Resultados da busca
Search this site
1537 resultados encontrados com uma busca vazia
- Adial participa da reunião do FEE
08/11/2022 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou na segunda-feira (07/11), na Fieg, da reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Goiás (FEE), com presença de presidentes ou representantes da Fieg, Fecomércio, Faeg, Acieg, FCDL, OCB e Facieg. A reunião tratou sobre as demandas do setor produtivo que serão apresentadas ao prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, no próximo mês, mantendo a agenda permanente do Fórum com a Prefeitura. Também foi discutida a interlocução com os parlamentares eleitos que irão assumir mandato no próximo ano, nas esferas estadual e federal. Na oportunidade, o deputado estadual Virmondes Cruvinel esteve na Casa da Indústria e cumprimentou os membros do Fórum Empresarial.
- Membros do Conselho do Produzir participam de reunião de confraternização na Adial
09/11/2022 Os membros do Conselho do Produzir participaram na última terça-feira, 08, da 199ª reunião extraordinária da Comissão Executiva no qual focaram em discutir o desenvolvimento de Goiás, em especial da indústria no território goiano. Foram votados os processos que passam pelo Conselho. E para aproximar os integrantes e consagrar mais um ano de atividades foi realizada no terraço da Adial, uma confraternização, um momento de descontração e integração entre todos.
- 25% das indústrias do Norte e Nordeste consideram infraestrutura boa ou ótima; no Sudeste, 64%
11/11/2022 Pesquisa da CNI ouviu 2.500 empresários de todo o país. Dados mostram enorme disparidade na distância média para escoamento de produtos entre as regiões. No Norte, mais de 1,6 mil km; no Sudeste, 660 km As regiões brasileiras têm uma enorme disparidade em relação às condições de infraestrutura e logística. Essa realidade é evidenciada por pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira (11), que ouviu 2.500 empresários de indústrias de médio e grande portes de todo o país. De acordo com os dados, somente 25% dos entrevistados do Norte e do Nordeste consideram boas ou ótimas as condições de infraestrutura da região. De outro lado, 64% dos empresários do Sudeste apontam as condições de infraestrutura regional como boas ou ótimas. Em seguida, os empresários da região Sul também mostram satisfação alta, de 57%, seguidos pela região Centro-Oeste, com 46%. A média nacional da pesquisa ficou em 56%. O principal gargalo de infraestrutura apontado em todas as regiões é o transporte, com média nacional de 73%. No Norte, o índice é ainda maior – de 82%. Na sequência, aparecem o Sul (81% apontam o transporte como maior gargalo), Nordeste (76%), Centro-Oeste (73%) e Sudeste (68%). “Quando avaliamos a situação das rodovias, ferrovias e portos das regiões Norte e Nordeste fica muito evidente a disparidade na qualidade desses ativos em relação ao Sul e ao Sudeste. Isso evidencia a necessidade de mais investimentos para reduzirmos o déficit de infraestrutura e o desbalanceamento entre as regiões”, afirma o gerente de Transporte e Mobilidade Urbana da CNI, Matheus de Castro. Gargalos para a indústria A infraestrutura das rodovias foi a maior queixa dos empresários, apontada por 88% dos respondentes do Norte e por 62% do Sudeste. Em seguida, foi mencionada a infraestrutura das ferrovias como sendo um dos maiores gargalos para o transporte de carga no país – a maior parte, 40% entre os empresários do Sudeste, e a menor, 18% do Norte. Os dados mostram ainda que os serviços de transporte por rodovias são avaliados como bons ou ótimos por 46% dos empresários. Entre as regiões, destaca-se o Sudeste, onde 59% consideram os serviços de transporte rodoviário bons ou ótimos. Em contraste aparece o Norte, com índice de somente 9% bom ou ótimo. Quando questionados sobre as principais obras, os industriais mencionaram a melhora a infraestrutura das estradas – resposta de 49% dos entrevistados no Norte e de 31%, do Centro-Oeste; e ampliação/duplicação de rodovias – opção de 45% dos respondentes do Sul e de 23%, do Sudeste. Acesse o infográfico com os dados da pesquisa. Ferrovias Os dados nacionais mostram que 38% das indústrias mudariam operação de rodovia para outro modal, sendo que 28,5% optariam por transferir a operação para as ferrovias caso houvesse condições de infraestrutura adequadas para o escoamento dos produtos. A substituição dos caminhões por trens é uma preferência mais intensa entre os empresários do Centro-Oeste, seguidos das regiões Sudeste e Sul. Segundo os empresários, a grande vantagem das ferrovias é a redução de custos e a agilidade. Segundo a pesquisa, 32% dos empresários industriais consideram novas autorizações ferroviárias como prioridade para o setor industrial. A expansão da malha ferroviária foi a escolhida entre os empresários do Nordeste (34%), do Sul (34%) e do Sudeste (31%). Para os respondentes do Centro-Oeste (42%) e do Norte (28%), a conclusão das obras da Ferrovia Norte-Sul é a mais importante medida para o escoamento da produção das indústrias de suas regiões. Frete A avaliação sobre as ferrovias nacionais é positiva para apenas 16% dos entrevistados. No Centro-Oeste está concentrado o maior nível de satisfação, com 22% de bom ou ótimo. Em contrapartida, no Nordeste o índice de bom ou ótimo é de apenas 6% – por lá 45% dos empresários consideram as ferrovias ruins ou péssimas. O custo do frete, por sua vez, representa, em média, 15% do preço final dos produtos. Os empresários do Norte e do Nordeste são aqueles que mais sofrem com este custo: 19% e 18%, respectivamente. Para 66% das indústrias, o preço do frete é elevado. A região Centro-Oeste registra o maior índice, com 78% as empresas classificando como alto ou muito alto. Na sequência aparecem Nordeste (72%), Sul (68%), Sudeste (64%) e Norte (60%). Portos Já os serviços portuários são classificados como bons ou ótimos por 39% dos industriais. No Sul, esse índice é de 48%, enquanto no Nordeste, de 34%. A infraestrutura portuária do país é considerada o principal gargalo logístico para as empresas escoarem suas produções destinadas à exportação. Distâncias que tornam o transporte rodoviário inadequado O modal rodoviário é indicado apenas para pequenas e médias distâncias, mas segundo a pesquisa somente 48% dos industriais escoam a produção em trajetos com média inferior a 500 quilômetros. As distâncias percorridas, conforme a pesquisa, são de 885 km em média no país. No Norte, há uma enorme distorção, o que reflete a baixa eficiência do transporte na região. Por lá, 34% das empresas dizem que suas mercadorias percorrem distâncias de mais de 2 mil km, enquanto no Sudeste só 4%. Metodologia A pesquisa encomendada pela CNI foi realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, que entrevistou 2.500 executivos de grandes e médias empresas industriais, nas 27 unidades da Federação, sendo 500 em cada região. O campo foi feito entre os dias 23 de junho e 9 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Principais dados da pesquisa Duas principais obras para melhorar a indústria Norte – Melhorar infraestrutura das estradas (49%) e ampliação/duplicação de rodovias (32%) Nordeste – Melhorar infraestrutura das estradas (42%) e ampliação/duplicação de rodovias (26%) Centro-Oeste – Ampliação/duplicação de rodovias (34%) e melhorar infraestrutura das estradas (31%) Sudeste – Melhorar infraestrutura das estradas (34%) e ampliação/duplicação de rodovias (23%) Sul – Ampliação/duplicação de rodovias (45%) e melhorar infraestrutura das estradas (36%) Duas principais obras para melhorar o escoamento da produção das indústrias Norte – Conclusão de obras da Ferrovia Norte-Sul no trecho de Tocantins a São Paulo (28%) e novas autorizações ferroviárias (27%) Nordeste – Novas autorizações ferroviárias (34%) e conclusão das obras da Fiol no trecho da Bahia a Tocantins (33%) Centro-Oeste – Conclusão de obras da Ferrovia Norte-Sul no trecho de Tocantins a São Paulo (42%) e novas autorizações ferroviárias (39%) Sudeste – Novas autorizações ferroviárias (31%) e desestatização do Porto de Santos (30%) Sul – Novas autorizações ferroviárias (34%) e Concessão das Rodovias Integras, no Paraná (26%) Distância média percorrida para o transporte de produtos Brasil – 885 km Norte – 1.658 km Nordeste – 1.134 km Sul – 1.069 km Centro-Oeste – 997 km Sudeste – 660 km Condições da infraestrutura para a indústria Brasil – boa (47%) ou ótima (9%) Sudeste – boa (55%) e ótima (9%) Sul – 57% – boa (48%) e ótima (9%) Centro-Oeste – 46% – boa (34%) e ótima (12%) Nordeste – 25% – boa (22%) e ótima (3%) Norte – 25% – boa (23%) e ótima (2%) Avaliação dos serviços de infraestrutura por região: Transportes por rodovias Brasil – Boa (37%) e ótima (9%) Sudeste – Boa (47%) e ótima (12%); Centro-Oeste – Boa (33%) e ótima (7%) Sul – Boa (30%) e ótima (6%) Nordeste – Boa (19%) e ótima (2%) Norte – Boa (8%) e ótima (1%) Ferrovias Brasil – Boa (13%) e ótima (3%); Ruim (13%) e péssima (18%) Centro-Oeste – Boa (16%) e ótima (6%); Ruim (4%) e péssima (21%) Sudeste – Boa (16%) e ótima (3%); Ruim (13%) e péssima (16%) Sul – Boa (12%) e ótima (2%); Ruim (13%) e péssima (18%) Norte – Boa (5%) e ótima (2%); Ruim (10%) e péssima (19%) Nordeste – Boa (5%) e ótima (1%); Ruim (15%) e péssima (30%) Serviços de transporte aéreo Brasil – Boa (46%) e ótima (10%); Ruim (5%) e péssimo (3%) Sudeste – Boa (50%) e ótima (11%); Ruim (4%) e péssimo (2%) Sul – Boa (44%) e ótima (10%); Ruim (5%) e péssimo (3%) Centro-Oeste – Boa (10%) e ótima (41%); Ruim (6%) e péssimo (6%) Norte – Boa (40%) e ótima (9%); Ruim (5%) e péssimo (9%) Nordeste – Boa (38%) e ótima (7%); Ruim (6%) e péssimo (5%) Serviços de transporte por hidrovias Brasil – Boa (14%) e ótima (2%); Ruim (10%) e péssimo (11%) Norte – Boa (33%) e ótima (7%); Ruim (6%) e péssimo (5%) Sul – Boa (15%) e ótima (2%); Ruim (8%) e péssimo (12%) Sudeste – Boa (14%) e ótima (2%); Ruim (10%) e péssimo (10%) Centro-Oeste – Boa (10%) e ótima (1%); Ruim (8%) e péssimo (14%) Nordeste – Boa (9%) e ótima (2%); Ruim (13%) e péssimo (16%) Portos Brasil – Boa (33%) e ótima (6%); Ruim (6%) e péssimo (5%) Sul – Boa (39%) e ótima (9%); Ruim (4%) e péssimo (3%) Sudeste – Boa (32%) e ótima (4%); Ruim (7%) e péssimo (5%) Norte – Boa (32%) e ótima (4%); Ruim (6%) e péssimo (9%) Nordeste – Boa (27%) e ótima (7%); Ruim (6%) e péssimo (6%) Centro-Oeste – Boa (13%) e ótima (4%); Ruim (7%) e péssimo (8%) (CNI)
- Itaberaí entra no mapa da Adial Talentos
19/10/2022 O coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana, se reuniu nesta terça-feira, 18, com a prefeita de Itaberaí, Rita de Cássia Soares Mendonça, e a Secretária de Assistência Social e Atenção à Mulher, Neide Alves de Lellis Oliveira e Paiva, para desenvolver um projeto piloto para a inserção das pessoas do Cadastro Único no mercado de trabalho. Segundo Santana, o projeto após ser desenvolvido pode ser ampliado para outras prefeituras e associadas da Adial.
- Adial participa do Brasil Export
19/10/2022 Acontece nesta quarta-feira, 19/10, o Fórum Nacional de Logística e Infraestrutura Portuária (Brasil Export), em Brasília (DF). O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, e o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, participam presencialmente do evento. A palestra de abertura “O crescimento da economia do Brasil nos próximos anos” é conduzida pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele aborda os cenários favoráveis e riscos a serem combatidos, reformas necessárias, novas políticas e o papel da infraestrutura de transportes e logística no crescimento brasileiro. Palestras e painéis voltados para os temas de infraestrutura e logística estão previstos para a programação de hoje (19) e amanhã (20).
- Adial Talentos na 11ª edição do Feirão de Empregos
20/10/2022 A Adial Talentos marcou presença na 11ª edição do Feirão de Empregos, que está sendo realizado na Praça Cívica, na capital. O evento segue até sábado (22). O Coordenador do Programa, Alfredo Santana, se encontrou com o secretário da Retomada, César Moura e o Gerente de Intermediação e Recolocação do Trabalho da Secretaria da Retomada, Nerivaldo Jr. “No Feirão já encaminhamos as vagas de algumas empresas”, afirmou Santana. Segundo o Governo Estadual somente este ano, mais de 40 mil goianos foram encaminhados para vagas com carteira assinada. A ação da Secretaria da Retomada (SER), dentro do programa Goiás Social, tem o objetivo de garantir emprego e renda a população.
- Adial participa do “Café Seguro” na Caoa Montadora
21/10/2022 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou na manhã desta sexta-feira (21/10), do “Café Seguro”, projeto desenvolvido pelo TRT Goiás, em parceria com a Adial, que visa reforçar a importância da prevenção de acidentes de trabalho. A ação é coordenada pelo desembargador, Weligton Peixoto. Participaram também o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, e o assessor executivo, João Paulo Nogueira. O coordenador regional do Programa Trabalho Seguro, desembargador Welington Luís Peixoto, falou da importância do diálogo com orientações para multiplicar os conhecimentos. Além disso, ressaltou a parceria com a Adial como essencial para abrir as portas das indústrias. “Não tínhamos o público que precisávamos. A agenda positiva da gestão do presidente Zé Garrote, que possibilitou que ampliássemos o alcance do projeto”, disse. O diretor da fábrica, Eugênio Césare, acredita que este é um trabalho contínuo e que não deve terminar ao final do evento. “Vai contribuir muito para continuarmos na busca pela excelência”, ressaltou. O presidente executivo da Adial, Tchequinho, acredita que essa integração promove uma captura de sinergia entre as empresas, entidades e TRT Goiás. “Estamos aqui também para ouvir. Por isso, esse projeto é tão importante”, lembrou o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho em Goiás, Alpiniano do Prado Lopes. Funcionários da Caoa Montadora participaram da palestra “Saúde mental é coisa séria e não espera chegar em casa. Como se proteger do estresse no trabalho?”, ministrada pela psicóloga Marina Junqueira. A enfermeira do trabalho, Jorgeanne Aparecida Borges, também conduziu palestra com informações referentes ao gerenciamento de riscos e a prevenção de acidentes na empresa. No encerramento, o gerente de Relações Governamentais da Caoa, Pedro Sacramento, cumprimentou os colaboradores e declarou que “são o maior patrimônio”. O desembargador do TRT Goiás, Geraldo do Nascimento, ressaltou as boas práticas observadas na Caoa Montadora, “o que demonstra uma preocupação com a saúde do trabalho”.
- Brasil tem a maior queda no desemprego entre países do G20, mostra ranking
25/10/2022 O Brasil lidera o ranking de países do G20 em recuo da taxa de desemprego. O país saiu de um índice de 13,1% de desempregados em agosto de 2021, para 8,9% no mesmo mês deste ano, registrando uma queda de 4,2 pontos percentuais. A lista elaborada pela Austin Rating, a pedido do CNN Brasil Business, traz o Brasil em primeiro lugar, seguido pela Espanha (-2,2 p.p.), Turquia (-2,1 p.p.), Canadá (-1,7 p.p.) e Estados Unidos (-1,5 p.p.). A taxa de desemprego no Brasil ficou em 8,9% no trimestre encerrado em agosto, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número representa uma queda de 0,9 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, terminado em maio, e é o menor patamar desde o trimestre encerrado em julho de 2015 (8,7%). Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, ressalta essa diminuição na taxa de desemprego e projeta novas quedas até o final do ano. “Agora é um período sazonal em que se contrata muito e por isso prevemos que a taxa chegue a 8% em dezembro”, prevê o responsável pelo ranking. Em termos de queda, o Brasil foi o país que mais recuou em pontos percentuais. Agostini explica que isso acontece porque o Brasil tem uma volatilidade no emprego muito forte. “O avanço na vacinação proporcionou uma retomada econômica, principalmente no setor de serviços, do meio deste ano até agora. Este setor está crescendo muito e gerando bons empregos”, destaca. Reflexo da pandemia Na visão de Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores, se comparar os países com a maior taxa de desemprego, o Brasil está entre eles, ou seja, existe um espaço para uma queda acentuada. “Mesmo com esse recuo no índice, o nível de desemprego no país ainda está entre os maiores do G20”, aponta. Imaizumi explica que esse fenômeno de quedas nas taxas de desemprego não é exclusivo no Brasil, apesar de ser o que está recuando com mais força. “Uma das causas mais importantes para essa queda é a retomada da pandemia e a aceleração da vacinação, que cobriu uma parcela da população adulta no segundo semestre de 2021. Foi nesse período que as atividades mais dependentes de circulação de pessoas sinalizou uma retomada nas vagas de emprego”, explica. Para o economista, a pandemia deixou marcas no mercado de trabalho em todo mundo. “Historicamente, se compararmos a média de nível de desocupação, as taxas estão menores de antes da pandemia, porque muita gente deixou de procurar emprego”, diz. Outro motivo citado por Imaizumi referente à diminuição nas taxas de desemprego no Brasil, são os estímulos artificiais e injeção de dinheiro público pelo governo federal. “Foram adotados vários pacotes de medidas, como o adiantamento do 13º do INSS, saque extraordinário do FGTS, a mudança na alíquota do ICMS agora no segundo semestre, enfim, que acaba ajudando a aquecer a atividade econômica. Isso impulsiona o consumo, o que gera mais vaga no mercado”, pontua o economista. Luciano Salamacha, professor de estratégia empresarial da Faculdade Getúlio Vargas, faz uma análise nos reflexos da pandemia. Segundo ele, este período impulsionou o emprego no país. “A taxa de desemprego vinha com níveis muito altos antes mesmo da chegada da Covid-19. Já em agosto e setembro de 2021, a quantidade de desempregados já era menor que antes da pandemia”, destaca. A partir desta data, o Brasil já apresentava uma retomada na produção interna, aquecimento na atividade de empreendedorismo. Muita gente foi para a informalidade e agora começou a retomar ao pleno emprego. O professor mostra que alguns setores estão aquecidos, como é o caso da tecnologia e serviços. “As vagas ligadas ao turismo movimentou o mercado interno, exigindo mais trabalhadores com carteira assinada. Como as pessoas não têm como ir para o exterior, o Brasil se tornou o principal destino. Esse cenário reativa o consumo interno, principalmente em bares, restaurantes e entretenimento, gerando cada vez mais emprego”, conclui. Fonte: CNN Brasil
- Adial oferece curso de Excel Básico para funcionários da Granol
27/10/2022 A Adial, por meio da Adial Talentos, realiza no Cotec – Governandor Onofre Quinan, em Anapólis, o curso de Excel Básico para os funcionários da Granol. Essa é a primeira turma fechada para a empresa. Na próxima segunda-feira (31), o curso será inicializado na Caoa Montadora, também em Anápolis. Participaram o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana Rocha, a diretora do COTEC, Eliza, a coordenadora pedagógica, Edna, a técnica administrativa educacional, Janaína, a professora de Excel, Karolyne, e a coordenadora de extensão da Granol, Roberta.
- Adial participa da 1ª Feira de Negócios AgroExperts
28/10/2022 O presidente da Adial, Zé Garrote, e o presidente-executivo, Edwal Portilho, o Tchequinho, participaram nesta quinta-feira (27), da cerimônia de abertura da 1ª Feira de Negócios AgroExperts (FAEX – Goiânia e Região), realizada pela Associação Goiana de Avicultura (AGA). O evento contou com palestras sobre as perspectivas da avicultura no Brasil, o cenário da avicultura em Goiás e o manejo de frango de corte. O presidente da AGA, Cláudio Faria, apresentou dados relacionando a produção de Goiás com a do Brasil, exportação e número de aves abatidas no ano passado











