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  • Liza completa 50 anos e Cargill lança campanha comemorativa

    29.05.2025 A Cargill, uma das maiores empresas do mundo fornecedoras de alimentos, lança este mês a campanha ‘Liza 50 anos – A festa se materiaLiza’. Desenvolvida pela MRM Brasil, a ação irá durar seis semanas e contará com a participação da chef confeiteira Carole Crema e microinfluenciadores que trocarão conteúdos em seus perfis nas redes sociais com receitas tradicionais de festas de aniversário. Segundo Mariana Mendel, líder de marketing para Food da Cargill América do Sul, a campanha tem como público-alvo pessoas entre 34 e 45 anos que cozinham no dia a dia e cresceram com a marca Liza em suas casas, com a proposta de resgatar as receitas de festa que ficaram no passado, ao mesmo tempo em que explora novos formatos. “Os brasileiros costumavam realizar festas de aniversário com muitos doces e salgadinhos, quase todos artesanais. Com esse lado nostálgico e tradicional da Liza, faremos uma festa para celebrar esses momentos com receitas que fazem parte da história e da cultura do nosso país”, diz. Mariana explica que “a ideia é preparar a festa perfeita. Para isso, 5 microinfluenciadores, dentre eles, Marcela Oliveira e Felipe Sanglard, postarão vídeos no Instagram com pratos preparados com óleos Liza para a festa de comemoração de 50 anos da marca”. A partir disso, a chef Carole Crema fará reposts em forma de ‘react’ reagindo aos vídeos das receitas. Em seguida os microinfluenciadores repostarão o ‘react’ da Carole, gerando uma troca de conteúdo entre eles. Ao final, a chef confeiteira fará um vídeo conectando algumas dessas receitas em um vídeo único, como se estivesse fazendo as comidas que eles sugeriram para a festa de Liza. Uma enquete será feita no Instagram da marca Liza para que o público possa votar nas receitas que mais gostou e que farão parte do cardápio dessa comemoração. (Grandes Nomes da Propaganda)

  • Empresas discutem formação de profissionais na área de TI em reunião na Adial

    28.05.2025 Representantes de diversas empresas participaram, nesta quarta-feira (28), de uma reunião na sede da Adial com foco na formação de profissionais para a área de Sistemas de Tecnologia da Informação (STI). O encontro foi parte do Diagnóstico da Área de TI, que busca identificar desafios e propor soluções para suprir a demanda crescente por mão de obra qualificada, especialmente no uso do sistema SAP, considerado atualmente um dos principais gargalos operacionais das indústrias. Segundo Alfredo Santana, coordenador do programa Adial Talentos, o objetivo foi discutir as dificuldades enfrentadas pelas empresas e buscar alternativas para superar os obstáculos. “As empresas relatam as dificuldades que têm e discutimos quais soluções podem ser implementadas, mais especificamente relacionadas ao sistema SAP, que hoje é um grande problema no dia a dia das operações”, destacou. A principal solução apontada durante a reunião foi a mobilização interna das próprias empresas, que deverão identificar, indicar e capacitar seus profissionais para cursos de formação em tecnologia, com foco em atender às necessidades específicas do setor. Participaram do encontro Juarez Barreto Abreu, representando a SSA; Fernando Cunha e Marcelo Martins, da Piracanjuba; Amarildo Yoches Oliveira, da Comigo; Paulo Roberto Alves de Brito e Júlio César Alexandre, ambos da Jalles; Edilar Tereza Silva, da ADIAL; Wesley Matutinhos de Moura, do SENAI FATESG; e Eliane Rodrigues, da Caramuru.

  • Diálogos Adial debate impactos da Reforma Tributária

    23/05/25 A Adial promoveu nesta sexta-feira (23) mais uma edição do Diálogos Adial – Reforma Tributária sobre o Consumo: Updates e uma Abordagem Estratégica . O encontro reuniu representantes de empresas, especialistas e autoridades para discutir os efeitos da reforma e propor uma abordagem que vá além das questões fiscais. O presidente da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, abriu o evento ressaltando a importância de uma visão estratégica diante das transformações em curso. “Temos que pensar em ações para mitigar os impactos e enxergar além da questão fiscal. A indústria farmacêutica, por exemplo, mesmo com perdas significativas, está com um papel em branco nas mãos, redesenhando seus próximos passos”, afirmou. Ele também destacou o papel da logística no novo cenário, considerando que o desembaraço de mercadorias ocorrerá em Anápolis. “As rodovias serão aliadas estratégicas, e precisamos considerar a realidade de cada cadeia produtiva.” Flávio Rodovalho, consultor jurídico da Adial, enfatizou o engajamento do setor. “Começamos muito bem, com 53 participantes, em sua maioria técnicos das áreas de controle e jurídica das empresas. Há grande presença do setor agroindustrial, mas o debate vai além dele.” A sócia da PwC Brasil, Mayra Theis, conduziu a exposição principal e abordou pontos-chave da EC nº 132/2023 e da recém-publicada Lei Complementar nº 214/2025. Entre os temas, destacaram-se o novo modelo de tributação com IVA Dual (IBS e CBS), o cronograma de transição até 2033, a extinção gradual dos benefícios fiscais e a importância da habilitação de contribuintes para garantir créditos durante a transição. Mayra também alertou para os impactos do recolhimento antecipado de tributos, os entraves burocráticos nas exportações, e destacou a possibilidade de suspensão de impostos sobre produtos agropecuários destinados à exportação. Reforçou ainda que a principal simplificação está na unificação da apuração de tributos e que a tributação passará da origem para o destino. “Estamos em um momento crucial. Diferente da Índia, que adotou as mudanças de forma abrupta, o Brasil terá uma transição até 2033. As empresas devem se preparar desde já para acompanhar a regulamentação por meio do programa piloto.” Durante o evento, os participantes também puderam tirar dúvidas, da respostas especialista às perguntas enviadas. O evento contou ainda com a participação de César Helou, do Laticínio Piracanjuba, que presidiu a Adial entre 2016 e 2017.

  • Grupo Cereal moderniza fábrica de ração e reforça compromisso com a inovação no agro

    23.05.2025 Unidade de esmagamento do Grupo Cereal em Rio Verde (GO) A inovação faz parte do Grupo Cereal. Reforçando esse compromisso com o desenvolvimento do setor agropecuário, a empresa acaba de concluir um amplo processo de modernização em sua fábrica de ração, consolidando avanços em qualidade, eficiência e confiança. Com a implantação de novas tecnologias e sistemas automatizados, todas as etapas da produção foram aperfeiçoadas — desde o recebimento da matéria-prima até o controle de qualidade final. A iniciativa tem como objetivo elevar ainda mais o padrão de excelência dos produtos oferecidos pela marca. “A modernização da fábrica é um passo estratégico para seguirmos crescendo ao lado do produtor rural, entregando soluções nutricionais cada vez mais seguras, eficientes e tecnológicas”, destaca a equipe da Cereal Nutrição Animal. (Com informações do Instagram do Grupo Cereal)

  • Adial participa de reunião do Conselho Goiás Export sobre o futuro das ferrovias no estado

    22.05.2025 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) participou, nesta quinta-feira (22/05), de uma videoconferência promovida pelo Conselho Goiás Export, que debateu a situação atual e as perspectivas para a malha ferroviária no Brasil, com foco especial no Estado de Goiás. Durante o encontro, foi apresentado um diagnóstico preocupante: quase metade da malha ferroviária brasileira está inoperante. Apenas 57% das linhas recebem um ou mais trens por dia. Além disso, o déficit na infraestrutura nacional chega a R$ 744,3 bilhões, evidenciando a necessidade urgente de investimentos e planejamento estratégico. O conduziu uma apresentação sobre o panorama das ferrovias no Brasil, destacando os principais desafios e as oportunidades para Goiás. “Temos que criar expectativas e buscar soluções”, ressaltou. Eduardo Alves, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Adial e presidente do Conselho Goiás Export, também participou ativamente das discussões, destacando os estudos já realizados para a implantação de ferrovias no Sudoeste goiano. “Já visualizamos a viabilidade das chamadas shortlines na região, com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico local”, afirmou. Plano Estratégico Ferroviário de Goiás Um dos pontos apresentados foi o Plano Estratégico Ferroviário (PEF), que visa estruturar um portfólio de projetos prioritários para a implantação e operação da nova malha ferroviária no estado. O plano inclui a realização de um diagnóstico detalhado do sistema atual, definição de estratégias e formação de um cronograma de investimentos, buscando atender à demanda do setor produtivo e da população goiana. A estrutura proposta envolve uma parceria entre a Assembleia Legislativa e o Governo do Estado de Goiás. À Assembleia caberá a instalação de comissões para debates e audiências públicas, além da elaboração de um projeto de Emenda à Constituição e de uma Lei de Autorização para viabilizar as operações ferroviárias. Por sua vez, o Governo de Goiás será responsável por receber os projetos para o PEF, gerir sua execução por meio de uma secretaria estadual — possivelmente vinculada a Goinfra —, e sancionar o Projeto de Lei correspondente. Referência em planejamento ferroviário Durante a reunião, Urubatan destacou como referência o modelo adotado pelo Estado de Minas Gerais, que conseguiu integrar o planejamento ferroviário diretamente à legislação estadual, com atualização prevista a cada dez anos. “Não se trata apenas de fazer a lei, mas de garantir um planejamento contínuo, com força normativa, que assegure a execução dos projetos a longo prazo”, explicou. O especialista também apresentou exemplos de metodologias utilizadas na definição dos trajetos prioritários, como a análise multicriterial (AHP), que permite estabelecer prioridades com base em viabilidade econômica e demanda logística. Entre os trajetos mais atrativos identificados estão os que ligam a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), passando por Itumbiara e Anápolis. Eduardo ainda  convidou  Urubatan para um outro encontro com o foco de aprofundar mais as discussões iniciadas. Ao final, destacou-se a necessidade de articulação entre governo, iniciativa privada e sociedade civil para consolidar Goiás como um importante hub logístico nacional, ampliando sua competitividade e atração de investimentos.

  • Adial passa a integrar Comitê Consultivo do PEIEX Goiás

    22/05/25 A Adial agora faz parte do Comitê Consultivo do PEIEX Goiás (Programa de Qualificação para Exportação), iniciativa da ApexBrasil voltada à preparação de empresas para o mercado internacional. A integração foi oficializada durante a primeira reunião do comitê, realizada nesta quarta-feira (22), com a participação do diretor de relações Institucionais e Governamentais da Adial, Eduardo Alves. O PEIEX é uma iniciativa nacional da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), executada em Goiás com apoio da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC). A reunião contou com a presença do secretário Joel Santana Braga Filho, que fez a abertura oficial do evento e apresentou os objetivos estratégicos do programa. Durante o encontro, os coordenadores do PEIEX explicaram a metodologia aplicada e anunciaram a abertura das inscrições para empresas interessadas em iniciar ou estruturar seus processos de exportação. O foco principal do programa são os pequenos e médios negócios que demonstram interesse ou têm perfil para ingressar no comércio internacional.

  • Governo de Goiás incentiva indústria de derivados de girassol com nova política fiscal

    22/05/25 O Governo de Goiás sancionou, nesta quarta-feira (21), a Lei nº 23.436, que estabelece um novo incentivo fiscal estratégico para a indústria de derivados de girassol. A medida permite que empresas do setor utilizem créditos especiais de ICMS para investir na implantação e expansão de seus parques industriais. Com a nova legislação, o Estado adere a benefícios já praticados no Mato Grosso do Sul, viabilizando a aplicação de até 70% do ICMS devido – inclusive de outros estabelecimentos do mesmo grupo empresarial – na formação de crédito especial para projetos de investimento. A iniciativa contempla também unidades dedicadas à produção de derivados de soja, laticínios, carnes e aves. Empresários interessados devem avaliar seus projetos e consultar seus contadores ou a Secretaria da Economia de Goiás para adesão ao benefício.

  • Produtos Paulista (PPA) lança Amendoim Vermelho

    22.05.2025 Produto esquenta a campanha Arraiá Velly e PPA para vendas juninas   As comemorações juninas ainda não começaram oficialmente, mas a GSA Alimentos acendeu a fogueira das vendas com um lançamento especial: o novo Amendoim Vermelho Produtos Paulista (PPA). Disponível em embalagens de 400 gramas, o produto é a grande aposta da companhia para a campanha Arraiá Velly e PPA 2025.   Segundo Emerson Lopes, gerente nacional de Vendas Diretas da GSA, o lançamento fortalece o portfólio junino da empresa e atende a uma demanda crescente do mercado. “O Amendoim Vermelho chega para ampliar nossa presença nos pontos de venda e diversificar a oferta de itens típicos. A expectativa é crescer 35% em relação ao mesmo período de 2024, com a campanha ativa até o fim de julho”, afirma.   O novo Amendoim Vermelho PPA se junta a uma linha completa voltada às festas juninas, com farinha de mandioca, fubá, polvilhos, flocão de milho, amido e creme de milho — além dos amendoins tradicionais. A marca Velly complementa a campanha com sua linha campeã de vendas, que inclui pipoca para micro-ondas (líder nacional na categoria, segundo a revista Super Varejo), misturas para bolo e farofas temperadas.   Com esse reforço de portfólio e um lançamento pensado para conquistar o consumidor nas prateleiras, a GSA entra no ritmo das festas com tudo — e com o pé na liderança.   Sobre a GSA | #JeitoGSAdeser Especializada na fabricação de macarrão instantâneo, refrescos em pó, salgadinhos, mistura para sopão, pipoca para micro-ondas e misturas para bolo. Fundada em 1984, a GSA é administrada por Sandro Marques Scodro. Neste período, a empresa cresceu e adquiriu novas marcas e produtos. A GSA é responsável pelos produtos das marcas Refreskant, Sandella, Velly, Produtos Paulista, Icebel, Yolle, Sanditos, SanChips e Dona Raiz. Mais: www.grupogsa.com.br

  • Avanço no Licenciamento Ambiental: Adial assina manifesto

    20.05.2025 O agronegócio conquistou uma vitória significativa com o avanço da proposta que altera a Lei Geral do Licenciamento Ambiental. O Projeto de Lei 2.159/2021, que estabelece novas diretrizes para o licenciamento, foi aprovado na Comissão de Meio Ambiente do Senado e deve ser votado ainda nesta semana na Comissão de Agricultura. A senadora e ex-ministra Teresa Cristina relatora do projeto, destacou que a proposta é resultado de um longo processo de negociação. O projeto tramita há mais de 20 anos no Congresso Nacional, tendo iniciado na Câmara dos Deputados e enfrentado dificuldades legislativas que travaram seu andamento. “Um dos principais impasses foi a duplicidade de relatorias na Comissão de Agricultura e na Comissão de Meio Ambiente, situação que só foi resolvida após consenso entre os senadores envolvidos”, explica. Durante reunião no Instituto Pensar Agropecuária, realizada em 20 de maio, em Brasília, a senadora recebeu simbolicamente um manifesto assinado por 89 entidades, entre elas a Adial (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás), em apoio ao PL. O documento foi coordenado pelo próprio Instituto. Tchequinho e a Gerente Executiva de Relações Institucionais e Governamentais da MBRF, Helena Araújo Teresa Cristina relatou que, ao assumir a relatoria, encontrou um cenário de 90 pontos de divergência entre os textos debatidos nas duas comissões. Com diálogo e boa vontade entre os parlamentares, esse número foi reduzido gradualmente, chegando a apenas nove pontos de desacordo. “Desarmamos os espíritos e fomos construindo um consenso. Foi uma construção de ganha-ganha dos dois lados”, afirmou. A senadora também destacou a importância de incluir a atividade mineradora no novo marco legal. “A mineração é uma atividade produtiva como qualquer outra e não podia ficar fora do escopo da lei”, defendeu. O texto unificado segue agora para votação na Comissão de Agricultura e, em seguida, deve ir ao plenário do Senado. Caso aprovado, retorna à Câmara dos Deputados para análise final e posterior sanção presidencial. Insegurança jurídica Segundo Teresa Cristina, o atual modelo de licenciamento ambiental é burocrático, custoso e gera insegurança jurídica, tanto para o setor privado quanto para o público. “Há projetos que aguardam há mais de 20 anos para sair do papel. São mais de 5 mil obras públicas paradas no Brasil por questões relacionadas ao licenciamento ambiental”, pontuou. Ela explica que a ausência de uma legislação federal clara resultou em um emaranhado de normas — mais de 27 mil, segundo dados apresentados —, resoluções e instruções normativas nos âmbitos federal, estadual e municipal. Esse cenário criou distorções, como exigências desproporcionais que inviabilizam investimentos e a disputa entre estados por regras mais flexíveis para atrair empreendimentos. No setor elétrico, por exemplo, 52 usinas hidrelétricas estavam paradas em 2021 devido a entraves no licenciamento, o que representa cerca de 22 mil megawatts de energia não utilizada. Dez empreendimentos foram abandonados pelos investidores em função dos altos custos impostos pelos processos ambientais. “Até 12% do custo total de uma obra elétrica no Brasil pode ser atribuído apenas às exigências ambientais, segundo o Banco Mundial”, destacou a senadora. Marco trará clareza A proposta do PL 2.159/2021 é estabelecer regras gerais e procedimentos claros para os processos de licenciamento, respeitando as especificidades locais, mas com um norte unificado. O objetivo é garantir mais transparência, eficiência e segurança jurídica, reduzindo o tempo e os custos dos processos, sem comprometer a proteção ambiental. Teresa Cristina finalizou sua fala reforçando que o licenciamento ambiental é essencial para o desenvolvimento sustentável do país, mas precisa de modernização urgente. “O Brasil está amarrado em um novelo legislativo que trava o progresso. Precisamos destravar o país com responsabilidade e equilíbrio entre o desenvolvimento e a preservação.” O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reiterou seu apoio ao Projeto de Lei 259, que propõe a modernização do licenciamento ambiental. “Quando o projeto for ao plenário, contem com meu voto favorável. Trata-se de uma medida estratégica para o desenvolvimento do país”, afirmou. Ele lembrou que a proposta já teve avanços importantes na Câmara e no Senado, com apoio de nomes como a ministra Tereza Cristina e diversos parlamentares. Como exemplo dos benefícios da modernização, Fávaro citou a primeira usina de etanol de milho no Mato Grosso, licenciada quando ele era secretário estadual de Meio Ambiente. “Criamos um rito específico, adequado à realidade da produção de etanol de milho, que tem impacto ambiental muito menor. Hoje, temos diversas usinas espalhadas pelo Brasil graças à ciência, sensatez e vontade de desenvolver”, destacou. Ação rápida Fávaro também comentou o recente caso de gripe aviária em plantel comercial no Rio Grande do Sul, confirmado na última quinta-feira. Segundo ele, a reação foi imediata e dentro dos protocolos internacionais. “A defesa agropecuária brasileira é reconhecida por sua agilidade e competência técnica. Todas as medidas foram adotadas prontamente”, afirmou. O ministro elogiou o trabalho conjunto do Ministério da Agricultura, governos estaduais — como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná — e entidades do setor, como a ABPA e a CNA. “O Paraná, meu estado, responde por cerca de 40% da proteína animal do país. A atuação rápida foi fundamental para conter os impactos”, disse. Ele ainda comparou o caso brasileiro com o dos EUA, onde recentes focos exigiram o abate de mais de 2 milhões de aves. “No Brasil, foram 17 mil aves, graças à detecção precoce e ao bloqueio eficiente.” A desinfecção da granja afetada já foi concluída e começa agora o chamado “Dia Zero”. Se não houver novos casos nos próximos 28 dias, o Brasil poderá se autodeclarar novamente livre da gripe aviária. Fávaro encerrou com uma mensagem de confiança: “Estamos enfrentando esse desafio com transparência, responsabilidade e união. Com fé e trabalho técnico, vamos superar essa crise e manter a confiança no agro brasileiro.”

  • Porto do Açu quer atrair indústria de baixo carbono

    20.05.2025 Complexo portuário, localizado no norte do estado do Rio de Janeiro, tem vasta capacidade energética para desenvolver hidrogênio de baixo carbono, eólica offshore, solar e biomassa O Porto do Açu investe para se tornar uma plataforma estratégica para acelerar a neoindustrialização, combinando diversas fontes de energia renovável, produção de hidrogênio de baixo carbono e infraestrutura industrial de classe mundial. Com disponibilidade de água de uso industrial, acesso a gás natural liquefeito (GNL) e planos de conexão à rede nacional de gás, o maior complexo porto-indústria 100% privado da América Latina atrai companhias que desejam descarbonizar sua cadeia de valor e contribuir para a transição energética do Brasil. A estratégia do Porto do Açu tem foco especial em setores industriais de difícil descarbonização, como siderurgia, química e cimenteira. Esses segmentos são responsáveis por cerca de 90% das emissões globais de gases de efeito estufa. A possibilidade da produção de hidrogênio renovável e de baixo carbono dentro do complexo contribui para a adoção de processos produtivos mais limpos e sustentáveis. “Estamos criando um ecossistema energético inovador, capaz de oferecer soluções sustentáveis para a indústria pesada. O Porto do Açu se tornará um hub essencial para viabilizar projetos de descarbonização e tornar a transição energética uma realidade”, explica Frederico Moura, Head de Estratégia e Novos Negócios do Porto do Açu. A área locável de 44 km² deste complexo privado que abriga indústrias, galpões logísticos, espaços para Data Centers, além de uma reserva ecológica particular, a Caruara, com mais de 40 km² de vegetação de restinga preservados, também contempla a futura geração de energias renováveis. Hidrogênio e industrialização Com localização estratégica no Sudeste, a principal região consumidora de energia do país, o Porto do Açu está preparado para impulsionar a produção e o consumo industrial de hidrogênio de baixo carbono. Sua infraestrutura inclui ampla disponibilidade de água de múltiplas fontes, conexão com o Sistema Interligado Nacional (SIN) e capacidade de desenvolvimento de projetos renováveis tanto on-grid (conectado à rede pública) quanto off-grid (independente da rede pública). O hidrogênio que será produzido no Porto do Açu pode atender, por exemplo, indústrias de fertilizantes, subprodutos químicos e briquete de ferro (HBI) para siderurgia, consolidando-se como um insumo crítico para a industrialização sustentável no Brasil. Energia eólica offshore A localização do Porto do Açu também favorece o desenvolvimento da energia eólica offshore, pois está próximo a uma das regiões de maior potencial para esse tipo de geração no Brasil e busca se tornar um polo para fabricação e montagem de equipamentos, atraindo fornecedores de turbinas, pás e cabos. O Porto do Açu tem o potencial de se tornar um dos principais centros de logística e suporte para a indústria eólica offshore no Brasil, aproveitando a infraestrutura e a sinergia já existentes com o setor de óleo e gás. Usina solar de grande escala O porto-indústria também está desenvolvendo a primeira usina solar de grande escala do estado do Rio de Janeiro. O parque fotovoltaico ocupará uma área de 3,8 km² e contará com 405.420 módulos solares, gerando energia suficiente para abastecer 191 mil residências. O início da operação está previsto para o quarto trimestre de 2026. Biomassa como alternativa energética O potencial da biomassa como fonte de energia limpa também está no radar do Porto do Açu. A região ao redor do complexo possui vastas áreas agricultáveis, possibilitando a geração de biomassa a partir de cana-de-açúcar, dejetos animais e capim-elefante. Além disso, o reflorestamento de áreas degradadas pode viabilizar a produção de até 10 milhões de toneladas de biomassa por ano, contribuindo para uma indústria siderúrgica mais verde. Abordagem integrada favorece a indústria Com uma abordagem integrada, que combina indústria, logística, Data Centers e diferentes fontes de energia, o complexo não apenas oferece infraestrutura para a indústria de baixo carbono, mas também se apresenta como um modelo de desenvolvimento sustentável para o futuro. “A diversificação das fontes de energia e a infraestrutura moderna fazem do Porto do Açu uma oportunidade única de impulsionar um modelo de industrialização mais sustentável e eficiente, capaz de enfrentar os desafios de um ambiente de negócios cada vez mais ágil e competitivo”, afirma Ricardo Hirata, diretor de Locação Industrial da JLL. A JLL comercializa com exclusividade as áreas do Porto do Açu. (Comunicação JLL)

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