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  • "Café com Emprego" leva oportunidades para Vianópolis

    09.05.2023 A Adial realiza hoje, 09 de maio, o "Café com Emprego" na cidade de Vianópolis, em parceria com o Governo local, o Governo do Estado de Goiás, as Secretarias da Retomada e do Desenvolvimento Social, além da empresa AHL Pulp. Mais de 400 pessoas já participaram até o momento. O objetivo da ação é oferecer diversas vagas de emprego com carteira assinada, além de serviços de orientação profissional e capacitação para os candidatos. Importantes figuras públicas e empresariais já estiveram presentes no local, como a Primeira-dama e Secretária de Assistência Social, Daniela Cotrim; a Gerente do Mais Empregos da Secretaria da Retomada, Carolline Alves; o Coordenador dos Cadastro Único e Bolsa Família da Secretaria do Desenvolvimento Social, Eduardo Júnior; o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Cultura e Turismo, Geraldo Júnior; representantes da empresa AHL Pulp, Cláudia Júnior; e o Coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha. Uma das participantes do evento, Andreia Cavalcante, expressou sua grande expectativa em relação ao Café com Emprego. Ela acredita que a ação pode ajudar as pessoas a terem mais expectativa na vida, apresentando crescimento para a cidade. "Acredito na evolução da empresa e do município. Sei que vou sair daqui com a minha carta de emprego", disse ela. O Secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade de Vianópolis, Geraldo Júnior, também se mostrou feliz com a parceria entre a Adial e a Prefeitura Municipal. Ele afirmou que o "Café com Emprego" leva esperança à população e contribui com o desenvolvimento social e econômico da cidade. O evento será encerrado hoje, às 17 horas, no espaço Conviver.

  • Caramuru investe em arte no Porto de Santos

    08.05.2023 A Caramuru Alimentos, uma das principais empresas do setor agroindustrial do país, está investindo em arte no Porto de Santos. A iniciativa consiste na pintura dos reservatórios de cilos por renomados artistas plásticos. Os cilos, que armazenam soja, milho e outros grãos, ganharam um novo visual com as obras de arte que retratam a biodiversidade da região amazônica. Assista: https://globoplay.globo.com/v/11596349/

  • De Heus inaugura fábrica em Itaberaí

    05.05.2023 Na última quinta-feira (4), uma das maiores empresas de nutrição animal do mundo, a holandesa De Heus inaugurou a mais nova fábrica em Itaberaí, município goiano que fica a 103 km de Goiânia. O evento de inauguração contou com a presença do CEO da multinacional o Sr. Koen de Heus, o Presidente da De Heus Brasil e diretor da América Latina Rinus Donkers, com o Governador em Exercício do estado de Goiás Daniel Vilela, jornalistas, formadores de opinões, empresários, políticos, entre outras entidades. O CEO, Koen de Heus ressaltou sua gratidão a todos presentes no evento e o apoio para tornar a inauguração da nova fábrica uma realidade. “É uma fábrica moderna e de alta qualidade, esperamos trazer mais crescimento e progresso para a região. Ajudando produtores a aumentarem a produtividade de seu negócio, melhorar as condições de seus animais, reduzir o impacto ambiental e trazer progressos”, destaca. O Governador em exercício pelo estado de Goiás, Daniel Vilela ressalta que a chegada da empresa reflete o esforço do governador Ronaldo Caiado em atrair novas empresas e indústrias. “Nosso Estado vive um momento ímpar, propício para novos investimentos por parte dos produtores e para que a gente possa avançar significativamente na nossa produção”, pontua. O gerente de Negócios Ruminantes da De Heus, Ademir Maciel Pereira explica que a De Heus tem planos de expansão no Brasil e a escolha do município de Itaberaí se deu por questões estratégicas e de oportunidade. “A região Centro-Oeste é referência na produção de bovinos. Itaberaí conta com uma localização geográfica e uma situação de mercado estratégicas. O município fica próximo dos clientes e da matéria-prima. Existe um mercado grande em torno de Itaberaí”, destaca. Com relação à Unidade fabril, o presidente da De Heus Brasil, Rinus Donkers, destaca que um diferencial é a modernidade em equipamentos e sistemas de automação, o que, segundo ele, garante segurança em termos de produção e padrão de qualidade dos produtos. "Esta é uma fábrica que além de tecnologia de ponta, apresenta uma capacidade produtiva de até 180 mil toneladas por ano. Nosso desafio agora é, nos próximos anos, quadruplicar os volumes de vendas a partir desta Unidade", finaliza. Investimento Foram investidos R$ 45 milhões na unidade de Itaberaí, que será dedicada à fabricação de uma gama de produtos para ruminantes – gado de leite e de corte - e equinos. A unidade também contará com um armazém de produtos oriundos de outra fábricas da multinacional no Brasil, que funcionará como centro de distribuição para o mercado de suínos e aves. Sobre a De Heus Organização internacional de origem holandesa, com posição de liderança na indústria de nutrição animal, desenvolvendo todos os grupos de produtos nutricionais – de premixes e núcleos a concentrados e rações completas. Fundada em 1911, a Royal De Heus está presente em mais de 20 países, possui mais de 90 unidades fabris e com distribuição de produtos em 75 países. (Assessoria de imprensa) Fotos: Cristiano Borges

  • STF: Mendonça suspende liminar sobre tributação de incentivos fiscais

    05.05.2023 Os processos sobre o tema, porém, devem seguir suspensos em todo o país O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsiderou a liminar que suspendia os efeitos da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que permite a cobrança de IRPJ e CSLL sobre incentivos fiscais de ICMS. Os processos sobre o tema, porém, devem seguir suspensos. Na nova decisão, o ministro diz que há relação entre o tema julgado pelo STJ e o assunto que está no STF e o levou a conceder a liminar. Mas acrescenta que caberia à presidência do STF ponderar sobre esse conflito. O ministro também afirma, na decisão, que considera o montante discutido um argumento válido no caso. Para ele, “a plausibilidade do argumento da União pela equivocidade da interpretação efetuada pelos contribuintes ganhou força". Ainda segundo o ministro, há risco em manter sua liminar (periculum in mora inverso) e, por isso, decidiu torná-la sem efeito. Mas mantém a suspensão dos processos que tratam do tema. O julgamento da liminar estava marcado para começar amanhã. Contudo, Mendonça entende que a sessão, agora, seria desnecessária. O pedido de cancelamento foi enviado à presidência. IMPACTO A liminar foi dada depois de o ministro receber, em seu gabinete, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O encontro foi na terça-feira. Com impacto fiscal de aproximadamente R$ 47 bilhões, o processo é um dos mais relevantes para o governo, em meio às discussões sobre o novo arcabouço fiscal. Após a reunião, o ministro da Fazenda afirmou que levou ao ministro André Mendonça os argumentos da União em relação ao tema. Mendonça havia concedido a liminar a pedido da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). Para o ministro, como há um tema semelhante no STF, a decisão do STJ poderia gerar conflito. Como quando o STJ foi informado da liminar o julgamento já havia começado, a Corte optou por dar sequência, indicando apenas que os efeitos da decisão ficariam suspensos por causa da liminar. (Valor Econômico) ANÁLISE Da análise da legislação e a partir da Portaria 020/2023, a Adial faz uma análise que o indicativo é o recolhimento retroativo do Fundeinfra acrescido de juros de mora e correção. O Estado não poderia aplicar multa ou impor penalidade ao contribuinte, já que os recolhimentos foram suspensos em virtude da decisão cautelar do STF. Confira a PORTARIA Nº 020, de 03 de maio de 2023 Considera-se restaurada, retroativamente, a eficácia das leis e atos normativos goianos impugnados na Ação Direta de Inconstitucionalidade 7363, sendo devida, para os fins previstos na legislação, a contribuição ao FUNDEINFRA, inclusive quanto ao período em que esteve vigente a decisão monocrática não referendada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal na referida ação. Art. 160. § 4º O contribuinte deverá recolher o crédito tributário lançado acrescido de juros de mora até 30 (trinta) dias após a publicação da decisão judicial que considerar devido o tributo, sob pena de aplicação da multa de ofício nos termos da legislação aplicável a partir desse prazo."

  • A festa junina já começou na GSA Alimentos

    05.05.2023 Arraiá Arretado de Bão Velly e Produtos Paulista já começou com boas expectativas As quadrilhas, fogueiras e comidas típicas de Festas Juninas estão se aproximando e para incrementar as vendas dos alimentos desta época do ano a GSA Alimentos - referência em produzir e vender produtos para esses festejos como milhos para pipoca, canjica, amendoim - antecipou as ações. É o Arraiá Arretado de Bão Velly e Produtos Paulista (PPA). A expectativa é alavancar as vendas e faturar mais de R$ 8 milhões entre os meses de abril e julho de 2023. Para conquistar esse número, a equipe de vendas recebeu um treinamento dedicado no início de abril. A ações contam com o aumento de parcerias com ativação em lojas e espaços extras com visibilidade diferenciadas. Os pontos de venda estarão totalmente caracterizados para os festejos. E ainda para estimular o consumo desse tipo de alimento, a empresa desenvolverá eventos regionais e terá forte atuação nas redes sociais, com a parceria com influencers. Com 50 anos, a PPA produz alimentos consumidos nessa época do ano, como milho de pipoca, amendoim, flocão de milho, canjica. A Velly conta em seu portfólio mistura para bolo de cenoura e fubá, pipoca para micro-ondas e milho para pipoca. A GSA ainda vai marcar presença em arraiás e festas juninas em vários estados do território nacional, com ações de degustações, gerando o envolvimento , criando laços e fomentando as relações com o consumidor. Sobre a GSA | #JeitoGSAdeser Especializada na fabricação de macarrão instantâneo, refrescos em pó, salgadinhos, mistura para sopão, pipoca para micro-ondas e misturas para bolo. Fundada em 1984, a GSA é administrada por Sandro Marques Scodro. Neste período, a empresa cresceu e adquiriu novas marcas e produtos. A GSA é responsável pelos produtos das marcas Refreskant, Sandella, Velly, Produtos Paulista, Icebel, Yolle, Sanditos, SanChips e Dona Raiz. Mais: www.grupogsa.com.br (Assessoria)

  • Adial participa da inauguração fábrica da De Heus, em Itaberaí

    04.05.2023 A De Heus, associada da Adial, inaugurou nesta quinta-feira, 04, uma nova fábrica em Itaberaí. A empresa holandesa é uma das maiores no setor de nutrição animal do mundo. O presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote, foi um dos convidados do evento que marcou a inauguração ao lado do vice- governador do Estado, Daniel Vilela. Nesta unidade, a sexta da multinacional no País, foram investidos R$ 45 milhões. A planta será dedicada à fabricação de uma gama de produtos para ruminantes – para gado de leite e de corte e equinos. A unidade goiana também contará com um armazém de produtos oriundos de outra fábricas da multinacional no Brasil, que funcionará como centro de distribuição para suínos e aves. A empresa holandesa De Heus atua no Brasil há 10 anos e conta com seis fábricas – duas em Rio Claro e uma em Guararapes, em São Paulo; uma em Apucarana e uma em Toledo, no Paraná; e a nova unidade em Itaberaí, além de uma unidade administrativa em Campinas (SP) e um de distribuição, em Caruaru, Pernambuco. “Nossa entrada no Brasil se deu por São Paulo, no município de Rio Claro, com suínos, expandimos para bovinos”, relata o gerente de Negócios Ruminantes da De Heus, Ademir Maciel Pereira. Ademir Maciel Pereira explica que a De Heus tem planos de expansão no Brasil e a escolha do município de Itaberaí se deu por questões estratégicas e de oportunidade. “A região Centro-Oeste é referência na produção de bovinos. Itaberaí conta com uma localização geográfica e uma situação de mercado estratégicas. O município fica próximo dos clientes e da matéria-prima. Existe um mercado grande em torno de Itaberaí”, destaca. Com relação à Itaberaí, o gerente de Negócios Ruminantes destaca que um diferencial é a tecnologia, e o seu processo de automatização, o que, segundo ele, garante segurança em termos de produção e padrão de qualidade dos produtos. “Vai ser a melhor fábrica, nosso objetivo é orientar da melhor forma o cliente. Com a nova indústria, a capacidade de produção vai saltar, informa Ademir Pereira. Os números da produção atual são os mesmos da antiga empresa Cerrado Nutrição Animal, adquirida pela De Heus no final de 2019, com início de produção sob nova direção em março de 2020. Para atingir essa meta, a empresa também vai dobrar o número de funcionários. ( Com assessoria da De Heus) Fotos: André Costa

  • Café com Emprego oferece oportunidades de trabalho em Vianópolis

    04.05.2023 Na próxima terça-feira, 9 de maio, acontecerá o Café com Emprego em Vianópolis, uma iniciativa conjunta entre Adial, Adial Talentos, Prefeitura de Vianópolis, Secretaria de Retomada e Secretaria de Desenvolvimento Social, que visa atender as demandas de contratação local. O evento acontecerá a partir das 7h30 no Espaço Conviver, no município. O objetivo do evento é oferecer oportunidades de trabalho para a população e ajudar as empresas a preencherem suas vagas de forma rápida e eficiente. Além disso, os beneficiários do Programa Bolsa Família terão a chance de receber orientação e encaminhamento para cursos de capacitação, melhorando assim suas chances de conseguir um emprego. A contratação de pessoal será célere e sem custo, proporcionando uma oportunidade acessível a todas as empresas associadas Adial.

  • Presidente da Adial Goiás comemora crescimento da “jovem indústria” goiana

    04.05.2023 Alavancado pela indústria e pelo setor agropecuário, o Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás alcançou índices históricos em 2022. Presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial), Edwal Portilho, também conhecido como Tchequinho, comemora o índice de 7,5%, revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Instituto Mauro Borges (IMB). “Vale ressaltar que o estado de Goiás é um Estado com uma Indústria muito jovem. Nós temos para observar que as nossas indústrias antigas estão com 30, um pouco mais de 30 anos, o que é um tempo muito curto para mostrar a evolução do que a Indústria conseguiu fazer com o estado de Goiás”, pontua em entrevista ao Diário de Goiás. Ele rememora que no fim da década de 90 e no começo da de 2000, o PIB industrial goiano variava entre 15 a 20 bilhões de reais e hoje já chega na “ordem de quase 280 bilhões”. “ Ou seja, um crescimento muito grande num período de 20 anos, graças à agregação de valor. Nós não temos dúvida alguma em relação a isso”, pontua. Tchequinho destaca que o boom da indústria reflete também em outros setores e o setor em Goiás tem tudo para crescer, falta no entanto, segurança por parte dos empresários das mudanças que tem ocorrido no Brasil. O presidente da Adial defende, por exemplo, antes da reforma tributária, que uma revisão administrativa seja feita em Brasília. Nesta entrevista, Tchequinho fala sobre PIB goiano, expectativas para os próximos dois anos, arcabouço fiscal e reforma tributária, pautas sensíveis que podem afetar drasticamente não só o setor industrial mas toda a população goiana. LEIA OS PRINCIPAIS TRECHOS DA ENTREVISTA: Reflexos da indústria no PIB em 2022: Vale ressaltar que o Estado de Goiás é um Estado com uma Indústria muito jovem. Nós temos para observar que as nossas indústrias antigas estão com 30, um pouco mais de 30 anos, o que é um tempo muito curto para mostrar a evolução do que a Indústria conseguiu fazer com o Estado de Goiás. Veja bem, que no final da década de 1990, início de 2000, nós tínhamos um PIB por volta de 15 a 20 bilhões de reais por ano. Esse ano de 2022 nós conseguimos alcançar um PIB total de 200, na ordem de quase 280 bilhões de reais. Ou seja, um crescimento muito grande num período de 20 anos, graças à agregação de valor. Nós não temos dúvida alguma em relação a isso. Nesse período nós tivemos incremento do nosso parque industrial, de números, de indústrias, e como eu disse, de indústrias novas, que têm condições de flexibilidade de incrementos de produção, têm altos níveis de produtividade, e isso lastreia toda a economia porque ela garante agregação de valor nas matérias-primas, esse é o grande papel da indústria, gerando emprego e renda, e também garante movimento econômico dentro e fora do Estado, mas muito aqui dentro, para entrar no segmento terciário, que é de comércio e serviços, ou seja, ganha todo mundo, e é por isso que a gente preza tanto por tornar Goiás cada vez mais atrativo para receber investimentos industriais. ESTIMATIVA DO SETOR EM 2023 Ano passado já foi um resultado muito bom. Nós ficamos praticamente empatados com o desenvolvimento do PIB do Agro, por volta de 7.7% e o da Indústria 7.5%, que já é um crescimento muito grande, um aumento da renda, do rendimento médio mensal do trabalhador aí em 10%, ou seja… Para esse ano ainda depende de alguns outros fatores que estão por acontecer, ou estão pelo menos em discussão, como o arcabouço fiscal, que vai retirar os incentivos fiscais da Indústrias, ou seja, estão contribuindo para que o país, que já vem desindustrializando, já chegando a 11% do seu PIB somente industrial, ainda fique menos competitivo para agregar valor e transformar bens de matéria-prima em artigos industrializados. COMPETITIVIDADE GOIANA Goiás tem algumas vantagens competitivas. Estamos trabalhando muito a questão da competitividade fiscal com outros Estados, junto com o Governo. Existe um programa do Governo chamado Agrego, que tem trabalhado nesse sentido as cadeias produtivas mais relevantes do Estado e aplicando ações e iniciativas para melhor produtividade. Temos um gargalo de infraestrutura que, aos poucos, estamos tentando avançar, principalmente na função de fornecimento de energia elétrica, suprimento mesmo, falta a distribuição, e também, alguma dificuldade na questão de mão de obra. Hoje, somente aqui nos nossos associados, nós temos mais de 5 mil vagas abertas e não estamos conseguindo contratar. Tem muito a ver com falta de informação, às vezes, do cidadão, que está percebendo algum benefício federal ou estadual, benefício social, e fica com receio de assinar a carteira. Mas, hoje a legislação permite até dois anos de carteira assinada e recebendo os benefícios sociais. Por isso é importante que em determinado momento nós, juntamente com vocês da imprensa, divulguemos isso para que possa se tornar uma renda mais digna e com um olhar no futuro, com olhar de segurança das famílias, de renda na aposentadoria e assim por diante. São alguns dos desafios para a gente prever se iremos crescer ou não. Mas a Indústria de Goiás continua muito forte. O IMPACTO DO ARCABOUÇO FISCAL: PEÇA DE TEATRO É ligeiramente negativo, tal qual a Reforma Tributária. São peças de teatro que são criadas nos gabinetes, de quem não conhece na prática como funciona a nossa economia, o nosso passo a passo da economia. No sentido de simplificar a Reforma Tributária vem nessa pegada, dizendo que é tudo muito simples tornar tudo em um imposto só, mas não estão vendo que vai impactar e aumentar quase que 30% do valor da cesta básica. Eles falam que vão estar devolvendo o dinheiro via cashback. Mas, voltando ao arcabouço fiscal, vem sendo uma situação muito complexa, concordo com o nosso goiano Henrique Meirelles, porque dos 150 bilhões que eles pretendem aumentar com a arrecadação, eles estão pegando por volta de 120, 130 bi, e retirando uma condição de subversão para investimento das Indústrias, e dizendo que são quinhentas maiores Indústrias, jogando a população contra as Indústrias do país, que já somos somente 11% do PIB e já fomos 30%. Então, não dá para entender como é que você quer fazer arrecadação em cima de redução de competitividade. Assim, nós vamos estar abrindo caminho para mais importações de produtos industrializados e estimulando exportação de matéria-prima. TEXTO GERA PREOCUPAÇÃO E em exportação de matéria-prima não se arrecada nenhum tipo de imposto. É um xadrez aí que nos colocam e nós ficamos realmente muito preocupados. Sendo que, na prática também, nós temos garantido esses incentivos pela Lei Complementar 160/2017, que garante até 2032 esses incentivos fiscais. Sem incentivos fiscais, o Brasil não concorre com o mundo, mesmo tendo produtividades altas no Agro, que auxilia muito. Mas a nossa conta industrial é muito alta. Encargos trabalhistas, impostos e toda a ordem de impostos que nós temos. E a Reforma Tributária que se apresenta não é para baixar imposto. Então, tanto o arcabouço fiscal aumenta a carga tributária, como a proposta da PEC 45 ou 110, que estão no Congresso, nos deixa realmente muito preocupados, e é isso que não dá para garantir o crescimento tão pujante da Indústria em Goiás, como nós tivemos ano passado, por conta desse fatores que são adversos à economia da Indústria. COM ARCABOUÇO APROVADO, CUSTOS PODEM AUMENTAR Algo que está prevendo aumentar o custo do medicamento, da comida, de um país que tem 70% das famílias com renda per capita da ordem de 890 reais, e que seu gasto mensal, mais de 60% é com alimento, então não dá, não tem conta que feche. Para devolver dinheiro que vai ser arrecadado para a população, então isso traz muita preocupação, muita insegurança para realizarmos investimentos, principalmente na área dos alimentos e das bebidas, que são a área na Indústria goiana muito forte, que puxa o carro. Realmente, é o setor industrial que é o maior, justamente é o setor de comida e bebida. É uma preocupação muito grande. REFORMA TRIBUTÁRIA IMPACTARÁ PREÇOS NAS GÔNDOLAS DOS SUPERMERCADOS Diretamente, já há um incremento da ordem de até 22,5% até 27%, 30% no valor da comida, do alimento, lá na gôndola do supermercado. A população mais carente usa menos serviços, mas, há segmento de serviços que terão incremento de valores, de preço, por conta de aumento de carga tributária da ordem de 150%. Então é realmente um imposto um I.V.A que utiliza-se em outros países, mas cada país tem suas 3 ou 4 alíquotas diferentes, não é uma alíquota única. E aqui a gente já parte de uma alíquota de 25%, 27% única, ou seja, já é uma alíquota extremamente alta, que não há como flexibilidade para se aplicar um alíquota desse tamanho, para que as pessoas que têm que comprar leite, comprar arroz, feijão, óleo de cozinha e carnes, cotidianamente. Então, realmente isso é complexo, incrementa muito o custo da cesta básica, dos medicamentos e também atrapalha a vida do agricultor, principalmente o pequeno, que passará a ter que fazer uma escrita contábil, mensalmente terá essa despesa, esse dispêndio de estar contratando contadores para fazer o aproveitamento dos créditos, que apesar de ser pequeno produtor, ele vai ter que aproveitar um pouquinho desses créditos. Passamos todo mundo para contribuinte complicando bastante o cenário para a população. Acho que não simplifica em nada você trocar 5 impostos por 3, na verdade, então é complexo. Estamos discutindo isso e estaremos muito atentos, e mostrando aos deputados que essas medidas podem trazer muito impacto na economia, negativos, e ficar por mais 10, 15, 20, 30 anos fazendo a transição de um tipo de modalidade de impostos para outro. Ou seja, nós teremos aí dois balanços a serem levados em consideração durante 10, 15, 20, 30 anos de transição. DIÁLOGO COM GOVERNO FEDERAL Nós estivemos com a nossa bancada federal, estamos tendo com alguns governadores, com o governador de Goiás também, obviamente. Estamos levando subsídios técnicos, informações, para que eles tenham essa consciência, realmente, de que o que eles estarão votando pode prejudicar, e muito, o cidadão brasileiro, deixando em situação de maior dificuldade e mais dependência dos benefícios sociais. E a gente trabalha no outro sentido, que é diminuir custos, e aí precisa tirar esse peso, que é o peso do Estado nas costas dos brasileiros. O Estado que eu digo é do poder público, no geral, que tem orçamentos extraordinariamente gordos, e que a gente tem cada dia aumentado essa carga tributária para custear essa despesa pública. É preciso conscientizar de uma reforma administrativa, primeiro, economizando nesses custos, e aí sim, partir para a discutir uma reforma tributária que vá no sentido de tornar o país mais competitivo para vender produtos industrializados lá fora e não só matéria-prima. Nada contra vender matéria-prima também, mas nós precisamos concorrer no industrializado, que agrega valor, renda e emprego para as pessoas terem sua independência, sua segurança familiar, a criar seus filhos, aposentar e assim por diante. (Domingos Ketelbey/ Diário de Goiás)

  • Agronegócio goiano ajuda a elevar PIB brasileiro

    04.05.2023 Produção de grãos e de carne bovina em Goiás contribui para crescimento de 0,6% da economia brasileira no 3º trimestre A economia brasileira voltou a crescer no terceiro trimestre deste ano. O avanço de 0,6% no Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas geradas no País, em relação ao segundo semestre, foi puxado pela agropecuária, que cresceu 1,3% na mesma comparação. Apesar de Goiás participar com apenas 2,8% do PIB brasileiro, a produção goiana de grãos e carne tem um peso considerável na agropecuária do País. Goiás é um dos Estados lideres no ranking nacional da produção de commodities minerais e agrícolas. O Estado é responsável por quase 10% da produção brasileira de grãos e de carne bovina. O analista tecnico do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), Leonardo Machado, explica que o resultado positivo do PIB do setor em nível nacional também tem influência de culturas que foram colhidas em Goiás no terceiro trimestre, como milho safrinha e algodão. Ele lembra que a produção goiana de milho foi recorde este ano, além de o Estado avançar muito na safra de algodão. O incremento do abate de bovinos também contribuiu para o incremento do PIB. Mas, como as exportações tiveram queda de 2,8% no período, a estimativa é de que essa produção frigorifica ainda estivesse mais voltada para o mercado interno no terceiro trimestre, ou seja, para o consumo das famílias brasileiras. "O impacto das exportações de carne bovina deve ser bem maior no quarto trimestre, quando o aumento das vendas para países como a China deve pesar mais no desempenho económico do Pais", avalia. Consumo Depois de ficar estagnado no primeiro trimestre, o PIB do País já tinha crescido 0,5% no segundo trimestre. No terceiro trimestre, a indústria avançou 0,8%, a maior alta desde o quarto trimestre de 2017, puxada pela indústria extrativa, que cresceu 12%, compensando a queda de 1% da indústria de transformação. O economista e professor Aurélio Trancoso lembra que Goiás contribui com a produção industrial de alimentos e bebidas, além de ser produtor de minérios. O Estado também é destaque na indústria de fármacos, com destaque para produção de medicamentos genéricos, e na fabricação de automóveis e de etanol. O consumo das famílias, que tem um peso de 65% na economia, também avançou 0,8% no período. Fatores como queda dos juros, expansão do crédito e entrada dos recursos do FGTS contribuíram para esse bom desempenho, apesar da pouca reação no emprego. O economista prevê que a economia deve continuar deslanchando de agora em diante, mesmo que não seja num crescimento exponencial. Construção O presidente da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, ressaltou o crescimento da indústria da construção civil no País. Este setor avançou 1,3% na comparação com o segundo trimestre deste ano e 4,4% sobre o mesmo período de 2018. "Essa indústria da construção está mostrando a maior disposição do consumidor para comprar", destaca Mabel. Ele lembra que a indústria de alimentos e bebidas responde por 40% da produção industrial goiana. "Produzimos muita coisa que gera riquezas aqui e segue para venda em outros Estados, como leite e biscoitos", ressalta. A estimativa é de que 70% dessa produção vá para outras regiões. Segundo ele, a indústria goiana só consegue ser competitiva nacionalmente por conta dos incentivos fiscais, já que o frete destes produtos para outras regiões tem um peso considerável nos custos das empresas. "Com o Protege já perdemos boa parte dessa competitividade." (Lucia Monteiro/ O Popular)

  • Economia goiana cresce 3,14% em janeiro, aponta Banco Central

    04.05.2023 A economia goiana continua em ascensão após apresentar os números do Produto Interno Bruto (PIB) de 2022. No último mês de janeiro, o Índice de Atividade Econômica (IBCR) de Goiás, considerado a prévia do PIB, apresentou crescimento de 3,14% em comparação a dezembro de 2022. O resultado contrapõe a média nacional, que registrou queda de 0,04% no mesmo período. O índice é medido pelo Banco Central e os dados foram confirmados pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB). Os dados apontam que Goiás registrou o 4° maior crescimento entre as unidades da federação com o índice divulgado. Regionalmente, acompanhando o recuo nacional de 0,04%, os estados de Santa Catarina (0,24), Rio Grande do Sul (0,38), São Paulo (0,51), Rio de Janeiro (0,92) e Pará (2,07) também tiveram impactos negativos. Quando comparados os meses de janeiro de 2022 e janeiro de 2023, o crescimento registrado em Goiás, de 3,38%, também é superior à média brasileira no período, que foi de 3,03%. Nesta análise Goiás alcança a posição de 5° maior entre os estados que possuem o IBCR divulgado. ACUMULADO No acumulado de 12 meses, Goiás é o terceiro com maior crescimento do IBCR, com 4,61%, posição que também supera a média nacional, de 3%. O estado ficou à frente de Minas Gerais (4,19), Bahia (3,36), Ceará (3,18), São Paulo (2,94), Pernambuco (2,90), Santa Catarina (2,49), Rio Grande do Sul (1,37), Pará (0,72), Paraná (0,19) e Espírito Santo (-0,03). Segundo o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, os indicadores mostram a força da atividade econômica do estado. “Goiás sempre investe em políticas públicas que promovem, principalmente, mais atenção social e inclusão das pessoas em situação de vulnerabilidade. Além disso, o estado também está avançando na oferta de empregos, redução da desocupação e capacitação dos goianos. Todos os empenhos da gestão resultam no crescimento da nossa economia e vamos seguir avançando”, destaca. O diretor-executivo do IMB, Erik Figueiredo, comemora os bons resultados. “A nossa economia está em ascensão e estamos apresentando vários resultados positivos, enquanto a média nacional registra quedas. A nossa força se dá, principalmente, pela intensificação de esforços da gestão para qualificar os cidadãos e promover o fomento da nossa economia.” (Secretaria-Geral de Governo – Governo de Goiás)

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