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  • Adial é a favor do uso de máscaras em ambientes fechados

    08/06/2022 O Brasil voltou a registrar um aumento nos números de Covid-19 nas últimas semanas. Especialistas afirmam que o país está na quarta onda da doença. Muitos acreditam que o aumento é devido ao relaxamento das medidas sanitárias, inclusive o uso de máscaras, e o início do inverno. Por isso, ao menos três capitais – São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte – já voltaram a recomendar a utilização de máscaras de proteção em locais fechados devido ao aumento de casos da Covid-19. Pontos fechados Na semana passada a cidade de Londrina, a 380 quilômetros da capital Curitiba (PR), também decidiu indicar novamente o uso das máscaras em ambientes fechados. A medida de contenção, embora ainda seja classificada como “orientação” é baseada no aumento de 370% nos casos de Covid-19 nos últimos 30 dias. Devido a pouca circulação de ar, especialistas indicam o uso de máscaras em lugares fechados já que é um ato de proteção individual e também coletiva.

  • Goiás precisa qualificar mais de 309 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025

    23/05/2022 Projeção da CNI aponta que mercado goiano precisa de 63 mil profissionais com formação inicial e outros 246 mil com atualização de conhecimento para atender demandas do setor no pós-pandemia. O setor industrial está em busca de trabalhadores em diversas áreas para repor o quadro que foi perdido, especialmente durante a pandemia de Covid-19, el preencher novas vagas. Porém, há falta de profissionais.Goiás precisará qualificar 309 mil pessoas em três anos, sendo que 63 mil delas em formação inicial, segundo. projeção do Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025. Divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o estudo foi realizado pelo Observatório Nacional da Indústria para identificar as demandas futuras por mão de obra e formação profissional de base industrial. Dentro dessa carência, 79% é por aperfeiçoamento, pois 246 mil já estão em ocupações na indústria. A questão é que esses trabalhadores também precisam atualizar os conhecimentos com as novas tecnologias e mudanças na cadeia. Uma dificuldade que é encontrada no mercado brasileiro. Em todo o País, a necessidade identificada pelo estudo é de 9,6 milhões de trabalhadores qualificados até 2025. Qualificação De acordo com o estudo, em relação ao nível de qualificação, há maior procura de profissionais com cursos de até 200 horas. A demanda corresponde a 80,48% do total em Goiás. Enquanto 74% do emprego industrial no Brasil tem esse perfil. Por outro lado, há tendência de aumento na exigência por nível técnico e superior. “A população de profissionais precisa de qualificação e requalificação, pois expressa o potencial e a força da indústria goiana para os próximos anos. Demonstra que temos perspectivas positivas em termos de desenvolvimento. econômico”, pontua o diretor de Educação e Tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir José Bonatto, ao citar que o objetivo é ter maior competitividade com constante atualização. O destaque vai para cursos de curta duração, segundo ele, porque o setor precisa de profissionais qualificados rapidamente. “É a solução mais eficiente para atender a demanda real”, defende. A necessidade de qualificar 309 mil pessoas também foi alcançada, como avalia, porque na pandemia muitos perderam postos de trabalho e agora é preciso que um novo pessoal retorne para as fábricas. Prioridades “Temos um hiato entre o número de trabalhadores preparados e o que precisamos, por isso corremos para sermos mais assertivos com cursos rápidos, para absorver também mais rápido”, diz o diretor do Senai. No entanto, para áreas prioritárias, a formação técnica e as graduações são mais desejadas. Depois de formados, Claudemir explica que pesquisa do Senai com ex-alunos mostra alto indice de aproveitamento. “A cada dez, nove terminam a formação empregados no mercado, com trabalho formal”, destaca. A maior sofisticação, com a indústria 4.0, também intensifica a expectativa por novos profissionais preparados. Atualmente lider de produção de Controle Numérico por Computador (CNC), Thiago Martins de Deus, de 23 anos, é um dos exemplos de trabalhadores que foram aproveitados após formação técnica. “Eu fui Jovem Aprendiz e fui efetivado, passei por cursos de Operador de Processos Industriais e consegui minha primeira carteira assinada. Antes trabalhava de garçom por diária”, relata sobre o resultado do curso profissionalizante de um ano e três meses. Além de conseguir um emprego, ele acredita que a formação na área também não o limita. “É um conhecimento que abrange várias áreas, não é somente para onde trabalho hoje.” Gerente de produção da ICO Metais, Aucinei Rodrigues explica que quando profissionais com qualificação como Thiago chegam à empresa evita problemas comuns de adaptação e acelera o aproveitamento. A indústria de torneiras, registros e válvulas tem 20 colaboradores em formação. Como emprega pessoas da região de Trindade, que muitas vezes são provenientes de outros setores, o gerente acredita que a qualificação técnica é deseja para que os profissionais possam “falar a lingua da empresa” e com o incentivo à qualificação diz que qualidade do produto ampliou. Para o futuro, há expectativa de incremento nas novas contratações nos próximos anos, porque há expectativa de crescimento de 25% a 30% na produção. Porém, explica que a busca é por pessoas com conhecimento específico para atuar na indústria. “Quanto mais qualificado o profissional, menos problemas”, defende. Área com maior demanda por profissionais são as transversais Projeção do Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025 revela que a indústria goiana demandará, nos próximos anos, trabalhadores especialmente de áreas transversais. Diretor de educação e tecnologia do Sesi e Senai, Claudemir José Bonatto explica que esses profissionais são capazes de atender uma série de setores e sustentam a inovação. Ele cita o exemplo de engenheiros mecânicos e de software. Ao todo, essas áreas devem demandar a qualificação de 60.722 profissionais até 2025. Depois, na ordem das principais demandas, aparecem metalmecânica (48.837) e logistica e transporte (44.111). Para o diretor, há um momento no mercado no pós pandemia que sugere importância para atender as transformações e incentivar que as pessoas busquem qualificação onde há vagas de emprego. Diante de tamanha demanda no Estado, o secretário de Estado da Retomada, César Moura, informou para O POPULAR, que também há preocupação do Estado com as vagas do setor industrial. “A gente tem as mesmas demandas citadas no estudo para requalificação, inovação e ocupação de vagas de emprego em outras atividades.” Entre as ações, afirma que o projeto “Ano da Qualificação Profissional 2022”, auxilia na recuperação econômica. “A gente precisa qualificar as pessoas para ocupar as vagas que estão disponíveis no mercado”, reforça. Demandas da indústria goiana Confira as principais áreas que vão demandar qualificação para a indústria até 2025 Nível superior Total:19.420 Principais cursos: Analistas de tecnologia da informação Gerentes de produção e operações Gerentes de comercialização, marketing e comunicação Nível técnico Total: 41.059 Principais cursos: Controle da produção Planejamento e controle de produção Eletricidade e eletrotécnica Cursos de qualificação (menos de 200 horas) Total: 180.904 Principais cursos: Alimentadores de linhas de produção Motoristas de veículos de cargas em geral Magarefes e afins Cursos de qualificação (mais de 200 horas) Total: 68.475 Principais cursos: Operadores de máquinas para costura de peças do vestuário Mecânicos de manutenção de máquinas industriais Mecânicos de manutenção de veículos automotores

  • Zé Garrote é homenageado com a Medalha do Mérito Industrial

    25/05/2022 O presidente da Adial e fundador da indústria São Salvador Alimentos (SSA), Zé Garrote, foi homenageado na noite desta quarta-feira (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Federação Nacional das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), com a Medalha da Ordem do Mérito Industrial. A condecoração é a mais alta da instituição e foi concedida durante evento em comemoração ao Dia da Indústria, realizado pela Fieg, no Teatro Sesi, em Goiânia. A solenidade reconheceu personalidades atuantes em Goiás com destacada contribuição à expansão do setor produtivo. Além do presidente da Adial, Zé Garrote, o ex-prefeito e ex-governador Iris Rezende (in memoriam), representado pela Filha Ana Paula Rezende, recebeu a honraria nacional. Já a homenagem estadual reconheceu os empresários José Batista Sobrinho, da JBS S.A. (Friboi), associada Adial, e Oswaldo Stival, um dos precursores da indústria de beneficiamento do arroz em Goiás. Zé Garrote ressaltou a importância da indústria e agradeceu o reconhecimento. “Essa homenagem significa pra mim que vale a pena fazer certo, vale a pena trabalhar, lutar e construir um mundo melhor. A indústria é o caminho da inovação, da experiência e do progresso”. O presidente da Fieg, Sandro Mabel, disse que o Mérito Industrial distingue quem faz a diferença ao impulsionar e encampar ideias desenvolvimentistas. “São personalidades que principalmente hoje, Dia da Indústria, merecem ser homenageadas”, destacou. O vice-presidente da CNI, Paulo Afonso Ferreira, disse que os quatro homenageados da noite dignificam os empresários brasileiros. “Que nós tenhamos estes modelos de inspiração e que possamos passar essa experiência para as novas gerações”.

  • Câmara aprova teto de 17% para ICMS de energia e combustíveis

    26/05/2022 Deputados colocaram um gatilho temporário para compensar Estados e municípios quando a queda na arrecadação total do tributo for superior a 5% A Câmara deu aval nesta quarta-feira, 25, ao teto de 17% para o ICMS sobre energia elétrica, combustíveis e gás natural. A proposta passou com amplo apoio – 403 votos favoráveis, 10 contrários e 2 abstenções. Para diminuir resistências à medida, os deputados colocaram um gatilho temporário para compensar Estados e municípios quando a queda na arrecadação total do tributo for superior a 5%. Essa compensação será feita, se necessário, por meio do abatimento da dívida desses entes com a União. O texto ainda precisa ser aprovado no Senado. A estratégia parece a reedição da Lei Kandir, que previa que a União compensasse os Estados pelo ICMS que deixou de ser arrecadado com a desoneração das exportações. O valor dos repasses sempre foi alvo de disputas, chegou a servir de moeda de troca pelo apoio dos governadores à reforma da Previdência, envolveu o Tribunal de Contas da União (TCU) e só foi resolvido depois de um acordo homologado no Supremo Tribunal Federal (STF). “Hoje é um dia histórico para o Congresso Nacional. A última vez que essa Casa votou para diminuir impostos foi quando se votou para acabar com a CPMF. De lá para cá, muito se falou em reforma tributária, muito se falou sobre o peso da carestia e da volta da inflação em cima da população mais pobre”, disse, no plenário o autor da proposta, deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), que preside a Frente Parlamentar de Energias Renováveis. Preocupação número um dos parlamentares às vésperas das eleições a explosão na conta de luz foi provocada também pelo “cuto Conresso”, aprovação de leis que exigem contratações de energia de fontes específicas e dão subsídios ao setor elétrico, responsável por aumentar em 10% a tarifa nos próximos anos, como mostrou o Estadão. A fixação de um teto para o ICMS com compensação para os cofres regionais recebeu o aval do Ministério da Economia, com a condição de que o gatilho de compensação durasse seis meses, em uma espécie de “período de transição”. A iniciativa de fixar um teto de 17% para o ICMS faz parte de um “levante” do Congresso contra aumentos de preços e teve o apoio do governo, num momento em que o efeito da alta da inflação nas chances de reeleição de Jair Bolsonaro preocupa o comitê de campanha do presidente. O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, também participou das negociações. Os governadores, no entanto, já montam uma força-tarefa para barrar o teto no Senado ou até mesmo no STF e estimam uma perda de quase R$ 70 bilhões na arrecadação de Estados e municípios por ano. Segundo o relator da proposta, deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA), contudo, a avaliação da equipe econômica é de que nem será preciso acionar o gatilho. Ou seja, o governo aposta que, se houver perda de receitas, será inferior a 5%, o que não exigiria a compensação. Por isso, de acordo com ele, não há cálculos sobre quanto custaria à União compensar a perda arrecadatória, o que poderia esbarrar no teto de gastos, a regra que atrela o crescimento das despesas à inflação. “A equipe econômica do governo acredita que não vai ter perda nenhuma, porque esse dinheiro não deixa de existir. Se você gasta menos dinheiro com combustível, porque baixou o preço com a redução na alíquota, você vai gastar com outra coisa. Essa é a aposta do governo”, afirmou Elmar, em referência a eventual aumento do consumo. O projeto classifica energia elétrica, combustíveis, gás natural querosene de aviação, transporte coletivo e telecomunicações como essenciais. Dessa forma, esses bens e serviços entram no teto do ICMS. O relator disse que o projeto não fere o pacto federativo, ou seja, a autonomia dos Estados e municípios. Ele afirmou que a medida apenas cumpre uma decisão do STF que proibiu cobrança de ICMS superior a 17% sobre bens e serviços essenciais. Elmar afirmou ainda que a aprovação da proposta é um passo para aliviar a inflação, mas que outras medidas ainda precisam ser tomadas. O parlamentar chamou de “inadmissível” o total de dividendos pagos pela Petrobras a seus acionistas, mas indicou que mudanças na estatal não cabiam no projeto do ICMS. “A Petrobras está tendo uma partilha de dividendos que supera o PIB de alguns países, e isso é inadmissível, porque recai numa cadeia que leva a que o pobre sempre pague a conta”, disse Elmar em entrevista coletiva. A Petrobras está sob pressão do governo e do Congresso diante da alta nos preços dos combustíveis. Nesta segunda-feira, 23, o presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição neste ano, demitiu o terceiro presidente da estatal em seu mandato, José Mauro Coelho, dias após trocar Bento Albuquerque por Adolfo Sachsida no comando do Ministério de Minas e Energia. A oposição tentou adiar a votação, mas não conseguiu. Partidos de esquerda, como PT e PSB, queriam mais tempo para discutir a proposta e disseram que defendem, na verdade, a mudança na política de preços da Petrobras, com o fim da paridade internacional. No modelo atual, o preço dos combustíveis acompanha a variação do dólar e do barril de petróleo no exterior. No fim, todos os partidos orientaram pela aprovação do projeto. (Conteúdo Estadão)

  • Adial visita feira de mineração

    26/05/2022 A Adial reúne vários setores da economia goiana e nacional. Por isso, o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, visitou a Brasmin (Feira da Indústria da Mineração), que está sendo realizada no Centro de Convenções de Goiânia. Eduardo foi convidado para conhecer a feira pela parceira Ituran Fleet. A empresa oferece uma nova tecnologia israelense dedicada para frota de caminhões, com monitoramento do sono, fadiga e cansaço. Essa novidade é utilizada pela área de logística e também de mineração. Percorrendo a feira, Eduardo se entusiasmou com a pá carregadeira elétrica apresentada pela AIZI Implementos. “A zero emissão de poluentes é uma tendência que já vivemos e será uma realidade em um futuro próximo”, reflete.

  • Adial participa de debate sobre o setor industrial em Goiás

    26/05/2022 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou hoje (26) do seminário “Economia Goiana em Debate”, o tema desta edição foi “O Setor da Indústria em Goiás”. Na oportunidade, o consultor da Adial Brasil, Júlio Alfredo Paschoal, a presidente da CORECON-GO, Kerssia Kamenach e os professores Aurélio Troncoso e Remberto Lara apresentaram caminhos para o favorecimento do desenvolvimento regional, com políticas nacionais que atendam às necessidades do Estado, gerando emprego e renda. O debate virtual foi transmitido pelo canal da Secretaria da Retomada no YouTube. Tchequinho destacou a necessidade de identificar os gargalos econômicos que afetam a competividade industrial. Disse ainda que são imprescindíveis investimentos expressivos e incentivos fiscais que aumentem a atratividade local. “Ou nos readequamos e nos tornamos atrativos ou nos tornaremos fornecedores de matéria prima”, declarou. Criado para debater a economia goiana com foco na geração de emprego e renda, fortalecimento dos negócios e diversificação das atividades econômicas, o seminário também buscou o intercâmbio de experiências e a criação de conexões visando o crescimento e desenvolvimento do Estado.

  • Os benefícios da ferrovia Norte –Sul são tema de reunião

    27/05/2022 A ferrovia Norte-Sul, que está em funcionamento em Goiás nos municípios de Rio Verde e São Simão, foi destaque no encontro da manhã desta sexta-feira (27), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg). O Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifaeg) apresentou um minucioso projeto com dados e informações micro das regiões em que a ferrovia vai cortar o Estado. Estavam presentes na reunião o diretor executivo da Adial Log, Eduardo Alves, que levou como convidado de honra o vice-presidente comercial da Rumo, Pedro Palma; além do deputado federal e presidente da Faeg, José Mário Schreiner e, virtualmente, o superintendente da Sudeco, Nelson Vieira. A Rumo venceu o leilão do trecho da Norte-Sul em março de 2019 e é parceira da Adial desde então. Futuro Segundo Eduardo Alves, a médio e longo prazo, o estudo permite uma seleção assertiva das instalações de novas empresas. Pedro Palma destacou que o projeto é interessante já que traz dados da evolução dos municípios ao longo dos anos e pode ajudar no planejamento da ferrovia, que hoje está em funcionamento em Rio Verde, no sudoeste goiano. Palma ainda revelou que ainda neste primeiro semestre serão iniciadas em Rio Verde as novas operações de fertilizantes. E em 2023 estão previstas as de combustíveis.

  • Rally do Milho no sudoeste goiano

    27/05/2022 As indústrias goianas que processam milho em Quirinópolis e Rio Verde foram visitadas nesta sexta-feira (27). A comissão foi formada pela Secretária de Economia, Cristiane Schimdt; pelo Subsecretário da Receita Estadual, Aubirlan Borges Vitoi; pela Superintendente de Política Tributária, Renata Lacerda Noleto; pelo Presidente Executivo do Sifaeg, André Rocha e pelo Presidente Conselho da Adial, Zé Garrote e o Presidente-Executivo Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho. Em Quirinópolis, a equipe visitou a SJC Bioenergia, e foi recebida pelo Diretor Presidente da SJC Bioenergia, Abel Uchoa, e pelo Diretor Financeiro, Márcio Faria. Lá conheceram o Centro de Operações da Unidade São Francisco (USF) e também participaram de uma apresentação sobre resultados de produção e projeção até 2026. Depois, a comissão seguiu para Rio Verde. Para dar continuidade ao Rally do Milho, foi visitada a fábrica de rações da Comigo. Em seguida, a BRF e o Grupo Cereal, na qual foi recebida pelo fundador e conselheiro, Evaristo Lira Barauna, e pela Gerente da Usina de Biodiesel, Gabriella Cabral e Silva. A comissão visitou a Usina de Biodiesel do Grupo. A agenda A Adial está intensificando as visitas institucionais, que têm como objetivo conhecer de perto os processos de cada unidade, compreender as características de cada associado e solucionar com mais agilidade os problemas de cada setor.

  • Adial consegue novo prazo para ajuste na forma de apuração do saldo de ICMS das empresas

    01/06/2022 Os contatos da Adial com a Secretaria de Economia do Estado têm funcionado. Pela segunda vez, foi adiada a exigência de preenchimento das informações fiscais das empresas que se encaixam na Instrução Normativa no 1501/2021-GSE, de 28 de julho de 2021. Que por sua vez alterou a Instrução Normativa nº 885/2007-GSF, de 22 de novembro de 2007, que dispõe sobre a forma de apuração do saldo de ICMS pelos estabelecimentos beneficiários dos programas Fomentar, Produzir e Microproduzir, nas situações que específica. Os drásticos ajustes, inicialmente, seriam cobrados já em janeiro deste ano, deixando apenas cinco meses para as contabilidades se ajustarem. O prazo foi alterado para julho de 2022, mas agora, a data de início da vigência é para 1º de janeiro de 2023. A alteração está na Instrução Normativa nº 1.524/2022-GSE, de 30 de maio de 2022. Leia a INSTRUCAO NORMATIVA 1524-22-GSE, DE 30 DE MAIO DE 2022.

  • Sifaeg integra missão da CNI na Alemanha

    01/06/2022 O presidente do Conselho Administrativo, Marcelo Barbosa e o presidente-executivo, André Rocha estão representando o Sifaeg/Sifaçúcar em Missão Prospectiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI) à Feira Industrial de Hannover, na Alemanha. A Feira é considerada o principal evento do mundo para a tecnologia industrial, automatização de processos industriais, tecnologias energéticas e de softwares para indústria. Na programação da comitiva, até dia 07 de junho, estão também reuniões e encontros de negócios em Berlim, na Federação das Indústrias da Alemanha e Embaixada Brasileira e visita ao Parque de Ciência e Tecnologia Adlershof. André Rocha, que também é vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, ressalta a importância de o setor sucroenergético goiano marcar presença nessa missão. “Participar da maior feira industrial da Europa e verificar a visão das empresas europeias com relação a transição energética e as ameaças e oportunidades que podem surgir para o setor sucroenergético, nos ajudam a avaliar os caminhos a serem seguidos pelo setor.” afirma o executivo. Para Marcelo Barbosa, que também é empresário do setor, essa é uma oportunidade para avaliar os cenários que vão influenciar o futuro das fontes de energia renovável no mundo. “Estamos de olho em quais são as perspectivas do etanol nesse mercado.” (Assessoria)

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