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  • Adial participa do Natal da Cufa

    21/12/2022 O presidente da Adial, Zé Garrote, participou nesta terça-feira (20/12), no Parque Santa Rita, em Goiânia, do Natal Cufa. A ação, com entrega de cestas natalinas para famílias da região, teve o apoio da Adial e do Governo de Goiás. Zé Garrote ressaltou a importância do Natal Cufa e a participação das empresas em ações sociais. “Associação, empresas e governo juntos e de mãos dadas, com certeza, vamos conseguir uma sociedade muito melhor”, disse. O presidente da Cufa Goiás, Breno Cardoso, disse que o evento democratiza oportunidades para as favelas e comunidades, “para que crianças possam a ter a festa de Natal digna, com a chegada do Papai Noel, decoração e ceia”.

  • Expectativa de inflação sobe em 2023 e 2024; mercado eleva projeção para Selic ano que vem

    27/12/2022 A expectativa para a taxa de juros básica subiu de 11,75% para 12% em 2023 e manteve em 9,00% para 2024 Analistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a expectativa para a inflação deste ano, mas elevaram a de 2023 e de 2024, segundo estimativas divulgadas nesta segunda-feira (26) pelo Relatório Focus, do Banco Central. As mais de 100 instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC mantiveram a projeção de Produto Interno Bruto (PIB) de 2023 e reduziram ligeiramente para este ano. Para a taxa de juros, o mercado elevou a perspectiva da Selic para o fim de 2023 e manteve a de 2024. Inflação: A projeção para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) caiu de 5,76% para 5,64% em 2022 e subiu de 5,17% para 5,23% em 2023 e de 3,50% para 3,60% em 2024. PIB: O mercado reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira de 3,05% para 3,04% neste ano e manteve a de 2023 em 0,79%. Selic: A expectativa para a taxa de juros subiu de 11,75% para 12% em 2023 e manteve em 9,00% para 2024. Câmbio: A estimativa para o dólar se manteve em R$ 5,25 neste ano, mas registrou leve alta em 2023, de R$ 5,26 para R$ 5,27.(InfoMoney)

  • Códigos do Fomentar, Produzir e Microproduzir mudam em janeiro

    27/12/2022 A partir de 1º de Janeiro de 2023 a Secretaria da Economia de Goiás mudará os códigos de apuração dos programas Fomentar, Produzir e Microproduzir. “Com a criação do ProGoiás, que tem como uma das metas desburocratizar a concessão de benefícios fiscais para o setor industrial, muitos procedimentos foram facilitados para o contribuinte. Nosso objetivo é adequar os programas já existentes a essa lógica”, explicou o gerente de Informações Econômico-Fiscais, Luciano Pessoa. A auditora fiscal, Katia Brondolo, explicou que a mudança de procedimento, proposta pela Instrução Normativa no 1501/21-GSE, estabeleceu um padrão para a definição das operações incentivadas na apuração do Fomentar, Produzir e Microproduzir. Por meio dela, detalhou-se os ajustes na Escrituração Fiscal Digital (EFD) e os Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOPs) das entradas e saídas relativos a essas operações, com os Anexos que foram incorporados à Instrução Normativa no 885/07. “O que mudou, basicamente, na apuração do Fomentar/ Produzir foi uma simplificação na apuração dos saldos das operações incentivadas e não incentivadas, terminando com a proporcionalização dos créditos”, explicou Brondolo. A data para mudança dos códigos está prevista na Instrução Normativa no 1524/22 COMO ACESSAR A Secretaria da Economia disponibilizou dentro do Guia Pratica da EFD de Goiás uma nova planilha com o novo demonstrativo da apuração do Fomentar, Produzir e Microproduzir na EFD, com os códigos da tabela 5.2. Isso pode ser consultado no site da economia no Anexo I, do Guia prático de Goiás versão 5.0. Já a nova nova planilha de cálculos pode ser acessada no Economia, em “Receita Estadual” e no rol de opções abaixo dela, escolher “ICMS”. Em seguida, é só clicar em “Apuração do ICMS (Fomentar, Produzir e Microproduzir) após 01/01/2023”. Comunicação Setorial – Economia Códigos do Fomentar, Produzir e Microproduzir mudam em janeiro – Secretaria da Economia

  • Informe Instrução Normativa no 1501/21-GSE

    29/12/2022 Instrução Normativa no 1501/21-GSE Prezados associadas Adial, Nos termos de informação que nos foi passada por uma associada desta Adial, a planilha de cálculo de ICMS/incentivo anteriormente informada por esta Associação, contem algumas inconsistências que dificultaram o seu preenchimento, em razão de algumas fórmulas, notadamente as referentes às linhas 26/31/41, estarem bloqueadas, não permitindo o correto preenchimento da planilha. Essa associada entrou em contato com a Secretaria da Economia expondo os fatos e solicitando a disponibilização de uma nova planilha que, inclusive, deverá entrar em vigor a partir de 01.01.2023, quando foi orientada a aguardar contato daquela Secretaria até o dia 02.01.2023. Sugerimos, portanto, às associadas que façam uma simulação no preenchimento da referida planilha e, existindo algum problema, que relatem o fato à Secretaria da Economia, de sorte a registrar a situação. Enquanto isso, esta Adial tentará contato junto àquela Secretaria.

  • Adial participa de posse do Governo de Goiás

    02/01/2023 O presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote, e o presidente-executivo, Edwal Portilho, participaram da solenidade de posse do segundo mandato do Governador Ronaldo Caiado, realizada na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), em Goiânia, na tarde do último domingo (01). No momento, o presidente estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Daniel Vilela, também foi empossado como vice-governador de Goiás. Caiado assumiu o governo por meio de uma sessão remota, pois cumpre repouso relativo em São Paulo após fazer uma cirurgia de revascularização do miocárdio, no último dia 8 de dezembro. Em mais de uma hora de discurso, o governador reeleito agradeceu a parceria com os empresários industriais para a construção do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege), que permitiu a ampliação de investimentos na área social. “Estou aqui hoje unicamente pelo desejo da população e pela importância da democracia, a quem reafirmo meu compromisso. Estou aqui hoje muito mais comprometido com Goiás do que estava em 1º de janeiro de 2019. Estou aqui hoje para seguir com o compromisso popular de romper o ciclo da pobreza e fazer um estado que se fortaleça pela educação”, ressaltou em discurso. Segundo Edwal Portilho, o governador foi enfático em afirmar que não vai deixar o Estado ficar atrás economicamente dos outros vizinhos da Região Centro- Oeste. “Esse é um desafio pesado, pois Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão voando baixo na atração de novos investimentos”, afirma.

  • Os dados da economia brasileira que Lula vai encontrar em 2023

    04/01/2023 Por Jessica Bahia Melo Investing.com – O governo do recém-empossado presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá entre os principais desafios na economia os caminhos da dívida pública, o controle inflacionário, um crescimento possivelmente mais modesto e um alto nível de endividamento das famílias. A pesquisa Boletim Focus com economistas consultados pelo Banco Central projeta um Produto Interno Bruto (PIB) de 0,8% neste ano, inflação de 5,31%, câmbio em R$5,27 e taxa de juros básica (Selic) em 12,25%. Para 2022, as estimativas são de IPCA de 5,62% e crescimento de 3,05%. Segundo o banco Goldman Sachs (NYSE:GS), níveis recordes de famílias endividadas, emprego com alta moderada, condições financeiras e de crédito apertadas, além da erosão confiança do consumidor “provavelmente gerarão ventos contrários para atividade do comércio nos próximos meses”. O Bank of America (NYSE:BAC), por sua vez, avalia que a percepção sobre o risco fiscal piorou, trazendo à tona discussões sobre uma nova âncora fiscal, aprovação de uma Reforma Tributária, e elevando projeções para inflação e juros. Inflação O controle inflacionário segue como desafio do governo eleito. Ainda que com queda expressiva, o indicador oficial ainda está acima da meta estabelecida do Conselho Monetário Nacional (CMN) de 3,5% e com limite de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Para 2023, a meta é ainda menor, de 3,25%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) anual saiu de dois dígitos até meados do ano para uma taxa de 5,90% em novembro. A tensão aumentou com a promulgação no Congresso da chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que autorizou aumento de gastos em R$145 bilhões no ano que vem para viabilizar o pagamento de programas sociais, como os R$600 do Auxílio Brasil, que voltará a se chamar Bolsa Família, além de bancar o Auxílio Gás e o Farmácia Popular. O receio de economistas é de que o aumento desses gastos resulte em uma política fiscal expansionista afetando o controle inflacionário, o que poderia fazer com que os juros precisem ficar mais altos por mais tempo ou tenham que subir novamente. Em relatório, o banco BTG (BVMF:BPAC11) afirmou que há evidências de que o desenho atual do programa Auxílio Brasil tem incentivado uma divisão artificial das famílias beneficiárias, o que afetaria o direcionamento e a efetividade do benefício. “Ao garantir um pagamento mínimo de R$ 600/mês para todos os beneficiários, o novo programa enfraquece a ligação entre o valor do benefício e as características do domicílio”, detalham os analistas. Juros Em março do ano passado, a taxa de juros básica da economia brasileira passou do nível mais baixo em toda a sua história, de 2%, para 2,75%, dando início a um ciclo de aperto monetário que parece não ter data para acabar. A Selic está em 11,75% desde a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de agosto de 2022. Enquanto há alguns meses o consenso era de que ela iria cair, possivelmente no segundo semestre do ano que vem, aumenta o receio de que a autoridade monetária precise de uma nova elevação residual. PIB Com expectativa de um cenário externo mais desafiador, com projeções de desaceleração das economias avançadas devido às políticas monetárias contracionistas, o contraponto pode vir do gigante asiático, maior parceiro comercial brasileiro. “A China pode ter um papel central em um melhor desempenho econômico mundial, caso consolide a sua reabertura’, segundo Fabrício Silvestre, economista do TC. O Bank of America espera um crescimento do PIB de 0,9% em 2023, contra uma estimativa de de 3,25% para 2022, “uma vez que os juros altos devem limitar o efeito positivo de arraste deste ano”. O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou alta em doze meses de 3,6% no terceiro trimestre deste ano. Endividamento Pesquisa elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o índice de famílias endividadas no país atingiu 78,9% em novembro, enquanto o percentual de inadimplentes, com dívidas em atraso, apresentou recorde de 30,3%. Taxa de desemprego A taxa de desocupação brasileira está em 8,3%, segundo dados de novembro divulgados pelo IBGE. O indicador vem apresentando queda durante o ano, mas é ponto de atenção para 2023 devido à continuidade da política monetária contracionista, que tende a ter efeitos mais demorados, segundo especialistas. Para a XP (BVMF:XPBR31), no entanto, a taxa de desemprego deve subir no ano que vem devido às projeções de um crescimento econômico mais moderado e abaixo do potencial. Fonte: investing.com

  • Produção industrial tem queda de 0,1% em novembro

    05/01/2023 A produção da indústria brasileira caiu 0,1% em novembro de 2022, na comparação com outubro. A queda veio depois de uma alta de 0,3% em outubro. O dado, da Pesquisa Mensal Industrial, foi divulgado hoje (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produção também apresentou resultados negativos na média móvel trimestral (-0,2%), no acumulado de janeiro a novembro (-0,6%) e no acumulado de 12 meses (-1%). Na comparação com novembro de 2021, no entanto, houve alta de 0,9%. Na passagem de outubro para novembro, 11 das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda. Os principais resultados negativos vieram dos setores de indústrias extrativas (-1,5%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-6,5%), produtos têxteis (-5,4%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-3,8%), produtos de metal (-1,5%) e produtos de minerais não metálicos (-1,2%). Alta Ao mesmo tempo, 15 atividades tiveram alta na produção, com destaque para produtos alimentícios (3,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,4%), bebidas (10,3%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,8%). Das quatro grandes categorias econômicas da indústria, apenas uma teve queda na passagem de outubro para novembro: os bens de consumo duráveis (-0,4%). Os bens de consumo semi e não duráveis tiveram crescimento de 0,6%. Também apresentaram alta os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (0,8%) e os bens intermediários: insumos industrializados usados no setor produtivo (0,4%). Edição: Kleber Sampaio Agência Brasil

  • Adial Log participa do Encontro com Frotistas 2022

    12/12/2022 Sustentabilidade e inovação foram a tônica do Encontro com Frotistas 2022, realizado pela Continental Pneus, em Itapeva (MG). O diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participou do evento que reuniu empresários de frotas de caminhões de todo Brasil e fortaleceu a interação entre as áreas ligadas aos segmentos de transporte e logística com a tecnologia. Eduardo Alves contou que o encontro apresentou carros elétricos, movidos a energia renováveis, caminhões mais econômicos e pneus mais sustentáveis e que propiciam melhor custo por quilômetro rodado.

  • Empresários goianos participam de webinar sobre logística reversa

    13/12/2022 A logística reversa foi tema de discussão em webinar com o advogado especializado em Direito do Ambiente e Direito dos Resíduos, Fabricio Soler, nesta terça-feira, 13. Ele revisou todos os pontos da minuta do decreto que define diretrizes para a implementação do Sistema de Logística Reversa de Embalagem no Estado de Goiás da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), que está em Consulta Pública até sexta-feira, dia 17. “Não devemos seguir exemplos de logística reversa de países como Bélgica, Inglaterra ou outro da Europa, pois são bem menores territorialmente que o Brasil e com uma população inferior a brasileira”, pontua o palestrante. Para ele, é importante ter viabilidade técnica e econômica e englobar toda a cadeia, desde fabricantes, importadores e comerciantes. “O Brasil já tem logística reversa desde 1990 com os óleos lubrificantes”, relembra a história da legislação nacional. Para Fabrício, a minuta de decreto da Semad é uma fotografia das discussões de São Paulo, Mato Grosso, Piauí, Paraná e Rio de Janeiro, que já estão em desenvolvimento e reflete a boa prática, pois buscou acomodar os melhores pontos. “Claro que se pode melhorar, por isso está em consulta pública até o dia 17. Outros estados também estão nessa mesma fase”, pontua. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o objetivo da ação é estimular o mercado, já o debate visa contribuir para os empresários goianos desenvolverem com sensibilidade esta importante ação que precisa ser instaurada no Estado. A apresentação, dedicada a empresários, foi promovida pela Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás (Sindifargo) e Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg).

  • IFI eleva projeção do PIB de 2022 para 3% e mantém a de 2023 em 0,9%

    14/12/2022 Relatório de Acompanhamento Fiscal do mês de dezembro prevê inflação de 5,8% neste ano e de 4,7% no ano que vem A Instituição Fiscal Independente (IFI) elevou sua projeção do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,6% para 3% neste ano. A taxa de inflação medida pelo IPCA deve atingir 5,8% em 2022. As estimativas estão no Relatório de Acompanhamento Fiscal do mês de dezembro, divulgado nesta quarta-feira. Para 2023, a IFI mantém a projeção crescimento em 0,9%, em vista da desaceleração esperada da economia doméstica, motivada pelos efeitos restritivos da política monetária sobre a demanda interna e pela moderação do crescimento global. A inflação deve desacelerar para 4,7% em 2023, na hipótese de manutenção das desonerações de impostos federais (PIS/Cofins e Cide) sobre combustíveis e de uma relativa estabilidade da taxa de câmbio nominal, além do retorno gradual dos preços de commodities à média histórica e do enfraquecimento da atividade econômica doméstica A IFI considera que a dívida bruta deverá fechar o ano em 74,5% do PIB, aumentando para 77,2% do PIB em 2023. A partir das novas projeções da dívida, a IFI estima que, para estabilizar a DBGG em 74,5% do PIB em 2023, seria necessário um resultado primário de 2,4% do PIB, considerando uma taxa real de juros implícita da dívida bruta em 4,1% e crescimento real da economia de 0,9%. Para o período de 2023 a 2031, a IFI prevê crescimento real médio da economia de 1,9% e juros reais implícitos da dívida de 3,9% a.a., o que resultaria em um primário requerido de 1,5% do PIB para estabilizar a dívida bruta. Para este ano, a IFI passou a projetar superavit de R$ 68,6 bilhões (0,7% do PIB) no cenário base, ante R$ 74,1 bilhões (0,8% do PIB) estimados em novembro. Para 2023, porém, a projeção é de um déficit de R$ 88,6 bilhões (0,8% do PIB), inferior aos R$ 96,6 bilhões (0,9% do PIB) projetados no Reçatório de novembro. Segundo a Instituição, a desaceleração esperada na atividade econômica doméstica e externa nos próximos meses devido à política monetária mais apertada representa um risco para a trajetória das receitas, especialmente a partir de 2023. Pelo lado da despesa, a prorrogação do benefício adicional do Auxílio Brasil no valor médio de R$ 600 mensais por família e outras despesas pretendidas com o espaço fiscal a ser aberto com a PEC da Transição representam um risco, tendo em vista a ausência de espaço no teto de gastos da União para a execução dessas despesas. “A forma como esses gastos serão acomodados pode influenciar a credibilidade do regime fiscal do país”, diz o relatório. O documento também comenta que boa parte do espaço de R$ 169,1 bilhões no teto de gastos que está sendo negociado no Congresso na PEC da Transição já consumido ainda durante a tramitação do Orçamento. De acordo com o relatório final do PLOA 2023, R$ 162,0 bilhões (95,8%) foram reservados para atender as os pedidos da equipe de transição, R$ 7,0 bilhões foram distribuídos em emendas coletivas pelo relator-geral e um resíduo de apenas R$ 83,5 milhões não recebeu dotação orçamentária, podendo ser considerado o espaço existente no teto para a execução orçamentária de 2023. (InfoMoney)

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