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- Indústria brasileira terá o maior déficit da história em 2022
17/11/2022 A desindustrialização do país pode ser percebida na balança comercial nacional, apesar dos números positivos das exportações do agronegócio. Conforme dados da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), devido à perda de competitividade da indústria nacional, a diferença entre as importações e as exportações do setor produtivo, cujos produtos possuem maior valor agregado, deve atingir um saldo negativo recorde neste ano, chegando a US$ 125 bilhões. “E o detalhe é que, no ano passado, a conta da balança comercial de manufaturados teve um déficit grande, de US$ 111 bilhões, e a projeção para este ano é de US$ 125 bilhões. É o maior saldo negativo da história, disparado”, adianta o presidente da AEB, José Augusto de Castro, em entrevista ao Correio. Ele destaca que, apesar de os dados de emprego terem melhorado nos últimos meses, com queda da taxa de desocupação para 8,7% no terceiro trimestre do ano, a perda de competitividade da indústria nacional com o resto do mundo tem ajudado a exportar empregos em vez de criar localmente. “Quando o país tem deficit desse tamanho na balança comercial da indústria, significa que estamos gerando emprego de qualidade e de melhor remuneração no exterior e não internamente”, pontua. Na avaliação do presidente da AEB, apesar de o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter sinalizado em seus discursos que pretende recuperar a indústria nacional e fazer o Brasil ser um “protagonista internacional”, o desafio do novo governo será enorme. Segundo ele, para o país conseguir voltar a exportar mais produtos manufaturados do que commodities, que têm menor valor agregado, será preciso mudar a política de comércio internacional, atualmente mais focada no agronegócio, mais beneficiado pela inflação do que pelo aumento da demanda. “Devido à alta dos preços das commodities, após a pandemia, o país tem exportado preço, porque a quantidade de produtos praticamente não aumentou.” Os dados mais recentes divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, comprovam essa contradição. Enquanto as exportações nacionais cresceram 19,1% em valores, no acumulado de janeiro a outubro deste ano na comparação com o mesmo período de 2021, somando US$ 281 bilhões, a quantidade de produtos embarcados cresceu apenas 4,4%. “Os preços das commodities começaram a cair em outubro e isso já está sendo refletido nos dados da balança, com a redução do saldo comercial”, destaca Castro. Conforme os dados da Secex, de janeiro a outubro deste ano, as importações cresceram 29,3%, na comparação com o mesmo período de 2021, somando US$ 229,3 bilhões. Já a quantidade de produtos desembarcados avançou 4,4%. Enquanto isso, o saldo da balança comercial encolheu 11,7% na mesma base de comparação, para US$ 51,6 bilhões. Logo, esses dados confirmam as projeções da AEB para este ano. A entidade prevê queda de 11,9% no saldo comercial em comparação a 2021, para US$ 54,1 bilhões. De acordo com Castro, em 2000, os produtos manufaturados chegaram a representar 59% das exportações nacionais e, no ano passado, esse percentual respondeu por pouco menos da metade: 28%. “E tudo isso é desemprego, ou seja, pensando em comércio exterior, o país atravessa uma clara desindustrialização e, para reindustrializar o país, é preciso mudar a estrutra de custos interna, a fim de atrair novamente investimentos de empresas de produtos manufaturados no país”, explica o especialista. Ele lembra que a inviabilidade desse tipo de negócio fez muitas montadoras fecharem suas fábricas no país, a exemplo da Ford, que encerrou a produção nacional em 2019. “Para o país mudar o comércio internacional, será preciso recuperar a competitividade da indústria para ela poder conseguir voltar a exportar para mercados desenvolvidos, como Europa e Estados Unidos. E, para isso, é preciso reduzir o custo Brasil”, sintetiza Castro. “Não tenho nada contra o país exportar commodities, que têm a China como principal destino. Mas a indústria nacional precisa recuperar a competitividade”, acrescenta o presidente da AEB. A entidade realiza, nos próximos dias 17 e 18, o 41º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), em que principais temas serão os desafios e as perspectivas para o comércio exterior brasileiro.(Por Rosana Hessel – Correio Braziliense)
- Desemprego em Goiás é o menor desde 2014
17/11/2022 A taxa de desemprego em Goiás caiu para 6,1% no terceiro trimestre de 2022, após ter ficado em 6,8% no segundo trimestre do ano. Esse é o menor percentual desde o quarto trimestre de 2014, quando o índice esteve em 5,2%, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No país, o desemprego caiu de 9,3% para 8,7% Em números absolutos, a população desocupada em Goiás foi estimada em 246 mil pessoas, com queda de 24 mil em relação ao trimestre anterior (270 mil pessoas) e redução de 129 mil pessoas em relação quando comparada ao mesmo trimestre do ano anterior (375 mil pessoas). Conforme a pesquisa, Goiás tinha 4 milhões de pessoas na força de trabalho no terceiro trimestre deste ano, com aumento de 1,2% (46 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. A força de trabalho é composta pelos ocupados (incluindo subocupados por insuficiência de horas) e desocupados. A taxa de informalidade no Estado, que havia atingido 39,8% no primeiro trimestre do ano, caiu para 39,5% no segundo trimestre de 2022 e se estabilizou em 38,8% no terceiro trimestre. A informalidade é mensurada por meio de cinco grupos: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada, empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada, empregador sem registro no CNPJ, trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ e trabalhador familiar auxiliar. Comércio Em relação aos grupamentos de atividades no trabalho principal, a pesquisa registrou estabilidade em todos os grupos. Entre eles, destaca-se o grupo do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, que sozinho empregou 796 mil pessoas no terceiro trimestre de 2022, ou seja, 21,1% daspessoas com 14 anos ou mais de idade ocupadas no estado estão lotadas no grupamento em questão. Essa atividade subiu 19,4% em relação ao mesmo trimestre de 2021, aumento de 130 mil pessoas. O segundo grupo com maior quantitativo de pessoas ocupadas foi o da Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que empregou 588 mil pessoas no terceiro trimestre de 2022, o equivalente a 15,6% do total. Em terceiro, está o grupo da Indústria geral, que empregou 475 mil pessoas no trimestre base dessa pesquisa, o que representa 12,6% dos trabalhadores goianos. Rendimento médio No terceiro trimestre de 2022, a pesquisa estimou que o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 2.646 em Goiás. Esse valor representa aumento de 6,4% em relação ao segundo trimestre do ano (R$ 2.486) e também em relação ao mesmo trimestre de 2021 (R$ 2.543). No país, o rendimento médio foi de R$ 2.737 no terceiro trimestre de 2022.
- AdialLog participa de Circuito Logístico
17/11/2022 Goiânia recebeu nesta quinta-feira, 17, no Flamboyant Confort Suítes, o Circuito Logístico, que promoveu boas práticas e networking entre empresários e profissionais da área de transporte. E o Diretor-Executivo da AdialLog, Eduardo Alves, marcou presença no evento oferecido pela BBB Logística. “O encontro promoveu mais que networking e a troca de experiências, permitiu que os participantes conhecessem de perto a realidade de grandes empresas e percebessem a importância de desenvolver parcerias para crescer e enfrentar os desafios e as volatilidades do nosso setor e da economia do nosso País”. Nomes como Agapito Sobrinho, Diretor Executivo Comercial do Grupo BBM; Fabrício Brito, Gerente Nacional de Operações VetBr Saúde Animal; Paulo Alves, Gerente Geral de Operações e Logística da Estrela Distribuição e Renan Favero, Diretor de Unidade de Negócios de FTL e Intermodal do Grupo BBM, foram os palestrantes da tarde. “O profissional logístico tem olhos de águia. Tem que olhar por cima e ser persistente”, pontua o palestrante Paulo Alves, Gerente Geral de Operações e Logística da Estrela Distribuição. Já Fabrício Brito completou sobre a cadeia de abastecimento e a logística reversa, em destaque no pós venda e no pós consumo. “Poucas empresas têm uma gestão de devolução eficiente para tratar as causas e a redução de custos, insumos, reaproveitamento e descarte”. Ele contou um pouco sobre a prática operacional da VetBr. Renan Favero, do Grupo BBM, finalizou as palestras do Circuito Logístico e fez um breve histórico da logística e do comportamento do consumidor nos últimos anos, em destaque na pandemia. “Nosso foco é desenvolver soluções sob medidas, entra elas, customizar em massa e sem muito custo.” Ele ainda contribui com cases de sucesso da empresa.
- Reunião mensal da Adial discute o Sistema de Logística Reserva de Embalagens
21/11/2022 A reunião mensal de novembro foi realizada com empresários e parceiros na última segunda-feira, 21, e discutiu os projetos e os impactos de todos os setores da indústria goiana. Um dos pontos foram os impactos da criação do Fundo Estadual de Infraestrutura (FUNDEINFRA), que tem como finalidade captar recursos financeiros para manutenção de infraestrutura do Estado de Goiás. O projeto segue para aprovação na Assembleia Legislativa. A Adial negocia sua participação no processo de regulamentação da legislação. Outra pauta discutida foi a fiscalização, autuação e ações da Secretaria de Economia para combate à sonegação fiscal. Os presentes também foram orientados sobre a migração com segurança do Fomentar e Produzir para o ProGoiás. A prescrição foi desenvolvida pela assessora jurídica da Adial, Neuza Maêve. “O programa é bom, mas é importante que o empresário entenda seu compromisso, pois se ficar alguma pendência, pode trazer problemas para a empresa”, pontua o presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote. O Decreto Estadual para regulamentação da Legislação de Resíduos Sólidos é outro ponto de destaque. O documento está em consulta pública no site da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) até o dia 17 de dezembro. (Clique aqui) A lei prevê que 22% do que é produzido por cada indústria seja destinado a logística reversa. A legislação é federal, de acordo com Legislação de Resíduos Sólidos / Política Nacional de Resíduos (12.305/2010) e já funciona em alguns Estados da Federação. “É uma política que vem de acordo com a ESG das indústrias”, afirma Rodrigo Melo, CEO da Plumatex, que orientou os colegas empresários. Parceiros Também foi apresentada a Elevar Energia, empresa de Gestão Integrada no Mercado Livre de Energia. A plataforma de tecnologia voltada para atender a real necessidade da empresa, em todas as operações no Mercado Livre de Energia, integra todas as áreas estratégicas em um único ambiente, através do diferencial competitivo de vantagens e benefícios.
- O futuro da indústria goiana
24/11/2022 Zé Garrote Estudos apontam que a indústria goiana aumenta empregabilidade e registra semestre de alta, mas tem risco de fechar 2022 em queda. São dados que acompanhamos todas as semanas na imprensa. Mas, o olhar dentro da indústria é essencial. Compreender cada movimento, antecipar potenciais gargalos do setor e buscar soluções estratégicas são missões da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial). A industrialização em Goiás é um processo recente. Despontou com mais força da década de 1980 para cá. A Adial surgiu em meados da década seguinte, uma entidade privada que atua na interlocução do setor para ampliar e consolidar o parque industrial e fortalecer o ambiente de negócios. Com o passar do tempo – apontam estudos –, a industrialização goiana foi fundamental na transformação social para as regiões que receberam fábricas e, por consequência, nos indicadores sociais e econômicos de todo Estado. A atual Gestão da Adial assumiu há um ano com a responsabilidade de contribuir para melhorar este quadro, ampliar esses resultados e, como é de praxe na entidade, qualificar os projetos ligados ao setor. O histórico de projetos bem-sucedidos e lideranças exemplares que passaram pela entidade nestes 26 anos só engrandece o desafio. No entanto, nos desdobramos pensando sempre no futuro da indústria goiana. Ampliamos o quadro de associados neste período e conquistamos uma cadeira no Conselho no Sebrae-GO, algo inédito para a entidade. Uma das marcas da diretoria atual é o investimento em planejamento estratégico, elaborado e executado com foco em gerenciamento de áreas, além do investimento em tecnologia e softwares de gestão. Outro ponto é investir em dados, tanto interno quanto externo, com amplo recadastramento do associado e a formação de um banco de dados setorial com indicadores econômicos atualizados da economia goiana. Estes projetos são representativos e deram grandes passos neste ano e se consolidarão em 2023. A Adial esteve presente diariamente em centenas de instituições representando o setor industrial, debatendo caminhos para o desenvolvimento da economia goiana. Projetos econômicos e sociais não faltaram. Cito alguns, como Onda Bio, Go Compete, AgreGO, Cufa, Café Seguro TRT-Adial, Programa Goyazes – Secult, SER, CETT/COTEC/UFG, OVG (ProbBem), ações com o Fórum Empresarial de Goiás, dezenas de acordos da Adial Talentos e da Adial-Log, entre tantas ações que fizeram do ano altamente produtivo. Estar na mesa de negociação com a Enel/Equatorial, o alongamento dos incentivos, a atualização da Instrução Normativa do coeficiente do consumo de diesel, a redução do Protege, legislações ligadas à concessão de benefícios fiscais (e-commerce, soja, fontes renováveis), entre outras legislações, o debate dos empresários com candidatos ao Senado e ao Governo Estadual estão entre as dezenas de ações que a ADIAL se envolveu neste ano. O futuro da economia passa pela indústria, e a ADIAL defende que Goiás se insira com organização, inteligência e estratégia neste cenário de competitividade que será a próxima década da economia nacional. Estamos nos preparando para este novo cenário.
- Nota Técnica
24/11/2022 DIFAL nas Operações de Venda a Consumidor Final não Contribuinte Projeto de Lei no 2022010821 No dia 17 de novembro foi apresentado na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás o PL no 2022010821 que propõe modificações no Código Tributário Estadual para ajustar e compatibilizar com a Lei Complementar Federal no 190/22 no que tange à responsabilidade, base de cálculo e demais elementos referentes ao recolhimento do Difal nas operações de venda a consumidor não contribuinte do ICMS. A título de lembrança, a LC no 190/22 veio regulamentar a Emenda Constitucional no 87/2015, por ter o Supremo Tribunal Federal entendido que o Convênio no 93/2015 não poderia regulamentar a obrigação de recolhimento de Difal quando o consumidor final não é contribuinte do imposto, sendo esta matéria reservada à lei. A LC no 190/22 definiu que deverá recolher o Difal i) o remetente da mercadoria ou bem, quando o destinatário for consumidor final não contribuinte do imposto; ii) o destinatário quando este for contribuinte do imposto. O problema na redação do PL está em seu art. 4o ao dizer que as alterações da lei terão efeitos retroativos a 05/01/2022, data da entrada em vigor da Lei Complementar no 190/22. Contudo, a própria LC no 190/22 previu o prazo mínimo de noventa dias para sua produção de efeitos, o que se daria apenas em 05/04/2022. Não limitado a isso, há também sendo julgada no STF a ADI no 7066, que já formam 5 votos a favor de serem observados os princípios da anterioridade, para que a LC no 190/2022 só possa surtir efeitos a partir de 2023. De todo modo, a legislação estadual precisará observar o julgamento proferido no Supremo para que possa definir o prazo de início de sua vigência. Goiânia, 23 de novembro de 2022. Rodovalho Advogados
- COP27: Indústria brasileira na Conferência sobre Mudanças Climáticas
31/10/2022 A indústria brasileira estará presente na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP27, entre os dias 6 a 18 de novembro, no Egito. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) será a representante brasileira. O setor industrial vai apresentar a estratégia de sustentabilidade que tem contribuído para o Brasil avançar em direção a uma economia de baixo carbono, orientada por tecnologias limpas e processos produtivos mais eficientes, mostrando iniciativas concretas para enfrentar a crise climática global. A indústria brasileira é considerada uma das mais competitivas do mundo quando se fala em sustentabilidade e emissões de gases de efeito estufa (GEE). O setor vem atuando com grande protagonismo para acelerar a implementação de estratégias, progra O Brasil vai apresentar em um estante experiências bem-sucedidas de empresas que estão desenvolvendo estratégias de redução e neutralização de emissões de GEE, visando contribuir com os esforços globais de descarbonização. Os cases ilustram ações relacionadas aos quatro pilares da estratégia de baixo carbono estabelecidos pela CNI – transição energética, mercado de carbono, economia circular e conservação florestal. E também vai oportunizar discussões sobre questões relevantes para o país nessa temática, como financiamento de ações climáticas e novas tecnologias, entre as quais, o hidrogênio verde. Temas em negociação Na COP27, os países devem definir aspectos relativos à implementação do Acordo de Paris, tratado que rege as medidas de redução de emissão de gases estufa, discutir e reavaliar os compromissos firmados e dar previsibilidade ao financiamento climático. A expectativa da indústria é que as discussões dessa edição da COP girem em torno dos seguintes pontos: Aquecimento global: continuidade das discussões sobre os compromissos e medidas concretas dos países para limitar o aumento da temperatura em 1.5° C. Mercado de carbono: discussões sobre as regras, procedimentos e outras questões como a infraestrutura para o funcionamento do mercado global de carbono. Financiamento: progresso na mobilização de recursos financeiros e efetiva contribuição de um piso de US$ 100 bilhões por ano proveniente dos países desenvolvidos. Adaptação: evolução da agenda com foco no aumento do financiamento climático para ações de adaptação. Transparência: definição de regras sobre as informações relativas ao cumprimento das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), que são as metas definidas pelos países. Metas do Brasil estabelecidas no Acordo de Paris -Reduzir em 37% as emissões de GEE até 2025 e em 50% até 2030 (tendo como base o ano de 2005). – Atingir a neutralidade climática até 2050. – Zerar o desmatamento ilegal até 2028. (Com informações do Portal da Indústria)
- Mensagem do Presidente Jair Bolsonaro
02/11/2022 O Presidente envia mensagem aos manifestantes em todo o país. Pede que seja respeitado o direito constitucional de ir e vir dos cidadãos, liberando assim o tráfego nas rodovias. Observa a legitimidade das manifestações e da insatisfação dos brasileiros, mas observa a necessidade de se preocupar com a economia do país. Confira a íntegra da mensagem no vídeo.
- Adial Talentos busca mão de obra em soldados em desmobilização
03/11/2022 Em busca de mais mão de obra e currículos, o coordenador da Adial Talento, Alfredo Santana se reuniu na última terça-feira, 01, com os responsáveis pela Seção de Desmobilização do Exército, localizado no Comando de Operações Especiais, no Jardim Guanabara, em Goiânia. Esse setor é responsável pelos soldados que vão se desmobilizar, isso é, que vão dar baixa. O objetivo da Adial Talentos é fazer o cadastramento desses profissionais e já realizar a indicação para trabalho. “Estamos fazendo a captação desses currículos do pessoal que está dando baixa”, explica Alfredo. Participaram da reunião o tenente Jamil, o subtenente Da Silva e o Sargento Boaventura .
- Adial no Congresso Internacional de Saúde Mental no Trabalho
03/11/2022 A Adial Talento participou entre os dias 26 e 28 de outubro do 9º Congresso Internacional de Saúde Mental no Trabalho que é realizado bienalmente pelo Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO) e pelo Fórum de Saúde e Segurança no Trabalho do Estado de Goiás (FSST-GO), no Auditório dos Goyazes do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT 18), em Goiânia (GO). Foram abordados a saúde mental e o trabalho. Os palestrantes enfatizaram a preocupação do impacto das tecnologias aplicadas ao trabalho e as consequências para o trabalhador. Um exemplo foi o processo de “uberização” do trabalho, no qual o profissional se relaciona com um algoritmo e não mais com outra pessoa. Dentre as intervenções foram destacadas a Síndrome de Burnout e a necessidade de ações de prevenção em saúde mental que sejam constantes. “O modelo de trabalho atual baseado no uso de tecnologia tem um alto potencial de causar adoecimento mental que pode levar a judicialização e aumentar a probabilidade dos passivos trabalhistas para as empresas”, explica o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana. Outro ponto foi a proteção jurídica da saúde mental no trabalho. Nesta mesa foi enfatizado a necessidade de diagnóstico de risco psicossocial como um instrumento de intervenção para proteção do trabalhador. Também, que se deve ampliar a atuação do poder judiciário trabalhista na proteção da saúde mental.














