top of page

Resultados da busca

1463 resultados encontrados com uma busca vazia

  • PIB cresce 0,4% no terceiro trimestre, porém abaixo das expectativas de mercado

    02/12/2022 O PIB nacional cresce 0,4% frente ao trimestre anterior. Na comparação com igual período do ano passado houve crescimento de 3,6%. Os valores do PIB no 3º trimestre chegaram a R$ 2.543,6 bilhões. O crescimento veio abaixo das expectativas do mercado, que esperava um crescimento maior, algo em torno de 0,7% no trimestre e 3,7% no ano. Destaca-se que, no trimestre, a Agropecuária registrou queda de 0,9%, enquanto a Indústria cresceu 0,8% e os Serviços 1,1%. No ano, até o terceiro trimestre, houve crescimento de 3,2% em relação a igual período de 2021. A Indústria (1,3%) e os Serviços (4,4%) registraram variação positiva, enquanto a Agropecuária registrou variação negativa de 1,5%. No segmento industrial os resultados positivo ao longo do ano pertencem a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (9,9%) e a Construção (8,2%). De forma contrária, tiveram desempenho negativo as Indústrias extrativas (-2,8%) e as Indústrias de transformação (-0,8%). O setor de Serviços, na comparação deste trimestre com o anterior, destacou nos seguimentos de Informação e comunicação (+3,6%), desenvolvimento de software, internet, atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (+1,5%), Atividades imobiliárias (+1,4%) e outras atividades de serviços (+1,4%). Após três trimestre de alta, a agropecuária recua 0,9% no trimestre e, no acumulado do ano, o setor recuou 1,5%. Este resultado é explicado por queda de produtividade nas culturas, cabendo destaque aos intemperes da natureza. O PIB totalizou R$ 2,5 trilhões de julho a setembro de 2022. Como boa notícia, tem-se que a taxa de investimento no terceiro trimestre de 2022 foi de 19,6%, o que representa um aumento em relação àquela observada no mesmo período do ano anterior (19,4%). Texto: Cláudio Henrique Oliveira

  • Governadores são orientados a aumentar ICMS de 2023 para compensar perda de arrecadação

    06/12/2022 Comsefaz produz estudo para embasar governadores que buscam recuperar receita perdida com corte de alíquotas; quatro Estados já apresentaram projeto para elevar tributo – BRASÍLIA – Os governadores teriam que elevar em quatro pontos porcentuais, de 17,5% para 21,5%, a alíquota média padrão do ICMS, a partir de 2023, para compensar a perda de arrecadação com a desoneração dos combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. É o que mostrou resultado de pesquisa feita pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), obtida pelo Estadão. Quatro Estados – Pará, Piauí, Paraná e Sergipe – já encaminharam às assembleias legislativas proposta de aumento dos impostos e devem ser seguidos por outros. A cobrança do ICMS desses três itens, que correspondiam a cerca de 30% da arrecadação total dos Estados, caiu este ano pelo Congresso para reduzir os preços, e a inflação, antes da eleição. Acabou se transformou numa dor de cabeça para os governadores que já sentem a perda de receitas. O comitê está recomendando aos Estados que façam o ajuste para neutralizar o impacto das medidas que minaram a verba para políticas públicas, como saúde e educação. “A alteração em curso por alguns Estados já era esperada. Juristas como Heleno Torres e o tributarista Eduardo Fleury já previam a mudança para não haver perdas de recursos no financiamento dos serviços públicos”, diz o diretor institucional do Comsefaz, André Horta. A pesquisa do Comsefaz foi feita para subsidiar os novos governadores e os reeleitos na decisão sobre a programação financeira a partir de 2023. Hoje, a alíquota padrão, chamada no jargão tributário de modal, varia nos Estados entre 17% e 18%. A alíquota padrão responde por um terço de todo o faturamento dos Estados com o ICMS no ano. A elevação da alíquota poderia proporcionar R$ 33,5 bilhões e neutralizar a perda de arrecadação no grupo de Estados que responderam à pesquisa do Comsefaz. O Estado de Goiás, por exemplo, teria que elevar a alíquota modal de 17% para 24,2% – o maior movimento de acordo com a pesquisa que avaliou 17 Estados e o Distrito Federal. Dois outros Estados responderam a pesquisa, mas as informações estavam incompletas. O Estado de São Paulo prometeu repassar os dados em breve. Se Paulo Guedes assumir a Fazenda paulista depois da sondagem pode criar embaraço porque o ministro da Economia foi um dos que mais defenderam as medidas para redução do tributo estadual. Para entrar em vigor no ano que vem, a nova alíquota padrão do ICMS para reequilibrar as contas dos governadores tem que ser proposta ainda em 2022, atendendo ao princípio da anterioridade tributária. “Se as assembleias não aprovarem este ano, não se aplica a mudança em 2023. Só em 2024′′, alerta o estudo. O diretor explica que a elevação das alíquotas seria para manter a mesma carga tributária antes das mudanças aprovadas pelo Congresso. Ele explica que a alíquota modal é cobrada de forma heterogênea entre os Estados. Na sua avaliação, há outras formas de reorganizar as finanças, mas o estudo calculou a mais “intuitiva e célere”. E entre as alternativas ao aumento do imposto, está a reestruturação das receitas via a redução dos benefícios de setores econômicos. Horta chama atenção para o fato de que dois terços da arrecadação do ICMS Estados não são provenientes da aplicação da alíquota modal. “Os governos estão entrando com as propostas para recuperar o mesmo nível de receita”, disse Horta. Ele lembra que a decisão sobre o acordo que está sendo costurado no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a compensação de perdas com o teto nos serviços e bens “essenciais” foi adiada, na semana passada, por 120 dias. Fonte: Estadão

  • Adial participa da última reunião de 2022 do Coinfra

    07/12/2022 O presidente -executivo da Adial, Edwal Portilho e o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participaram na última terça-feira, 06, de um almoço de confraternização do Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra) da Federação Das Indústrias do Estado De Goiás (Fieg). Eles foram recepcionados pelo presidente do Coinfra, o empresário Célio Eustáquio de Moura. A reunião também foi a última do colegiado de 2022 e fez um balanço das atividades desenvolvidas.

  • Publicadas as leis do Fundeinfra e Taxação Agro

    07/12/2022 O Governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado, sancionou a lei Nº 21.670 que institui o Fundo Estadual de Infraestrutura – FUNDEINFRA, para captar recursos financeiros destinados ao desenvolvimento do Estado de Goiás. Também foi sancionada a lei Nº 21.671 referente à Taxação Agro. Acesse na íntegra: Lei: Nº 21.670 Lei: Nº 21.671

  • Webinar Logística Reversa na próxima terça-feira (13)

    07/12/2022 O advogado especializado em Direito do Ambiente e Direito dos Resíduos, Fabricio Soler, é o palestrante do Webinar Logística Reversa, promovido pela Associação Pró-desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás (Sindifargo) e Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), na próxima terça-feira, 13, entre as 8h30 e 10h30. A discussão pelo Zoom terá a apresentação de sugestões para a Consulta Pública da minuta do decreto que define diretrizes a implementação do Sistema de Logística Reversa de Embalagem do no Estado de Goiás da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), que encerra no dia 17 de dezembro. Segundo o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, este evento on-line visa permitir que as indústrias, em especial, as associadas da Adial, entendam melhor como irá funcionar a Logística Reversa no Estado de Goiás. Algumas empresas já conhecem esse processo em outros estados, mas em Goiás é uma novidade e o palestrante, Fabricio Soler, é um dos atores que ajudaram a criar essa norma em 2010, quando a lei federal foi criada “Nós da Adial temos a função de ajudar e orientar as nossas empresas associadas a lidar com esse novo decreto e amenizar todo e qualquer prejuízo ou problemas”, pontua. A lei O Decreto Estadual deve seguir as regras do Federal, que estima que 22% do lixo produzido retornem à cadeia produtiva. O ciclo da logística reversa consiste na reciclagem dos componentes após o descarte do lixo, permitindo que eles retornem à indústria para serem transformados em novos produtos. Aquilo que não puder ser reciclado é descartado da forma correta. Serviço Webinar Logística Reversa Data: 13 de dezembro ( terça-feira) Horário: das 8h30 às 10h30 Link: ttps://us02web.zoom.us/j/81160902565?pwd=Y0ExYjhJdE9xeDZtTGwvcmMvMW8zUT09

  • Associada da Adial é vencedora do prêmio Estadão Empresas Mais de 2022

    07/12/2022 A COMIGO conquistou o primeiro lugar no segmento Agricultura e Pecuária no prêmio Estadão Empresas Mais de 2022. A premiação é uma parceria do Grupo Estado, FIA e Austin Rating, e leva em consideração itens como receita, lucratividade, porte e consistência histórica. Segundo o presidente da COMIGO e ex -conselheiro da Adial, Antonio Chavaglia, a conquista só é possível ao trabalho de todos os associados da Cooperativa e de todos os colaboradores. “Apenas com a união de todos conseguimos crescer de forma sustentável”, pontua. A COMIGO é associada da Adial desde a sua fundação.

  • Adial e Cufa fazem doações de cestas para SindiTransportes

    08/12/2022 A Adial Log, por meio de parceria com a Central Única das Favelas (Cufa), realizou uma nova doação de cestas básicas para o SindiTransportes. A ação é desenvolvida para sanar as dificuldades de profissionais deste grupo. Alguns motoristas sindicalizados – de ônibus, carga e outros tipos de transportes –, que estão afastados por motivos de saúde, esperam retorno do INSS do Governo Federal e precisam de ajuda para se manter. “Esse é o caminho que achamos para ajudar o próximo. Esperamos poder minimizar um pouco esses impactos “, afirma o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves. Os interessados em ajudar podem entrar em contato no telefone 62 33574- 9900.

  • Adial avalia como positiva a participação em Feirão do Emprego em Anápolis

    08/12/2022 A Adial coletou quase 300 cadastros de currículos para as indústrias associadas no Feirão do Emprego, realizado em Anápolis nos dias 7 e 8 de dezembro, em parceria com a Secretaria da Retomada. As associadas da Adial, situadas no município, como Café Rancheiro, Geolab, Porto Seco Centro Oeste, Rebica, Rg Log Logística e Transportes, Trp Operadora Logística, confirmaram o interesse em receber esses currículos. Outras duas associadas – Granol e Coca Cola – participaram presencialmente e coletaram seus contatos. Segundo o Coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, a participação foi considerada altamente positiva e o App da Adial Talentos funcionou muito bem. “A Secretaria ainda enviará um levantamento do quantitativo de currículos encaminhados para as empresas associadas”, pontua. Além da oferta das vagas de emprego, o Feirão ofereceu outros serviços, como inscrições em cursos gratuitos, emissão de segunda via de documentos, como RG, certidão de nascimento, casamento, e carteirinha do autista e do idoso.

  • Adial destaca a importância do FCO

    08/12/2022 A Adial participou da reunião do Conselho de Desenvolvimento do Estado do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nesta quinta-feira, 08, e defendeu o aumento dos créditos para o setor empresarial. Estavam presentes o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho e o assessor executivo da, João Paulo Nogueira. A Adial destaca a importância dos créditos destinados ao FCO Rural, já que os mesmos alavancam o campo e o setor empresarial. Mais ainda reforçou a necessidade de melhoraria das taxas para o empresarial, com aumento de crédito para fomentar o desenvolvimento econômico do Estado de Goiás.

  • Goiás avança 3% no índice de produção em outubro

    09/12/2022 O índice de produção de Goiás divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) apresenta alta de 3,0% no mês de outubro, o quinto melhor resultado entre os estados, recuperando a queda registrada no mês passado (-2,9), em comparação com outubro do ano passado, o índice cresceu 6,2%. No ano e em 12 meses, o índice acumula alta de 2%. O estado que registrou a maior alta foi o Pará, que elevou sua produção em 5,2%, o Ceará, no entanto, registrou variação negativa de -13,7%. Os setores que puxaram o índice para cima em Goiás foram fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis 14,2%, essa foi a sexta alta consecutiva, a variação é de 5,6% em 2022, fabricação de produtos alimentícios 12,4%, essa é a quarta alta consecutiva, acumulando, 2,5% e indústria transformação 7,1% puxado pela produção de minerais não metálicos (5,4%). Os setores que reduziram o índice foram o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, (24,8%), fabricação de outros produtos químicos (10,5%) e indústrias extrativas (7,9%). A alta foi alavancada pela produção de alimentos e álcool etílico (etanol) e a produção de álcool etílico (etanol) foi o segmento que mais contribuiu para a evolução da produção em Goiás, contribuindo com o bom resultado do mês. Fonte: PIM-PF / IBGE

bottom of page