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  • Adial participa da inauguração de dois novos armazéns no Porto do Açu

    04/07/24   São 36.000m², sendo 12,8 mil m² de galpões e pátio dedicado de 14 mil m² para alavancar a movimentação de grãos e criar a sinergia entre os setores, duplicando a movimentação pelo T-MULT   A Adial participa nesta quinta-feira, 04/07, da inauguração de dois novos galpões do  grupo Minas Port no Porto do Açu, Norte Fluminense (RJ). São dois novos galpões de 6,4 mil m² cada, totalizando 12,8 mil m², com capacidade de estocagem de 70 mil toneladas, sendo 35 mil em cada um deles com foco no armazenamento de grãos (soja e milho). Além disso, uma nova área de 14mil m² estará pronta para armazenar diversos produtos, como combustíveis sólidos e matéria-prima para atendimento as Cimenteiras e Cales.     Da Adial estão presentes o presidente do Conselho da Adial, Zé Garrote, o presidente-executivo, Edwal Portilho, o Tchequinho, e o diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves. A chefe de Gabinete da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Paula Coelho, e representantes das empresas associadas da entidade, Ananias Jaime (Citale),  Eduardo Oliveira (Volga), Antonio Augusto de Toni (SSA),l e Josimar Cesar (SSA) também participam. Zé Garrote explicou a todos a relevância da Adial para a indústria goiana. "Nosso trabalho é vital para o crescimento e desenvolvimento do setor industrial em Goiás". Além disso, destacou a a presença dos filhos do proprietário dos dois novos galpões. "Isso significa que eles estarão conduzindo um importante processo de sucessão, assegurando a continuidade e o futuro dos negócios", disse. Instalado no porto-indústria, o Terminal Minas Port será responsável tanto pela movimentação de suas cargas de combustível sólido como também prestará serviços de armazenagem e transporte para clientes do setor agrícola. O embarque das cargas exportadas acontecerá pelo Terminal Multicargas (T-MULT) do Açu.   Em paralelo à inauguração dos armazéns, o Grupo Minas Port também está implementando um novo conceito de sinergia entre os setores: Agro, Fertilizantes, Indústria de Cimentos e Produtos Siderúrgicos além de consolidar a logística casada no Porto do Açu, que visa aumentar a produtividade via transporte rodoviário. A frota de caminhões da empresa entrará no Açu trazendo soja para estocagem nos galpões e fará a logística reversa do complexo portuário, levando combustível sólido e fertilizantes para distribuição principalmente em MG e GO.   A nova estrutura de armazenagem promete ampliar ainda mais a competitividade para a movimentação destas cargas.   “Em uma mesma viagem faremos duas rotas, otimizando o transporte das cargas e reduzindo os custos de frete para os nossos clientes. Já os parceiros logísticos contam com um sistema robusto de automação, que foi desenvolvido pela companhia para agilizar todo processo que envolve descarga e carregamento de forma casada, aumentando de forma significativa sua eficiência operacional. Além desses fatores e para fechar de forma harmônica todo esse processo, será iniciada a construção da misturadora de fertilizantes no Porto do Açu”, explica Marcelo Marra, CEO do Grupo Minas Port.   O CEO ainda complementou que toda cadeia de importação e exportação será beneficiada, desde os produtores de grãos até o consumidor final. Além disso, destacou uma estimativa de quase 3 bilhões de reais que foram pagos em estadias de navios para atracação somente nos Portos de Santos e Paranaguá no ano de 2023. Já no Porto do Açu, os clientes irão dispor de uma janela contratada para atracação, reduzindo o altíssimo custo pago por toda cadeia pelo Demurrage dos navios.   Os dois novos galpões do Minas Port complementam a estrutura de atendimento para a oferta de mais serviços no T-MULT, que já conta com três armazéns cobertos, em operação desde 2023.   “O Porto do Açu é a alternativa logística mais eficiente para aumentar a competitividade das indústrias e do agronegócio do Sudeste e do Centro Oeste, com tempo de espera para atracação dos clientes muito menor do que a média dos demais portos do país. A nova estrutura de armazenagem do Grupo Minas Port vem somar à nossa capacidade. A proximidade dos armazéns ao terminal garante maior competividade para toda a operação. Estamos ampliando a capacidade do T-MULT ano a ano para dar vazão à demanda e ao crescimento dos clientes instalados no porto-indústria”, avalia Eugenio Figueiredo, CEO do Porto do Açu.   Crescimento exponencial do T-MULT   Em 2023, o T-MULT movimentou 2,1 milhões de toneladas, o que representou incremento de 33% em relação ao mesmo período em 2022. No último ano, foram adicionadas novas cargas ao portifólio, incluindo briquetes de minério de ferro, soja, milho para exportação, além de sal recebido por cabotagem. O T-MULT conquistou, ainda sete novos clientes, totalizando 55 no portfólio.  O terminal opera há oito anos, movimentando granéis sólidos e carga de projeto e teve uma alavancagem (ramp-up) de 43% ao ano (conforme CAGR – taxa composta de crescimento anual). O terminal obteve crescimento de operações de exportação, importação e cabotagem, dobrando suas operações em apenas dois anos. Com o equilíbrio entre cargas de importação e exportação, o terminal também oferece soluções competitivas focadas na necessidade dos clientes.   Até o fim de 2024, a área de cais operacional do T-MULT contará com 500 metros, com calado de até 13,1 metros, e um segundo berço para operar dois navios simultaneamente. Com isso, a capacidade de movimentação do terminal, já num primeiro momento, aumentará para 2,7 milhões de toneladas ao ano. Considerando também a expansão da área de armazenagem, será possível duplicar essa capacidade de movimentação ao longo dos próximos anos, chegando até 5 milhões de toneladas, que é o que uma operação simultânea de dois navios possibilita.

  • Adial no podcast "Papo Ligeiro"

    03.07.2024 O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, conhecido como Tchequinho, é o convidado do podcast "Papo Ligeiro", apresentado pelo produtor rural Nilson Prado. A entrevista estará disponível na terça-feira, dia 16 de julho, às 18 horas, no Instagram e no canal do YouTube. O podcast foi criado em outubro do ano passado com o objetivo de destacar as qualidades e contribuições do empresariado, além de explorar e discutir temas polêmicos. Neste bate-papo, Tchequinho e Nilson discutiram vários pontos sobre a indústria, um deles foi o fim dos incentivos fiscais e a necessidade de leis regulamentares. Tchequinho destaca: "Goiás está, no mínimo, a 1.100 km de distância de portos, e estamos longe dos grandes centros consumidores. Goiás é um estado exportador, e quando o imposto é transferido para o estado consumidor, isso inviabiliza muito." Tchequinho e Nilson exploraram diversos aspectos cruciais da indústria. Um dos temas centrais foi o fim dos incentivos fiscais e a premente necessidade de novas leis regulamentares. Tchequinho destacou com precisão: "Goiás está, no mínimo, a 1.100 km de distância dos portos, e estamos longe dos grandes centros consumidores. Goiás é um estado exportador, e quando o imposto é transferido para o estado consumidor, isso inviabiliza muito." No tocante à situação da indústria láctea goiana, Tchequinho elucidou: "A produtividade goiana caiu. Atuamos junto com o AgreGo Lácteo para atender 70 mil produtores, investindo em recursos para a transferência de tecnologia no campo." Outro ponto de grande relevância foi a insegurança jurídica enfrentada por empresários e empreendedores. A discussão também abrangeu fatores determinantes para a competitividade em Goiás, tais como energia, sistema rodoviário e segurança alimentar. Para uma imersão completa nesses e em outros tópicos, não perca o podcast no dia 16 de julho, terça-feira.

  • Evento apresenta modelos de inteligência artificial para administração, saúde e educação

    03/07/24 O analista de tecnologia da informação da Adial, Edilar Tereza da Silva, participa nesta quarta-feira, 03/07, do Demoday, um evento que apresenta os resultados dos testes de startups que desenvolveram soluções para desafios enfrentados pelas secretarias de Administração, Educação e Saúde. O encontro acontece no Auditório do Hub Goiás. Edilar destacou algumas das inovações já divulgadas. Na área da saúde, a utilização de inteligência artificial (IA) foi um dos principais focos. "A IA coleta dados de cada município e identifica quais estão mais propensos a surtos de dengue, por exemplo, permitindo um combate mais direcionado e eficaz", explicou. No setor de educação, a inteligência artificial também foi destaque. "A tecnologia está sendo aplicada para minimizar a evasão escolar, oferecendo soluções personalizadas para reduzir as taxas de abandono", disse. Além disso, na área administrativa, a IA está sendo utilizada para aumentar a fiscalização de contratos, garantindo maior transparência e eficiência nos processos.

  • Adial no Arraiá da FPA

    03/07/24 A Adial participou, na noite desta terça-feira, (02/07), em Brasília, do arraiá da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O evento contou com a presença do presidente-executivo da entidade, Edwal Portilho, o Tchequinho, da diretora Executiva da Sociedade Rural Brasileira, Patrícia Arantes, do diretor de Relações Institucionais da Piracanjuba, Marcelo Martins, do diretor-executivo da Viva Lácteos, Gustavo Beduschi, e do diretor da Adial Brasil, Ernesto Beccon, entre outros importantes profissionais do agronegócio brasileiro.

  • Reforma Tributária e Plano Safra 2024/2025 são temas de reunião no IPA/FPA

    02.07.2024 A Adial participou da reunião almoço nesta terça-feira, 02 de julho, do Instituto Pensar Agropecuária (IPA) , da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília, com o objetivo de analisar as últimas demandas da regulamentação da Reforma Tributária em uma semana de esforço concentrado para a análise da matéria na Câmara dos Deputados. Na ocasião, os parlamentares também discutiram sobre o Plano Safra 2024/2025. Segundo o presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, que participou da reunião, ficou definido que, além de manter vigilância sobre o conteúdo do relatório, é necessário aguardar sua publicação, prevista para esta semana. “Assim que o relatório estiver disponível, devemos analisá-lo minuciosamente, concentrando-nos nas questões transversais a todas as cadeias do agronegócio. A partir dessa análise, será possível definir as prioridades”, pontua. Ele ainda esclarece que no entanto, provavelmente não será possível detalhar cada cadeia individualmente, já que a votação está prevista para a próxima semana. ‘Portanto, vamos aguardar os próximos passos e a publicação do relatório. Essa foi a decisão tomada no IPA e pela Frente Parlamentar da Agricultura”, revela.

  • Capacitação em oratória e escrita comercial é iniciada em parceria com Adial

    02.07.2024 A empresa Volga iniciou nesta terça-feira, 02 de julho, em Goiânia, as ações voltadas para estabelecer a parceria firmada entre a Adial, a Secretaria da Retomada de Goiás e a Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds). O resultado é a abertura das inscrições para o treinamento e capacitação nos cursos de Oratória e Escrita Comercial. Segundo o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Rocha, os cursos visam capacitar os participantes para se expressarem de maneira clara e eficaz, tanto na fala quanto na escrita, habilidades fundamentais no ambiente corporativo. Além disso, as capacitações serão realizadas no formato "in company", dentro da própria empresa e com conteúdo e metodologia personalizados para atender às necessidades específicas dos colaboradores. Na abertura das inscrições, participaram o secretário da Retomada, Matheus Oliveira, Antônio Augusto, Anderson Lima, Flavia Lopes, e Bruno Lopes.

  • Adial participa de reunião para discutir os impactos da EUDR no Brasil

    02.07.20247   O presidente-executivo da Adial, Edwal Portilho, o Tchequinho, participou na manhã desta terça-feira, 02 de julho, de uma reunião no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília. O tema central do encontro foi a Regulamentação Europeia de Antidesflorestamento (EUDR), que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2025. Foram discutidas estratégias e formas de engajamento frente à implementação da EUDR, visando minimizar seus impactos sobre o comércio internacional do Brasil. A expectativa é de que a nova legislação europeia tenha um impacto significativo nas exportações de produtos do agronegócio brasileiro, um setor vital para a economia do país. Além disso, o Itamaraty, a convite da Secretaria de Agricultura do Estado de Goiás, apresentou , junto com outros ministérios, uma nova plataforma de rastreabilidade. Esta plataforma, desenvolvida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e outros ministérios como o dos Povos Indígenas, será utilizada para atender às exigências de rastreabilidade da França a partir de 1º de janeiro. A plataforma, chamada "Agromais Sustentável", permitirá que os produtores realizem seus próprios preenchimentos diretamente na plataforma do gov.br , que é altamente eficiente. O Brasil é considerado um dos países mais digitalizados do mundo, ficando atrás apenas da Letônia. “Essa iniciativa representa um esforço conjunto de todos os ministérios envolvidos, que estão tecnicamente colaborando para estabelecer a plataforma como um porto seguro para atender às exigências internacionais, especialmente as do Parlamento da União Europeia”, pontua Tchequinho. O evento liderado pelo Diretor do Departamento de Política Comercial do Ministério das Relações Exteriores, Fernando Meirelles de Azevedo Pimentel, reuniu representantes de diversas associações da iniciativa privada, além de membros do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

  • Debate sobre governança no agro destaca benefícios e oportunidades no Global Agribusiness Festival

    01.07.2024 Um dos painéis de discussão no Global Agribusiness Festival (GAFFFF), realizado no Allianz Parque, em São Paulo, teve como tema central "Governança e Gestão no Agro" e contou com a participação de Rodrigo Penna, diretor financeiro da Jalles Machado, empresa associada da Adial. Além de Penna, participaram Flávio Mata, CEO e sócio da Agri Connection, Zé Dias, sócio do escritório de advocacia Demareste, e Pedro Freitas da XP, que atuou como moderador. O debate focou nos benefícios e oportunidades que uma melhor governança pode trazer para as companhias do agronegócio, especialmente no acesso ao mercado de capitais. O diretor-executivo da Adial Log, Eduardo Alves, presente no evento, relatou que o painel foi um bate-papo sobre os benefícios e oportunidades para as companhias do agro de acessarem melhor o mercado de capitais com o avanço da governança. "As empresas que conseguem demonstrar e comunicar uma governança forte acabam tendo uma vantagem significativa ao acessar mercados, inclusive para os seus produtos", afirmou. A diretoria da Adial também participou do Global Agribusiness Festival (GAFFFF). O presidente do Conselho, Zé Garrote, o presidente-executivo, Edwal Portilho, e o diretor-executivo, Eduardo Alves, estiveram presentes.

  • Mulheres são 'espinha dorsal' da segurança alimentar, defende Graça Machel

    01.07.2024 Empresas do agro precisam escutar mais as opiniões das produtoras e empreendedoras rurais, diz ativista Graça Machel esteve no Global Agrobusiness Festival (GAFFFF), em São Paulo As mulheres são a espinha dorsal da segurança alimentar e dos sistemas mais sustentáveis no campo, sustentou a ativista global por direitos humanos e ex- primeira-dama da África do Sul Graça Machel. “A liderança das mulheres pode ajudar a redesenhar o setor agroindustrial e torná-lo um setor de prosperidade para todos. Podem também construir comunidades mais vibrantes e saudáveis. As mulheres trazem possibilidades únicas e são muitas vezes as primeiras a adotarem práticas sustentáveis no campo, por exemplo”, afirmou Machel nesta sexta-feira (28/6), em um dos palcos do Global Agrobusiness Festival (GAFFFF). Ela ressaltou que, em um cenário de mudanças climáticas e fome, empresas do agronegócio precisam escutar mais as opiniões das produtoras e empreendedoras rurais. O motivo, acrescenta ela, é porque as mulheres costumam decidir quais produtos serão consumidos em casa. “No Brasil, até uma década atrás, as mulheres estavam ausentes do agronegócio de larga escala. Elas tendem a dar prioridade às necessidades nutricionais das famílias e comunidades”, citou. Marchel falou ainda que são as mulheres as mais alinhadas com integração entre culturas e diversificação nas lavouras. Em paralelo, a ativista defende o direito à terra e à herança como vitais para mulheres produtoras, “pois possibilitam independência econômica e jurídica”. No Brasil, apesar de 30% de mão de obra agrícola ser feminina, só 19% são líderes de propriedades. “Os direitos à terra e à herança permitem que as mulheres adotem práticas agrícolas sustentáveis e que elas possam conduzir da melhor forma o manejo do campo. Em países em que isso acontece, há melhoria na nutrição e no destino dos recursos públicos e privados”, observou. Ligada à luta contra a fome no continente africano, Machel destacou que o setor agropecuário possui “profunda responsabilidade em alimentar de forma saudável o mundo e isso não tem nada a ver com classe social”. Ela menciona que, apesar os governos terem responsabilidade pelo combate à fome, a agroindústria não pode se esquivar de contribuir nesta meta. "Estou do lado dos que argumentam que acessibilidade aos alimentos é uma questão de soberania e as grandes empresas precisam se preocupar com soberania [alimentar] nos países que atuam”, ressaltou. Ativismo Aos 78 anos, Machel, que foi casada com Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, passou a ser referência no debate sobre o combate ao racismo e sobre a defesa do empoderamento feminino e da segurança alimentar. “A segurança alimentar continua o desafio mais preeminente do nosso tempo”, enfatizou. Sobre o Brasil, ela afirmou que o país tem potencial para alimentar o mundo e exporta suas principais culturas, mas que não consegue fazer o dever dentro de casa. Fonte: Globo Rural

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