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- Fundeinfra anuncia as três primeiras obras
04.05.2023 A Adial participou da reunião que definiu as primeiras obras a serem custeadas com os recursos do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra) na última quarta-feira (03) com o Governo do Estado. A entidade faz parte do Conselho gestor do Fundo. Foram definidas: a duplicação da GO-174, entre Rio Verde e Montividiu; a pavimentação da GO-401, na região do Rio Preto; e a pavimentação da GO-309, entre Cristalina e Unaí, na divisa com Minas Gerais. Serão investidos R$ 218,2 milhões. Segundo presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, que participou das decisões, ambas regiões são importantes para o setor produtivo. A duplicação da GO-174 é uma demanda antiga do Sudoeste goiano, devido ao tráfego intenso de veículos pesados e da quantidade de indústrias localizadas em perímetro urbano. O trecho é considerado fundamental para o escoamento de produtos, além de funcionar como porta de entrada para Rio Verde. A pavimentação da GO-309 visa fortalecer o Leste do Estado. “Essa rodovia passa por região que produz diversos produtos, além de soja, feijão, legumes e precisa de bons trechos para transporte para atender as indústrias e as agroindústrias, além de permitir a saída para outras regiões”, pontua. A pavimentação da GO-401 também atenderá a liberação expressa de produtos em uma área de mais de 61 mil hectares, dos quais 60% são ocupados por lavouras. Além disso, a rodovia liga a parte produtiva de Rio Verde a Quirinópolis, uma região muito produtiva de grãos, leite, de aves e suínos. O secretário da Infraestrutura (Seinfra), Pedro Sales, afirmou que as três primeiras obras vão atender o Sudoeste Goiano, em dois importantes trechos para o setor produtivo de grãos. A reunião acertou ainda que a contratação dos serviços de supervisão para cada obra com recursos do Fundeinfra será necessária, conforme orientação do TCE-GO. (Com informações do Governo)
- Adial e Jaepel lançam "Rede do Bem" para conectar empresas com instituições vulneráveis
02.05.2023 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) e a Jaepel lançam na próxima segunda-feira, 8 de maio, um projeto inovador que visa conectar empresas com instituições vulneráveis, a Rede do Bem. O objetivo é promover a responsabilidade social empresarial e colaborar para a melhoria da qualidade de vida de pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social. O lançamento do projeto acontecerá, às 19 horas, na sede da Adial. A iniciativa contará com a presença de empresários, autoridades locais e representantes das instituições beneficiadas. A Rede do Bem funcionará por meio de um aplicativo que estará disponível para Android e iOS e as empresas associadas poderão acessá-lo. O aplicativo mostrará projetos, instituições filantrópicas, ONGs e outras organizações que foram selecionadas pela Rede e que têm um trabalho reconhecido em Goiás. A diretora Administrativa e de Finanças da Jaepel, Edilza Amoroso, explica que para utilizar o aplicativo, o primeiro passo é baixá-lo no celular, escaneando um código QR-Code. Em seguida, é necessário se cadastrar, informando os dados. Após a aprovação da equipe técnica, a empresa terá acesso a todas as funcionalidades do app, como as demandas que precisam ser atendidas e o cadastro de instituições que participam do projeto. O foco principal é a promoção do desenvolvimento humano e social, por meio do estímulo à cultura do voluntariado e do apoio a projetos de caráter social. As empresas que aderirem ao projeto terão a oportunidade de atuar como agentes transformadores, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e solidária. Segundo o presidente da Adial, Zé Garrote, a Rede do Bem nasceu da preocupação em ajudar quem mais precisa. "Acreditamos que, juntos, podemos fazer a diferença na vida de muitas pessoas", destacou. Com a Rede do Bem, a Adial e a Jaepel reforçam seu compromisso com a responsabilidade social e convidam outras empresas a se juntarem a essa iniciativa transformadora.
- Apuração do PROGOIÁS
02.05.2023 Confira importante alteração na apuração do PROGOIÁS. A Lei 21.884/23 alterou a Lei 13.453/99, que consequentemente altera o art. 11º, Inciso V do Anexo IX do RCTE. Veja o documento:
- Associada da AdialLog é reconhecida em premiação da categoria
26.04.2023 A RGLOG Logística e Transporte Ltda foi uma das empresas vencedoras da sexta edição do Top Of Mind do Transporte – O Brasil que transporta, realizada na última terça-feira(25). A empresa venceu na categoria especial Top Transpo. O prêmio reconhece os produtos, serviços e as marcas mais lembradas pela comunidade do transporte por meio de uma série de pesquisas. Segundo o CEO do grupo, André Rossetti, o mérito é de todo o time. "Muitos novatos de empresa não sabem, e a maioria a velha guarda - colaboradores anteriores a 2015 - devem se lembrar que ser um “Top of Mind” era parte de um plano. E conseguimos!", pontua.
- Adial e Jaepel lançam projeto Rede do Bem em Goiânia
25.4.2023 A Adial e a Jaepel lançam no dia 8 de maio, às 19 horas, no Edifício Rizzo Plaza, em Goiânia, a "Rede do Bem", um projeto que tem como objetivo conectar empresas com instituições vulneráveis por meio de canais digitais. A iniciativa visa facilitar e simplificar o acesso das empresas que desejam ajudar instituições de maneira fácil e eficiente. Com incentivos governamentais, por meio de leis federais e estaduais e fundos municipais, as empresas poderão fornecer assistência de forma ainda mais impactante. A Adial se preocupa com questões ambientais, sociais e de governança (ESG) e por isso está sempre em busca de iniciativas que promovam o bem-estar das pessoas e do planeta. A diretora Administrativo e Finanças da Jaepel, Edilza Amoroso, explica que o aplicativo da Rede do Bem estará disponível para Android e iOS e as empresas associadas poderão acessá-lo. "O aplicativo mostrará projetos, instituições filantrópicas, ONGs e outras organizações que foram selecionadas pela Rede e que têm um trabalho reconhecido em Goiás", disse. Essas organizações também poderão listar as demandas que precisam de forma emergencial ou recorrente. As empresas poderão verificar quais são as necessidades mais urgentes dessas organizações e ajudá-las da melhor maneira possível. Para utilizar o aplicativo, o primeiro passo é baixá-lo no celular, escaneando um código QR-Code. Em seguida, é necessário se cadastrar, informando seus dados pessoais. Após a aprovação da equipe técnica, a empresa terá acesso a todas as funcionalidades do app, como as demandas que precisam ser atendidas e o cadastro de instituições que participam do projeto. A participação na Rede do Bem pode trazer benefícios tanto para as empresas quanto para as instituições envolvidas, contribuindo para o bem-estar da comunidade e para o desenvolvimento social e econômico de Goiás.
- Adial participa de seminário sobre Impactos da Reforma Tributária no Setor de Alimentos
24.4.2023 A Adial, Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás, participou na manhã desta segunda-feira, 24/4, do seminário sobre os Impactos da Reforma Tributária no Setor de Alimentos e Bebidas, realizado na sede da Fieg, em Goiânia. O evento foi promovido pela Câmara Setorial de Alimentos e Bebidas (Casa), em parceria com o Conselho de Assuntos Tributários (Conat), da Fieg. O encontro mobilizou quase uma centena de empresários e profissionais na discussão. Anteriormente, o tema havia sido debatido em reuniões promovidas pelo Fórum de Entidades Empresariais dias 16 de março e 14 de abril. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, foi um dos palestrantes e abordou o impacto da reforma tributária na agroindústria. Ele destacou a preocupação com os avanços e impactos da reforma. Em sua fala, citou a Lei Complementar que afetou a cadeia produtiva do Biodiesel em Goiás como um exemplo da importância de se discutir o que deve e o que não deve constar na reforma tributária, a fim de evitar um possível aumento da carga tributária. Destacou também que o Brasil tem características regionais muito diferentes. "Percebemos que cadeias produtivas consolidadas no Brasil podem ter sua competitividade prejudicada, assim como a continuidade de setores econômicos estratégicos da agroindústria estará comprometida, caso a proposta avance da forma que está", disse. Além dele, outros especialistas também apresentaram suas perspectivas sobre o assunto. O presidente da Câmara Interna de Assuntos Jurídicos e Tributários da ABPA, Fernando Zupirolli, falou sobre o impacto da reforma no setor de proteína animal (carnes), enquanto o diretor executivo da Viva Lácteos, Gustavo Beduschi, apresentou as possíveis consequências para o setor de lácteos. Já o diretor de Negócios Jurídicos e Tributação da Abiove, Dalton Mirando, discutiu a reforma no setor de grãos, e o consultor tributário do IPA, Eduardo Lourenço, abordou o impacto no agronegócio como um todo. Ninguém é contrário à simplificação tributária. No entanto, precisamos ter mais detalhes e informação para apoiar a proposta. Da forma que está, nada garante que não teremos um impacto negativo para a sociedade", ponderou Marcelo Martins, ao questionar se o Imposto de Valor Agregado (IVA) será dual ou único e como se dará a questão das alíquotas de produtos que compõem a cesta básica. "Temos uma expressiva faixa da população eminentemente pobre, pessoas que não são beneficiárias do Bolsa Família e que serão diretamente impactadas pela perda de poder aquisitivo com essa reoneração. É importante termos clareza sobre pontos tão importantes", completou. O posicionamento foi endossado pelo vice-presidente da Fieg André Rocha, que representa o setor sucroalcooleiro em Goiás. Para ele, uma das maiores preocupações é com a possível perda do poder de consumo da população, caso a proposta de Reforma Tributária avance da forma como está desenhada. "Hoje, o Brasil vem perdendo posições dentro dos países que formam o BRICS e já ocupa a terceira posição em poder de compra da população, atrás da China e da Rússia, e com perspectiva de perder o posto para a África do Sul. Aumentar o poder de compra das famílias reduz desigualdades regionais e sociais." Outro ponto destacado por André Rocha é como a proposta trata a questão de origem e destino do que é produzido, colocando em risco programas de incentivos ficais adotados pelos Estados. "Goiás conseguiu atrair investimentos graças aos incentivos. Entendemos que precisamos interiorizar o desenvolvimento e não vemos nada nesse sentido na atual proposta de Reforma Tributária. Pelo contrário, percebemos que haverá um estímulo que aprofundará as desigualdades regionais", completou. O presidente do Conat, Eduardo Zuppani, afirmou que a atual proposta de Reforma Tributária não interessa à indústria e, tampouco, ao Estado de Goiás. "Do jeito que está, a mudança só interessa ao governo, e não à sociedade". A opinião foi compartilhada pelo empresário César Helou, da Piracanjuba. "Querem fazer uma Reforma Tributária que só piora para a sociedade e só melhora para o atual governo, porque até para o próximo já impacta na queda de arrecadação. É uma reforma desenhada por pessoas que não conhecem o mundo empresarial", destacou. Os representantes dos setores de proteína animal (carnes), lácteos, grãos e agroindústria convidados para o debate foram unânimes em defender um sistema de alíquotas diferenciado para alimentos e exportação, o ressarcimento rápido e eficaz dos créditos e a instituição de regimes especiais e favorecidos de tributação para o agro. "Estamos discutindo uma reforma de tributação sobre o consumo. A Reforma Tributária precisa simplificar, mas alíquota única não é sinônimo de simplificação. Temos pontos que precisam ser garantidos pela Constituição, sobretudo porque não conhecemos a ideia subsequente da lei complementar", argumentou Eduardo Lourenço, do IPA. Na opinião de Fernando Zupirolli, da ABPA, a simplificação é saudável, mas é preciso considerar a dimensão e diferença de renda que há no Brasil. O questionamento também foi levantado pelo representante da Viva Lácteos, Gustavo Beduschi. "Qual é o consumo maior da população com baixa renda no País: alimentos ou bens e serviços? A proposta de alíquota única prejudica essa justiça social", afirmou. O representante da Abiove, Dalton Miranda, citou o risco do elevado acúmulo de crédito na exportação. "A depender da modalidade do contrato, é provável que empresas exportadoras possam demorar muito tempo para conseguir ressarcimento, comprometendo o fluxo de caixa desses negócios." Durante o evento, foram debatidos os possíveis efeitos da Reforma Tributária em tramitação no Congresso Nacional nos setores mencionados. A discussão foi importante para que os participantes pudessem entender melhor as possíveis mudanças. *Com informações da Fieg.
- Arcabouço e seus riscos
20.04.2023 *Edwal Portilho O Arcabouço Fiscal do Governo Lula virá na esteira da produção brasileira para substituir o teto de gastos, mantendo o histórico negativo de marcos legais no País durar seis ou sete anos apesar de serem concebidos para durar décadas. Noves fora a insegurança jurídica que essa inconstância causa a investidores, tem-se neste modelo preliminar apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, menos confiança do que o necessário. Explica-se: o Arcabouço Fiscal, nome ruim e de complexidade desnecessária para algo que precisa ser compreendido por toda sociedade, deveria ser um modelo de gestão das contas do governo que busca levar ao equilíbrio entre o que arrecada e o que gasta. Isso afeta diretamente a vida de todas as pessoas e das empresas e não pode ser empurrado garganta abaixo. A proposta de novo marco fiscal ainda não foi detalhadamente apresentada, apenas em linhas gerais, mas chegará em breve ao Congresso, com focos de insustentabilidade e excesso de otimismo – que, quando não se concretizarem, terão efeito contrário e vão paralisar ainda mais a economia brasileira. O projeto do Arcabouço Fiscal muda o foco do debate do gasto para a receita. O governo admite precisar crescer em R$ 150 bilhões a arrecadação para ter o ajuste fiscal esperado. Será a coroação do fiscalismo das contas públicas, que dinamitou o desenvolvimentismo da narrativa dos governos no Brasil. A proposta limita a despesa de forma mais flexível e a indexa a 70% do crescimento da receita, com sua expansão variando entre um piso (0,6%) e um teto (2,5%). Ou seja, a despesa e, talvez, os privilégios vão crescer continuamente mesmo que não se tenha alta na receita. Estudos apontam que para sustentar o crescimento contínuo dos gastos públicos vai se exigir que a despesa privada avance a uma taxa 64% superior a da despesa pública todo ano para evitar a desaceleração do PIB. Isso não ocorre no automático. E essa realidade não é a da economia brasileira nas últimas décadas quando se avalia ciclos médios e longos – tanto que sustentamos a alcunha depreciativa de “voo de galinha” quando o assunto é expansão do PIB. A economia vai trabalhar no limite e comprar um alto risco ao indexar, nos patamares que propôs, despesa com elevação da receita de impostos. Este movimento fiscal engessado, em períodos em que não alcançar a meta, pode impor um perigoso efeito contrário, com uma desaceleração cíclica e com poucas ferramentas para reversão, levando a um processo recessivo grave. Na outra ponta, especialistas temem uma dose de excesso de otimismo do ministro da Fazenda em fazer uma receita extra de R$ 150 bilhões – e em todas frentes defendidas, como a maior tributação das apostas, retirada da isenção dos produtos importados no comércio eletrônico ou da proibição no crédito dos tributos federais dos impostos estaduais incentivados. E se essas medidas judicializarem, se arrefece as vendas dos importados e as apostas porque ficarão caras demais? E se não arrecadar o esperado? Penso que vai bater o desespero fiscal (degrau acima do terrorismo fiscal). Caso passe longe da meta, teremos pacotões de impostos atacando famílias e empresas de todos os lados. Guerra sangrenta para elevar os gastos. Entram na mira: Simples, imposto de renda, produtos de alto consumo e futuras CPMFs. O Arcabouço Fiscal não traz tranquilidade real para investidores produtivos. Também não ajuda a reduzir os juros, pois não foca o desenvolvimento – muito pelo contrário; e, por fim, não afeta em nada a inflação. O Brasil vai depender de uma forte atuação do Congresso, que tem papel de zelar pelo orçamento e o modelo proposto pode estimular conflito distributivo na sociedade e no sistema político. Do jeito que está, o marco fiscal tem potencial para agravar desigualdades regionais, desemprego em boa parte dos Estados, inflação, desindustrialização e ainda manter privilégios no setor público. Aos congressistas, nossa visão. *Edwal Portilho, o Tchequinho , é o Presidente-executivo da Associação Pró Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial)
- Otávio Lage Filho é uma das 100 personalidades mais influentes do agro
19.04.2023 O diretor-presidente da Jalles, Otávio Lage de Siqueira Filho, é uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro, de acordo com o Grupo Mídia e Agro World. A premiação é um reconhecimento às pessoas que mais se destacaram nesse setor nos últimos doze meses. Os eleitos foram escolhidos por meio de votação aberta e pesquisa de mercado. O reconhecimento traz nomes de influentes líderes que atuam no setor e se destacam pelos esforços e comprometimentos para colocar o agronegócio brasileiro como importante agente no desenvolvimento do país. A cerimônia de premiação será realizada no dia quatro de maio, em Ribeirão Preto, São Paulo.














