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Reeleito, Caiado comenta sobre energia e incentivos fiscais






Ronaldo Caiado concedeu uma entrevista aos veículos do Grupo Jaime Câmara na última segunda-feira, 03, no dia seguinte à reeleição no primeiro turno e repetiu por nove vezes que quer Goiás como “referência nacional” ou “exemplo para o Brasil”.

O governador revelou a intenção de enviar um pacote de projetos para a Assembleia Legislativa de Goiás, em que terá maioria de aliados a partir de 2023, que devem incluir ampliação do orçamento para a área social, mudanças em programas já existentes e alterações em incentivos fiscais.

Na matéria da jornalista Fabiana Pulcineli publicada no Jornal O Popular, o governador afirma que “apesar de eu ter feito um incentivo diferenciado para a Região Nordeste, em termos da maior isenção de ICMS, nós não conseguimos ainda levar a industrialização para lá, por conta da falta de infraestrutura. Faltam rodovias e energia. São os dois grandes desafios. (…). A parte da energia é a grande interrogação porque eu perdi o controle sobre esse assunto. Infelizmente Goiás não é capaz de deliberar sobre essa política de energia. Isso é um grande gargalo que temos em decorrência da venda da Celg. Isso passou a ser um impasse ao qual tenho de me dedicar muito agora junto à Aneel e ao Ministério de Minas e Energia para criar uma política compensatória para os anos que perdi.”

Caiado ainda complementa “faço um comparativo: por que não faltou água em nenhuma das 225 cidades em que sou responsável pelo saneamento? Sendo que a Saneago era quebrada e faltava água em Goiânia e Anápolis há 20 anos. Porque sou bom gestor, porque eu exijo que isso não aconteça. Agora a energia será o grande problema do estado de Goiás. Se eu pudesse ter a Celg de volta, aí era diferente. Aí eu é que daria o ritmo de investimentos, mas eu não tenho.”

Sobre o programa de incentivos fiscais, o governador afirmou na entrevista que “devemos buscar regiões, e entrar com a mão forte do governo, e dizer onde terá e onde não terá incentivo. Superamos dificuldades do ponto de vista fiscal e conseguimos há menos de 30 dias a Capag B no Tesouro Nacional. Temos de trazer para o Pró Goiás mudanças para não dar expectativa a pessoas de poder usufruir de Fomentar e Produzir no estado de Goiás. Isso gerou um falso negativo para os cofres do estado”.

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