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- ADIAL discute trechos estratégicos de rodovias que devem receber investimentos do Fundeinfra
16.05.2023 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (ADIAL) realizou uma reunião hoje, 16.5, para discutir, analisar e avaliar trechos estratégicos de rodovias goianas que são essenciais para o suporte do agronegócio. Durante o encontro, os participantes debateram acessos de rodovias estaduais que não estão contemplados pelo mapa do Fundeinfra, indicando a necessidade de projetos de engenharia. O diretor executivo da AdialLog, Eduardo Alves, apresentou o mapa do governo de Goiás, que já foi divulgado pelo Fundeinfra e indica os pontos que já estão previstos para receber investimentos. De acordo com o presidente-executivo da ADIAL, Edwal Portilho, o Tchequinho, a falta de projetos de engenharia é o principal obstáculo nessas rodovias. Ele ressaltou que os trechos apontados são fundamentais para o escoamento de leite e grãos, e que o uso de um pavimento adequado aumentaria a produtividade. Participaram da reunião, por videoconferência, Riumar dos Santos (Goinfra), Edeon Vaz (APROSOJA), Cláudio Henrique (Laticínios Piracanjuba) e Marcelo Miranda (Laticínios Piracanjuba). Cláudio Henrique, dos Laticínios Piracanjuba, destacou que a logística da empresa percorre diariamente 130 mil km em todo o país, sendo 35% desse total em Goiás. Ele afirmou que os locais com menor capacidade de transporte estão em Goiás, evidenciando a necessidade de melhorias nas rodovias do estado. A discussão promovida pela ADIAL visa chamar a atenção para a importância desses trechos estratégicos de rodovias goianas para o desenvolvimento do agronegócio, bem como para a necessidade de investimentos em projetos de engenharia e melhorias na infraestrutura de transporte em Goiás. Todas as sugestões serão encaminhadas ao governo estadual. As associadas Adial que tiverem interesse em apresentar sugestões de pontos críticos que necessitam de investimentos em infraestutura, podem encaminhar as dados na planilha já disponibilizada para o e-mail: eduardo@adial.com.br.
- ADIAL visita o escritório da BRG Brasil Geradores em Goiânia
17.05.2023 A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) estreitou laços com a BRG Brasil Geradores em uma visita ao escritório da empresa em Goiânia. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, esteve na empresa e conheceu de perto toda a operação. Os dirigentes da BRG apresentaram o projeto inovador da empresa para geração de energia a partir do biogás, uma fonte renovável e sustentável. A BRG Brasil Geradores é uma empresa reconhecida por sua atuação no setor de soluções energéticas e possui sua unidade fabril em Anápolis, Goiás.
- Adial participa de debate sobre o Parque Científico-Tecnológico
18.05.2023 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou nesta quarta-feira, 17, de reunião para discutir as potencialidades do Parque Científico-Tecnológico, do Instituto Federal Goiano – Campus Rio Verde. O debate reuniu mediado por Guila Calheiros, especialista em planejamento e gestão de ambientes promotores da inovação e em política nacional de ciência e tecnologia. Ele é Superintendente Executivo da Anprotec, Gerente de Relações Institucionais do CESAR, professor de pós-graduação da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) e membro dos Conselhos da FINEP, da RNP e da ABDI. Guila também é Colíder do Eixo de Fortalecimento das Organizações Intermediárias da ENIMPACTO - Estratégia Nacional de Investimentos e Negócios de Impacto. O objetivo do encontro foi fortalecer o ecossistema de inovação goiano e promover o desenvolvimento econômico e social da região.
- CNI PROPÕE QUATRO MISSÕES DE POLÍTICA INDUSTRIAL PARA RETOMAR CRESCIMENTO DO PAÍS
Setor produtivo estruturou roteiro de programas e ações para descarbonização da economia, transformação digital, saúde e segurança sanitária e defesa e segurança nacional O desenvolvimento econômico e social do país depende da superação dos antigos obstáculos associados ao Custo Brasil e pela atenção a temas contemporâneos, como a digitalização e a sustentabilidade. A solução para esses desafios passa pela adoção de uma política industrial com objetivos claros e com foco em quatro missões: descarbonização da economia, transformação digital, saúde e segurança sanitária e defesa e segurança nacional, tendo a revitalização da indústria no Brasil como indutor do crescimento sustentado e sustentável de longo prazo. A proposta de política industrial estruturada em quatro grandes eixos é a contribuição da Confederação Nacional da Indústria (CNI), detalhada no Plano de Retomada da Indústria, compartilhado com o governo brasileiro. Construído ao longo dos últimos meses, é um roteiro para o Brasil aproveitar a janela de oportunidades aberta pela necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e pela disseminação das tecnologias digitais na economia. As missões são estratégias transversais que buscam trazer respostas aos grandes desafios de nossa sociedade. “A ausência de uma política industrial clara, com objetivos e benefícios que transbordam a indústria, é uma das razões de o Brasil ter perdido relevância nas últimas décadas. Neste momento, as principais economias do mundo estão se empenhando em ações de desenvolvimento voltadas à inovação, à sustentabilidade e à competitividade internacional. Responder a esses desafios é uma urgência para todos nós, do poder público e do setor privado”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. A revitalização da indústria no Brasil é relevante por este ser o setor que mais move o desenvolvimento da economia pela inovação e pelo avanço tecnológico. A estrutura de missões, uma vez adotada, não só contribuirá para apoiar empresas na conquista de mercados e reduzir a distância que hoje existe para as potências econômicas, mas também alcançar soluções para problemas coletivos, como o acesso à saúde, a segurança no abastecimento energético, alimentar e sanitário internos, e a criação de empregos. “As políticas industriais modernas vão além do incentivo a determinados setores. Elas partem de uma abordagem sistêmica, com visão de longo prazo e exigem coordenação e governança de alto nível, com envolvimento do Poder Executivo e do Congresso Nacional, bem como do setor empresarial e dos trabalhadores”, diz Robson Andrade. Nova política industrial, antigos obstáculos Em comum, os eixos de descarbonização da economia, transformação digital, saúde e segurança sanitária e defesa e segurança nacional têm o foco em ciência, tecnologia e inovação. A instância de articulação e governança deve ser o Conselho Nacional de Política Industrial (CNDI), órgão vinculado à Presidência da República e que reúne as diferentes representações da sociedade civil (empresas, academia, trabalhadores) necessários para dar legitimidade e assegurar a execução das ações prioritárias. O Plano reafirma que a revitalização da indústria nacional é urgente e que a adoção de medidas para que o motor do desenvolvimento econômico volte a funcionar como o esperado é fundamental, principalmente em meio às significativas mudanças no contexto geopolítico e às grandes tendências que desafiam o Brasil e o mundo. Nesse cenário, os princípios que norteiam as quatro missões são: Adequação da infraestrutura produtiva às megatendências internacionais, como a digitalização e o combate às mudanças climáticas, a descarbonização da economia, a transição energética, além da segurança sanitária, alimentar e cibernética; Ampliar as medidas de apoio ao desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação; Antecipar medidas para reduzir o Custo Brasil e melhorar o ambiente de negócios, com iniciativas para atrair e intensificar investimentos em infraestruturas econômicas, sociais e digitais; Avançar no processo de integração internacional, com foco na ampliação de oportunidades para o aumento da produção e da exportação brasileira e a inserção competitiva de nossas empresas em cadeias globais de valor; Fortalecer e universalizar as ações direcionadas à formação de recursos humanos qualificados em todos os níveis. Conheça as missões Cada missão é apresentada com a identificação de um problema, no qual é apresentado o contexto atual do tema no país, a solução proposta e os benefícios esperados a partir da adoção de cada política. Para a implementação de cada missão, são sugeridos programas de trabalho com as ações específicas para se chegar aos objetivos estipulados. Missão 1: Descarbonização Objetivo: desenvolver uma economia de baixo carbono, com estímulos à descarbonização da indústria, à transição energética e à promoção da bioeconomia e da economia circular. Programas de trabalho: Energias Renováveis e Eficiência Energética, Mercado de Carbono, Economia Circular, e Conservação Florestal e Bioeconomia Benefícios esperados: Atração de investimentos internacionais, expansão da oferta de fontes mais limpas de energia e com menor custo, implementação da cadeia de valor do hidrogênio, redução do desmatamento ilegal, fomento a novos mercados para bioeconomia. Missão 2: Transformação Digital Objetivo: capacitar as empresas brasileiras, em especial as pequenas e médias empresas, para que possam ampliar sua escala de mercado e, assim, se habilitarem para participar de cadeias globais de fornecimento. Programas de trabalho: Mobilização Empresarial, Inovação em Gestão, Planos Estratégicos de Digitalização, e Fomento ao Desenvolvimento de Soluções Digitais Benefícios esperados: Aumento da produtividade e da competitividade, modernização produtiva, melhora da qualidade de produtos e serviços, aumento da eficiência energética, redução de impactos ambientais. Missão 3: Saúde e Segurança Sanitária Objetivo: universalizar o acesso e promover o desenvolvimento competitivo da cadeia de produção e exportação de medicamentos, vacinas, testes, protocolos, equipamentos e serviços. Programas de trabalho: Desenvolvimento e Produção de Vacinas, Produção de Produtos Farmacêuticos Ativos (IFA), Produção de Medicamentos, Prestação de Serviços para a Indústria Farmacêutica, Produção de Materiais e Equipamentos Médicos, e Assistência Farmacêutica Benefícios esperados: Redução da dependência nacional por importação de insumos, bens e serviços de saúde; aumento da produção industrial de medicamentos, insumos, materiais e equipamentos de saúde; estruturar a cadeia produtiva do Complexo Econômico-Industrial da Saúde; aumentar a produção de bens e serviços médicos e laboratoriais; incentivar o desenvolvimento, a pesquisa e a capacitação científica e tecnológica e a inovação; garantir o acesso da população brasileira à saúde de qualidade; fortalecer a gestão em saúde e a articulação nacional para a qualificação das compras públicas. Missão 4: Defesa e Segurança Nacional Objetivo: apoiar o desenvolvimento de elos estratégicos das cadeias do complexo industrial da defesa e segurança nacional, com foco em tecnologias de uso atual. Programas de trabalho: Sensibilização da Sociedade, Previsibilidade Orçamentária, Foco e Prioridade Tecnológica, Contrapartidas Comerciais e Tecnológicas, Fontes de Financiamento, e Engajamento de Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) Benefícios esperados: Fortalecimento da base industrial do setor de defesa e segurança, aumento da autonomia tecnológica, redução da dependência externa, ganhos com benefício compartilhado entre setores civil e militar, aumento da inovação tecnológica. Plano também traz 60 ações transversais para melhorar competitividade Inicialmente apresentado em janeiro, o Plano de Retomada da Indústria seguiu como tema de debates entre os setores industriais. O resultado das discussões é uma agenda de 60 medidas transversais, que contribuem para a modernização de processos produtivos, a redução dos custos de produção e a inserção de empresas brasileiras no mercado global. As propostas estão divididas nos nove eixos temáticos abaixo: Tributação O objetivo das 10 medidas propostas pelo setor industrial é simplificar o sistema tributário, eliminar a cumulatividade e garantir que os créditos tributários indevidos sejam devolvidos de maneira oportuna para as empresas, especialmente aqueles decorrentes de investimentos e exportações. Financiamento As 11 propostas visam garantir o acesso ao crédito, principalmente das pequenas e médias empresas, com programas que ofereçam garantias aos empréstimos e para a modernização industrial, para a inovação e para a economia de baixo carbono, além de fortalecer a atuação do BNDES como principal agente promotor da reindustrialização do Brasil. Comércio e Integração Internacional Foram apresentadas sete propostas para recriar o sistema de garantias e financiamento ao comércio exterior, aumentar a integração internacional do Brasil e assegurar maior competitividade dos produtos e serviços brasileiros no mercado externo, além de medidas para facilitação e desburocratização das operações de comércio, defesa contra barreiras comerciais de terceiros países e fortalecimento dos instrumentos de combate ao comércio ilegal. Ambiente regulatório e segurança jurídica As sete medidas listadas são propostas para melhorar o ambiente de negócios, harmonizar e modernizar marcos regulatórios, aperfeiçoar a coordenação intragovernamental e a cooperação público-privada, além de ações para aumentar a eficiência do Estado e a segurança jurídica dos investimentos no país. Infraestrutura O foco das sete ações apresentadas é aumentar o volume de investimentos públicos em infraestrutura para estimular os investimentos privados no setor, além de promover a competição no mercado de gás natural, reduzir o custo da energia elétrica para a indústria e melhorar a eficiência dos transportes ferroviário, marítimo e de cabotagem. Inovação e Desenvolvimento Produtivo As cinco ações propostas pelo setor industrial buscam garantir os recursos necessários à inovação, seja por meio de fundos públicos, como o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), ou pela modernização de regras de incentivo à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. Educação As cinco ações listadas para a área buscam garantir a formação dos jovens para o mercado de trabalho, com uma política nacional de educação profissional e tecnológica e a plena implementação do novo ensino médio – em especial o itinerário de formação técnica e profissional – e com a modernização do sistema de aprendizagem. Relações de Trabalho O objetivo das sete propostas é o alinhamento entre as legislações trabalhista e previdenciária e o avanço na modernização trabalhista, garantindo que as regras estejam alinhadas às formas modernas de se trabalhar. Desenvolvimento Regional A proposta apresentada para o tema busca ampliar e aperfeiçoar os instrumentos de políticas públicas para aproximar o PIB per capita dessas regiões ao PIB per capita nacional, com objetivo de reduzir o enorme desafio brasileiro das desigualdades regionais.
- Etanol ganha força em Goiás
12.05.2023 Nesta última sexta-feira, 12, foi inaugurada em Aporé, no sul de Goiás, a usina sucroenergética Nardini Agroindustrial. Com investimentos de aproximadamente R$ 800 milhões, a unidade estima criar dois mil empregos diretos e indiretos. Para comprovar que indústria sucroenergética é prioridade das políticas do atual governo e imprescindível para o combater a pobreza energética, com estímulo das energias renováveis, estavam presentes o vice-presidente da República Geraldo Alckmin e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, também acompanhou. A nova unidade Para a safra atual, espera a moagem de 900 mil toneladas de cana-de-açúcar. Com a produção de 80 milhões de litros de etanol hidratado e a geração , a partir do bagaço da cana, 55 mil MW excedentes de energia elétrica. O Grupo Nardini possui sede no município de Vista Alegre do Alto, no Estado de São Paulo, mas a decisão de construir uma nova unidade da empresa, em Aporé remonta a 2007. Tratou-se de uma escolha estratégica, uma vez que a direção da companhia vislumbrou a oportunidade de expandir os negócios na região do Sul de Goiás, onde a Nardini investia no ramo da pecuária. O impulso veio com o incentivo governamental, por meio do Programa Produzir, do Governo do Estado de Goiás. Em 2021, foi lançada a pedra fundamental para a construção da indústria, quando as obras foram intensificadas.
- Produção industrial por mão de obra carcerária cresce 1.000% em Goiás
11.05.2023 A produção industrial do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, gerido pela Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), cresceu 1.000% por mão de obra carcerária em Goiás em 2022. A produção de marcenaria incluiu a confecção de brinquedos, móveis, quadros e jogos de tabuleiros. As atividades fazem parte do processo de ressocialização do Complexo, com profissionalização e emprego da mão de obra carcerária. Os produtos confeccionados serão apresentados na 76° Exposição Agropecuária de Goiás, entre os dias 18 e 28 de maio, no Parque de Exposições Pedro Ludovico Teixeira, no Setor Nova Vila. A Polícia Penal terá um estande na feira para demonstração dos trabalhos realizados. Atualmente, 52 detentos, entre homens e mulheres, fazem serviços nas oficinas, que compreendem serralheria, marcenaria, alfaiataria, serviços gerais e cozinha. Outros 185 custodiados trabalham nas empresas conveniadas. Todos são remunerados e têm direito a remição de pena, conforme determina a Lei de Execução Penal (LEP). Diversificação Para 2023, a DGAP trabalha com uma nova perspectiva: a diversificação dos itens. Em março, a Seção Industrial adquiriu duas máquinas para a oficina de marcenaria: uma serra esquadrejadeira e uma tupia de mesa, com recursos do Conselho da Execução Penal de Aparecida de Goiânia. O primeiro equipamento é utilizado para cortes precisos em materiais, como compensado e MDF; o segundo é ideal para encaixes, molduras e para aprimorar detalhes decorativos nas peças. A partir disso novos brinquedos — miniaturas de caminhões, tratores, caravelas e aviões —, artigos com temática policial, painéis e aves decorativas, além de jogos de tabuleiro, passaram a ser confeccionados em madeira. Os itens somam-se aos já conhecidos objetos produzidos com o mesmo material pela Seção Industrial, como mobiliários infantis e brinquedos educativos. Além dos serviços em madeira, quadros com pinturas emoldurados também estão entre os artigos confeccionados. “Estamos modernizando e ampliando a Seção Industrial. A meta da DGAP, para este ano, é abrir aproximadamente 1 mil vagas de trabalho dentro do Complexo Prisional”, afirma o diretor-geral de Administração Penitenciária, Josimar Pires. “A ideia é que, quando essas pessoas deixarem a prisão, possam ser reintegradas de fato à sociedade e ao mercado de trabalho”, emenda. (A Redação)
- Adial realiza levantamento das rodovias que podem receber recursos
10.05.2023 O Governo definiu as primeiras obras a serem custeadas com os recursos do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra). E para ajudar o Estado a dar prioridade nas necessidades, a Adial vai desenvolver uma reunião com os departamentos de logísticas e infraestrutura das associadas no próximo dia 16 de maio, terça-feira, às 9 horas, para realizar um levantamento com a identificação do máximo de rodovias com necessidades de pavimentação ou até mesmo cascalhamento, no caso das pistas vicinais. A Adial é uma das entidades do Comitê do Fundeinfra. Apenas para fazer estradas o Governo Estadual terá disponível cerca de R$ 1 bilhão por meio do Fundeinfra e outros R$ 2 pelo orçamento. “É mais uma conquista da Adial e da Adial Log. Os projetos executivos das novas rodovias devem ser do setor privado para a execução do Governo”, afirma o presidente- executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho. Assembleia Esse foi um dos pontos apresentados na reunião mensal da Adial. Outro ponto foram as atividades da Adial Talentos. O objetivo é qualificar a mão de obra que está em operação e ajudar na contratação e na capacitação destes colaboradores. “Precisamos que as empresas utilizem esses serviços, que são sem custos para as nossas associadas. Estamos à disposição para ajudar nas questões relacionadas à recursos humanos”, pontua o coordenador do projeto, Alfredo Santana. O presidente do Conselho, Zé Garrote, complementa que “só vamos desenvolver a Adial Talentos se tivermos demandas dos nossos associados”. Outro ponto destacado é mostrar à população que os beneficiados do Bolsa Família não perdem o auxílio caso tenham a carteira assinada. Preocupação Os impactos negativos da atualização da Reforma Tributária foi tema de reunião da Adial com o vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço (ES) e com o Governador de Goiás, Ronaldo Caiado. No encontro foi apresentado um estudo que mostra a perda de competitividade do Estado, caso seja aprovado. “O nosso governador se tornou um novo aliado contra a reforma”, pontuou Tchequinho. Outro ponto apresentado foi a atualização do Master Plan da Adial com as diretrizes para a próxima década de atuação e conquistas da entidade. Em especial o AgreGo, que foi dividido em 11 câmaras setoriais. “Vários segmentos já estão com as discussões em andamento. Nas próximas semanas, alguns setores - como de atomatados e bovinos - vão iniciar com as primeiras reuniões”, explica Edwal Tchequinho. E para finalizar, foi realizada a prestação de contas das obras da nova sede.
- Plataforma Rede do Bem permite empresas a ajudar entidades ONGs
09.05.2023 Novidade foi lançada pela Adial e Jaepel Unir quem precisa e quem pode ajudar. Esse é o principal objetivo da plataforma Rede do Bem, lançada na última segunda-feira, 08 de maio, pela Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial) e a Jaepel. A plataforma promove a responsabilidade social empresarial e colabora para a melhoria da qualidade de vida de pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social, permitindo que as empresas tenham acesso a projetos, instituições e ONGs que seguem as leis de incentivos fiscais reconhecidas por segmento de atuação, seja na educação, esporte, cuidados de vulneráveis, reciclagem entre outros. O App é aberto para o cadastro das instituições que buscam apoio para o desenvolvimento de suas atividades e para as empresas e apresentam as demandas emergenciais e recorrentes. A importância De acordo com o presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote, é importante induzir as pessoas a serem melhores, mesmo tropeçando e caindo. "Não existe prosperidade se a pessoa trabalhar para si só, sem dar possibilidade para o próximo. Por isso, ajudar empresas e entidades sérias é uma oportunidade para todos os lados", pontua. O diretor comercial da Jaepel, José Roberto Amoroso, pontou que a após a pandemia a necessidade de ajudar o próximo aumentou. " As empresas podem doar pelo coração, mas também para poder crescer, elas precisam se adequar para seguir o ESG. Essa plataforma ajuda nisso", explica. A secretária de Estado de Cultura (Secult), Yara Nunes, marcou presença e representou o governador Ronaldo Caiado. "Uma das ferramentas do app é o Programa Goyazes que pode abater no ICMS . A cultura também é social." Representando as unidades, Bárbara Nogueira, presidente da Associação de Mãos Dadas, afirma que as entidades realizam suas atividades por amor, mas com inúmeras dificuldades, tudo é possível graças aos parceiros de jornada. "Agradecemos em sonhar conosco e construir seu legado de solidariedade para construir um mundo melhor para todos nós." Os empresários e as entidades podem baixar a aplicativo clicando aqui. Fotos: Léo Iran














