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  • Investimentos privados alcançam quase R$20 bi em Goiás em 12 meses

    17/06/2022 Cálculo da SIC leva em conta projetos aprovados nos programas de incentivo fiscal e financiamentos pelo FCO, além de projetos dos setores de mineração, fármacos e serviços. A retomada das atividades econômicas, após as restrições para conter o avanço da pandemia, fez empresas retirarem projetos do papel voltarem a investir. A Secretaria da Indústria, Comércio Serviços de Goiás (SIC) estima cerca de R$ 20 bilhões em investimentos no Estado nos últimos 12 meses. O cálculo leva em conta os projetos aprovados nos programas de incentivo fiscal, financiamentos aprovados dentro do FCO, projetos de grande porte dos setores de mineração e fármacos e de vários investimentos feitos pelo setor de serviços. De 2019 para cá, os programas de incentivo fiscal resultaram em cerca de R$ 2,6 bilhões em investimentos. Outros R$ 2 bilhões em financiamentos do FCO foram liberados para projetos do setor empresarial desde 2020. “Somente o setor de mineração está investindo R$ 4 bilhões em projetos de pequenas, médias e grandes empresas”, informa o secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Joel Braga Filho. Ele lembra que também há um grande número de investimentos de grandes redes de bares e restaurantes. “Também não podemos nos esquecer do agronegócio. Uma prova disso foi o desempenho da Tecnoshow este ano”, destaca. São investimentos bancados por diversas fontes de financiamento, sendo muitos recursos próprios e que não contam com incentivos. Para o secretário, os 110 mil empregos gerados no ano passado e os 49 mil novos postos de trabalho registrados pelo Caged este ano no Estado já são resultado destes investimentos consolidados. Ele lembra que a SIC é a porta de entrada, o primeiro lugar que as empresas procuram para a prospecção de investimentos, em busca de informações sobre programas de incentivo ou local para instalação. “Quando perguntamos sobre a razão do interesse por Goiás, a resposta é sempre a mesma: a localização centralizada que facilita a logistica. Estamos até mil quilômetros de 65% do PIB mais alto”, destaca joel Braga Outra razão seria o bom ambiente e a estrutura para os negócios os investidores costumam analisar até os indicadores de saúde, educação e segurança do Estado antes da tomada de decisão Goias também teria tido uma recuperação mais rápida dos reflexos da pandemia, por conta da força de seu agronegócio. O secretário ressalta que muitos investimentos ficaram represados nos últimos dois anos e as facilidades trazidas pelo programa de incentivos ProGoiás, que é desburocratizado, também são om incentivo O programa ainda estaria em fase de adequações, com demandas para mudanças de alguns contos da legislação que tratam, por exemplo, de incentivos para empresas de e-commerce “Com a pandemia, o comércio eletrônico avançou uns 10 anos, o que aumentou a necessidade de alguns mudanças para equiparar nossos incentivos com os de outros estados”, diz. Ele conta que recebe, todos os dias, a visita de vários grupos de investidores interessados em se instalar em Goiás. Entre os mais recentes, estão multinacionais fabricantes de insumos para embalagens, que utilizam alta tecnologia e devem investir mais de R$ 500 milhões para transferir sua fábrica de São Paulo para cá. A fabricante de produtos Ipê também deve construir um grande centro de distribuição ao lado de sua fábrica em Anápolis, numa ampliação de 100 mil metros de área. Mas também é grande o número de empresas já instaladas que estão ampliando investimentos, como a gigante Caramuru, em Itumbiara, que investirà R$ 250 milhões numa fábrica de ração para a piscicultura. Fármacos O secretário dá o exemplo de grandes projetos do setor farmacéutico. Um deles é o da Geolab, que está investindo mais de R$ 350 milhões numa nova planta em Anápolis Outro investimento de R$ 350 milhões foi o da Vitamedic, do Grupo José Alves, também em Anápolis. O diretor de vendas e Marketing do Grupo José Alves, Cristiano Araújo Lopes, informa que a nova fábrica inaugurada na cidade abriga todas as linhas de produção de medicamentos liquidos, comprimidos, injetáveis, efervescentes e pomadas, além de toda parte operacional, onde emprega 1300 funcionários. “Esta Indústria conta com o que há de mais moderno em equipamentos para produção de medicamentos e tem previsão de receber mais entre RS 120 milhões e R$ 150 milhões em novos investimentos, conta. Cristiano Araújo lembra que o grupo, que completa 60 anos este ano, também vai inaugurar uma fábrica de produtos de higiene e limpeza para a casa em Trindade, que já está em fase final de instalação de equipamentos. Segundo ele, o investimento inicial foi de R$ 150 milhões, mas deve chegar aos R$ 300 milhões em breve, com a geração de pelo menos 180 empregos diretos. “Já vamos abrir atendendo os mercados de Goiás, Brasilia, Tocantins e Minas Gerais a partir de setembro”, informa. Outra empresa do grupo, a Refrescos Bandeirantes, fabricante da marca Coca-Cola, também acaba de investir R$ 120 milhões numa nova linha de produção, única na América Latina, que já formata a garrafa pet retornável e envasa o produto ao mesmo tempo na fábrica de Trindade. Os grandes investimentos privados, que podem levar de dois a três anos para serem concluidos, podem ser acelerados ou desacelerados conforme o cenário econômico, com foco na competitividade. Mas o presidente executivo da Associação Pro Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial Goias), Edwal Portilho, o Tchequinho, acredita que o número de investimentos no Estado poderia ser bem maior. Ele alerta que o setor convive com uma situação preocupante: o esforço agressivo de estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná para atração de novos investimentos com seus programas de incentivo. Para Tchequinho, o ProGoiás realmente é mais desburocratizado. Enquanto os outros programas de incentivo eram baseados em financiamento financeiro-fiscal, onde o governo abria mão de uma parte da arrecadação em prol do investimento e da geração de empregos, este novo modelo funciona através da concessão de um porcentual de crédito outorgado sobre o imposto gerado para que a empresa tenha mais competitividade no mercado. Por isso, é crescente o número de empresas que migram dos programas anteriores para o ProGoiás. Segundo Tchequinho, o governo de Goiás também tem tomado medidas para melhorar o ambiente de negócios e já prepara novas ações para se tornar mais atrativo às empresas O secretário Joel Braga admite que Goiás concorre com outros estados na atração de empresas e, nesse momento, faz um levantamento de todos os incentivos dados pela região fiscal (MS, MT e Dr) onde é possível colar, ou seja, fazer a cópia dos benefícios para ajudar as empresas locais. Os indicadores mostram que dois tem perdido a corrida para o estado do Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná, que tiveram um incremento bem maior de seus parques industriais, com crescimento mais expressivo no número de indústrias. Goiás continua sendo o sétimo estado do País em número de indústrias. Mas, apesar de ter elevado este número entre 2020 e 2021, já vê a Bahia, oitava colocada, se aproximando rapidamente e ameaçando sua posição “Teremos que correr para não perder posições. A guerra fiscal está mais forte que nunca. Eles têm montado frentes de agências de promoção de investimentos, não só para atrair novas indústrias, mas também para tomar empresas de outros estados, alerta Tchequinho. Ele lembra que há muitos anos Goiás não recebe um investimento Ancora de uma cadeia de produção longa, como do setor automobilístico. “Estamos num vácuo. A participação do PIB industrial na economia do Estado caiu de 28% em 2010 para 21% em 2019”, destaca. Esta lacuna foi ocupada pelo setor de serviços, que elevou sua participação de 60% para 67%. Para Tchequinho, a sinergia entre os setores público e privado precisa ser cada vez maior para melhorar ainda mais o ambiente de negócios e elevar a atração de novos investimentos, que hoje estão mais focados em projetos de ampliação. Reportagem: Jornal O Popular

  • Adial participa de evento sobre transporte de cargas em Brasília

    01/06/2022 Aconteceu nesta quarta-feira (01), em Brasília, na Câmara dos Deputados, a 21ª edição do Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas. O diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, esteve presente no evento que é realizado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, com o apoio da NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) e conta com o apoio institucional da CNT e FENATAC. O seminário reuniu o empresariado do setor de transportes de cargas, lideranças, parlamentares, autoridades governamentais, integrantes do meio acadêmico e técnicos especializados, para discutir atividades que viabilizem propostas referentes às áreas voltadas ao setor de transporte de cargas. O diretor-executivo da AdialLog, Eduardo Alves, destacou que o evento sempre apresenta temas atuais e com extrema relevância para o Transporte Rodoviário de Cargas. “Depois de 2 anos sem ocorrer de forma presencial foi de grande valia reencontrar parceiros e amigos do setor”, disse. Afirmou que falta motoristas para atuar em empresas de vários estados. “Hoje as associadas da Adial Log estão com mais de 200 vagas disponíveis”. O representante do ministro da Infraestrutura, Felipe Queiroz, destacou dados positivos do setor de transporte rodoviário no Brasil. Em apenas dois anos foram alcançados quase 12% de crescimento. Ele reforçou a parceria do governo federal com o setor de transporte e a necessidade da Regulação do DT-E (Documento de Transporte Eletrônico). O vice-presidente da CNT, Flávio Benati, lembrou que foi durante o seminário que nasceu a desoneração da folha de pagamento do setor de transportes. Benati sugeriu ainda que deveriam ser encontrados mecanismos para que a desoneração fosse permanente. A cerimônia de abertura contou com diversas autoridades, entre elas o deputado Hildo Rocha, presidente da Comissão de Viação e Transportes.

  • Goiás produz 60% dos remédios mais vendidos no País

    01/06/2022 Levantamento do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas do Estado de Goiás (Sindifargo), que faz a radiografia do setor, mostra que dos 10 medicamentos mais vendidos no Brasil em 2021, 6 são produzidos em Goiás. Neste contexto, o Estado se consolidou como o segundo maior produtor de medicamentos do País. A indústria farmacêutica em Goiás conta com 59 empresas, sendo o polo de Anápolis responsável por 13 mil empregos diretos. Isto, segundo o Sindifargo, corresponde a 13,2% do total empregado pelo setor no País (98,2 mil), baseado nos dados de março deste ano do Cageg. O polo farmoquímico de Goiás compreende o eixo Anápolis – Goiânia – Aparecida de Goiânia. A principal linha de medicamentos produzidos são os genéricos, similares, referência e MIPs. O Sindifargo ressalta que indústrias goianas realizam estudos clínicos para novos medicamentos. Algumas com patentes já registradas ou protocoladas. Investimentos Conforme o presidente executivo do Sindifargo, Marçal Soares, diz que a indústria de medicamentos está em constante investimento, principalmente por conta do regulatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Nos próximos 5 anos estão previstos R$ 500 milhões em investimentos em tecnologias e ampliações. Com esses constantes aperfeiçoamentos temos, por exemplo, uma indústria se preparando para a possibilidade fabricar vacinas”, afirma. O levantamento ainda mostra que em apenas três décadas de forte atuação, o setor é responsável por 25% do total da produção nacional de medicamentos. Uma produção aproximada, em 2021, de mais de 2 bilhões de unidades. Fonte: https://www.empreenderemgoias.com.br/2022/06/01/goias-produz-60-dos-remedios-mais-vendidos-no-pais/

  • PIB cresce 1% no primeiro trimestre, puxado pelo setor de serviços

    02/06/2022 Processo de volta do funcionamento normal de negócios ocorre desde o terceiro trimestre de 2020, com idas e vindas, marcadas pelas ondas de contágio da covid-19 A continuidade do processo de normalização das atividades econômicas mais dependentes do contato social e as atividades exportadoras impulsionaram a economia no primeiro trimestre, que cresceu 1% ante os três últimos meses de 2021, segundo os dados do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todo o valor gerado na economia), divulgados nesta quinta-feira, 2, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a normalização das atividades, o setor de serviços puxou a economia pelo lado da oferta, com avanço de 1% ante o quarto trimestre de 2021,enquanto a indústria cresceu 0,1% e a agropecuária caiu 0,9%. O processo de volta do funcionamento normal de negócios ocorre desde o terceiro trimestre de 2020, com idas e vindas, marcadas pelas ondas de contágio da covid-19. Agora, parece praticamente encerrado. Com o fim do efeito da normalização e a inflação elevada, economistas lançam dúvidas sobre a capacidade de a economia manter o ritmo até o fim do ano e em 2023. “Uma parte da explicação sobre 2022 é que 2021 não acabou. Não tínhamos conseguido reabrir toda a economia ano passado”, disse Silvia Matos, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e coordenadora do Boletim Macro Ibre. No curto prazo, a normalização também vem impulsionando a melhora do mercado de trabalho, especialmente porque os serviços mais afetados pelas restrições ao contato social – como bares, restaurantes, hotéis, casas de show, cinemas e salões de beleza – geram muitos empregos. No trimestre móvel encerrado em abril, a taxa de desemprego caiu, embora as novas vagas de trabalho estejam pagando salários menores do que antes da pandemia. Conforme Guilherme Mercês, chefe da Divisão de Economia e Inovação da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a melhora no mercado de trabalho também ajudou a sustentar o consumo das famílias. Embora os salários dos novos empregos estejam mais baixos do que antes da pandemia, com mais trabalhadores ocupados, há mais gente reforçando os orçamentos domésticos, impulsionando a demanda. O aumento das transferências de renda, com a introdução do Auxílio Brasil de R$ 400, e antecipações do 13º-salário para pensionistas também ajudam. “A retomada do emprego tem sido o principal fator de surpresa, para explicar os números de comércio e serviços. Isso acontece mesmo com o rendimento médio caindo”, afirmou Mercês. O crescimento parece ter se mantido neste segundo trimestre, mas as dúvidas sobre o ritmo da economia de meados do ano em diante se justificam por causa da inflação elevada e dos remédios amargos para enfrentá-la. Causada ainda pelos desequilíbrios associados à pandemia e agravada pela guerra na Ucrânia, a inflação –espalhada, com alta em torno de 12%, no acumulado em 12 meses – corrói os rendimentos das famílias, que tenderão a consumir menos. Para conter os reajustes de preços, o Banco Central (BC) age para esfriar a economia. Desde março do ano passado, a Selic, taxa básica de juro, saltou de 2,0% para 12,75% ao ano. “Está faltando um motor para a economia. A inflação é sinal de que está faltando ‘gasolina’ no motor”, afirmou Matos, do Ibre/FGV. Para piorar, a falta de combustível no motor do crescimento poderá ser reforçada pelo excesso de endividamento, lembrou Mercês, da CNC. Segundo o economista, as sondagens de confiança da entidade mostram que oito em cada dez famílias têm dívidas a vencer. É o maior nível de endividamento em 12 anos. Ainda que esse item meça todo tipo de dívida, não apenas aquelas em atraso, isso sugere que os aumentos de juros feitos até agora pelo BC poderão ter um efeito ainda maior. Ao encarecer parcelas de financiamentos, principalmente das famílias que recorrem ao cartão de crédito, a alta dos juros deixará ainda menos recursos para o consumo nos orçamentos domésticos, disse Mercês. O economista ainda teme que, diante de uma inflação elevada mais persistente, o BC seja obrigado a manter os juros em patamar alto por mais tempo. Isso porque há sinais de inflação generalizada, como a aceleração dos preços de serviços – que já acumulam alta em torno de 8,0% em 12 meses. Diferentemente dos preços de alimentos e combustíveis, que sobem por causa de choques, mas podem arrefecer em seguida, os preços de serviços são mais difíceis de ceder e só reagem a uma economia mais fria. (Daniel Teixeira/Estadão)

  • Adial parabeniza Secretária de Economia pelo título de Cidadã Goiana

    02/06/2022 A secretária de Estado da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, natural do Rio de Janeiro, recebeu, em sessão solene extraordinária realizada na noite da última quarta-feira, 1º, o Título de Cidadania Goiana, pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. A propositura foi do deputado Julio Pina. Para celebrar a parceria entre o empresariado goiano e a atual secretária, o presidente executivo da Adial, Edwal Freitas Portilho, e o Vice Presidente Conselho, Alberto Borges, marcaram presença. Após um início de relação conturbado, principalmente devido aos impactos da pandemia, a homenageada levantou a bandeira branca ao empresariado goiano. “Sei que nossa relação não começou de maneira fácil, mas construímos, juntos, o futuro do povo goiano. Eu estou do lado de vocês, nós estamos todos juntos”, declarou durante a sessão solene.

  • Adial participa da reunião do CDE

    02/06/2022 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (ADIAL) é membro do Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE/FCO) e participou na manhã desta quinta-feira (02) da reunião, na sede da Emater. A pauta principal foi a apresentação do projeto da usina sucroenergética Bom Sucesso, em Goiatuba, no sul do Estado. Segundo o assessor executivo da Adial, João Paulo Nogueira, a pauta do encontro mostrou que o agro goiano é forte. Além da Adial, estavam presentes representantes da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Goiás (Acieg), do Banco do Brasil, da OCB/GO, da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás( Faeg) e do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

  • Adial em parceria com a prefeitura de Goiânia

    02/06/2022 O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, se reuniu nesta quinta-feira (02) com a Presidente do Conselho Municipal de Políticas para a Juventude da Prefeitura de Goiânia, Juliana Rodrigues Teodoro da Silva, para firmar parceria para colocação no mercado de trabalho de mulheres e jovens atendidos pela pasta. A parceria, que ainda está em fase de estudos, permitiria que jovens em situação de vulnerabilidade e mulheres cadastradas tenham prioridades nas vagas em aberto nas empresas associadas à Adial. “Nós temos 50%, as vagas, e a secretaria tem os outros 50%, a mão de obra. Essa possível união será proveitosa para ambos os lados”, revela Rocha.

  • Adial Talentos prevê cursos personalizados em Aparecida

    02/06/2022 As empresas associadas à Adial localizadas em Aparecida de Goiânia foram convidadas a participar de uma reunião promovida pela Adial Talentos, na Associação Comercial do município, nesta quinta-feira (02). O encontro teve como objetivo apresentar a Adial Talentos e conhecer as demandas relacionadas à necessidade de mão de obra para as vagas em aberto e qualificação profissional. Participaram da reunião representantes da Manhic, TransZilli, Zupanni, Volga e JBM Embalagens, além da Secretaria da Retomada, da Universidade Federal de Goiás ( UFG) e Cotec. Segundo o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, as empresas vão fazer um levantamento das necessidades para definir os cursos e o cronograma deles. “Vamos fazer os treinamentos, seja para a entrada nas empresas ou para aperfeiçoamento, sob medida, isso é, seguindo as necessidades das empresas, como conteúdo, carga horário, horários, dia da semana”, revela.

  • Piracanjuba faz altos investimentos em projetos de sustentabilidade ambiental

    06/06/2022 Mais do que a qualidade e o sabor, a Piracanjuba se preocupa cada vez mais em ofertar opções que são produzidas com responsabilidade ambiental. Só no ano de 2021, 10,7 milhões foram investidos em novos projetos sustentáveis. E continua em 2022, exemplo disso é que, nos próximos meses, será implementada a troca de todo o papel branco das caixas de embarque pelo modelo pardo. A produção de papel reciclado demanda um menor consumo de recursos naturais em relação ao papel de fibra virgem: 50% de economia de água e 33% de contenção no uso de energia elétrica. Além disso, a cada tonelada produzida de papel reciclado, evita-se o corte de 20 a 24 árvores. “Falar de ações ambientais na rotina de produção é assunto constante nas pautas. Temos várias iniciativas ambientais e, por isso, queremos avançar na questão da governança que, para nós, é transparência e apresentação de resultados. Por isso, os investimentos são crescentes e as práticas cada vez mais otimizadas. Atualmente, o gasto de água nos processos é de 2,0 litros por quilo de matéria-prima processada, enquanto, na literatura, esse número vai até 6 litros. Além disso, ainda em relação aos recursos hídricos, 89,7% de toda a água retirada dos rios para a operação é devolvida com os devidos tratamentos realizados”, ressalta Jefferson Dias de Araújo, Gerente de Meio Ambiente. Em 2022, quando a data em comemoração ao Meio Ambiente completa 50 anos, a Piracanjuba celebra o dia 5 de junho com vários resultados sustentáveis, que reforçam a aderência às metas e compromissos mundiais de preservação dos recursos. “Celebrar a data com ações efetivas tem grande valor, afinal, mostra que tiramos ideais do papel e colocamos em prática. Hoje, 100% das embalagens enviadas para o mercado são recicláveis e 71,4% delas são de origem renovável. Além disso, 100% do papel e papelão utilizados nas embalagens possuem certificação FSC, confirmando que são provenientes de florestas responsáveis. A Piracanjuba também mantém zero impacto com desmatamento, já que 100% de toda a biomassa utilizada nas fábricas para geração de vapor é de origem reflorestada”, complementa Jefferson. Em mais uma das práticas de sustentabilidade, em 2020, a Sede Administrativa recebeu a certificação LEED Platinum, na categoria New Construction. A construção é o prédio mais sustentável da América Latina e alcançou 97 pontos na validação internacional, confirmando que a estruturação e o funcionamento operam de acordo com critérios ambientais. Antes disso, em 2015, uma das fábricas da empresa, na cidade de Bela Vista de Goiás (GO), ganhou uma das Estações de Tratamento de Efluentes mais modernas do país. “No local, é feita a coleta e o aproveitamento energético de biogás, gerado no tratamento anaeróbio de efluentes, reduzindo assim o impacto dos gases causadores do efeito estufa. Em 2021, foram gerados 3,88 milhões de Nm³ (normais metros cúbicos) de biogás. Isso corresponde a 69,8 milhões de toneladas de carbono equivalente, deixadas de ser enviadas para a atmosfera a cada ano”, finaliza o Gerente de Meio Ambiente. As informações são da Assessoria de Imprensa da Piracanjuba, adaptadas pela equipe MilkPoint.

  • Adial Talentos se reúne com representantes de Senador Canedo

    07/06/2022 A Adial Talentos se reuniu com a Secretária Municipal de Assistência Social e Cidadania (Semasc) e primeira dama de Senador Canedo, Simone Assis, nesta terça-feira (07). O objetivo do encontro é de desenvolver uma ação conjunta para incrementar as ações de formação profissional e inserção no mercado de trabalho, com atração, recrutamento e contratação de profissionais. Estavam presentes o Presidente-Executivo Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho; o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha; além da Secretária Executiva dos Conselhos de Direitos Humanos da Semasc, Professora Júlia de Souza; a Conselheira Municipal da Juventude, Enailde Ohana; o Secretário Municipal de Trabalho e Empreendedorismo, Holismar; o presidente da Gloobal Peace Foundation, Romel Munhoz e representando o Governo estadual, marcou presença o Gerente de Atenção à Juventude , Yuri Augusto. Próximos passos Durante o encontro foi agendado um café da manhã na próxima terça-feira (14) que vai reunir as quatro empresas associadas à Adial de Senador Canedo, além de uma de Bela Vista. O encontro vai permitir que os empresários repassem as demandas e as necessidades para a qualificação profissional do atual quadro de colaboradores e as necessidades para contratação. Segundo Alfredo, na segunda quinzena de junho, a Adial vai se reunir com os representantes das prefeituras e das empresas localizadas em Goiânia e Anápolis.

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