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  • Goiás produz 60% dos remédios mais vendidos no País

    01/06/2022 Levantamento do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas do Estado de Goiás (Sindifargo), que faz a radiografia do setor, mostra que dos 10 medicamentos mais vendidos no Brasil em 2021, 6 são produzidos em Goiás. Neste contexto, o Estado se consolidou como o segundo maior produtor de medicamentos do País. A indústria farmacêutica em Goiás conta com 59 empresas, sendo o polo de Anápolis responsável por 13 mil empregos diretos. Isto, segundo o Sindifargo, corresponde a 13,2% do total empregado pelo setor no País (98,2 mil), baseado nos dados de março deste ano do Cageg. O polo farmoquímico de Goiás compreende o eixo Anápolis – Goiânia – Aparecida de Goiânia. A principal linha de medicamentos produzidos são os genéricos, similares, referência e MIPs. O Sindifargo ressalta que indústrias goianas realizam estudos clínicos para novos medicamentos. Algumas com patentes já registradas ou protocoladas. Investimentos Conforme o presidente executivo do Sindifargo, Marçal Soares, diz que a indústria de medicamentos está em constante investimento, principalmente por conta do regulatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Nos próximos 5 anos estão previstos R$ 500 milhões em investimentos em tecnologias e ampliações. Com esses constantes aperfeiçoamentos temos, por exemplo, uma indústria se preparando para a possibilidade fabricar vacinas”, afirma. O levantamento ainda mostra que em apenas três décadas de forte atuação, o setor é responsável por 25% do total da produção nacional de medicamentos. Uma produção aproximada, em 2021, de mais de 2 bilhões de unidades. Fonte: https://www.empreenderemgoias.com.br/2022/06/01/goias-produz-60-dos-remedios-mais-vendidos-no-pais/

  • PIB cresce 1% no primeiro trimestre, puxado pelo setor de serviços

    02/06/2022 Processo de volta do funcionamento normal de negócios ocorre desde o terceiro trimestre de 2020, com idas e vindas, marcadas pelas ondas de contágio da covid-19 A continuidade do processo de normalização das atividades econômicas mais dependentes do contato social e as atividades exportadoras impulsionaram a economia no primeiro trimestre, que cresceu 1% ante os três últimos meses de 2021, segundo os dados do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todo o valor gerado na economia), divulgados nesta quinta-feira, 2, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a normalização das atividades, o setor de serviços puxou a economia pelo lado da oferta, com avanço de 1% ante o quarto trimestre de 2021,enquanto a indústria cresceu 0,1% e a agropecuária caiu 0,9%. O processo de volta do funcionamento normal de negócios ocorre desde o terceiro trimestre de 2020, com idas e vindas, marcadas pelas ondas de contágio da covid-19. Agora, parece praticamente encerrado. Com o fim do efeito da normalização e a inflação elevada, economistas lançam dúvidas sobre a capacidade de a economia manter o ritmo até o fim do ano e em 2023. “Uma parte da explicação sobre 2022 é que 2021 não acabou. Não tínhamos conseguido reabrir toda a economia ano passado”, disse Silvia Matos, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e coordenadora do Boletim Macro Ibre. No curto prazo, a normalização também vem impulsionando a melhora do mercado de trabalho, especialmente porque os serviços mais afetados pelas restrições ao contato social – como bares, restaurantes, hotéis, casas de show, cinemas e salões de beleza – geram muitos empregos. No trimestre móvel encerrado em abril, a taxa de desemprego caiu, embora as novas vagas de trabalho estejam pagando salários menores do que antes da pandemia. Conforme Guilherme Mercês, chefe da Divisão de Economia e Inovação da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a melhora no mercado de trabalho também ajudou a sustentar o consumo das famílias. Embora os salários dos novos empregos estejam mais baixos do que antes da pandemia, com mais trabalhadores ocupados, há mais gente reforçando os orçamentos domésticos, impulsionando a demanda. O aumento das transferências de renda, com a introdução do Auxílio Brasil de R$ 400, e antecipações do 13º-salário para pensionistas também ajudam. “A retomada do emprego tem sido o principal fator de surpresa, para explicar os números de comércio e serviços. Isso acontece mesmo com o rendimento médio caindo”, afirmou Mercês. O crescimento parece ter se mantido neste segundo trimestre, mas as dúvidas sobre o ritmo da economia de meados do ano em diante se justificam por causa da inflação elevada e dos remédios amargos para enfrentá-la. Causada ainda pelos desequilíbrios associados à pandemia e agravada pela guerra na Ucrânia, a inflação –espalhada, com alta em torno de 12%, no acumulado em 12 meses – corrói os rendimentos das famílias, que tenderão a consumir menos. Para conter os reajustes de preços, o Banco Central (BC) age para esfriar a economia. Desde março do ano passado, a Selic, taxa básica de juro, saltou de 2,0% para 12,75% ao ano. “Está faltando um motor para a economia. A inflação é sinal de que está faltando ‘gasolina’ no motor”, afirmou Matos, do Ibre/FGV. Para piorar, a falta de combustível no motor do crescimento poderá ser reforçada pelo excesso de endividamento, lembrou Mercês, da CNC. Segundo o economista, as sondagens de confiança da entidade mostram que oito em cada dez famílias têm dívidas a vencer. É o maior nível de endividamento em 12 anos. Ainda que esse item meça todo tipo de dívida, não apenas aquelas em atraso, isso sugere que os aumentos de juros feitos até agora pelo BC poderão ter um efeito ainda maior. Ao encarecer parcelas de financiamentos, principalmente das famílias que recorrem ao cartão de crédito, a alta dos juros deixará ainda menos recursos para o consumo nos orçamentos domésticos, disse Mercês. O economista ainda teme que, diante de uma inflação elevada mais persistente, o BC seja obrigado a manter os juros em patamar alto por mais tempo. Isso porque há sinais de inflação generalizada, como a aceleração dos preços de serviços – que já acumulam alta em torno de 8,0% em 12 meses. Diferentemente dos preços de alimentos e combustíveis, que sobem por causa de choques, mas podem arrefecer em seguida, os preços de serviços são mais difíceis de ceder e só reagem a uma economia mais fria. (Daniel Teixeira/Estadão)

  • Adial parabeniza Secretária de Economia pelo título de Cidadã Goiana

    02/06/2022 A secretária de Estado da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, natural do Rio de Janeiro, recebeu, em sessão solene extraordinária realizada na noite da última quarta-feira, 1º, o Título de Cidadania Goiana, pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. A propositura foi do deputado Julio Pina. Para celebrar a parceria entre o empresariado goiano e a atual secretária, o presidente executivo da Adial, Edwal Freitas Portilho, e o Vice Presidente Conselho, Alberto Borges, marcaram presença. Após um início de relação conturbado, principalmente devido aos impactos da pandemia, a homenageada levantou a bandeira branca ao empresariado goiano. “Sei que nossa relação não começou de maneira fácil, mas construímos, juntos, o futuro do povo goiano. Eu estou do lado de vocês, nós estamos todos juntos”, declarou durante a sessão solene.

  • Adial participa da reunião do CDE

    02/06/2022 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (ADIAL) é membro do Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE/FCO) e participou na manhã desta quinta-feira (02) da reunião, na sede da Emater. A pauta principal foi a apresentação do projeto da usina sucroenergética Bom Sucesso, em Goiatuba, no sul do Estado. Segundo o assessor executivo da Adial, João Paulo Nogueira, a pauta do encontro mostrou que o agro goiano é forte. Além da Adial, estavam presentes representantes da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Goiás (Acieg), do Banco do Brasil, da OCB/GO, da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás( Faeg) e do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

  • Adial em parceria com a prefeitura de Goiânia

    02/06/2022 O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, se reuniu nesta quinta-feira (02) com a Presidente do Conselho Municipal de Políticas para a Juventude da Prefeitura de Goiânia, Juliana Rodrigues Teodoro da Silva, para firmar parceria para colocação no mercado de trabalho de mulheres e jovens atendidos pela pasta. A parceria, que ainda está em fase de estudos, permitiria que jovens em situação de vulnerabilidade e mulheres cadastradas tenham prioridades nas vagas em aberto nas empresas associadas à Adial. “Nós temos 50%, as vagas, e a secretaria tem os outros 50%, a mão de obra. Essa possível união será proveitosa para ambos os lados”, revela Rocha.

  • Adial Talentos prevê cursos personalizados em Aparecida

    02/06/2022 As empresas associadas à Adial localizadas em Aparecida de Goiânia foram convidadas a participar de uma reunião promovida pela Adial Talentos, na Associação Comercial do município, nesta quinta-feira (02). O encontro teve como objetivo apresentar a Adial Talentos e conhecer as demandas relacionadas à necessidade de mão de obra para as vagas em aberto e qualificação profissional. Participaram da reunião representantes da Manhic, TransZilli, Zupanni, Volga e JBM Embalagens, além da Secretaria da Retomada, da Universidade Federal de Goiás ( UFG) e Cotec. Segundo o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, as empresas vão fazer um levantamento das necessidades para definir os cursos e o cronograma deles. “Vamos fazer os treinamentos, seja para a entrada nas empresas ou para aperfeiçoamento, sob medida, isso é, seguindo as necessidades das empresas, como conteúdo, carga horário, horários, dia da semana”, revela.

  • Piracanjuba faz altos investimentos em projetos de sustentabilidade ambiental

    06/06/2022 Mais do que a qualidade e o sabor, a Piracanjuba se preocupa cada vez mais em ofertar opções que são produzidas com responsabilidade ambiental. Só no ano de 2021, 10,7 milhões foram investidos em novos projetos sustentáveis. E continua em 2022, exemplo disso é que, nos próximos meses, será implementada a troca de todo o papel branco das caixas de embarque pelo modelo pardo. A produção de papel reciclado demanda um menor consumo de recursos naturais em relação ao papel de fibra virgem: 50% de economia de água e 33% de contenção no uso de energia elétrica. Além disso, a cada tonelada produzida de papel reciclado, evita-se o corte de 20 a 24 árvores. “Falar de ações ambientais na rotina de produção é assunto constante nas pautas. Temos várias iniciativas ambientais e, por isso, queremos avançar na questão da governança que, para nós, é transparência e apresentação de resultados. Por isso, os investimentos são crescentes e as práticas cada vez mais otimizadas. Atualmente, o gasto de água nos processos é de 2,0 litros por quilo de matéria-prima processada, enquanto, na literatura, esse número vai até 6 litros. Além disso, ainda em relação aos recursos hídricos, 89,7% de toda a água retirada dos rios para a operação é devolvida com os devidos tratamentos realizados”, ressalta Jefferson Dias de Araújo, Gerente de Meio Ambiente. Em 2022, quando a data em comemoração ao Meio Ambiente completa 50 anos, a Piracanjuba celebra o dia 5 de junho com vários resultados sustentáveis, que reforçam a aderência às metas e compromissos mundiais de preservação dos recursos. “Celebrar a data com ações efetivas tem grande valor, afinal, mostra que tiramos ideais do papel e colocamos em prática. Hoje, 100% das embalagens enviadas para o mercado são recicláveis e 71,4% delas são de origem renovável. Além disso, 100% do papel e papelão utilizados nas embalagens possuem certificação FSC, confirmando que são provenientes de florestas responsáveis. A Piracanjuba também mantém zero impacto com desmatamento, já que 100% de toda a biomassa utilizada nas fábricas para geração de vapor é de origem reflorestada”, complementa Jefferson. Em mais uma das práticas de sustentabilidade, em 2020, a Sede Administrativa recebeu a certificação LEED Platinum, na categoria New Construction. A construção é o prédio mais sustentável da América Latina e alcançou 97 pontos na validação internacional, confirmando que a estruturação e o funcionamento operam de acordo com critérios ambientais. Antes disso, em 2015, uma das fábricas da empresa, na cidade de Bela Vista de Goiás (GO), ganhou uma das Estações de Tratamento de Efluentes mais modernas do país. “No local, é feita a coleta e o aproveitamento energético de biogás, gerado no tratamento anaeróbio de efluentes, reduzindo assim o impacto dos gases causadores do efeito estufa. Em 2021, foram gerados 3,88 milhões de Nm³ (normais metros cúbicos) de biogás. Isso corresponde a 69,8 milhões de toneladas de carbono equivalente, deixadas de ser enviadas para a atmosfera a cada ano”, finaliza o Gerente de Meio Ambiente. As informações são da Assessoria de Imprensa da Piracanjuba, adaptadas pela equipe MilkPoint.

  • Adial Talentos se reúne com representantes de Senador Canedo

    07/06/2022 A Adial Talentos se reuniu com a Secretária Municipal de Assistência Social e Cidadania (Semasc) e primeira dama de Senador Canedo, Simone Assis, nesta terça-feira (07). O objetivo do encontro é de desenvolver uma ação conjunta para incrementar as ações de formação profissional e inserção no mercado de trabalho, com atração, recrutamento e contratação de profissionais. Estavam presentes o Presidente-Executivo Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho; o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha; além da Secretária Executiva dos Conselhos de Direitos Humanos da Semasc, Professora Júlia de Souza; a Conselheira Municipal da Juventude, Enailde Ohana; o Secretário Municipal de Trabalho e Empreendedorismo, Holismar; o presidente da Gloobal Peace Foundation, Romel Munhoz e representando o Governo estadual, marcou presença o Gerente de Atenção à Juventude , Yuri Augusto. Próximos passos Durante o encontro foi agendado um café da manhã na próxima terça-feira (14) que vai reunir as quatro empresas associadas à Adial de Senador Canedo, além de uma de Bela Vista. O encontro vai permitir que os empresários repassem as demandas e as necessidades para a qualificação profissional do atual quadro de colaboradores e as necessidades para contratação. Segundo Alfredo, na segunda quinzena de junho, a Adial vai se reunir com os representantes das prefeituras e das empresas localizadas em Goiânia e Anápolis.

  • Adial é a favor do uso de máscaras em ambientes fechados

    08/06/2022 O Brasil voltou a registrar um aumento nos números de Covid-19 nas últimas semanas. Especialistas afirmam que o país está na quarta onda da doença. Muitos acreditam que o aumento é devido ao relaxamento das medidas sanitárias, inclusive o uso de máscaras, e o início do inverno. Por isso, ao menos três capitais – São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte – já voltaram a recomendar a utilização de máscaras de proteção em locais fechados devido ao aumento de casos da Covid-19. Pontos fechados Na semana passada a cidade de Londrina, a 380 quilômetros da capital Curitiba (PR), também decidiu indicar novamente o uso das máscaras em ambientes fechados. A medida de contenção, embora ainda seja classificada como “orientação” é baseada no aumento de 370% nos casos de Covid-19 nos últimos 30 dias. Devido a pouca circulação de ar, especialistas indicam o uso de máscaras em lugares fechados já que é um ato de proteção individual e também coletiva.

  • Goiás precisa qualificar mais de 309 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025

    23/05/2022 Projeção da CNI aponta que mercado goiano precisa de 63 mil profissionais com formação inicial e outros 246 mil com atualização de conhecimento para atender demandas do setor no pós-pandemia. O setor industrial está em busca de trabalhadores em diversas áreas para repor o quadro que foi perdido, especialmente durante a pandemia de Covid-19, el preencher novas vagas. Porém, há falta de profissionais.Goiás precisará qualificar 309 mil pessoas em três anos, sendo que 63 mil delas em formação inicial, segundo. projeção do Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025. Divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o estudo foi realizado pelo Observatório Nacional da Indústria para identificar as demandas futuras por mão de obra e formação profissional de base industrial. Dentro dessa carência, 79% é por aperfeiçoamento, pois 246 mil já estão em ocupações na indústria. A questão é que esses trabalhadores também precisam atualizar os conhecimentos com as novas tecnologias e mudanças na cadeia. Uma dificuldade que é encontrada no mercado brasileiro. Em todo o País, a necessidade identificada pelo estudo é de 9,6 milhões de trabalhadores qualificados até 2025. Qualificação De acordo com o estudo, em relação ao nível de qualificação, há maior procura de profissionais com cursos de até 200 horas. A demanda corresponde a 80,48% do total em Goiás. Enquanto 74% do emprego industrial no Brasil tem esse perfil. Por outro lado, há tendência de aumento na exigência por nível técnico e superior. “A população de profissionais precisa de qualificação e requalificação, pois expressa o potencial e a força da indústria goiana para os próximos anos. Demonstra que temos perspectivas positivas em termos de desenvolvimento. econômico”, pontua o diretor de Educação e Tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir José Bonatto, ao citar que o objetivo é ter maior competitividade com constante atualização. O destaque vai para cursos de curta duração, segundo ele, porque o setor precisa de profissionais qualificados rapidamente. “É a solução mais eficiente para atender a demanda real”, defende. A necessidade de qualificar 309 mil pessoas também foi alcançada, como avalia, porque na pandemia muitos perderam postos de trabalho e agora é preciso que um novo pessoal retorne para as fábricas. Prioridades “Temos um hiato entre o número de trabalhadores preparados e o que precisamos, por isso corremos para sermos mais assertivos com cursos rápidos, para absorver também mais rápido”, diz o diretor do Senai. No entanto, para áreas prioritárias, a formação técnica e as graduações são mais desejadas. Depois de formados, Claudemir explica que pesquisa do Senai com ex-alunos mostra alto indice de aproveitamento. “A cada dez, nove terminam a formação empregados no mercado, com trabalho formal”, destaca. A maior sofisticação, com a indústria 4.0, também intensifica a expectativa por novos profissionais preparados. Atualmente lider de produção de Controle Numérico por Computador (CNC), Thiago Martins de Deus, de 23 anos, é um dos exemplos de trabalhadores que foram aproveitados após formação técnica. “Eu fui Jovem Aprendiz e fui efetivado, passei por cursos de Operador de Processos Industriais e consegui minha primeira carteira assinada. Antes trabalhava de garçom por diária”, relata sobre o resultado do curso profissionalizante de um ano e três meses. Além de conseguir um emprego, ele acredita que a formação na área também não o limita. “É um conhecimento que abrange várias áreas, não é somente para onde trabalho hoje.” Gerente de produção da ICO Metais, Aucinei Rodrigues explica que quando profissionais com qualificação como Thiago chegam à empresa evita problemas comuns de adaptação e acelera o aproveitamento. A indústria de torneiras, registros e válvulas tem 20 colaboradores em formação. Como emprega pessoas da região de Trindade, que muitas vezes são provenientes de outros setores, o gerente acredita que a qualificação técnica é deseja para que os profissionais possam “falar a lingua da empresa” e com o incentivo à qualificação diz que qualidade do produto ampliou. Para o futuro, há expectativa de incremento nas novas contratações nos próximos anos, porque há expectativa de crescimento de 25% a 30% na produção. Porém, explica que a busca é por pessoas com conhecimento específico para atuar na indústria. “Quanto mais qualificado o profissional, menos problemas”, defende. Área com maior demanda por profissionais são as transversais Projeção do Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025 revela que a indústria goiana demandará, nos próximos anos, trabalhadores especialmente de áreas transversais. Diretor de educação e tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir José Bonatto explica que esses profissionais são capazes de atender uma série de setores e sustentam a inovação. Ele cita o exemplo de engenheiros mecânicos e de software. Ao todo, essas áreas devem demandar a qualificação de 60.722 profissionais até 2025. Depois, na ordem das principais demandas, aparecem metalmecânica (48.837) e logistica e transporte (44.111). Para o diretor, há um momento no mercado no pós pandemia que sugere importância para atender as transformações e incentivar que as pessoas busquem qualificação onde há vagas de emprego. Diante de tamanha demanda no Estado, o secretário de Estado da Retomada, César Moura, informou para O POPULAR, que também há preocupação do Estado com as vagas do setor industrial. “A gente tem as mesmas demandas citadas no estudo para requalificação, inovação e ocupação de vagas de emprego em outras atividades.” Entre as ações, afirma que o projeto “Ano da Qualificação Profissional 2022”, auxilia na recuperação econômica. “A gente precisa qualificar as pessoas para ocupar as vagas que estão disponíveis no mercado”, reforça. Demandas da indústria goiana Confira as principais áreas que vão demandar qualificação para a indústria até 2025 Nível superior Total:19.420 Principais cursos: Analistas de tecnologia da informação Gerentes de produção e operações Gerentes de comercialização, marketing e comunicação Nível técnico Total: 41.059 Principais cursos: Controle da produção Planejamento e controle de produção Eletricidade e eletrotécnica Cursos de qualificação (menos de 200 horas) Total: 180.904 Principais cursos: Alimentadores de linhas de produção Motoristas de veículos de cargas em geral Magarefes e afins Cursos de qualificação (mais de 200 horas) Total: 68.475 Principais cursos: Operadores de máquinas para costura de peças do vestuário Mecânicos de manutenção de máquinas industriais Mecânicos de manutenção de veículos automotores

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