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  • Adial participa de debate sobre o setor industrial em Goiás

    26/05/2022 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou hoje (26) do seminário “Economia Goiana em Debate”, o tema desta edição foi “O Setor da Indústria em Goiás”. Na oportunidade, o consultor da Adial Brasil, Júlio Alfredo Paschoal, a presidente da CORECON-GO, Kerssia Kamenach e os professores Aurélio Troncoso e Remberto Lara apresentaram caminhos para o favorecimento do desenvolvimento regional, com políticas nacionais que atendam às necessidades do Estado, gerando emprego e renda. O debate virtual foi transmitido pelo canal da Secretaria da Retomada no YouTube. Tchequinho destacou a necessidade de identificar os gargalos econômicos que afetam a competividade industrial. Disse ainda que são imprescindíveis investimentos expressivos e incentivos fiscais que aumentem a atratividade local. “Ou nos readequamos e nos tornamos atrativos ou nos tornaremos fornecedores de matéria prima”, declarou. Criado para debater a economia goiana com foco na geração de emprego e renda, fortalecimento dos negócios e diversificação das atividades econômicas, o seminário também buscou o intercâmbio de experiências e a criação de conexões visando o crescimento e desenvolvimento do Estado.

  • Os benefícios da ferrovia Norte –Sul são tema de reunião

    27/05/2022 A ferrovia Norte-Sul, que está em funcionamento em Goiás nos municípios de Rio Verde e São Simão, foi destaque no encontro da manhã desta sexta-feira (27), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg). O Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifaeg) apresentou um minucioso projeto com dados e informações micro das regiões em que a ferrovia vai cortar o Estado. Estavam presentes na reunião o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, que levou como convidado de honra o vice-presidente comercial da Rumo, Pedro Palma; além do deputado federal e presidente da Faeg, José Mário Schreiner e, virtualmente, o superintendente da Sudeco, Nelson Vieira. A Rumo venceu o leilão do trecho da Norte-Sul em março de 2019 e é parceira da Adial desde então. Futuro Segundo Eduardo Alves, a médio e longo prazo, o estudo permite uma seleção assertiva das instalações de novas empresas. Pedro Palma destacou que o projeto é interessante já que traz dados da evolução dos municípios ao longo dos anos e pode ajudar no planejamento da ferrovia, que hoje está em funcionamento em Rio Verde, no sudoeste goiano. Palma ainda revelou que ainda neste primeiro semestre serão iniciadas em Rio Verde as novas operações de fertilizantes. E em 2023 estão previstas as de combustíveis.

  • Rally do Milho no sudoeste goiano

    27/05/2022 As indústrias goianas que processam milho em Quirinópolis e Rio Verde foram visitadas nesta sexta-feira (27). A comissão foi formada pela Secretária de Economia, Cristiane Schimdt; pelo Subsecretário da Receita Estadual, Aubirlan Borges Vitoi; pela Superintendente de Política Tributária, Renata Lacerda Noleto; pelo Presidente Executivo do Sifaeg, André Rocha e pelo Presidente Conselho da Adial, Zé Garrote e o Presidente-Executivo Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho. Em Quirinópolis, a equipe visitou a SJC Bioenergia, e foi recebida pelo Diretor Presidente da SJC Bioenergia, Abel Uchoa, e pelo Diretor Financeiro, Márcio Faria. Lá conheceram o Centro de Operações da Unidade São Francisco (USF) e também participaram de uma apresentação sobre resultados de produção e projeção até 2026. Depois, a comissão seguiu para Rio Verde. Para dar continuidade ao Rally do Milho, foi visitada a fábrica de rações da Comigo. Em seguida, a BRF e o Grupo Cereal, na qual foi recebida pelo fundador e conselheiro, Evaristo Lira Barauna, e pela Gerente da Usina de Biodiesel, Gabriella Cabral e Silva. A comissão visitou a Usina de Biodiesel do Grupo. A agenda A Adial está intensificando as visitas institucionais, que têm como objetivo conhecer de perto os processos de cada unidade, compreender as características de cada associado e solucionar com mais agilidade os problemas de cada setor.

  • Adial consegue novo prazo para ajuste na forma de apuração do saldo de ICMS das empresas

    01/06/2022 Os contatos da Adial com a Secretaria de Economia do Estado têm funcionado. Pela segunda vez, foi adiada a exigência de preenchimento das informações fiscais das empresas que se encaixam na Instrução Normativa no 1501/2021-GSE, de 28 de julho de 2021. Que por sua vez alterou a Instrução Normativa nº 885/2007-GSF, de 22 de novembro de 2007, que dispõe sobre a forma de apuração do saldo de ICMS pelos estabelecimentos beneficiários dos programas Fomentar, Produzir e Microproduzir, nas situações que específica. Os drásticos ajustes, inicialmente, seriam cobrados já em janeiro deste ano, deixando apenas cinco meses para as contabilidades se ajustarem. O prazo foi alterado para julho de 2022, mas agora, a data de início da vigência é para 1º de janeiro de 2023. A alteração está na Instrução Normativa nº 1.524/2022-GSE, de 30 de maio de 2022. Leia a INSTRUCAO NORMATIVA 1524-22-GSE, DE 30 DE MAIO DE 2022.

  • Sifaeg integra missão da CNI na Alemanha

    01/06/2022 O presidente do Conselho Administrativo, Marcelo Barbosa e o presidente-executivo, André Rocha estão representando o Sifaeg/Sifaçúcar em Missão Prospectiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI) à Feira Industrial de Hannover, na Alemanha. A Feira é considerada o principal evento do mundo para a tecnologia industrial, automatização de processos industriais, tecnologias energéticas e de softwares para indústria. Na programação da comitiva, até dia 07 de junho, estão também reuniões e encontros de negócios em Berlim, na Federação das Indústrias da Alemanha e Embaixada Brasileira e visita ao Parque de Ciência e Tecnologia Adlershof. André Rocha, que também é vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, ressalta a importância de o setor sucroenergético goiano marcar presença nessa missão. “Participar da maior feira industrial da Europa e verificar a visão das empresas europeias com relação a transição energética e as ameaças e oportunidades que podem surgir para o setor sucroenergético, nos ajudam a avaliar os caminhos a serem seguidos pelo setor.” afirma o executivo. Para Marcelo Barbosa, que também é empresário do setor, essa é uma oportunidade para avaliar os cenários que vão influenciar o futuro das fontes de energia renovável no mundo. “Estamos de olho em quais são as perspectivas do etanol nesse mercado.” (Assessoria)

  • Presidente da Adial visita indústria em Rio Verde

    13/05/2022 O presidente da Adial, Zé Garrote, visitou a sede do Grupo Cereal, em Rio Verde. Ele foi recebido pelo sócio fundador, Evaristo Lira Barauna. O encontro teve como objetivo aproximar a Adial da empresa. O Grupo Cereal está presente nos estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. O complexo industrial do Grupo é composto por fábricas com tecnologia de ponta para esmagamento de soja (produção de farelo e óleo degomado) e nutrição animal (rações, proteinados e sais minerais). Atuam também no ramo de exportação (trade) e produção de Biodiesel.

  • Goiás volta a liderar ranking de criação de empresas

    Com abertura de 25.275 empresas de janeiro a setembro deste ano, Goiás reassumiu a liderança do ranking de criação de novos empreendimentos nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Segundo dados divulgados pelo governo federal por meio do portal Redesim. O Ceará ficou em segundo lugar, com 2.097 empresas. E o Mato Grosso em terceiro, com 1.886 novos negócios. O mês de setembro contribuiu com novos 2.648 CNPJ’s em Goiás. Foi liderado pelo setor de serviços de escritório e apoio administrativo (277), seguido de preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo (186) e promoção de vendas (180). O ranking segue com comércio varejista de vestuário e acessórios (167), consultoria em gestão empresarial (166) e comércio varejista de bebidas (166). A média de tempo para abertura de uma empresa em Goiás ficou em 24 horas. Abaixo da média do País, que é de 1 dia e 7 horas. Uso de solo Para o presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira, o número poderia ser ainda maior, já que em agosto o Estado alcançou o registro histórico de 3 mil empresas abertas em um único mês. Ele explica que, nos primeiros 18 dias de setembro, a Prefeitura de Goiânia não estava emitindo o documento de uso de solo, por causa da falta de regularização do novo Plano Diretor do município. “Isso impactou a abertura de novas empresas que exigiam a análise desse documento. Mas, a partir do dia 19, a Prefeitura decidiu receber a documentação em papel para não prejudicar ainda mais o empreendedor”, explica Euclides. Atualmente, Goiás conta com 1.008.032 empresas em atividade no Estado. Goiânia (311.895), Aparecida (73.058), Anápolis (59.169), Rio Verde (31.258) e Valparaíso de Goiás (23.015) são as cidades com mais empreendimentos em funcionamento. (Empreender em Goiás)

  • Kraft Heinz abre 137 vagas temporárias em Nerópolis para safra do tomate 2022

    16/05/2022 Recentemente, empresa contratou 261 moradores da região. Nesta nova etapa, 20 vagas são exclusivas para pessoas com deficiência A Kraft Heinz abriu 137 novas vagas de emprego para sua fábrica em Nerópolis, município localizado a 36 km de Goiânia. O trabalho é temporário para a Safra do Tomate de 2022 e recentemente 261 pessoas já foram contratadas. Para as vagas atuais, há reserva de 20 para pessoas com deficiência que incluem cargos diversos, de operacionais a supervisão. Os currículos devem ser encaminhados para eufabrica@kraftheinz.com. Para se candidatar às vagas não é necessário ter experiência. No título do e-mail enviado, deve constar o cargo desejado, seguido do nome da cidade que mora. Quem preferir, pode entregar o currículo diretamente na empresa, que está localizada no KM 5 da GO-222, zona rural de Nerópolis. Entre os benefícios disponibilizados estão: plano de saúde e odontológico, cartão farmácia, refeitório no local, vale-alimentação, vale-transporte e cesta básica. Confiras as vagas disponíveis Auxiliar de produção; Auxiliar de logística; Inspetor de qualidade; Supervisor de qualidade; Supervisor de produção; Conferente e Auxiliar de meio ambiente; Repositor. ( O Popular)

  • Medida provisória altera regra de atualização da tabela do frete rodoviário de cargas

    17/05/2022 A Medida Provisória 1.117/22 permite à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizar os valores mínimos do frete rodoviário de cargas sempre que houver oscilação superior a 5% no preço do óleo diesel no mercado nacional, e não mais de 10% conforme acontece hoje. Pela lei, a ANTT tem de reajustar a tabela do frete a cada seis meses, levando em conta os custos operacionais do setor, ou quando a variação do preço do diesel for superior a 10% em relação à tabela, para mais ou para menos. A MP foi publicada na edição desta terça-feira (17) do Diário Oficial da União. O texto altera a Lei 13.703/18, que criou a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC). A mudança visa ajustar a tabela aos recentes reajustes do preço do óleo diesel. O valor de revenda do diesel S10 acumula alta de quase 52% em 12 meses, pelo último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Quais recordes a inflação brasileira já quebrou em 2022

    18/05/2022 A inflação teve nova alta em abril de 2022 no Brasil. Os preços avançaram 1,06% no mês, segundo divulgado na quarta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A escalada inflacionária pressiona o bolso da população em um momento de renda baixa. Embora não chegue a configurar um cenário de hiperinflação como nos anos 1980 e 1990, o aumento de preços em 2022 quebra marcas negativas do período pós-Plano Real – programa econômico que domou a inflação descontrolada em 1994. A inflação alta de 2022 não é uma exclusividade do Brasil. Outros países também quebram marcas de avanços de preços – é o caso, por exemplo, dos EUA, que registram o pior quadro inflacionário em 40 anos. Os preços globais têm sido afetados, como um todo, pelas disrupções das cadeias de produção causadas pela pandemia de covid-19 e pela guerra na Ucrânia. Neste texto, o Nexo mostra algumas das marcas atingidas pelo Brasil no momento de alta de preços de 2022. A maior inflação em doze meses desde 2003 A aceleração da inflação brasileira teve início em meados de 2020. Em um primeiro momento, essa alta foi focada em alimentos como arroz, óleo de soja e carnes. Em 2021, a alta de 10,06% nos preços foi marcada pelos aumentos de combustíveis, impulsionados pela alta do petróleo no mercado internacional e pelo dólar caro; pela conta de luz, que subiu com o acionamento de usinas termelétricas em meio à seca que esvaziou reservatórios de hidrelétricas; e por alguns alimentos como café e açúcar, cuja produção foi prejudicada por fenômenos climáticos como a seca e geadas. Nos primeiros meses de 2022, a pressão sobre a inflação ganhou novo fôlego com a guerra na Ucrânia, que levou à alta de preços internacionais de commodities como petróleo e grãos. No Brasil, isso foi sentido na forma de aumentos de alimentos e de mais um impulso em combustíveis, já que a Petrobras mantém a política de acompanhar os preços internacionais do barril de petróleo. 12,13% é a inflação acumulada em doze meses entre maio de 2021 e abril de 2022, segundo o IBGE A inflação acumulada em doze meses no Brasil chegou em abril de 2022 ao patamar mais alto desde outubro de 2003. O gráfico abaixo ilustra a trajetória dos preços desde 1999. PREÇOS EM ALTA A inflação só esteve mais alta no século 21 no Brasil no período entre 2002 e 2003. No pico, a alta de preços em doze meses chegou a 17,24% em maio de 2003. Naquela época, investidores brasileiros e estrangeiros temiam que Luiz Inácio Lula da Silva – vencedor das eleições presidenciais de 2002 –, alinhado à esquerda, comprometesse a estabilidade econômica alcançada após o Plano Real. O momento foi de especulação e volatilidade. Em junho de 2002, Lula publicou a “Carta ao Povo Brasileiro”, se comprometendo a manter as bases econômicas do governo de Fernando Henrique Cardoso. Já no poder, Lula adotou políticas econômicas ortodoxas, como aumento de juros e redução da dívida pública. A inflação cedeu no segundo semestre de 2003 e fechou o ano em 9,30%. Outro momento de inflação alta vivida no Brasil desde então ocorreu em 2015 e 2016, quando chegou ao pico de 10,71% em doze meses. Naquele momento, o governo de Dilma Rousseff liberou preços represados de combustíveis e energia elétrica, o que levou a uma aceleração da inflação. Inflação mensal: de volta aos anos 1990 Em 2022, os dados mensais de inflação em março e abril bateram marcas que não eram atingidas desde a década de 1990. Em março, os preços subiram 1,62%, impulsionados pelo mega aumento de combustíveis promovido pela Petrobras. Foi o pior número para o mês desde 1994 – ou seja, desde antes da execução das etapas mais críticas do Plano Real (as cédulas e moedas de real começaram a circular em 1° de julho de 1994). O gráfico abaixo mostra todos os registros inflacionários para março desde 1995. O ano de 1994 não foi incluído porque o número alto, de 42,7%, prejudicaria a visualização do restante dos dados. INFLAÇÃO DE MARÇO Em abril de 2022, a inflação de 1,06% foi a maior para o mês desde 1996. Ou seja, foi o pior número para o mês em 26 anos. Foi a primeira vez que a barreira de 1% foi quebrada desde aquele ano – embora outros anos, como 2003 e 2005 tenham chegado próximos desse patamar. INFLAÇÃO DE ABRIL O pior início de ano desde 2015 Entre janeiro e abril de 2022, a inflação subiu mais de 4%. Foi o pior avanço acumulado para o período desde 2015. 4,29% foi a inflação acumulada entre janeiro e abril de 2022, segundo o IBGE Foi também o quarto pior resultado para os primeiros quatro meses do ano desde o Plano Real – atrás de 1995, 2003 e 2015. É o que ilustra o gráfico abaixo. PRIMEIRO QUADRIMESTRE A inflação dos primeiros quatro meses de 2022 também já supera o avanço de preços de todo o ano de quatro ocasiões depois do Plano Real. As inflações “finais” de 1998 (1,65%), 2006 (3,14%), 2017 (2,95%) e 2018 (3,75%) foram menores que a inflação de janeiro a abril de 2022. A inflação de todo o ano de 2019, por sua vez, ficou em 4,31%. O número é levemente superior ao do primeiro quadrimestre de 2022, de 4,29%. Outra marca que pode ser batida Desde 1999, o Brasil adota um regime de metas de inflação. O Banco Central estipula metas para a variação de preços em um ano, com uma margem para mais e outra para menos – as chamadas bandas. Ele age para manter a inflação dentro desse objetivo, usando a taxa de juros como instrumento. Se a inflação está alta, o Banco Central aumenta os juros; se a inflação está baixa, há espaço para reduzir a Selic. Entre março de 2021 e maio de 2022, a autoridade monetária brasileira promoveu um ciclo de alta de juros acentuado. Em 14 meses, a taxa Selic foi de 2% ao ano – a mais baixa da história – para 12,75% ao ano, a maior desde 2017. Mesmo elevando os juros, o Banco Central não conseguiu cumprir a meta de inflação de 2021 – cujo teto era de 5,25%. Foi a primeira vez desde 2015 que a banda foi superada. Em 2022, a expectativa entre agentes de mercado é que os preços fechem o ano com alta de 7,89%. Embora represente uma desaceleração em relação ao quadro do primeiro semestre, o número é maior que o limite superior da meta, de 5%. PREÇOS E METAS O próprio Banco Central projeta que a inflação deverá perder fôlego, mas terminar o ano acima do teto da meta, em 7,3%. Se isso acontecer, será o segundo ano consecutivo em que o Banco Central não conseguirá manter a inflação dentro das bandas. A última vez que a meta não foi atingida em dois anos consecutivos aconteceu no início do século, quando a inflação superou o teto desejado pelo Banco Central em 2001, 2002 e 2003. Fonte: Nexo Jornal

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