. Durante o encontro, os empresários presentes pontuaram as questões referentes aos obstáculos enfrentados na logística reversa, como por exemplo, especificidades da indústria farmacêutica. Também foram compartilhadas experiências de logística reversa já aplicadas nas empresas. A Adial irá reunir sugestões para a viabilização da cadeia produtiva do Estado. Como estimular o recolhimento do material foi um dos pontos levantados. Os representantes do governo alertaram para a necessidade de adaptação para o cumprimento da lei, evitando assim autuações e problemas futuros.
- Economia brasileira já dá sinais de desaceleração
17/11/2022 Dados do Itaú mostram que atividade já recuou 7,35% desde o pico atingido em maio; perda de fôlego começou pelo setor de bens e já atingiu o de serviços A desaceleração da economia no Brasil, que era esperada pelos economistas para o fim deste ano, já começou a se concretizar há algum tempo. Dados do Itaú Unibanco (ITUB4) mostram que a atividade atingiu seu pico em maio e, desde então, já recuou 7,35%. A perda de fôlego deu seus primeiros sinais no setor de bens (cuja atividade caiu 8% no período) e depois no de serviços (que retrocedeu 7,3% até agora), segundo o Itaú. O indicador tem como base os gastos dos clientes do banco com cartões de crédito e débito, para captar o nível de atividade diária no país. Natália Cotarelli, economista do Itaú, afirma que o desaquecimento no segmento de bens, que depende de acesso a crédito, ficou ainda mais evidente no fim do segundo trimestre, enquanto no de serviços ocorreu apenas no fim do terceiro trimestre. Dados de outras fontes, como do IBGE, também começaram a mostrar essa desaceleração (só que mais recentemente). Na indústria, os indicadores de produção levantados pelo IBGE em agosto e setembro apontam queda de 0,7% em cada mês. Já a venda de veículos 0 km recuou 6,7% em outubro na comparação com setembro. Diante desse cenário, a projeção dos analistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) desacelere 1,2% no terceiro trimestre, em relação ao segundo (o dado será divulgado em 1º de dezembro), e para os três últimos meses do ano há risco de retração na atividade. “Há evidências de que há uma desaceleração em curso, o que vai ficar claro no PIB do terceiro trimestre — que vai crescer menos do que a média do primeiro semestre”, diz Alessandra Ribeiro, sócia da consultoria Tendências. “Esse cenário deve se aprofundar no quarto trimestre” (a Tendências projeta uma alta de 0,6% no PIB do terceiro trimestre e uma queda de 0,4% no quarto). Alta nos juros e freio na economia global Analistas dizem que dois fatores explicam, em grande parte, a desaceleração da economia brasileira. O primeiro é o patamar elevado da Selic, que está atualmente em 13,75% ao ano, pois juros altos inibem o consumo das famílias e os investimentos das empresas (por tornar o crédito mais caro). O segundo tem a ver com o freio da economia global. A atividade nos Estados Unidos e na Europa também dá sinais de desaceleração, já que também enfrentam um quadro de aperto monetário. Na Europa, a situação é agravada pela falta de gás para gerar energia (consequência da guerra na Ucrânia). A China também vem crescendo menos devido à sua política de Covid zero e à crise no setor imobiliário. Recuo na indústria Indicadores antecedentes (que dão uma pista de como a economia deve se comportar no futuro) também revelam um cenário de deterioração para os próximos meses no Brasil. A confiança dos empresários dos setores de serviços, comércio, indústria e construção retrocedeu 3,3 pontos em outubro, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Por segmento, o recuo foi maior no comércio e na indústria. “Há claramente uma queda na indústria. O comércio, na melhor das hipóteses, está andando de lado, e o setor de serviços está desacelerando, em particular em alojamento e alimentação para as famílias”, afirma José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do banco Fator. Para o economista-chefe do C6, Felipe Salles, a desaceleração está dentro do padrão esperado. O banco projeta que o PIB do terceiro trimestre ficará entre 0% e 0,5% e que há risco de um número “levemente” negativo no quarto trimestre. Mas, apesar da queda no fim do ano, o PIB deve crescer em 2,3% em 2022, segundo as estimativas do C6. Cenário para 2023 Felipe Salles afirma que, se não houver nenhuma surpresa no início de 2023, a economia pode voltar a ganhar tração na segunda metade do ano, se o Banco Central começar a reduzir a taxa de juros no segundo trimestre. No exterior, a tendência é que até lá os EUA também já tenham atingido o auge de seu aperto monetário. Além disso, no verão europeu a falta de gás pode não ser um problema tão sério como será no inverno. “O segundo semestre de 2023 ainda está longe, muito choque pode acontecer até lá. Mas parece razoável supor que a recuperação esteja começando no terceiro trimestre do ano que vem”. Natália Cotarelli, economista do Itaú, diz que, mesmo se o BC começar a cortar juros no segundo semestre de 2023, deve levar um tempo para a atividade ganhar ritmo. Isso porque há defasagem para uma mudança na política monetária começar a fazer efeito. “A expectativa para 2023 é de um PIB fraco. Não falaria em recessão, mas a economia estará quase parada”. O Itaú projeta uma alta de 2,5% para o PIB neste ano, com variação de 0,3% no terceiro trimestre e de estabilidade no quarto, além de um crescimento de 0,5% em 2023. ( Estadão Conteúdo/ InfoMoney)
- Indústria brasileira terá o maior déficit da história em 2022
17/11/2022 A desindustrialização do país pode ser percebida na balança comercial nacional, apesar dos números positivos das exportações do agronegócio. Conforme dados da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), devido à perda de competitividade da indústria nacional, a diferença entre as importações e as exportações do setor produtivo, cujos produtos possuem maior valor agregado, deve atingir um saldo negativo recorde neste ano, chegando a US$ 125 bilhões. “E o detalhe é que, no ano passado, a conta da balança comercial de manufaturados teve um déficit grande, de US$ 111 bilhões, e a projeção para este ano é de US$ 125 bilhões. É o maior saldo negativo da história, disparado”, adianta o presidente da AEB, José Augusto de Castro, em entrevista ao Correio. Ele destaca que, apesar de os dados de emprego terem melhorado nos últimos meses, com queda da taxa de desocupação para 8,7% no terceiro trimestre do ano, a perda de competitividade da indústria nacional com o resto do mundo tem ajudado a exportar empregos em vez de criar localmente. “Quando o país tem deficit desse tamanho na balança comercial da indústria, significa que estamos gerando emprego de qualidade e de melhor remuneração no exterior e não internamente”, pontua. Na avaliação do presidente da AEB, apesar de o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter sinalizado em seus discursos que pretende recuperar a indústria nacional e fazer o Brasil ser um “protagonista internacional”, o desafio do novo governo será enorme. Segundo ele, para o país conseguir voltar a exportar mais produtos manufaturados do que commodities, que têm menor valor agregado, será preciso mudar a política de comércio internacional, atualmente mais focada no agronegócio, mais beneficiado pela inflação do que pelo aumento da demanda. “Devido à alta dos preços das commodities, após a pandemia, o país tem exportado preço, porque a quantidade de produtos praticamente não aumentou.” Os dados mais recentes divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, comprovam essa contradição. Enquanto as exportações nacionais cresceram 19,1% em valores, no acumulado de janeiro a outubro deste ano na comparação com o mesmo período de 2021, somando US$ 281 bilhões, a quantidade de produtos embarcados cresceu apenas 4,4%. “Os preços das commodities começaram a cair em outubro e isso já está sendo refletido nos dados da balança, com a redução do saldo comercial”, destaca Castro. Conforme os dados da Secex, de janeiro a outubro deste ano, as importações cresceram 29,3%, na comparação com o mesmo período de 2021, somando US$ 229,3 bilhões. Já a quantidade de produtos desembarcados avançou 4,4%. Enquanto isso, o saldo da balança comercial encolheu 11,7% na mesma base de comparação, para US$ 51,6 bilhões. Logo, esses dados confirmam as projeções da AEB para este ano. A entidade prevê queda de 11,9% no saldo comercial em comparação a 2021, para US$ 54,1 bilhões. De acordo com Castro, em 2000, os produtos manufaturados chegaram a representar 59% das exportações nacionais e, no ano passado, esse percentual respondeu por pouco menos da metade: 28%. “E tudo isso é desemprego, ou seja, pensando em comércio exterior, o país atravessa uma clara desindustrialização e, para reindustrializar o país, é preciso mudar a estrutra de custos interna, a fim de atrair novamente investimentos de empresas de produtos manufaturados no país”, explica o especialista. Ele lembra que a inviabilidade desse tipo de negócio fez muitas montadoras fecharem suas fábricas no país, a exemplo da Ford, que encerrou a produção nacional em 2019. “Para o país mudar o comércio internacional, será preciso recuperar a competitividade da indústria para ela poder conseguir voltar a exportar para mercados desenvolvidos, como Europa e Estados Unidos. E, para isso, é preciso reduzir o custo Brasil”, sintetiza Castro. “Não tenho nada contra o país exportar commodities, que têm a China como principal destino. Mas a indústria nacional precisa recuperar a competitividade”, acrescenta o presidente da AEB. A entidade realiza, nos próximos dias 17 e 18, o 41º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), em que principais temas serão os desafios e as perspectivas para o comércio exterior brasileiro.(Por Rosana Hessel – Correio Braziliense)
- Desemprego em Goiás é o menor desde 2014
17/11/2022 A taxa de desemprego em Goiás caiu para 6,1% no terceiro trimestre de 2022, após ter ficado em 6,8% no segundo trimestre do ano. Esse é o menor percentual desde o quarto trimestre de 2014, quando o índice esteve em 5,2%, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No país, o desemprego caiu de 9,3% para 8,7% Em números absolutos, a população desocupada em Goiás foi estimada em 246 mil pessoas, com queda de 24 mil em relação ao trimestre anterior (270 mil pessoas) e redução de 129 mil pessoas em relação quando comparada ao mesmo trimestre do ano anterior (375 mil pessoas). Conforme a pesquisa, Goiás tinha 4 milhões de pessoas na força de trabalho no terceiro trimestre deste ano, com aumento de 1,2% (46 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. A força de trabalho é composta pelos ocupados (incluindo subocupados por insuficiência de horas) e desocupados. A taxa de informalidade no Estado, que havia atingido 39,8% no primeiro trimestre do ano, caiu para 39,5% no segundo trimestre de 2022 e se estabilizou em 38,8% no terceiro trimestre. A informalidade é mensurada por meio de cinco grupos: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada, empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada, empregador sem registro no CNPJ, trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ e trabalhador familiar auxiliar. Comércio Em relação aos grupamentos de atividades no trabalho principal, a pesquisa registrou estabilidade em todos os grupos. Entre eles, destaca-se o grupo do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, que sozinho empregou 796 mil pessoas no terceiro trimestre de 2022, ou seja, 21,1% daspessoas com 14 anos ou mais de idade ocupadas no estado estão lotadas no grupamento em questão. Essa atividade subiu 19,4% em relação ao mesmo trimestre de 2021, aumento de 130 mil pessoas. O segundo grupo com maior quantitativo de pessoas ocupadas foi o da Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que empregou 588 mil pessoas no terceiro trimestre de 2022, o equivalente a 15,6% do total. Em terceiro, está o grupo da Indústria geral, que empregou 475 mil pessoas no trimestre base dessa pesquisa, o que representa 12,6% dos trabalhadores goianos. Rendimento médio No terceiro trimestre de 2022, a pesquisa estimou que o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 2.646 em Goiás. Esse valor representa aumento de 6,4% em relação ao segundo trimestre do ano (R$ 2.486) e também em relação ao mesmo trimestre de 2021 (R$ 2.543). No país, o rendimento médio foi de R$ 2.737 no terceiro trimestre de 2022.
- AdialLog participa de Circuito Logístico
17/11/2022 Goiânia recebeu nesta quinta-feira, 17, no Flamboyant Confort Suítes, o Circuito Logístico, que promoveu boas práticas e networking entre empresários e profissionais da área de transporte. E o Diretor-Executivo da AdialLog, Eduardo Alves, marcou presença no evento oferecido pela BBB Logística. “O encontro promoveu mais que networking e a troca de experiências, permitiu que os participantes conhecessem de perto a realidade de grandes empresas e percebessem a importância de desenvolver parcerias para crescer e enfrentar os desafios e as volatilidades do nosso setor e da economia do nosso País”. Nomes como Agapito Sobrinho, Diretor Executivo Comercial do Grupo BBM; Fabrício Brito, Gerente Nacional de Operações VetBr Saúde Animal; Paulo Alves, Gerente Geral de Operações e Logística da Estrela Distribuição e Renan Favero, Diretor de Unidade de Negócios de FTL e Intermodal do Grupo BBM, foram os palestrantes da tarde. “O profissional logístico tem olhos de águia. Tem que olhar por cima e ser persistente”, pontua o palestrante Paulo Alves, Gerente Geral de Operações e Logística da Estrela Distribuição. Já Fabrício Brito completou sobre a cadeia de abastecimento e a logística reversa, em destaque no pós venda e no pós consumo. “Poucas empresas têm uma gestão de devolução eficiente para tratar as causas e a redução de custos, insumos, reaproveitamento e descarte”. Ele contou um pouco sobre a prática operacional da VetBr. Renan Favero, do Grupo BBM, finalizou as palestras do Circuito Logístico e fez um breve histórico da logística e do comportamento do consumidor nos últimos anos, em destaque na pandemia. “Nosso foco é desenvolver soluções sob medidas, entra elas, customizar em massa e sem muito custo.” Ele ainda contribui com cases de sucesso da empresa.











