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  • Governo de Goiás incentiva indústria de derivados de girassol com nova política fiscal

    22/05/25 O Governo de Goiás sancionou, nesta quarta-feira (21), a Lei nº 23.436, que estabelece um novo incentivo fiscal estratégico para a indústria de derivados de girassol. A medida permite que empresas do setor utilizem créditos especiais de ICMS para investir na implantação e expansão de seus parques industriais. Com a nova legislação, o Estado adere a benefícios já praticados no Mato Grosso do Sul, viabilizando a aplicação de até 70% do ICMS devido – inclusive de outros estabelecimentos do mesmo grupo empresarial – na formação de crédito especial para projetos de investimento. A iniciativa contempla também unidades dedicadas à produção de derivados de soja, laticínios, carnes e aves. Empresários interessados devem avaliar seus projetos e consultar seus contadores ou a Secretaria da Economia de Goiás para adesão ao benefício.

  • Produtos Paulista (PPA) lança Amendoim Vermelho

    22.05.2025 Produto esquenta a campanha Arraiá Velly e PPA para vendas juninas   As comemorações juninas ainda não começaram oficialmente, mas a GSA Alimentos acendeu a fogueira das vendas com um lançamento especial: o novo Amendoim Vermelho Produtos Paulista (PPA). Disponível em embalagens de 400 gramas, o produto é a grande aposta da companhia para a campanha Arraiá Velly e PPA 2025.   Segundo Emerson Lopes, gerente nacional de Vendas Diretas da GSA, o lançamento fortalece o portfólio junino da empresa e atende a uma demanda crescente do mercado. “O Amendoim Vermelho chega para ampliar nossa presença nos pontos de venda e diversificar a oferta de itens típicos. A expectativa é crescer 35% em relação ao mesmo período de 2024, com a campanha ativa até o fim de julho”, afirma.   O novo Amendoim Vermelho PPA se junta a uma linha completa voltada às festas juninas, com farinha de mandioca, fubá, polvilhos, flocão de milho, amido e creme de milho — além dos amendoins tradicionais. A marca Velly complementa a campanha com sua linha campeã de vendas, que inclui pipoca para micro-ondas (líder nacional na categoria, segundo a revista Super Varejo), misturas para bolo e farofas temperadas.   Com esse reforço de portfólio e um lançamento pensado para conquistar o consumidor nas prateleiras, a GSA entra no ritmo das festas com tudo — e com o pé na liderança.   Sobre a GSA | #JeitoGSAdeser Especializada na fabricação de macarrão instantâneo, refrescos em pó, salgadinhos, mistura para sopão, pipoca para micro-ondas e misturas para bolo. Fundada em 1984, a GSA é administrada por Sandro Marques Scodro. Neste período, a empresa cresceu e adquiriu novas marcas e produtos. A GSA é responsável pelos produtos das marcas Refreskant, Sandella, Velly, Produtos Paulista, Icebel, Yolle, Sanditos, SanChips e Dona Raiz. Mais: www.grupogsa.com.br

  • Avanço no Licenciamento Ambiental: Adial assina manifesto

    20.05.2025 O agronegócio conquistou uma vitória significativa com o avanço da proposta que altera a Lei Geral do Licenciamento Ambiental. O Projeto de Lei 2.159/2021, que estabelece novas diretrizes para o licenciamento, foi aprovado na Comissão de Meio Ambiente do Senado e deve ser votado ainda nesta semana na Comissão de Agricultura. A senadora e ex-ministra Teresa Cristina relatora do projeto, destacou que a proposta é resultado de um longo processo de negociação. O projeto tramita há mais de 20 anos no Congresso Nacional, tendo iniciado na Câmara dos Deputados e enfrentado dificuldades legislativas que travaram seu andamento. “Um dos principais impasses foi a duplicidade de relatorias na Comissão de Agricultura e na Comissão de Meio Ambiente, situação que só foi resolvida após consenso entre os senadores envolvidos”, explica. Durante reunião no Instituto Pensar Agropecuária, realizada em 20 de maio, em Brasília, a senadora recebeu simbolicamente um manifesto assinado por 89 entidades, entre elas a Adial (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás), em apoio ao PL. O documento foi coordenado pelo próprio Instituto. Tchequinho e a Gerente Executiva de Relações Institucionais e Governamentais da MBRF, Helena Araújo Teresa Cristina relatou que, ao assumir a relatoria, encontrou um cenário de 90 pontos de divergência entre os textos debatidos nas duas comissões. Com diálogo e boa vontade entre os parlamentares, esse número foi reduzido gradualmente, chegando a apenas nove pontos de desacordo. “Desarmamos os espíritos e fomos construindo um consenso. Foi uma construção de ganha-ganha dos dois lados”, afirmou. A senadora também destacou a importância de incluir a atividade mineradora no novo marco legal. “A mineração é uma atividade produtiva como qualquer outra e não podia ficar fora do escopo da lei”, defendeu. O texto unificado segue agora para votação na Comissão de Agricultura e, em seguida, deve ir ao plenário do Senado. Caso aprovado, retorna à Câmara dos Deputados para análise final e posterior sanção presidencial. Insegurança jurídica Segundo Teresa Cristina, o atual modelo de licenciamento ambiental é burocrático, custoso e gera insegurança jurídica, tanto para o setor privado quanto para o público. “Há projetos que aguardam há mais de 20 anos para sair do papel. São mais de 5 mil obras públicas paradas no Brasil por questões relacionadas ao licenciamento ambiental”, pontuou. Ela explica que a ausência de uma legislação federal clara resultou em um emaranhado de normas — mais de 27 mil, segundo dados apresentados —, resoluções e instruções normativas nos âmbitos federal, estadual e municipal. Esse cenário criou distorções, como exigências desproporcionais que inviabilizam investimentos e a disputa entre estados por regras mais flexíveis para atrair empreendimentos. No setor elétrico, por exemplo, 52 usinas hidrelétricas estavam paradas em 2021 devido a entraves no licenciamento, o que representa cerca de 22 mil megawatts de energia não utilizada. Dez empreendimentos foram abandonados pelos investidores em função dos altos custos impostos pelos processos ambientais. “Até 12% do custo total de uma obra elétrica no Brasil pode ser atribuído apenas às exigências ambientais, segundo o Banco Mundial”, destacou a senadora. Marco trará clareza A proposta do PL 2.159/2021 é estabelecer regras gerais e procedimentos claros para os processos de licenciamento, respeitando as especificidades locais, mas com um norte unificado. O objetivo é garantir mais transparência, eficiência e segurança jurídica, reduzindo o tempo e os custos dos processos, sem comprometer a proteção ambiental. Teresa Cristina finalizou sua fala reforçando que o licenciamento ambiental é essencial para o desenvolvimento sustentável do país, mas precisa de modernização urgente. “O Brasil está amarrado em um novelo legislativo que trava o progresso. Precisamos destravar o país com responsabilidade e equilíbrio entre o desenvolvimento e a preservação.” O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reiterou seu apoio ao Projeto de Lei 259, que propõe a modernização do licenciamento ambiental. “Quando o projeto for ao plenário, contem com meu voto favorável. Trata-se de uma medida estratégica para o desenvolvimento do país”, afirmou. Ele lembrou que a proposta já teve avanços importantes na Câmara e no Senado, com apoio de nomes como a ministra Tereza Cristina e diversos parlamentares. Como exemplo dos benefícios da modernização, Fávaro citou a primeira usina de etanol de milho no Mato Grosso, licenciada quando ele era secretário estadual de Meio Ambiente. “Criamos um rito específico, adequado à realidade da produção de etanol de milho, que tem impacto ambiental muito menor. Hoje, temos diversas usinas espalhadas pelo Brasil graças à ciência, sensatez e vontade de desenvolver”, destacou. Ação rápida Fávaro também comentou o recente caso de gripe aviária em plantel comercial no Rio Grande do Sul, confirmado na última quinta-feira. Segundo ele, a reação foi imediata e dentro dos protocolos internacionais. “A defesa agropecuária brasileira é reconhecida por sua agilidade e competência técnica. Todas as medidas foram adotadas prontamente”, afirmou. O ministro elogiou o trabalho conjunto do Ministério da Agricultura, governos estaduais — como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná — e entidades do setor, como a ABPA e a CNA. “O Paraná, meu estado, responde por cerca de 40% da proteína animal do país. A atuação rápida foi fundamental para conter os impactos”, disse. Ele ainda comparou o caso brasileiro com o dos EUA, onde recentes focos exigiram o abate de mais de 2 milhões de aves. “No Brasil, foram 17 mil aves, graças à detecção precoce e ao bloqueio eficiente.” A desinfecção da granja afetada já foi concluída e começa agora o chamado “Dia Zero”. Se não houver novos casos nos próximos 28 dias, o Brasil poderá se autodeclarar novamente livre da gripe aviária. Fávaro encerrou com uma mensagem de confiança: “Estamos enfrentando esse desafio com transparência, responsabilidade e união. Com fé e trabalho técnico, vamos superar essa crise e manter a confiança no agro brasileiro.”

  • Porto do Açu quer atrair indústria de baixo carbono

    20.05.2025 Complexo portuário, localizado no norte do estado do Rio de Janeiro, tem vasta capacidade energética para desenvolver hidrogênio de baixo carbono, eólica offshore, solar e biomassa O Porto do Açu investe para se tornar uma plataforma estratégica para acelerar a neoindustrialização, combinando diversas fontes de energia renovável, produção de hidrogênio de baixo carbono e infraestrutura industrial de classe mundial. Com disponibilidade de água de uso industrial, acesso a gás natural liquefeito (GNL) e planos de conexão à rede nacional de gás, o maior complexo porto-indústria 100% privado da América Latina atrai companhias que desejam descarbonizar sua cadeia de valor e contribuir para a transição energética do Brasil. A estratégia do Porto do Açu tem foco especial em setores industriais de difícil descarbonização, como siderurgia, química e cimenteira. Esses segmentos são responsáveis por cerca de 90% das emissões globais de gases de efeito estufa. A possibilidade da produção de hidrogênio renovável e de baixo carbono dentro do complexo contribui para a adoção de processos produtivos mais limpos e sustentáveis. “Estamos criando um ecossistema energético inovador, capaz de oferecer soluções sustentáveis para a indústria pesada. O Porto do Açu se tornará um hub essencial para viabilizar projetos de descarbonização e tornar a transição energética uma realidade”, explica Frederico Moura, Head de Estratégia e Novos Negócios do Porto do Açu. A área locável de 44 km² deste complexo privado que abriga indústrias, galpões logísticos, espaços para Data Centers, além de uma reserva ecológica particular, a Caruara, com mais de 40 km² de vegetação de restinga preservados, também contempla a futura geração de energias renováveis. Hidrogênio e industrialização Com localização estratégica no Sudeste, a principal região consumidora de energia do país, o Porto do Açu está preparado para impulsionar a produção e o consumo industrial de hidrogênio de baixo carbono. Sua infraestrutura inclui ampla disponibilidade de água de múltiplas fontes, conexão com o Sistema Interligado Nacional (SIN) e capacidade de desenvolvimento de projetos renováveis tanto on-grid (conectado à rede pública) quanto off-grid (independente da rede pública). O hidrogênio que será produzido no Porto do Açu pode atender, por exemplo, indústrias de fertilizantes, subprodutos químicos e briquete de ferro (HBI) para siderurgia, consolidando-se como um insumo crítico para a industrialização sustentável no Brasil. Energia eólica offshore A localização do Porto do Açu também favorece o desenvolvimento da energia eólica offshore, pois está próximo a uma das regiões de maior potencial para esse tipo de geração no Brasil e busca se tornar um polo para fabricação e montagem de equipamentos, atraindo fornecedores de turbinas, pás e cabos. O Porto do Açu tem o potencial de se tornar um dos principais centros de logística e suporte para a indústria eólica offshore no Brasil, aproveitando a infraestrutura e a sinergia já existentes com o setor de óleo e gás. Usina solar de grande escala O porto-indústria também está desenvolvendo a primeira usina solar de grande escala do estado do Rio de Janeiro. O parque fotovoltaico ocupará uma área de 3,8 km² e contará com 405.420 módulos solares, gerando energia suficiente para abastecer 191 mil residências. O início da operação está previsto para o quarto trimestre de 2026. Biomassa como alternativa energética O potencial da biomassa como fonte de energia limpa também está no radar do Porto do Açu. A região ao redor do complexo possui vastas áreas agricultáveis, possibilitando a geração de biomassa a partir de cana-de-açúcar, dejetos animais e capim-elefante. Além disso, o reflorestamento de áreas degradadas pode viabilizar a produção de até 10 milhões de toneladas de biomassa por ano, contribuindo para uma indústria siderúrgica mais verde. Abordagem integrada favorece a indústria Com uma abordagem integrada, que combina indústria, logística, Data Centers e diferentes fontes de energia, o complexo não apenas oferece infraestrutura para a indústria de baixo carbono, mas também se apresenta como um modelo de desenvolvimento sustentável para o futuro. “A diversificação das fontes de energia e a infraestrutura moderna fazem do Porto do Açu uma oportunidade única de impulsionar um modelo de industrialização mais sustentável e eficiente, capaz de enfrentar os desafios de um ambiente de negócios cada vez mais ágil e competitivo”, afirma Ricardo Hirata, diretor de Locação Industrial da JLL. A JLL comercializa com exclusividade as áreas do Porto do Açu. (Comunicação JLL)

  • Binatural figura entre as empresas que mais crescem nas Américas pela 5ª vez consecutiva no ranking do Financial Times

    19.05.2025 Única brasileira do setor de biodiesel na lista de 2025, empresa sobe mais de 200 posições desde sua estreia e consolida protagonismo sustentável em um cenário global desafiador Reconhecimento como uma das empresas que mais crescem nas Américas/ Foto: Divulgação Empresa especialista na produção de biodiesel, a Binatural foi reconhecida, pelo quinto ano consecutivo, no ranking The Americas’ Fastest-Growing Companies, publicado pelo jornal britânico Financial Times em parceria com a Statista. O levantamento, considerado um dos mais respeitados no mundo dos negócios, lista as 500 companhias com maior taxa de crescimento em receita nas Américas. Desde sua estreia no ranking, em 2021, a Binatural avançou mais de 200 posições e segue como a única empresa brasileira do setor de biodiesel a integrar o seleto grupo. Além de permanecer como a única brasileira representante do segmento no ranking, a Binatural está entre as 15 empresas do país mais bem posicionadas, o que consolida seu papel de referência no setor de biodiesel. O resultado ganha ainda mais relevância ao considerar o contexto de volatilidade macroeconômica e os desafios enfrentados pelo setor de biocombustíveis, como a estagnação da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel fóssil em 14% (conhecido como B14). “Manter-se em destaque por cinco anos consecutivos em um ranking financeiro globalmente reconhecido é mais do que um feito, é a confirmação de uma gestão coesa, com visão de longo prazo e comprometida com a excelência operacional, mesmo diante de incertezas regulatórias e econômicas”, afirma André Lavor, CEO e cofundador da Binatural. O crescimento da empresa se sustenta em pilares como investimentos contínuos em inovação, compromisso com a transição energética justa e atuação alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ao Pacto Global da ONU, do qual a Binatural é signatária. A empresa transforma o biodiesel em vetor de impacto positivo: promove a economia circular, combate as mudanças climáticas, impulsiona o desenvolvimento regional e fortalece a segurança alimentar no Brasil. Com uma trajetória marcada por expansão sólida e impacto ambiental positivo, a Binatural já produziu 2,4 bilhões de litros de biodiesel nos últimos 18 anos, evitando a emissão de 7,48 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera — o equivalente ao plantio de mais de 52 milhões de árvores ou à preservação de uma área correspondente a 319,4 mil campos de futebol. Apenas nos últimos cinco anos, a empresa investiu R$ 550 milhões, reforçando seu papel como protagonista da transição energética no país. “Mais do que crescer, crescemos com propósito. Transformamos energia renovável em valor socioambiental e econômico real. Este reconhecimento é também de cada colaborador, parceiro e comunidade que constrói essa jornada conosco”, completa o executivo. E, por falar em crescimento, a Binatural projeta um faturamento de R$ 3,1 bilhões em 2025, um aumento de 20% em relação aos R$ 2,6 bilhões registrados no ano anterior. Além disso, a empresa planeja investir R$ 100 milhões para aumentar sua capacidade produtiva, passando de 600 milhões para 700 milhões de litros/ano até 2027. Sobre a Binatural A Binatural é especializada na produção de biodiesel desde 2006. Registra crescimento exponencial desde o início de suas atividades marcando presença como agente transformador da matriz energética brasileira, fortalecendo a agricultura familiar e com atuação decisiva na defesa do meio ambiente, contribuindo para a redução da emissão de poluentes prejudiciais à saúde e ao planeta. Sob o slogan “ENERGIA BOA”, o propósito da empresa é transformar o biodiesel em um negócio sustentável por respeito à vida e ao meio ambiente, gerando desenvolvimento social e econômico para o país. Além do biodiesel, sua especialidade, que é distribuído a todas as regiões do País, a Binatural também produz glicerina, ácido graxo e borra, distribuídos nacionalmente e, no caso específico da glicerina, também exportada para diversos países. (Comunicação Binatural)

  • Leite UHT: lançamento da Piracanjuba traz 10g de proteína por porção e 33% mais cálcio

    169.05.2025 A Piracanjuba amplia seu portfólio de leite UHT com o lançamento do Piracanjuba +Protein Zero Lactose 1L, produto semidesnatado, com 10g de proteína por porção. A novidade oferece 50% a mais de proteína e 33% mais cálcio que o semidesnatado tradicional, sendo uma opção prática para pessoas que buscam maior aporte proteico nas refeições do dia a dia, inclusive àquelas com intolerância à lactose. Apresentado em primeira mão durante a Apas Show 2025, de 12 a 15 de maio, em São Paulo (SP), o Piracanjuba +Protein já começou a ser disponibilizado nos principais pontos de vendas de todo o Brasil. Sobre a Piracanjuba  Desde 1955, quando nascemos no interior de Goiás, somos movidos por fazer o melhor para as famílias brasileiras e por alimentar a vida, transformando o viver em viver bem. Em 2025, celebramos 70 anos de história. Nossa jornada começou com um único produto, a manteiga, e hoje contamos com um portfólio de mais de 100 itens. Segundo a pesquisa Kantar (Ranking Brand Footprint) divulgada em 2024, somos a 9ª marca mais escolhida pelos lares brasileiros. Ao longo dos anos, conquistamos a confiança dos consumidores e nos tornamos referência em inovação. Fomos pioneiros ao lançar, em 2012, o primeiro leite UHT zero lactose do mercado. Em 2021, expandimos nosso portfólio para a nutrição infantil com a linha Excellence, e, em 2022, trouxemos mais uma novidade: o primeiro leite A2 de caixinha. Porque Piracanjuba é para sua mesa, para seu dia, para sua vida! Somos uma marca que nasceu e cresceu no Brasil, presente em cada cantinho do país, carregando o jeito brasileiro inconfundível de trazer todo mundo para perto, de transformar o café da tarde em um evento, de temperar cada momento com uma dose de leveza e alto astral. De deixar tudo mais gostoso – no nosso ritmo e do nosso jeito. (Comunicação Piracanjuba)

  • Meeting da Adial debate inovação e futuro digital

    16/05/25 A Adial realizou, nesta sexta-feira (16), o Meeting Inovação & Tecnologia, evento que reuniu especialistas, empresários e representantes do setor produtivo para debater os impactos da transformação digital nos negócios. Na abertura, o presidente da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, destacou a importância da tecnologia como suporte às novas demandas tributárias e a inovação como caminho para garantir competitividade frente aos desafios econômicos. Em seguida, o diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Adial, Eduardo Alves, apresentou iniciativas estratégicas da entidade, como o trabalho em logística e interlocução com o governo. Com uma abordagem reflexiva, o professor Celso Camilo (CEIA-UFG-BR) conduziu uma fala sobre a evolução das ferramentas humanas até a era da inteligência artificial, defendendo que a IA é motor de transformação social, econômica e política. “Ela torna os processos mais rápidos, baratos e melhores”, resumiu, ao abordar também o conceito de “figital”, a integração entre o físico e o digital. Fábio França, diretor de Supply Chain e Tecnologia do Grupo Piracanjuba, compartilhou a experiência da empresa na automação de processos e no uso da IA para melhorar o atendimento e a eficiência. “Hoje só 30% dos nossos serviços são automatizados. Com inteligência artificial, queremos alcançar 90% em um ano e aumentar em 85% a produtividade”, afirmou. Flavio Calixto, CEO da Mitra, trouxe ao debate uma perspectiva prática sobre como a inteligência artificial pode revolucionar a gestão orçamentária nas empresas. Ele apresentou cases em que planilhas tradicionais foram transformadas em sistemas inteligentes, por meio de plataformas low-code, possibilitando maior integração, automação e confiabilidade nos dados. Segundo Calixto, a adoção da IA preditiva permite às empresas anteciparem cenários, projetarem receitas com mais precisão e tomarem decisões baseadas em dados reais, em vez de projeções genéricas. “Estamos falando de uma nova revolução. A inteligência artificial deixou de ser algo experimental para se tornar parte central da estrutura de gestão de negócios. Hoje conseguimos transformar operações antes manuais em processos altamente automatizados e inteligentes”, explicou. Ele destacou que o uso dessas tecnologias é acessível, mesmo para negócios de médio porte, e que o foco deve estar em integrar áreas estratégicas, como finanças, produção e logística. “O futuro da gestão está na capacidade de prever e se adaptar em tempo real. E isso só é possível com o uso inteligente da tecnologia”, concluiu. O encontro também contou com a presença de Alberto Graciano Ribeiro, especialista em inovação pela Universidade de Stanford e investidor das empresas BusBud e Mitra.

  • Adial recebe delegação de Israel

    16.05.2025 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) recebeu, nesta sexta-feira (16), a delegação de Israel em visita institucional para discutir possibilidades de cooperação nas áreas de agricultura e tecnologia. Estiveram presentes o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zohar Zonshine, o adido de Agricultura e Águas da Embaixada de Israel para a América Latina, Ari Fischer, representantes da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) – com destaque para a chefe de gabinete Paula Coelho – e um representante da Secretaria-Geral do Governo. Durante o encontro, o presidente da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, ressaltou a urgência de democratizar o acesso à tecnologia agrícola, especialmente para os pequenos produtores do Cerrado. “Temos cerca de 1,2 milhão de pequenos produtores rurais, responsáveis por quase metade da produção agropecuária da região, mas que ainda enfrentam muitos desafios devido à ausência de inovações no campo. As soluções desenvolvidas por Israel são mais acessíveis e eficazes, e a Adial quer ser ponte nessa conexão entre tecnologia e campo”, afirmou Tchequinho. Ele citou como exemplo bem-sucedido a experiência no Vão do Paranã, onde iniciativas semelhantes já foram implementadas. Entre os temas discutidos estiveram a transferência de tecnologias por meio de assistência técnica e extensão rural, e o armazenamento de água durante o período chuvoso, para garantir irrigação nas épocas de seca. As medidas são vistas como estratégicas para aumentar a produtividade e a sustentabilidade da agricultura familiar no Cerrado. Passagem A visita fez parte de uma missão oficial que percorre Goiás a pedido do governador Ronaldo Caiado, com o objetivo de estreitar os laços entre o estado e Israel. “Trouxemos três empresas israelenses especializadas em inteligência artificial para o agronegócio, com o propósito de mostrar como é possível produzir mais com menos. Goiás tem um potencial enorme, e essa missão foi uma oportunidade incrível de apresentar isso às empresas israelenses”, destacou Daniel Zohar Zonshine. O embaixador também reforçou o compromisso da embaixada em ampliar as parcerias com Goiás. “Esperamos que essa visita gere ainda mais energia para fortalecer os laços entre Israel e Goiás, não só na agricultura, mas em outras áreas também. Agradecemos à Adial pelo engajamento e pelas oportunidades de cooperação”, disse. A chefe de gabinete da Seapa, Paula Coelho, enfatizou a importância do envolvimento da Adial no Goiás Agritech Challenge: Israel Edition, uma iniciativa do Governo de Goiás em parceria com a Embaixada de Israel e a plataforma GrowingIL. A competição internacional teve como foco o desenvolvimento de soluções para o reaproveitamento hídrico e contou com a participação ativa da Adial na banca avaliadora, ao lado de instituições como Faeg, Semad e Seapa. “A Adial foi fundamental na organização das agendas para os vencedores, que visitaram diferentes municípios goianos”, destacou Paula. O Goiás Agritech Challenge tem como missão atrair tecnologias sustentáveis que ajudem na gestão da água em regiões com escassez hídrica, como o Cerrado goiano, fomentando o uso inteligente dos recursos naturais e impulsionando a inovação no campo. Antes da reunião na sede da Adial, o presidente Edwal Portilho, o Tchequinho, participou de um almoço institucional que reuniu a comitiva israelense com o governador Ronaldo Caiado, o vice-governador Daniel Vilela e diversos secretários de Estado. O encontro reforçou o compromisso do Governo de Goiás em estreitar relações internacionais voltadas à inovação tecnológica no campo e à sustentabilidade. A presença da Adial nesse momento estratégico reforça o papel da entidade como parceira ativa nas articulações que buscam soluções concretas para os desafios enfrentados pelos produtores rurais do estado.

  • Adial participa de visita a Caramuru Alimentos em São Simão

    15.05.2025 Nos dias 14 e 15 de maio de 2025, a planta industrial da Caramuru Alimentos, localizada em São Simão (GO), recebeu a visita técnica de representantes do setor produtivo goiano. A atividade, organizada pelo Comitê de Infraestrutura (Coinfra) da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), foi realizada a convite da própria Caramuru e contou com a presença do diretor de Relações Internacionais e Governamentais da Adial, Eduardo Alves. A programação incluiu uma apresentação institucional do Grupo Caramuru,  visitas ao parque industrial, ao Terminal Ferroviário da Caramuru em parceria com a Rumo Logística (TSS) e ao Terminal Hidroviário, que atualmente se encontra inoperante para a empresa. De acordo com informações da companhia, a última utilização da hidrovia pela Caramuru ocorreu em maio de 2023, o que levou a uma concentração atual no transporte rodoviário e ferroviário. Durante a visita, os participantes também puderam conhecer o funcionamento do armazém da Louis Dreyfus, que utiliza barcaças para escoamento de grãos por hidrovia — cada composição transporta cerca de 7 mil toneladas. A Caramuru Alimentos é hoje uma das maiores empresas brasileiras com atuação integrada na originação, processamento e distribuição de soja, milho e girassol. Com um modelo de negócios sustentado por cinco pilares estratégicos — Originação, Logística Integrada, Commodities Diferenciadas, Biocombustíveis e Produtos de Consumo — a empresa se destaca pelo forte compromisso com práticas ESG (ambientais, sociais e de governança). Entre os dados apresentados, destacam-se os seguintes números: Mais de 5 mil produtores parceiros e 59 armazéns estrategicamente localizados; Capacidade de armazenamento superior a 2 milhões de toneladas; Cinco plantas industriais nos estados de Goiás, Mato Grosso e Paraná, integradas aos quatro modais logísticos (rodoviário, ferroviário, hidroviário e portuário); Capacidade anual de produção de 550 milhões de litros de biodiesel, o que posiciona a Caramuru como a 6ª maior produtora do Brasil; Presença da marca Sinhá em mais de 75 mil pontos de venda, com mais de 150 SKUs para o mercado nacional e internacional. Em 2023, a companhia registrou uma receita líquida de R$ 7,6 bilhões e processou 2,6 milhões de toneladas de grãos. Com uma estrutura robusta de capital, baixa alavancagem e liquidez confortável, a Caramuru mantém forte presença em cadeias logísticas estratégicas como os portos de Santos (SP), Tubarão (ES) e Santana (AP). Para Eduardo Alves, a visita técnica proporcionou uma visão aprofundada sobre a relevância da logística integrada e das estratégias de sustentabilidade no setor agroindustrial brasileiro. “É fundamental que o setor industrial compreenda e acompanhe de perto as soluções logísticas e tecnológicas que empresas como a Caramuru têm adotado para manter a competitividade e ampliar sua atuação de forma sustentável”, destacou.

  • Adial e OCB realizam visita técnica ao Porto do Açu

    15.05.2025 Nesta quinta-feira (15), representantes da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial) e do Sistema OCB/GO realizaram uma visita técnica ao Porto do Açu, associada da Adial, localizado em São João da Barra, no norte do Rio de Janeiro. A comitiva contou com a participação do presidente da Adial, Edwal Portilho, e do presidente do Sistema OCB/GO, Luis Alberto Pereira. A programação incluiu uma reunião institucional para apresentar as instalações do Porto do Açu e discutir oportunidades logísticas e de negócios para o estado de Goiás. Em seguida, os participantes realizaram uma visita técnica de lancha aos terminais portuários e uma visita terrestre ao Terminal Multicargas (T-MULT), que movimenta grãos, fertilizantes e outros produtos essenciais para a cadeia produtiva. Durante o encontro, foram destacados os investimentos em andamento no Porto do Açu, como a construção de um terminal dedicado à movimentação de grãos e a implantação de uma misturadora de fertilizantes.

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