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- Reunião mensal da Adial discute o Sistema de Logística Reserva de Embalagens
21/11/2022 A reunião mensal de novembro foi realizada com empresários e parceiros na última segunda-feira, 21, e discutiu os projetos e os impactos de todos os setores da indústria goiana. Um dos pontos foram os impactos da criação do Fundo Estadual de Infraestrutura (FUNDEINFRA), que tem como finalidade captar recursos financeiros para manutenção de infraestrutura do Estado de Goiás. O projeto segue para aprovação na Assembleia Legislativa. A Adial negocia sua participação no processo de regulamentação da legislação. Outra pauta discutida foi a fiscalização, autuação e ações da Secretaria de Economia para combate à sonegação fiscal. Os presentes também foram orientados sobre a migração com segurança do Fomentar e Produzir para o ProGoiás. A prescrição foi desenvolvida pela assessora jurídica da Adial, Neuza Maêve. “O programa é bom, mas é importante que o empresário entenda seu compromisso, pois se ficar alguma pendência, pode trazer problemas para a empresa”, pontua o presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote. O Decreto Estadual para regulamentação da Legislação de Resíduos Sólidos é outro ponto de destaque. O documento está em consulta pública no site da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) até o dia 17 de dezembro. (Clique aqui) A lei prevê que 22% do que é produzido por cada indústria seja destinado a logística reversa. A legislação é federal, de acordo com Legislação de Resíduos Sólidos / Política Nacional de Resíduos (12.305/2010) e já funciona em alguns Estados da Federação. “É uma política que vem de acordo com a ESG das indústrias”, afirma Rodrigo Melo, CEO da Plumatex, que orientou os colegas empresários. Parceiros Também foi apresentada a Elevar Energia, empresa de Gestão Integrada no Mercado Livre de Energia. A plataforma de tecnologia voltada para atender a real necessidade da empresa, em todas as operações no Mercado Livre de Energia, integra todas as áreas estratégicas em um único ambiente, através do diferencial competitivo de vantagens e benefícios.
- O futuro da indústria goiana
24/11/2022 Zé Garrote Estudos apontam que a indústria goiana aumenta empregabilidade e registra semestre de alta, mas tem risco de fechar 2022 em queda. São dados que acompanhamos todas as semanas na imprensa. Mas, o olhar dentro da indústria é essencial. Compreender cada movimento, antecipar potenciais gargalos do setor e buscar soluções estratégicas são missões da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial). A industrialização em Goiás é um processo recente. Despontou com mais força da década de 1980 para cá. A Adial surgiu em meados da década seguinte, uma entidade privada que atua na interlocução do setor para ampliar e consolidar o parque industrial e fortalecer o ambiente de negócios. Com o passar do tempo – apontam estudos –, a industrialização goiana foi fundamental na transformação social para as regiões que receberam fábricas e, por consequência, nos indicadores sociais e econômicos de todo Estado. A atual Gestão da Adial assumiu há um ano com a responsabilidade de contribuir para melhorar este quadro, ampliar esses resultados e, como é de praxe na entidade, qualificar os projetos ligados ao setor. O histórico de projetos bem-sucedidos e lideranças exemplares que passaram pela entidade nestes 26 anos só engrandece o desafio. No entanto, nos desdobramos pensando sempre no futuro da indústria goiana. Ampliamos o quadro de associados neste período e conquistamos uma cadeira no Conselho no Sebrae-GO, algo inédito para a entidade. Uma das marcas da diretoria atual é o investimento em planejamento estratégico, elaborado e executado com foco em gerenciamento de áreas, além do investimento em tecnologia e softwares de gestão. Outro ponto é investir em dados, tanto interno quanto externo, com amplo recadastramento do associado e a formação de um banco de dados setorial com indicadores econômicos atualizados da economia goiana. Estes projetos são representativos e deram grandes passos neste ano e se consolidarão em 2023. A Adial esteve presente diariamente em centenas de instituições representando o setor industrial, debatendo caminhos para o desenvolvimento da economia goiana. Projetos econômicos e sociais não faltaram. Cito alguns, como Onda Bio, Go Compete, AgreGO, Cufa, Café Seguro TRT-Adial, Programa Goyazes – Secult, SER, CETT/COTEC/UFG, OVG (ProbBem), ações com o Fórum Empresarial de Goiás, dezenas de acordos da Adial Talentos e da Adial-Log, entre tantas ações que fizeram do ano altamente produtivo. Estar na mesa de negociação com a Enel/Equatorial, o alongamento dos incentivos, a atualização da Instrução Normativa do coeficiente do consumo de diesel, a redução do Protege, legislações ligadas à concessão de benefícios fiscais (e-commerce, soja, fontes renováveis), entre outras legislações, o debate dos empresários com candidatos ao Senado e ao Governo Estadual estão entre as dezenas de ações que a ADIAL se envolveu neste ano. O futuro da economia passa pela indústria, e a ADIAL defende que Goiás se insira com organização, inteligência e estratégia neste cenário de competitividade que será a próxima década da economia nacional. Estamos nos preparando para este novo cenário.
- Nota Técnica
24/11/2022 DIFAL nas Operações de Venda a Consumidor Final não Contribuinte Projeto de Lei no 2022010821 No dia 17 de novembro foi apresentado na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás o PL no 2022010821 que propõe modificações no Código Tributário Estadual para ajustar e compatibilizar com a Lei Complementar Federal no 190/22 no que tange à responsabilidade, base de cálculo e demais elementos referentes ao recolhimento do Difal nas operações de venda a consumidor não contribuinte do ICMS. A título de lembrança, a LC no 190/22 veio regulamentar a Emenda Constitucional no 87/2015, por ter o Supremo Tribunal Federal entendido que o Convênio no 93/2015 não poderia regulamentar a obrigação de recolhimento de Difal quando o consumidor final não é contribuinte do imposto, sendo esta matéria reservada à lei. A LC no 190/22 definiu que deverá recolher o Difal i) o remetente da mercadoria ou bem, quando o destinatário for consumidor final não contribuinte do imposto; ii) o destinatário quando este for contribuinte do imposto. O problema na redação do PL está em seu art. 4o ao dizer que as alterações da lei terão efeitos retroativos a 05/01/2022, data da entrada em vigor da Lei Complementar no 190/22. Contudo, a própria LC no 190/22 previu o prazo mínimo de noventa dias para sua produção de efeitos, o que se daria apenas em 05/04/2022. Não limitado a isso, há também sendo julgada no STF a ADI no 7066, que já formam 5 votos a favor de serem observados os princípios da anterioridade, para que a LC no 190/2022 só possa surtir efeitos a partir de 2023. De todo modo, a legislação estadual precisará observar o julgamento proferido no Supremo para que possa definir o prazo de início de sua vigência. Goiânia, 23 de novembro de 2022. Rodovalho Advogados
- COP27: Indústria brasileira na Conferência sobre Mudanças Climáticas
31/10/2022 A indústria brasileira estará presente na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP27, entre os dias 6 a 18 de novembro, no Egito. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) será a representante brasileira. O setor industrial vai apresentar a estratégia de sustentabilidade que tem contribuído para o Brasil avançar em direção a uma economia de baixo carbono, orientada por tecnologias limpas e processos produtivos mais eficientes, mostrando iniciativas concretas para enfrentar a crise climática global. A indústria brasileira é considerada uma das mais competitivas do mundo quando se fala em sustentabilidade e emissões de gases de efeito estufa (GEE). O setor vem atuando com grande protagonismo para acelerar a implementação de estratégias, progra O Brasil vai apresentar em um estante experiências bem-sucedidas de empresas que estão desenvolvendo estratégias de redução e neutralização de emissões de GEE, visando contribuir com os esforços globais de descarbonização. Os cases ilustram ações relacionadas aos quatro pilares da estratégia de baixo carbono estabelecidos pela CNI – transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal. E também vai oportunizar discussões sobre questões relevantes para o país nessa temática, como financiamento de ações climáticas e novas tecnologias, entre as quais, o hidrogênio verde. Temas em negociação Na COP27, os países devem definir aspectos relativos à implementação do Acordo de Paris, tratado que rege as medidas de redução de emissão de gases estufa, discutir e reavaliar os compromissos firmados e dar previsibilidade ao financiamento climático. A expectativa da indústria é que as discussões dessa edição da COP girem em torno dos seguintes pontos: Aquecimento global: continuidade das discussões sobre os compromissos e medidas concretas dos países para limitar o aumento da temperatura em 1.5° C. Mercado de carbono: discussões sobre as regras, procedimentos e outras questões como a infraestrutura para o funcionamento do mercado global de carbono. Financiamento: progresso na mobilização de recursos financeiros e efetiva contribuição de um piso de US$ 100 bilhões por ano proveniente dos países desenvolvidos. Adaptação: evolução da agenda com foco no aumento do financiamento climático para ações de adaptação. Transparência: definição de regras sobre as informações relativas ao cumprimento das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), que são as metas definidas pelos países. Metas do Brasil estabelecidas no Acordo de Paris -Reduzir em 37% as emissões de GEE até 2025 e em 50% até 2030 (tendo como base o ano de 2005). – Atingir a neutralidade climática até 2050. – Zerar o desmatamento ilegal até 2028. (Com informações do Portal da Indústria)
- Mensagem do Presidente Jair Bolsonaro
02/11/2022 O Presidente envia mensagem aos manifestantes em todo o país. Pede que seja respeitado o direito constitucional de ir e vir dos cidadãos, liberando assim o tráfego nas rodovias. Observa a legitimidade das manifestações e da insatisfação dos brasileiros, mas observa a necessidade de se preocupar com a economia do país. Confira a íntegra da mensagem no vídeo.
- Adial Talentos busca mão de obra em soldados em desmobilização
03/11/2022 Em busca de mais mão de obra e currículos, o coordenador da Adial Talento, Alfredo Santana se reuniu na última terça-feira, 01, com os responsáveis pela Seção de Desmobilização do Exército, localizado no Comando de Operações Especiais, no Jardim Guanabara, em Goiânia. Esse setor é responsável pelos soldados que vão se desmobilizar, isso é, que vão dar baixa. O objetivo da Adial Talentos é fazer o cadastramento desses profissionais e já realizar a indicação para trabalho. “Estamos fazendo a captação desses currículos do pessoal que está dando baixa”, explica Alfredo. Participaram da reunião o tenente Jamil, o subtenente Da Silva e o Sargento Boaventura .
- Adial no Congresso Internacional de Saúde Mental no Trabalho
03/11/2022 A Adial Talento participou entre os dias 26 e 28 de outubro do 9º Congresso Internacional de Saúde Mental no Trabalho que é realizado bienalmente pelo Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO) e pelo Fórum de Saúde e Segurança no Trabalho do Estado de Goiás (FSST-GO), no Auditório dos Goyazes do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT 18), em Goiânia (GO). Foram abordados a saúde mental e o trabalho. Os palestrantes enfatizaram a preocupação do impacto das tecnologias aplicadas ao trabalho e as consequências para o trabalhador. Um exemplo foi o processo de “uberização” do trabalho, no qual o profissional se relaciona com um algoritmo e não mais com outra pessoa. Dentre as intervenções foram destacadas a Síndrome de Burnout e a necessidade de ações de prevenção em saúde mental que sejam constantes. “O modelo de trabalho atual baseado no uso de tecnologia tem um alto potencial de causar adoecimento mental que pode levar a judicialização e aumentar a probabilidade dos passivos trabalhistas para as empresas”, explica o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana. Outro ponto foi a proteção jurídica da saúde mental no trabalho. Nesta mesa foi enfatizado a necessidade de diagnóstico de risco psicossocial como um instrumento de intervenção para proteção do trabalhador. Também, que se deve ampliar a atuação do poder judiciário trabalhista na proteção da saúde mental.
- Adial participa de live sobre o Programa Goyazes
03/11/2022 O Programa Estadual de Incentivo à Cultura (Programa Goyazes) foi discutido em uma live com empresários na tarde da última quinta-feira, 03. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou da ação, promovida pela Secretaria da Cultura de Goiás, com objetivo de sanar dúvidas do empresariado goiano e classe artística. Goiás é um estado rico culturalmente, com festas populares, teatro e música, que atraem público para apresentações, são importantes para o fortalecimento cultural, e também das marcas que apoiam. O superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Vitor Cadillac, explicou os pormenores do Programa Goyazes e como o empresário pode aderir a ele. “É uma dinâmica ganha – ganha, o abatimento fiscal é exato do valor aplicado na ação cultural, isso é 100%. A Lei Goyazes não é apenas para projetos culturais, mas também para restauração”, explica. Concepção O projeto é dedicado a empresas privadas em troca da concessão do benefício fiscal do ICMS. Após a fase de inscrições, os projetos culturais serão avaliados pelo Conselho Estadual de Cultura e homologados pelo Secretário de Cultura. Assim, a empresa que solicitar a concessão do benefício deverá escolher um projeto para financiar. Quando escolher um projeto para financiar, enviará ofício à Secretaria de Estado de Economia, anexando o primeiro ofício enviado à Secult, e definindo a alíquota de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) que deseja que seja abatido. De acordo o Secretário de Estado da Cultura, Marcelo Carneiro, “entramos em uma nova modalidade de investimento das empresas de patrocínio. De acordo com o valor com ano fiscal anterior, a empresa pode investir entre 1 a 3%”. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, apresentou os benefícios e vantagens para o empresário participar do novo Programa Goyazes. “A cadeia da cultura, como teatro e cinema, por exemplo, é gigante, envolvendo muitas pessoas. Temos que incorporar nas nossas companhias essa ideia de gerar e criar investimento humano na área cultural”. Dúvidas Os participantes puderam enviar perguntas. Um prepotente questionou sobre a burocracia no programa. “O programa vem de um histórico de que precisava de contrapartida e da Lei Rouanet (federal) que refletem negativamente para o empresariado goiano. Temos que nos aproximar mais do empresariado para apresentar essa nova legislação para desmistificar e mostrar a o Programa Goyazes é apoio a ESG”, afirma Tchequinho.
- O confortável despertar da Plumatex
04/11/2022 Cachinhos Dourados experimentou três camas até encontrar a perfeita para poder dormir. Esse não é exatamente o objetivo do conto que tem como protagonista uma menina de cabelos encaracolados e, por engano, entra numa casa de ursos e testa as camas até encontrar uma confortável. Mas funciona como analogia para mostrar que encontrar um colchão não é tarefa fácil. A escolha errada, além de reclamação dos clientes, gera desafios logísticos e encarece uma operação já não muito barata, dado o volume e o peso dos produtos. A Plumatex, uma das principais fabricantes nacionais de colchões, traça um plano para solucionar esses problemas — de escolha e de operação — ao mesmo tempo que busca manter o crescente desempenho dos últimos anos, quando mais que um lugar para dormir, a cama virou escritório com a pandemia e o fortalecimento do home office. Com faturamento de R$ 450 milhões em 2021, a empresa foca na diversificação de clientes, treinamento de vendedores e, na contramão dos demais setores, na venda física. A indústria de colchões foi uma das beneficiadas economicamente pela pandemia. De acordo com o CEO da Plumatex e presidente da Associação Brasileira de Colchões, Rodrigo Melo, mesmo com dois meses de paralisação, a empresa cresceu 20% em 2020 e manteve bom patamar até o segundo semestre de 2021, quando foi diminuindo, até chegar em 2022 estacionado. As projeções são de que a demanda do setor tenha caído 25% neste ano. Com cenário de consumo mais desafiador, o objetivo da Plumatex é igualar o faturamento do ano passado e se desenvolver a partir da reformulação do direcionamento interno. Empresa familiar, nos últimos anos foi profissionalizada e passou a fortalecer o atendimento com foco no cliente — no caso da Plumatex é o B2B. Com consultoria de César Souza, criador do conceito de clientividade, a companhia avançou no treinamento da equipe de vendas e na eficiência das fábricas, de olho na qualidade do produto final e no atendimento. Dentro dessa estratégia está a diversificação de seus parceiros comerciais, hoje dominada pela Magalu, que responde a 40% das vendas. Com os demais clientes formados por varejistas menores, o plano está em oferecer capacitação para os vendedores através de seus representantes, possibilitando mais conhecimento do produto e maior retorno em vendas. “Quero ter lojistas que vão fazer parcerias comerciais com a nossa empresa para a gente poder desenvolver um modelo de canal mais eficiente, de baixo custo e que traga para o consumidor final um produto de melhor qualidade e mais acessível”, disse Melo. Nesse fortalecimento dos pontos de venda físicos, entra um novo desafio típico de nossos tempos: a venda on-line. Na visão do executivo, para o setor, o fundamental das vendas precisa ser a loja, já que elas permitem a experimentação e diminuem problemas, reclamações e custos com logística para devolução e trocas. “Para o negócio de colchão, o on-line tem que ser um meio, não pode ser o fim”, afirmou Melo. Com isso, entra a estratégia omnichannel das empresas e a maturidade do consumidor em entender mais sobre o produto que deseja comprar. INVESTIMENTOS Em sua operação logística, a Plumatex segue por dois caminhos. O primeiro é atuar com logística própria, com uma frota de 220 veículos. E o segundo com uma produção descentralizada. Nascida em Anápolis (GO), a empresa está presente em mais quatro estados – Paraíba, Rio de Janeiro, Bahia e Maranhão. A abrangência geográfica é para dar mais capilaridade e baratear o escoamento dos produtos. Como colchões e bases são pesados e ocupam muito espaço, levá-los de estrada pelo País implica em um frete caro. Logo, produzir regionalmente é uma alternativa, além de fortalecer a operação na região. Nessa expansão, uma nova fábrica na região Sul é planejada para 2023, com um investimento de US$ 25 milhões, considerando equipamentos, frota, funcionários e treinamentos. Assim, a Plumatex consegue entregar seus produtos para 22 estados, com 95% da logística própria. Para fortalecer sua operação, em agosto investiu US$ 2 milhões pelo direito de explorar por cinco anos uma floresta, garantindo a matéria-prima para a base de suas camas, os chamados boxes, que representam 30% do faturamento. O investimento é justificado como uma garantia de matéria-prima, já que na visão e experiência de Melo, “as grandes florestas de madeira estão comprometidas com as grandes indústrias”, o que pode dificultar sua produção. Além disso, a floresta soma as iniciativas de sustentabilidade da Plumatex, por garantir o sequestro de carbono de sua operação. Com mais de 580 tipos de colchões, a Plumatex tem seguido um caminho para facilitar a decisão de compra e garantir que o produto responsável por abrigar os mais de 23 anos que as pessoas passam dormindo seja o ideal. Fonte: Isto É Dinheiro
- Um ano de modernização na Adial
07/11/2022 É papel de um gestor, de forma sucinta, elaborar o planejamento estratégico e os projetos que deverão ser executados pelas equipes que ele gerencia. E, na Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) não é diferente. Cada presidente do Conselho deixou a sua marca. E, há um ano à frente da entidade, Zé Garrote também tem deixado a sua identidade, a modernização. Mesmo com um quadro enxuto, a equipe tem se destacado mais, permitindo o desenvolvimento de excelentes resultados com o uso de ferramentas estratégicas que promovem o aumento da produtividade e confiança nos lançamentos de dados, como a instalação de um novo programa de gestão financeira e administrativa. Outra novidade foi a implantação do Oficce 365, uma ferramenta que também proporciona maior agilidade nas rotinas administrativas e gestão dos pleitos da entidade. Há mais de 17 anos na Adial, o analista de tecnologia da informação, Edilar Tereza da Silva, acompanhou muitas gestões. Para ele, as atuais ferramentas deram maior agilidade para desempenho do trabalho, maior conectividade e compartilhamento entre os usuários, gerando um melhor aproveitamento das horas trabalhadas. “A modernização tem muitos pontos positivos, mas um dos principais que eu destaco, é o aprendizado e a evolução da mão de obra, que passa a ter uma capacidade maior de trabalho e expectativas de crescimento profissional. Estamos no mesmo patamar de grandes empresas, que usam essas tecnologias, uma vez que, sem isso, é impossível acompanhar ou se compatibilizar com os novos tempos”, pontua. A mais nova colaboradora da Adial, a analista financeira, Jessica Bernardo da Silva, faz parte do quadro há quatro meses. Para ela a modernização é evidente, pois permite a integração da equipe, agilidade, melhoria contínua, aumento de produtividade dos funcionários, segurança e eficiência. “As ferramentas nos permitem ter mais controle nos processos e exatidão nas informações. Dessa forma, temos mais fácil acesso aos documentos e relatórios e possibilidade de fazer a análise dos dados de forma ágil”. Para Eduardo Alves, diretor-executivo da Adial Log, a integração dos sistemas com a utilização do Office 365 ajudou bastante o trabalho. “Nos permitindo mais dedicação para a atender nossas associadas e trazer novos projetos para a entidade. Além disso, os planos futuros, como estruturação da sede, com atualização física e a troca do equipamento que já vem de encontro com a mudança de sistemas, são outros pontos que merecem destaque”. O assessor-executivo, João Paulo Nogueira, está há 12 anos na entidade. Para ele, os sistemas implantados permitiram facilidade na geração de dados, a integração dos associados e equipes, independentemente da área de atuação, facilitando celebrar e divulgar as grandes, médias e pequenas vitórias. “Temos acesso aos nossos dados da palma da mão ou por um computador, o que facilita muito nos nossos encontros e reuniões com empresários e, em especial, com o Governo”. Para o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, as ferramentas otimizam o tempo dos colaboradores e permitem mais tempo “for business ” para atender as demandas das associadas. “Temos mais de centenas de processos e assuntos em andamento. Precisamos mesmo de ferramentas para organizar e não deixar nada atrasado ou pendurado”. Interlocução Para Zé Garrote a “Adial é a casa do diálogo”. E ele não existe sem a comunicação. Por isso, foi desenvolvido um novo modelo de comunicação para aumento de interação da entidade com os associados. As redes sociais e o site são alimentados quase que diariamente, os associados recebem informações por e-mail e também por whatsApp. O momento agora é de se conectar. E para melhorar essa conectividade, a Comunicação está desenvolvendo a Pesquisa Adial. O objetivo é responder “Quem somos”, conhecer melhor a própria entidade e cada empresa que faz parte da Adial, traçando um perfil verossímil à realidade. O projeto visa dar mais subsídios para a realização dos trabalhos e, assim, oferecer serviços e soluções cada vez mais eficientes.











