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- IMB simula alíquota do IVA para o Brasil
02/08/2023 O Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socieeconômicos divulgou uma nota que simula a alíquota do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) para o Brasil. Acesse o simulador abaixo.
- Lideranças industriais debatem reforma tributária com o vice-presidente Geraldo Alckmin
28.07.2023 O presidente da Adial, Zé Garrote, e o presidente-executivo, Edwal Portilho, o Tchequinho, participaram hoje, 28.07, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás do encontro de representantes do governo federal com lideranças do agronegócio, indústria, comércio e serviços. Dentre os participantes estiveram o vice-presidente da República e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que participou de Tóquio por videoconferência, onde cumpre agenda governamental, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a deputada federal, Adriana Accorsi, e o deputado estadual, Lucas do Vale. Zé Garrote destacou a importância da reforma tributária, mas enfatizou que é necessário reavaliar alguns pontos para que o Centro-Oeste não seja prejudicado. Ele defendeu a manutenção de recursos e fundos especiais, como o FCO, para fomentar o desenvolvimento da região e promover incentivos industriais. "Precisamos de espaço para que os pontos sejam avaliados de maneira que o Centro-Oeste não fique desfavorecido. Necessitamos de recursos e fundos especiais para que possamos desenvolver. Não tem como desenvolver uma região se não tiver um programa de incentivo industrial e fiscal para que as indústrias possam chegar", avaliou Zé Garrote. Destacou ainda que a indústria do Brasil já participou de quase 30% do PIB brasileiro e hoje está na casa dos 12%. "Não existe nenhum país bem desenvolvido que não tenha passado pelo processo de industrialização. E para ocorrer a industrialização tem que passar por dois caminhos: a primeira é educação e depois a inovação", acredita. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, expressou sua preocupação com a perda de incentivos fiscais que a reforma tributária acarreta para Goiás, apontando que isso pode afetar a competitividade e o desenvolvimento industrial do estado. O governador Ronaldo Caiado aproveitou a ocasião para apresentar as demandas necessárias para o crescimento do Estado, incluindo a questão do gasoduto. Ele também ressaltou a importância do FCO para o desenvolvimento econômico de Goiás e pediu que as propostas do estado sejam ouvidas e consideradas nas discussões sobre a reforma tributária. O deputado estadual Lucas do Vale reconheceu o esforço do governo federal em investir na área do agronegócio com o Plano Safra e pediu que a autonomia dos municípios e dos estados não seja prejudicada na reforma tributária. Em sua participação remota, o ministro Carlos Fávaro, destacou o momento de união e construção e celebrou o lançamento do maior Plano Safra da história do país. Ele mencionou a questão da taxa de juros que pode dificultar a ampliação de crédito e considerou importante o fórum dos empresários manifestarem interesse na redução das taxas. O vice-presidente Geraldo Alckmin escutou prontamente as demandas do setor. Além de participar das discussões sobre a reforma, também foi agraciado com a Gran Cruz Tiradentes, a mais alta comenda de Goiás, em comemoração ao aniversário de 165 anos da Polícia Militar do Estado. Para Alckmin a reforma tributária é um grande desafio. "Trabalhamos com desenvolvimento inclusivo, com estabilidade, empregabilidade e sustentabilidade. Três coisas são fundamentais na economia: câmbio, juros e impostos". Explicou também que não é possível reduzir rapidamente os juros, mas que provavelmente será mantido, e que o objetivo é simplificar reforma tributária. O vice-presidente defendeu o caminho do diálogo para a solução dos entraves. "Quando a gente ouve mais a gente erra menos", enfatizou. Com relação às considerações apresentadas pelo presidente da Adial, o vice-presidente Geraldo Alckmin concordou e ressaltou a necessidade imediata de investimentos na educação básica e tecnológica. Citou também com problemática a falta de profissionais capacitados no mercado. Sobre inovação disse que haverão grandes investimentos no setor de pesquisas, inovação e desenvolvimento. Sandro Mabel, presidente da Fieg, Márcio Andrade, representante da Fecomércio, Rubens Filleti, presidente da Acieg, Luís Alberto, presidente da OCB, Valdir Ribeiro, presidente da FCLD, Eduardo Veras, vice-presidente da FAEG, Antônio Chavaglia, presidente da Comigo e Célio Abba, representando a AER44, destacaram pontos referentes à carga tributária, incentivos fiscais, autonomia dos estados e municípios, relações trabalhistas, pequenas empresas, reforma administrativa, taxas de juros, cooperativismo, redução da dependência de fertilizantes internacionais, apoio a indústria nacional e energia.
- Alckmin recebe em Goiânia cobranças sobre a reforma tributária
31.07.23 Com empresários solicitando ao vice- presidente clareza nas mudanças, Caiado muda o tom e pede que goianos não sejam “demonizados” por querer discutir texto Foto: Fábio Lima (Jornal O Popular) O encontro de líderes políticos com representantes do agronegócio e outros setores, nesta sexta-feira (28), em Goiânia, foi marcado por cobranças relacionadas à reforma tributária e pela preocupação do setor produtivo com um possível aumento da carga tributária que pode ser desencadeada com a aprovação da proposta. As demandas foram apresentadas ao vice-presidente da República e ministro da Indústria, Desenvolvimento, Comércio e Serviços (Midc), Geraldo Alckmin (PSB) e ao ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD). O encontro, na Assembleia Legislativa de Goiás, foi mobilizado pelo senador Jorge Kajuru (PSB) e as discussões sobre a reforma tributária foram introduzidas pelo governador Ronaldo Caiado (UB). Apesar de diminuir o tom das criticas à proposta, Caiado pediu para que “não demonizem os goianos, porque o que nós queremos é discutir o texto”. O governador reclamou do fato de, por contrapor o texto, ser rotulado como sendo contra a proposta. Caiado ainda destacou a importância do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), instrumento de investimento da região, instituído pela Constituição de 1988, para projetos de desenvolvimento dos estados e que foi importante para o setor industrial de Goiás. “Se não tivéssemos o crédito outorgado e os incentivos fiscais nós não teríamos a indústria que temos hoje, porque nós não estamos no litoral, então o que nós precisamos é sermos ouvidos”, afirmou o governador, que elogiou a interlocução do vice-presidente para colocar as propostas do setor produtivo, dos profissionais liberais do estado para serem conhecidas. Caiado também tem criticado que a proposta da reforma não é clara com o que será feito com o FCO. O POPULAR mostrou, no último dia 24 de junho, que o fundo constitucional será vinculado ao novo tributo que unifica os impostos federais, o CBS. A informação foi confirma pelo diretor da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, Rodrigo Orair. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, que liderou a elaboração de um documento do setor produtivo com demandas ao governo federal - que foi entregue à Alckmin -, disse que preocupa o fato de, até o momento, não estar claro na proposta da reforma a trava da carga tributária. “Nossa preocupação é que no decorrer dos anos a carga tributária aumente. Como fica isso na reforma, nós precisamos saber”, disse Mabel, que ainda reforçou que, antes da tributária, deveria ser feita uma reforma administrativa para que um novo processo de gestão corrobore com o modelo de arrecadação. O presidente da Fieg citou a dificuldade com a perda da força dos incentivos fiscais que, com a reforma começa a ocorrer em 2029. Segundo ele, a manutenção dos benefícios, que foi aprovada na Lei Complementar 160 e preserva os programas até 2032, é importante para a captação de investimentos. O ponto também tem sido muito criticado por Caiado pela perda da capacidade do estado de atrair investidores para o estado. “Nós precisamos que seja retirado o gatilho que diminui a força dos incentivos fiscais. Então, contra- argumentam que será criado um fundo de compensação, mas nós não precisamos de fundo. Nós criamos nosso fundo”, afirmou Mabel, que ressaltou que um fundo de compensação só será necessário depois do período de transição da reforma e que os incentivos precisam ter sua força até 2032. O presidente da Fieg finalizou dizendo que preocupa a retirada de autonomia de estados e dos municípios e que isso está sendo pacificado entre os entes federados, mas ressaltou que esse ponto precisa ficar claro no texto da proposta de reforma. E não apenas especificado em lei complementar. “Aqui tem municípios muito eficientes na arrecadação e nós não podemos ficar dependendo de uma mesada que a gente não sabe como vai ser repartida. Simplificação Alckmin começou a fala ressaltando os pilares do governo federal privilegiando o desenvolvimento inclusivo, com estabilidade e previsibilidade e desenvolvimento com sustentabilidade. O vice- presidente iniciou as respostas ao setor produtivo enfatizando que o objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário. “Ter uma trava é fundamental e deve estar previsto isso no texto, porque o objetivo da reforma não é aumentar a carga tributária, mas sim simplificar o sistema”, afirmou. Alckmin ainda ressaltou que outro objetivo é fazer a desoneração de investimento. Segundo ele, na medida em que a cumulatividade do imposto em cascata é eliminada o país se torna mais atrativo para investidores internacionais. O vice-presidente também disse que é importante desonerar a exportação e isso que vai beneficiar muito o agronegócio na acumulação de crédito. “O caminho bom é o caminho do diálogo e o presidente Lula é assim. O Senado vai ouvir até dar a palavra final”, disse Alckmin, que ainda reforçou as conversas com o relator da reforma no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM). Segundo ele, o objetivo também é atrair mais investimento e gerar emprego e renda. Kajuru destacou que a reforma vai passar fácil no Senado, porque, segundo ele, diferente da Câmara dos Deputados, na Casa a maioria dos senadores pretende apresentar emendas. “Como vice-líder do governo no Senado, garanto que ela passa fácil. Mas nós não vamos imitar a Câmara. Nós queremos aprovar a reforma tributária. Ela é importante, desde que o governo concorde com o diálogo com o ministro (Fernando) Haddad para discutir o que precisa mudar”, disse o senador. Mais itens Outros pontos reclamados sobre a reforma tributária pelos empresários são as ameaças de aumento da carga tributária sobre os serviços de profissionais liberais e também por micro e pequenas empresas. De acordo com o presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Goiás (Acieg), Rubens Fileti, o endividamento de empreendedores no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) preocupa pelo perigo do desenquadramento dessas empresas do “Simples”. A reforma não atinge as empresas do “Simples Nacional” - mecanismo que impõe um sistema simplificado na tributação de micro e pequenas empresas. No evento, o vice-presidente ainda recebeu das mãos do governador a Comenda Tiradentes da Polícia Militar, grau Grã-cruz, o mais alto, para celebrar os 165 anos da corporação. Bonny Fonseca Jornal O Popular
- Adial participa de reunião que alinham posicionamentos sobre sugestões para a Reforma Tributária
28.07.2023 O Grupo Técnico de Trabalho formado por representantes do Governo de Goiás e do setor produtivo goiano reuniu-se na última quinta-feira,27, para debater o atual texto da reforma tributária. O encontro, realizado na sede da sede da OCB/GO, teve como objetivo principal o levantamento de pontos críticos da Reforma Tributária. Entre as questões que preocupam o grupo destaca-se o entendimento de que poderá haver um grande aumento de carga tributária, uma vez que não foram apresentados os estudos que levaram o governo a prever e a divulgar, em defesa de sua proposta, que a alíquota será realmente de 25%. O debate foi promovido pelo Fórum Empresarial e estavam presentes membros da Secretaria de Economia, do Instituto Mauro Borges (IMB), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho Regional de Contabilidade (CRC). O projeto da reforma tributária foi aprovado na Câmara dos Deputados e, em agosto, começa a tramitar no Senado. As propostas têm efeitos negativos para a economia goiana, por isso, após ampla discussão, o Grupo Técnico deliberou que é necessário promover uma campanha de divulgação dos impactos negativos que ela pode causar. Além disso, foram levantadas sugestões, que ainda estão em fase de formatação, que serão entregues ao governador Ronaldo Caiado e aos senadores de Goiás. As propostas e os estudos serão subsídios do Poder Executivo estadual e do Fórum das Entidades Empresariais de Goiás, para que ambos atuem com o objetivo de preservar os interesses de Goiás e de outros Estados que podem ser prejudicados pelo atual projeto de reforma tributária, caso não sejam feitas as devidas adequações no Congresso Nacional. Alguns pontos foram centralizados para esse debate. São eles: Alíquota do IBS – cálculo deve considerar o nível de informalidade da economia, sonegação, consumo das famílias, indústria e governo. Tributação no destino – mitigar a tributação exclusiva no destino. Hoje a origem fica com cerca de 60% - 70%. Fundo de Desenvolvimento Regional – majorar valor do FDR e ausência de critérios de repartição das receitas. Conselho Federativo – composição, poder decisório do conselho, centralização. Comunicação publicitária – necessidade de divulgar pontos críticos da Reforma para a sociedade. Efeitos negativos Os efeitos negativos que o atual texto da reforma tributária causaria para a economia goiana e nacional foram evidenciados pela secretária estadual de Economia, Selene Peres Nunes, em um amplo e detalhado estudo. "Com a transição do princípio do destino, há uma tendência de reconcentração industrial nos Estados mais populosos, que têm os maiores mercados consumidores, a exemplo de São Paulo. O que fazemos hoje é conceder incentivos fiscais para tentar equilibrar a balança e atrair empresas, para que tenhamos uma política de desenvolvimento regional. Mas, com a reforma, esses incentivos fiscais acabariam", disse. Selene Peres enfatizou que o governo federal não faz política de desenvolvimento regional e que a conjugação desses dois aspectos presentes no texto da reforma tributária será nociva para Goiás. Segundo a secretária, não haveria qualquer mecanismo para atrair as empresas para o Estado. "Além disso, há muito risco para a economia nacional, pois nossa arrecadação depende da geração de renda e emprego. Não só há a tendência de evasão de empresas do Estado, mas também de que as empresas prejudicadas fechem as portas", enfatizou. O nosso trabalho A Reforma Tributária tem sido uma pauta prioritária para a Adial, que tem por propósito garantir que interesses e necessidades das associadas sejam adequadamente representados e defendidos. E, por isso, a entidade formou um Grupo de Trabalho composto por especialistas em economia, direito tributário e contabilidade, que tem a missão de discutir, propor mudanças e sugerir apontamentos relevantes para a legislação tributária vigente.
- Grupo Sallo realiza visitação guiada com menores infratores do Centro Socioeducativo à fábrica
26.07.2023 Projeto Heliponto oferece qualificação profissional a jovens e adolescentes participantes O trabalho como um importante potencializador da ressocialização. Com o objetivo de expandir o Projeto Heliponto, que oferece cursos profissionalizantes em tecelagem e bordados, e abranger até 17 reeducandos, o Grupo Sallo abriu as portas de sua fábrica para uma visitação guiada na última quarta-feira (19) para os menores infratores do Centro de Atendimento Socioeducativo de Anápolis (CASE). Os jovens puderam conhecer mais sobre os diferentes processos de confecção de vestuário e presenciar de perto como será trabalhar em uma das maiores confecções de moda do país por meio desse projeto. Desde 2019, em parceria com o Governo de Goiás, o Projeto Heliponto permite que adolescentes no Centro Socioeducativo de Anápolis sejam colaboradores da empresa, recebendo cursos profissionalizantes e renda, além da garantia de um emprego com carteira assinada no Grupo Sallo ao saírem do centro. Atualmente, a ação social e inclusiva oferece entre seis a sete vagas para jovens interessados, voltados para os trabalhos e cursos de tecelagem e bordado especial. “O Projeto Heliponto tem um papel fundamental dentro da ressocialização. Conforme descreve o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), um dos eixos estabelecidos por ele é a profissionalização. Considero enriquecedora a iniciativa de ofertar uma profissionalização aliada à socioeducação. E eu acho que a prova desse entendimento, tanto por parte da Sallo, quanto por parte do Governo de Goiás, é a continuidade dessa parceria”, ressalta Renato Bueno, gerente do Sistema de Apoio Operacional, Saúde e Segurança do Sistema Socioeducativo de Anápolis. Segundo Alessandro Pereira Pinto, coordenador-geral do CASE, a presença da empresa de confecção de roupas dentro da unidade socioeducativa possibilita uma oferta efetiva de um dos principais eixos da ressocialização dos jovens e adolescentes. “Um dos pliares mais importantes da medida socioeducativa é ofertar aos internos a profissionalização. Com a Sallo lá dentro da unidade, nós conseguimos ter uma maneira bem efetiva de oportunizar aos adolescentes o aprendizado de uma profissão.” “Hoje nós temos uma pequena empresa lá dentro do CASE de Anápolis para qualificar esses menores para, quando saírem, eles terem uma qualificação de trabalho. Inclusive, todos os que são maiores de 17 anos estão devidamente registrados dentro da CLT”, esclareceu Cláudio Schwaderer, Diretor de Produção do Grupo Sallo, durante a visita à fábrica. Possibilidade de um recomeço Para a coordenadora de cursos profissionalizantes do CASE, Lilane Victor dos Santos, o trabalho de socioeducação feito dentro da unidade é pensado para trabalhar diversos aspectos sociais, como cultura, lazer e educação, em adolescentes que foram privados de oportunidades e direitos ao longo da vida. “Quando a gente fala de cursos e profissionalização, significa uma expectativa de vida para eles. Uma expectativa de futuro que até então eles não tinham”, ressalta. Um dos jovens do CASE é J.L, de 18 anos, que após participar do projeto Heliponto e realizar diversos cursos profissionalizantes oferecidos na instituição, hoje sonha em continuar na Sallo e abrir sua própria oficina de mecânica ao sair do centro socioeducativo. “Para mim está sendo um grande recomeço porque, quando eu fui para o Sistema Socioeducativo de Anápolis, eu não tinha muita expectativa de vida, mas quando eu entrei lá, eu vi que podia ser uma pessoa melhor, e eu estou buscando essa melhora para minha vida”, afirma. Sobre o Grupo Sallo Fundado em 1996, com sede em uma área de 30 mil m² em Aparecida de Goiânia (GO) e um pátio fabril com tecnologia de ponta, o Grupo Sallo é detentor de marcas masculinas e feminina. Possui seis lojas próprias em Goiânia (GO), sendo uma na fábrica. Com atuação no mercado atacadista B2B e presente em todos os estados com representações, gera 2 mil empregos diretos e indiretos. O Grupo também possui forte atuação social e inclusiva por meio dos Projetos: Heliponto no Complexo Penitenciário Odenir Guimarães (desde 2017) e no Centro de Atendimento Socioeducativo de Anápolis (desde 2019), Projeto Crescer em Aparecida de Goiânia (desde 2019), "Mais um sem dor” (desde 2020) e Costurando Oportunidades (desde 2022). (Assessoria)
- Adial é reconhecida pelo Governador Ronaldo Caiado
25.07.2023 O presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote, e o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, receberam a Comenda da Ordem do Mérito Anhanguera pelos relevantes serviços prestados ao Estado na noite da última segunda-feira, 24, na Cidade de Goiás, pelas mãos do Governador Ronaldo Caiado. “Queremos distinguir essas pessoas com a comenda e com todo seu ordenamento daquilo que é esta homenagem, a mais alta do estado de Goiás”, afirmou o chefe do Executivo goiano, ao explicar que a honraria foi criada em 1975. A solenidade foi realizada na Praça do Chafariz, no centro histórico da cidade de Goiás, e integrou a programação da transferência simbólica da capital. (Com Secretaria de Comunicação do Governo de Goiás)
- Entrevista para Rádio Paz sobre Estação do Emprego na região noroeste
24.07.2023 A Adial Talentos realizou no último sábado, 22, a Estação do Emprego na região noroeste de Goiânia. Apenas a A São Salvador, empresa conhecida pelas marcas SuperFrango e Boua, estava com 600 vagas em aberto. O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Rocha, cedeu uma entrevista para a Rádio Paz. Confira aqui!
- Adial Talentos em evento da Jaepel
21.07.2023 A Adial Talentos participou na quinta-feira, 20, em Senador Canedo, das atividades da Semana Integradora da Jaepel, em Senador Canedo. O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana, ministrou palestra sobre a relação do colaborador na qualidade dos produtos. A Adial Talentos está disponível para participar de eventos especiais das associadas, participando de indicações de palestrantes, com palestras sobre diversos temas e em datas e meses especiais.
- Edição do Estação do Emprego em Senador Canedo reúne empresas para preenchimento de vagas
21.07.2023 Na manhã de quinta-feira, 20 de julho, ocorreu a edição do "Estação do Emprego" em Senador Canedo. O evento é promovido pelo Governo de Goiás com apoio da Adial Talentos e tem como objetivo a inserção de profissionais no mercado de trabalho local. A ação concentrou-se em estabelecer contatos entre empresas da região e candidatos em busca de oportunidades de emprego. Dentre os presentes, o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Rocha, a primeira dama de Senador Canedo, Simone Assis, o gerente do Cadastro Único, Eduardo Alves, e a representante do programa "Mais Emprego", Caroline Alves.














