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- GSA Alimentos com vagas em aberto
14/06/2022 Indústria em Aparecida de Goiânia está recebendo currículos A GSA Alimentos, indústria localizada no Polo Industrial de Aparecida de Goiânia, está com vagas em aberto. São 30 oportunidades para auxiliar de produção. As vagas operacionais são para os turnos matutino, vespertino e noturno. Mais vagas A empresa também conta com cinco oportunidades para Aparecida de Goiânia e região para promotor de vendas. Homens e mulheres podem se candidatar. Não é exigida experiência, mas é necessário ter habilitação e moto própria. Há também duas vagas para consultora de vendas. É desejável que o candidato tenha experiência na área de atuação de televendas. Estágio A GSA Alimentos oferece também oportunidades para estudantes universitários que precisam de estágio obrigatório. Uma é para o curso de técnico em Segurança do Trabalho e a outra para alunos de Química, para trabalhar na área da garantia da qualidade., com carga horária de 20 horas. Os interessados em qualquer vaga devem enviar o currículo para curriculo@grupogsa.com.br. (Assessoria)
- Adial Talentos se aproxima da PUC Goiás
14/06/2022 O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, se reuniu na tarde desta terça-feira (14), com a Profa. Mª Marília Rabelo Holanda Camarano, Coordenadora de Apoio ao Estágio, Monitoria, Egresso e Empresas Juniores (CAEME ) da PUC Goiás. O encontro teve como objetivo desenvolver projetos de aproximação entre a academia e setor produtivo. “Essa foi a nossa primeira reunião e saímos com inúmeras ideias de aproximar a universidade, incluindo os alunos da graduação e pós, da realidade empresarial’, afirma Rocha. Em breve, mas ainda sem data, a Adial Talentos vai agendar um encontro entre o presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote, com a reitoria da universidade.
- Adial participa de evento sobre qualificação profissional
15/06/2022 O diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participou hoje (14) do “Café do Empreendedor”, evento voltado para que os empresários possam entender os projetos de qualificação dos colaboradores. O encontro aconteceu em Senador Canedo e teve a participação de Holismar Marinho, do prefeito Fernando Pellozo, da primeira dama Simone Assis, do vice-prefeito Magno Silvestre, do gerente de Qualificação da Retomada Rodrigo Rodrigues e Alex Vieira (CETT/UFG).
- Rodovias estaduais terão restrições de tráfego no feriado
15/06/2022 As rodovias estaduais, que cortam o território goiano, terão restrições de tráfego nos dias 15 (sexta-feira) e 17 (domingo), das 7 às 20 horas, devido ao feriado de Corpus Christi, celebrado dia 16 de junho. Em função do elevado números de veículos nas rodovias na ocasião de feriados prolongados, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (GOINFRA), responsável pelas Go’S, restringe a circulação caminhões nas rodovias com trechos de pista simples com duplo sentido. Estão incluídos nas restrições veículos dos tipos: CVC nove eixos, CVC sete eixos, Romeu e Julieta, Tri-trem, Treminhão, Guindaste, Cegonheiro, Linha de Eixos, ou seja, qualquer combinação de veículos nos transportes de cargas superior a três eixos, e veículos que exigem escolta ou batedores. Confira a lista de rodovias e trechos: A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informa que não haverá restrições ao tráfego de veículos de carga nas rodovias federais de todo o território nacional.
- Em visita à Caoa Montadora, Adial destaca força da produção industrial goiana
15/06/2022 O presidente da Adial, Zé Garrote, o assessor executivo da Adial, João Paulo Nogueira, o presidente da Sifaeg e vice-presidente da Fieg, André Rocha, visitaram hoje (15), as instalações da Caoa Montadora, em Anápolis. Eles conheceram os processos de produção e logística da indústria do setor automotivo. Destacando a força da cadeia produtiva em Goiás e a importância da montadora, o presidente da Adial, Zé Garrote, ressaltou, a necessidade da visita institucional para aproximação da entidade com as indústrias. “Assim podemos entender o setor e o setor nos entender para que novas ações positivas sejam desenvolvidas para o automobilismo”, disse. Ele também falou sobre a pujança tecnológica e a geração de empregos produzida pela Caoa. “Goiás precisa disso, Goiás precisa da industrialização”. O diretor de Operações da Caoa Montadora, Eugênio Césare, e o gerente de Relações Governamentais, Pedro Sacramento, salientaram a importância da Adial para a indústria goiana e apresentaram os dados de produção da Caoa Hyundai e Chery, de Anápolis. A Caoa Montadora está inserida no Distrito Agroindustrial de Anápolis e colabora ativamente com o desenvolvimento econômico regional. Atualmente, a empresa emprega diretamente mais de 1,5 mil colaboradores, sendo que 92% desse total são da região e muitos deles fazem parte do quadro de funcionários desde 2007, participando de todos os grandes marcos produtivos da fábrica. Além dos empregos diretos, a Montadora é responsável por cerca de 25.000 indiretos. Ela ocupa uma área de 172 mil m² e tem capacidade para montar 115 mil veículos por ano.
- Investimentos privados alcançam quase R$20 bi em Goiás em 12 meses
17/06/2022 Cálculo da SIC leva em conta projetos aprovados nos programas de incentivo fiscal e financiamentos pelo FCO, além de projetos dos setores de mineração, fármacos e serviços. A retomada das atividades econômicas, após as restrições para conter o avanço da pandemia, fez empresas retirarem projetos do papel voltarem a investir. A Secretaria da Indústria, Comércio Serviços de Goiás (SIC) estima cerca de R$ 20 bilhões em investimentos no Estado nos últimos 12 meses. O cálculo leva em conta os projetos aprovados nos programas de incentivo fiscal, financiamentos aprovados dentro do FCO, projetos de grande porte dos setores de mineração e fármacos e de vários investimentos feitos pelo setor de serviços. De 2019 para cá, os programas de incentivo fiscal resultaram em cerca de R$ 2,6 bilhões em investimentos. Outros R$ 2 bilhões em financiamentos do FCO foram liberados para projetos do setor empresarial desde 2020. “Somente o setor de mineração está investindo R$ 4 bilhões em projetos de pequenas, médias e grandes empresas”, informa o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel Braga Filho. Ele lembra que também há um grande número de investimentos de grandes redes de bares e restaurantes. “Também não podemos nos esquecer do agronegócio. Uma prova disso foi o desempenho da Tecnoshow este ano”, destaca. São investimentos bancados por diversas fontes de financiamento, sendo muitos recursos próprios e que não contam com incentivos. Para o secretário, os 110 mil empregos gerados no ano passado e os 49 mil novos postos de trabalho registrados pelo Caged este ano no Estado já são resultado destes investimentos consolidados. Ele lembra que a SIC é a porta de entrada, o primeiro lugar que as empresas procuram para a prospecção de investimentos, em busca de informações sobre programas de incentivo ou local para instalação. “Quando perguntamos sobre a razão do interesse por Goiás, a resposta é sempre a mesma: a localização centralizada que facilita a logistica. Estamos até mil quilômetros de 65% do PIB mais alto”, destaca joel Braga Outra razão seria o bom ambiente e a estrutura para os negócios os investidores costumam analisar até os indicadores de saúde, educação e segurança do Estado antes da tomada de decisão Goias também teria tido uma recuperação mais rápida dos reflexos da pandemia, por conta da força de seu agronegócio. O secretário ressalta que muitos investimentos ficaram represados nos últimos dois anos e as facilidades trazidas pelo programa de incentivos ProGoiás, que é desburocratizado, também são om incentivo O programa ainda estaria em fase de adequações, com demandas para mudanças de alguns contos da legislação que tratam, por exemplo, de incentivos para empresas de e-commerce “Com a pandemia, o comércio eletrônico avançou uns 10 anos, o que aumentou a necessidade de alguns mudanças para equiparar nossos incentivos com os de outros estados”, diz. Ele conta que recebe, todos os dias, a visita de vários grupos de investidores interessados em se instalar em Goiás. Entre os mais recentes, estão multinacionais fabricantes de insumos para embalagens, que utilizam alta tecnologia e devem investir mais de R$ 500 milhões para transferir sua fábrica de São Paulo para cá. A fabricante de produtos Ipê também deve construir um grande centro de distribuição ao lado de sua fábrica em Anápolis, numa ampliação de 100 mil metros de área. Mas também é grande o número de empresas já instaladas que estão ampliando investimentos, como a gigante Caramuru, em Itumbiara, que investirà R$ 250 milhões numa fábrica de ração para a piscicultura. Fármacos O secretário dá o exemplo de grandes projetos do setor farmacéutico. Um deles é o da Geolab, que está investindo mais de R$ 350 milhões numa nova planta em Anápolis Outro investimento de R$ 350 milhões foi o da Vitamedic, do Grupo José Alves, também em Anápolis. O diretor de vendas e Marketing do Grupo José Alves, Cristiano Araújo Lopes, informa que a nova fábrica inaugurada na cidade abriga todas as linhas de produção de medicamentos liquidos, comprimidos, injetáveis, efervescentes e pomadas, além de toda parte operacional, onde emprega 1300 funcionários. “Esta Indústria conta com o que há de mais moderno em equipamentos para produção de medicamentos e tem previsão de receber mais entre RS 120 milhões e R$ 150 milhões em novos investimentos, conta. Cristiano Araújo lembra que o grupo, que completa 60 anos este ano, também vai inaugurar uma fábrica de produtos de higiene e limpeza para a casa em Trindade, que já está em fase final de instalação de equipamentos. Segundo ele, o investimento inicial foi de R$ 150 milhões, mas deve chegar aos R$ 300 milhões em breve, com a geração de pelo menos 180 empregos diretos. “Já vamos abrir atendendo os mercados de Goiás, Brasilia, Tocantins e Minas Gerais a partir de setembro”, informa. Outra empresa do grupo, a Refrescos Bandeirantes, fabricante da marca Coca-Cola, também acaba de investir R$ 120 milhões numa nova linha de produção, única na América Latina, que já formata a garrafa pet retornável e envasa o produto ao mesmo tempo na fábrica de Trindade. Os grandes investimentos privados, que podem levar de dois a três anos para serem concluidos, podem ser acelerados ou desacelerados conforme o cenário econômico, com foco na competitividade. Mas o presidente executivo da Associação Pro Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial Goias), Edwal Portilho, o Tchequinho, acredita que o número de investimentos no Estado poderia ser bem maior. Ele alerta que o setor convive com uma situação preocupante: o esforço agressivo de estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná para atração de novos investimentos com seus programas de incentivo. Para Tchequinho, o ProGoiás realmente é mais desburocratizado. Enquanto os outros programas de incentivo eram baseados em financiamento financeiro-fiscal, onde o governo abria mão de uma parte da arrecadação em prol do investimento e da geração de empregos, este novo modelo funciona através da concessão de um porcentual de crédito outorgado sobre o imposto gerado para que a empresa tenha mais competitividade no mercado. Por isso, é crescente o número de empresas que migram dos programas anteriores para o ProGoiás. Segundo Tchequinho, o governo de Goiás também tem tomado medidas para melhorar o ambiente de negócios e já prepara novas ações para se tornar mais atrativo às empresas O secretário Joel Braga admite que Goiás concorre com outros estados na atração de empresas e, nesse momento, faz um levantamento de todos os incentivos dados pela região fiscal (MS, MT e Dr) onde é possível colar, ou seja, fazer a cópia dos benefícios para ajudar as empresas locais. Os indicadores mostram que dois tem perdido a corrida para o estado do Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná, que tiveram um incremento bem maior de seus parques industriais, com crescimento mais expressivo no número de indústrias. Goiás continua sendo o sétimo estado do País em número de indústrias. Mas, apesar de ter elevado este número entre 2020 e 2021, já vê a Bahia, oitava colocada, se aproximando rapidamente e ameaçando sua posição “Teremos que correr para não perder posições. A guerra fiscal está mais forte que nunca. Eles têm montado frentes de agências de promoção de investimentos, não só para atrair novas indústrias, mas também para tomar empresas de outros estados, alerta Tchequinho. Ele lembra que há muitos anos Goiás não recebe um investimento Ancora de uma cadeia de produção longa, como do setor automobilístico. “Estamos num vácuo. A participação do PIB industrial na economia do Estado caiu de 28% em 2010 para 21% em 2019”, destaca. Esta lacuna foi ocupada pelo setor de serviços, que elevou sua participação de 60% para 67%. Para Tchequinho, a sinergia entre os setores público e privado precisa ser cada vez maior para melhorar ainda mais o ambiente de negócios e elevar a atração de novos investimentos, que hoje estão mais focados em projetos de ampliação. Reportagem: Jornal O Popular
- Adial participa de evento sobre transporte de cargas em Brasília
01/06/2022 Aconteceu nesta quarta-feira (01), em Brasília, na Câmara dos Deputados, a 21ª edição do Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas. O diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, esteve presente no evento que é realizado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, com o apoio da NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) e conta com o apoio institucional da CNT e FENATAC. O seminário reuniu o empresariado do setor de transportes de cargas, lideranças, parlamentares, autoridades governamentais, integrantes do meio acadêmico e técnicos especializados, para discutir atividades que viabilizem propostas referentes às áreas voltadas ao setor de transporte de cargas. O diretor-executivo da AdialLog, Eduardo Alves, destacou que o evento sempre apresenta temas atuais e com extrema relevância para o Transporte Rodoviário de Cargas. “Depois de 2 anos sem ocorrer de forma presencial foi de grande valia reencontrar parceiros e amigos do setor”, disse. Afirmou que falta motoristas para atuar em empresas de vários estados. “Hoje as associadas da Adial Log estão com mais de 200 vagas disponíveis”. O representante do ministro da Infraestrutura, Felipe Queiroz, destacou dados positivos do setor de transporte rodoviário no Brasil. Em apenas dois anos foram alcançados quase 12% de crescimento. Ele reforçou a parceria do governo federal com o setor de transporte e a necessidade da Regulação do DT-E (Documento de Transporte Eletrônico). O vice-presidente da CNT, Flávio Benati, lembrou que foi durante o seminário que nasceu a desoneração da folha de pagamento do setor de transportes. Benati sugeriu ainda que deveriam ser encontrados mecanismos para que a desoneração fosse permanente. A cerimônia de abertura contou com diversas autoridades, entre elas o deputado Hildo Rocha, presidente da Comissão de Viação e Transportes.
- Goiás produz 60% dos remédios mais vendidos no País
01/06/2022 Levantamento do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas do Estado de Goiás (Sindifargo), que faz a radiografia do setor, mostra que dos 10 medicamentos mais vendidos no Brasil em 2021, 6 são produzidos em Goiás. Neste contexto, o Estado se consolidou como o segundo maior produtor de medicamentos do País. A indústria farmacêutica em Goiás conta com 59 empresas, sendo o polo de Anápolis responsável por 13 mil empregos diretos. Isto, segundo o Sindifargo, corresponde a 13,2% do total empregado pelo setor no País (98,2 mil), baseado nos dados de março deste ano do Cageg. O polo farmoquímico de Goiás compreende o eixo Anápolis – Goiânia – Aparecida de Goiânia. A principal linha de medicamentos produzidos são os genéricos, similares, referência e MIPs. O Sindifargo ressalta que indústrias goianas realizam estudos clínicos para novos medicamentos. Algumas com patentes já registradas ou protocoladas. Investimentos Conforme o presidente executivo do Sindifargo, Marçal Soares, diz que a indústria de medicamentos está em constante investimento, principalmente por conta do regulatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Nos próximos 5 anos estão previstos R$ 500 milhões em investimentos em tecnologias e ampliações. Com esses constantes aperfeiçoamentos temos, por exemplo, uma indústria se preparando para a possibilidade fabricar vacinas”, afirma. O levantamento ainda mostra que em apenas três décadas de forte atuação, o setor é responsável por 25% do total da produção nacional de medicamentos. Uma produção aproximada, em 2021, de mais de 2 bilhões de unidades. Fonte: https://www.empreenderemgoias.com.br/2022/06/01/goias-produz-60-dos-remedios-mais-vendidos-no-pais/
- PIB cresce 1% no primeiro trimestre, puxado pelo setor de serviços
02/06/2022 Processo de volta do funcionamento normal de negócios ocorre desde o terceiro trimestre de 2020, com idas e vindas, marcadas pelas ondas de contágio da covid-19 A continuidade do processo de normalização das atividades econômicas mais dependentes do contato social e as atividades exportadoras impulsionaram a economia no primeiro trimestre, que cresceu 1% ante os três últimos meses de 2021, segundo os dados do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todo o valor gerado na economia), divulgados nesta quinta-feira, 2, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a normalização das atividades, o setor de serviços puxou a economia pelo lado da oferta, com avanço de 1% ante o quarto trimestre de 2021,enquanto a indústria cresceu 0,1% e a agropecuária caiu 0,9%. O processo de volta do funcionamento normal de negócios ocorre desde o terceiro trimestre de 2020, com idas e vindas, marcadas pelas ondas de contágio da covid-19. Agora, parece praticamente encerrado. Com o fim do efeito da normalização e a inflação elevada, economistas lançam dúvidas sobre a capacidade de a economia manter o ritmo até o fim do ano e em 2023. “Uma parte da explicação sobre 2022 é que 2021 não acabou. Não tínhamos conseguido reabrir toda a economia ano passado”, disse Silvia Matos, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e coordenadora do Boletim Macro Ibre. No curto prazo, a normalização também vem impulsionando a melhora do mercado de trabalho, especialmente porque os serviços mais afetados pelas restrições ao contato social – como bares, restaurantes, hotéis, casas de show, cinemas e salões de beleza – geram muitos empregos. No trimestre móvel encerrado em abril, a taxa de desemprego caiu, embora as novas vagas de trabalho estejam pagando salários menores do que antes da pandemia. Conforme Guilherme Mercês, chefe da Divisão de Economia e Inovação da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a melhora no mercado de trabalho também ajudou a sustentar o consumo das famílias. Embora os salários dos novos empregos estejam mais baixos do que antes da pandemia, com mais trabalhadores ocupados, há mais gente reforçando os orçamentos domésticos, impulsionando a demanda. O aumento das transferências de renda, com a introdução do Auxílio Brasil de R$ 400, e antecipações do 13º-salário para pensionistas também ajudam. “A retomada do emprego tem sido o principal fator de surpresa, para explicar os números de comércio e serviços. Isso acontece mesmo com o rendimento médio caindo”, afirmou Mercês. O crescimento parece ter se mantido neste segundo trimestre, mas as dúvidas sobre o ritmo da economia de meados do ano em diante se justificam por causa da inflação elevada e dos remédios amargos para enfrentá-la. Causada ainda pelos desequilíbrios associados à pandemia e agravada pela guerra na Ucrânia, a inflação –espalhada, com alta em torno de 12%, no acumulado em 12 meses – corrói os rendimentos das famílias, que tenderão a consumir menos. Para conter os reajustes de preços, o Banco Central (BC) age para esfriar a economia. Desde março do ano passado, a Selic, taxa básica de juro, saltou de 2,0% para 12,75% ao ano. “Está faltando um motor para a economia. A inflação é sinal de que está faltando ‘gasolina’ no motor”, afirmou Matos, do Ibre/FGV. Para piorar, a falta de combustível no motor do crescimento poderá ser reforçada pelo excesso de endividamento, lembrou Mercês, da CNC. Segundo o economista, as sondagens de confiança da entidade mostram que oito em cada dez famílias têm dívidas a vencer. É o maior nível de endividamento em 12 anos. Ainda que esse item meça todo tipo de dívida, não apenas aquelas em atraso, isso sugere que os aumentos de juros feitos até agora pelo BC poderão ter um efeito ainda maior. Ao encarecer parcelas de financiamentos, principalmente das famílias que recorrem ao cartão de crédito, a alta dos juros deixará ainda menos recursos para o consumo nos orçamentos domésticos, disse Mercês. O economista ainda teme que, diante de uma inflação elevada mais persistente, o BC seja obrigado a manter os juros em patamar alto por mais tempo. Isso porque há sinais de inflação generalizada, como a aceleração dos preços de serviços – que já acumulam alta em torno de 8,0% em 12 meses. Diferentemente dos preços de alimentos e combustíveis, que sobem por causa de choques, mas podem arrefecer em seguida, os preços de serviços são mais difíceis de ceder e só reagem a uma economia mais fria. (Daniel Teixeira/Estadão)
- Adial parabeniza Secretária de Economia pelo título de Cidadã Goiana
02/06/2022 A secretária de Estado da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, natural do Rio de Janeiro, recebeu, em sessão solene extraordinária realizada na noite da última quarta-feira, 1º, o Título de Cidadania Goiana, pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. A propositura foi do deputado Julio Pina. Para celebrar a parceria entre o empresariado goiano e a atual secretária, o presidente executivo da Adial, Edwal Freitas Portilho, e o Vice Presidente Conselho, Alberto Borges, marcaram presença. Após um início de relação conturbado, principalmente devido aos impactos da pandemia, a homenageada levantou a bandeira branca ao empresariado goiano. “Sei que nossa relação não começou de maneira fácil, mas construímos, juntos, o futuro do povo goiano. Eu estou do lado de vocês, nós estamos todos juntos”, declarou durante a sessão solene.














