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- Novas regras para emissão de notas fiscais de débito e crédito serão obrigatórias a partir de janeiro de 2027
Mudança alcança operações como venda para entrega futura com pagamento antecipado, perdas de estoque, redução de valores ou quantidades e retorno de mercadorias (Foto: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil) Empresas terão até o fim deste ano para se preparar para novos procedimentos relacionados à emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). As regras estabelecidas pelo Ajuste SINIEF nº 49/2025 para utilização das finalidades específicas de Nota de Débito e Nota de Crédito passarão a ser obrigatórias a partir de 1º de janeiro de 2027. A definição do novo prazo ocorreu com o Ajuste SINIEF nº 27/2026, publicado no Diário Oficial da União em 14 de agosto. O ato acrescentou a cláusula quinta-A ao Ajuste nº 49/2025 e estabeleceu expressamente o início da obrigatoriedade para janeiro do próximo ano. Quais operações são alcançadas? O Ajuste SINIEF nº 49/2025 estabelece procedimentos para emissão de documentos fiscais em quatro situações principais: venda para entrega futura quando houver pagamento antecipado, total ou parcial, pelo adquirente; perda de mercadoria em estoque por extravio, perecimento, deterioração, furto ou roubo; redução de valores ou quantidades quando não for possível cancelar a NF-e de saída; retorno de mercadorias por recusa, total ou parcial, na entrega ou pela não localização do destinatário. Dependendo da operação, a NF-e deverá ser emitida com a finalidade específica de Nota de Débito ou Nota de Crédito, além do preenchimento dos campos e códigos previstos na regulamentação. Na venda para entrega futura com pagamento antecipado, por exemplo, a norma prevê a emissão de NF-e com finalidade “Nota de Débito” e tipo “Pagamento antecipado”. Já nos casos de redução de valores ou quantidades após a emissão da nota original, está prevista a utilização da finalidade “Nota de Crédito”. O que mudou com o Ajuste SINIEF nº 27/2026? O Ajuste SINIEF nº 49/2025 passou por alterações posteriores promovidas pelos Ajustes SINIEF nº 8/2026, nº 15/2026, nº 20/2026 e, mais recentemente, nº 27/2026. A alteração mais recente trouxe uma definição importante para os contribuintes: a adoção dos procedimentos previstos no Ajuste nº 49/2025 será obrigatória somente a partir de 1º de janeiro de 2027. É importante diferenciar a produção de efeitos da norma de sua obrigatoriedade. O Ajuste SINIEF nº 49/2025 produz efeitos desde 3 de agosto de 2026, mas, com a inclusão da cláusula quinta-A, os contribuintes somente estarão obrigados a seguir os novos procedimentos a partir de janeiro de 2027. Na prática, durante o restante de 2026, a adoção desses procedimentos não é compulsória exclusivamente por força do Ajuste SINIEF nº 49/2025. Permanecem, entretanto, válidas as demais obrigações e regras fiscais previstas na legislação aplicável em cada unidade da Federação. Empresas devem aproveitar período para adaptação O prazo até janeiro de 2027 permite que as empresas avaliem os impactos dos novos procedimentos em seus processos fiscais, contábeis e operacionais, incluindo a parametrização dos sistemas responsáveis pela emissão de documentos fiscais. A recomendação é acompanhar a regulamentação aplicável e revisar, com as áreas fiscal e contábil, os procedimentos que serão necessários para que a emissão das NF-e esteja adequada às novas exigências a partir do início de 2027. Fonte: Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) – Ajustes SINIEF nº 49/2025 e nº 27/2026.
- ADIAL leva comitiva da República Democrática do Congo para conhecer a força produtiva de Goiás
Agenda em Rio Verde e Montividiu aproximou representantes congoleses de empresas goianas e abriu diálogo para o fornecimento de alimentos e insumos ao país africano A ADIAL - Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás conduziu uma agenda de aproximação comercial entre o setor produtivo goiano e representantes da República Democrática do Congo (RDC). A comitiva esteve em Rio Verde e Montividiu, onde visitou a COMIGO, a Milhão Ingredients e a Fazenda Tropical. O objetivo da missão foi apresentar a capacidade produtiva de Goiás, aproximar as empresas dos representantes congoleses e identificar possibilidades de fornecimento de alimentos e insumos diretamente ao país africano. Segundo informações apresentadas pela delegação, aproximadamente 80% dos produtos consumidos na RDC são importados. Essa dependência do mercado externo representa uma oportunidade para que o país amplie o acesso a alimentos de qualidade, adquiridos diretamente de produtores, cooperativas e indústrias. Para Goiás, a aproximação abre novas possibilidades comerciais e fortalece a presença das empresas do estado no mercado internacional. Durante a agenda, a comitiva conheceu diferentes etapas da cadeia produtiva. Na COMIGO, em Rio Verde, os representantes tiveram contato com a estrutura da cooperativa, que reúne produção agropecuária, armazenagem, fornecimento de insumos e transformação industrial de matérias-primas. A visita à Milhão Ingredients apresentou a atuação da indústria goiana na produção de ingredientes à base de milho não transgênico, com processos de qualidade e presença no mercado internacional. Em Montividiu, a comitiva também conheceu a Fazenda Tropical e sua estrutura voltada à produção agrícola e à pecuária. A diversidade dos locais visitados permitiu apresentar, na prática, como Goiás integra produção primária, tecnologia, processamento industrial e capacidade de fornecimento em escala. A ADIAL atuou como interlocutora entre os representantes da RDC e o setor produtivo, conectando demandas do país africano às possibilidades de produção e fornecimento das empresas goianas. Para a entidade, a construção de relações comerciais internacionais amplia mercados e gera novas oportunidades para a indústria, para o agronegócio e para toda a economia estadual. A missão foi acompanhada pelo presidente-executivo da ADIAL, Edwal Portilho, o Tchequinho, e pelo diretor de Relações Institucionais e Governamentais, Eduardo Alves. Representaram o Governo da República Democrática do Congo Lambert Diyoka Bikanda e Bernadette Diyoka Tshilemba. Pela Associação Comercial da RDC, participaram Andre Mukendi Musoko e Malu Lusamba Mitewu. A agenda também contou com Maria Beatriz Borges, CEO da IMC - International Management Consulting Brasil África; Patrick Tshiswaka Mbaya, diretor-geral da organização; e Rômulo Borges Crispim. A aproximação reforça o papel da ADIAL na conexão entre empresas, instituições e mercados internacionais. Ao apresentar a força produtiva de Goiás a potenciais parceiros, a entidade contribui para transformar capacidade industrial em negócios, investimentos e novas oportunidades de desenvolvimento.
- Beauvallet Brasil conquista certificação Great Place to Work®
Com apenas seis anos de atuação no país, companhia de origem francesa recebe reconhecimento baseado na avaliação de seus próprios colaboradores e fortalece sua marca empregadora no setor de carne bovina O frigorífico Beauvallet Brasil acaba de conquistar a certificação Great Place to Work® (GPTW), um dos mais reconhecidos selos internacionais relacionados à cultura organizacional e à experiência dos colaboradores. A conquista ganha relevância por ser resultado da percepção dos próprios profissionais da companhia sobre sua experiência no ambiente de trabalho. A metodologia do Great Place to Work considera aspectos relacionados à confiança, respeito, credibilidade, orgulho e relacionamento entre as pessoas, tornando a participação dos colaboradores elemento central do processo de certificação. De origem francesa, o frigorífico Beauvallet está presente no Brasil há apenas seis anos e vem consolidando sua operação no país a partir de sua unidade industrial em Inhumas, Goiás. A certificação GPTW representa mais um passo no processo de crescimento da companhia e reforça uma estratégia que busca combinar desenvolvimento do negócio, excelência operacional e valorização das pessoas. “Receber a certificação Great Place to Work é motivo de muito orgulho, principalmente porque esse reconhecimento vem dos nossos próprios colaboradores. São eles que constroem a Beauvallet todos os dias. Mais do que celebrar uma conquista, queremos continuar ouvindo nossas pessoas, evoluindo e construindo uma empresa cada vez melhor para trabalhar e crescer profissionalmente.” Charles Léguille, presidente da Beauvallet Brasil. Pessoas no centro do crescimento Nos últimos anos, a Beauvallet Brasil vem ampliando sua atuação no mercado nacional e internacional e fortalecendo sua estrutura organizacional. Nesse processo, a companhia também tem investido na construção de uma cultura baseada em cinco pilares: Fazer o Certo, Fazer Bem-Feito, Fazer Juntos, Agir como Dono e Segurança e Qualidade Sempre. Para a empresa, a certificação GPTW fortalece não apenas sua marca empregadora, mas também sua reputação perante clientes, parceiros, fornecedores, pecuaristas e comunidades onde está presente. A conquista também assume importância estratégica para a atração e retenção de talentos em um momento de expansão da companhia no Brasil. “Uma indústria forte é construída por pessoas. A certificação demonstra que é possível crescer, buscar excelência e ampliar nossa presença no mercado sem perder de vista quem torna tudo isso possível: nossos colaboradores.”, reforça a companhia. Reconhecimento que aumenta a responsabilidade A Beauvallet destaca que a certificação não representa um ponto de chegada. Os resultados da pesquisa também serão utilizados como instrumento para identificar oportunidades de evolução do ambiente organizacional e orientar novas ações voltadas à experiência dos colaboradores. Segundo o material institucional do Great Place to Work, a certificação é reconhecida mundialmente e tem como característica central ser baseada no que os próprios empregados relatam sobre sua experiência no ambiente de trabalho. Para a Beauvallet Brasil, o reconhecimento resume um princípio que passa a acompanhar essa nova etapa de sua história: “Essa conquista tem o nome de cada colaborador.” Sobre a Beauvallet Brasil De origem francesa, o frigorífico Beauvallet atua no segmento de carne bovina e está presente no Brasil desde 2020, com unidade industrial em Inhumas (GO). A companhia possui mais de 650 colaboradores e abate em média 11.550 cabeças ao mês para atender os mercados nacional e internacional (mais de 50 países).
- ADIAL participa do Prumo Day 2026 e acompanha debates sobre energia, capital e desenvolvimento
Presidente-executivo da entidade, Edwal Portilho, destacou a qualidade das discussões promovidas pela Prumo Logística e pelo Porto do Açu, associado da ADIAL A ADIAL – Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás participou, por meio de seu presidente-executivo, Edwal Portilho, o Tchequinho, do Prumo Day 2026, realizado em São Paulo. Promovido pela Prumo Logística, responsável pelo desenvolvimento dos negócios do Porto do Açu, o encontro reuniu lideranças empresariais e especialistas para discutir desafios estruturais, transição energética, competitividade e desenvolvimento econômico. Associado da ADIAL e considerado o maior complexo portuário-industrial privado da América Latina, o Porto do Açu mantém uma agenda de aproximação com o setor produtivo goiano. A parceria busca ampliar as alternativas logísticas para o escoamento da produção de Goiás e fortalecer a conexão das empresas do Estado com os mercados internacionais. Entre os participantes do Prumo Day estiveram Pedro Parente, João Schmidt e Joaquim Levy. As discussões destacaram a necessidade de transformar diagnósticos em execução e enfrentar entraves que limitam a competitividade brasileira. João Schmidt chamou a atenção para a importância de avançar da discussão para a prática. “No Brasil, a gente faz seminário demais e, por vezes, não discute execução”, afirmou. Para ele, o custo da energia representa um fator decisivo para identificar os setores com maior potencial de crescimento e competitividade. Pedro Parente abordou o papel estratégico do petróleo no financiamento da transição energética brasileira. Segundo ele, enquanto países como a Noruega utilizam os recursos gerados pelo setor para sustentar essa transformação, o Brasil ainda não incorporou plenamente essa visão. O executivo também alertou para as distorções do setor elétrico, como o descarte de parte da energia eólica produzida e o crescimento de encargos que encarecem a conta paga pelo consumidor. Joaquim Levy destacou que o custo da energia e o custo do capital são dois dos principais vetores para o crescimento e o desenvolvimento do país. A avaliação reforçou a necessidade de uma agenda estruturada para ampliar os investimentos, reduzir gargalos e criar condições mais competitivas para a indústria. “O Prumo Day tem o mérito de reunir lideranças com experiência prática e capacidade de discutir os grandes desafios do Brasil de maneira objetiva. Foi um encontro de alto nível, muito bem organizado, que não ficou apenas no diagnóstico, mas apontou caminhos para transformar oportunidades em projetos e resultados”, afirmou Tchequinho. O presidente-executivo da ADIAL também ressaltou a importância da aproximação com o Porto do Açu. “Temos muito orgulho de contar com o Porto do Açu entre os associados da ADIAL. É uma estrutura estratégica para o país e uma alternativa logística relevante para Goiás. Essa relação nos permite aproximar a indústria goiana de novas rotas, mercados e oportunidades, fortalecendo a competitividade do nosso setor produtivo”, acrescentou.
- ADIAL participa de imersão sobre os profissionais do futuro em Ribeirão Preto
Presidente-executivo da entidade, Edwal Portilho, acompanha encontro voltado às transformações do mercado de trabalho e às competências exigidas pelas empresas A ADIAL – Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás participou, por meio de seu presidente-executivo, Edwal Portilho, o Tchequinho, da imersão presencial “Profissionais do Futuro”, realizada nesta quinta-feira, 13 de agosto, no campus da Harven Agribusiness School, em Ribeirão Preto (SP). Conduzido por Gustavo Barbosa e Fábio Guelere, o encontro reuniu lideranças e profissionais para uma análise das principais tendências do mercado, das transformações no ambiente corporativo e das competências que devem orientar a formação de talentos nos próximos anos. A participação reforçou a atuação da ADIAL na busca por conhecimento, inovação e experiências que possam contribuir para o desenvolvimento das empresas associadas e o fortalecimento da indústria goiana. Para a entidade, acompanhar as mudanças no perfil dos profissionais e nas relações de trabalho é fundamental para que as empresas se preparem para novos desafios, desenvolvam suas equipes e preservem sua capacidade de crescer e competir em um mercado em constante transformação.
- ADIAL fortalece conexões com a Agromat e amplia diálogo para novos negócios
Augusto Giacomini Delatorre, CEO e presidente da Agromat e Edwal Portilho, Presidente da Adial A ADIAL - Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás, por meio do presidente Edwal Portilho (Tchequinho) realizou reunião com a associada Agromat, em mais uma agenda voltada à aproximação com as empresas que integram a entidade e à construção de novas oportunidades para o setor produtivo. O encontro com Augusto Giacomini Delatorre (Guto), CEO e presidente da Agromat S/A, teve como foco o desenvolvimento de negócios, a troca de experiências e a identificação de possibilidades de conexão entre empresas, mercados e projetos. Mais do que representar a indústria, a ADIAL trabalha para aproximar pessoas e empresas, estimular conexões e criar ambientes capazes de gerar negócios, investimentos e desenvolvimento para Goiás.
- Nova lei altera regras do transporte rodoviário de cargas e amplia controle sobre piso mínimo e CIOT
Lei nº 15.485/2026 estabelece novas regras para registro das operações, fiscalização dos pisos mínimos de frete e aplicação de penalidades no transporte de cargas Foi publicada no Diário Oficial da União a Lei nº 15.485, de 5 de agosto de 2026, que promove uma ampla atualização das regras aplicáveis ao transporte rodoviário remunerado de cargas no Brasil. A norma é resultado da conversão da Medida Provisória nº 1.343/2026 e modifica dispositivos relacionados ao Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), à Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas e ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). Entre os principais pontos está a determinação de que toda operação de transporte rodoviário remunerado de cargas seja previamente registrada e formalizada por meio do CIOT. O registro deverá reunir informações como dados do contratante, contratado e eventual subcontratado, características da carga, origem e destino, valor do frete, forma e prazo de pagamento e observância do piso mínimo aplicável à operação. Nas operações envolvendo Transportador Autônomo de Cargas (TAC) ou equiparado, a emissão do CIOT será responsabilidade do contratante. Já quando não houver TAC ou equiparado na operação, o registro ficará sob responsabilidade da Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC) que efetivamente realizará o transporte. O CIOT também deverá ser vinculado ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e). A obrigatoriedade nos novos termos dependerá de regulamentação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A lei determina que a Agência publique o ato correspondente em até 30 dias úteis. Até a entrada em vigor da nova regulamentação, permanecem aplicáveis as regras atualmente existentes, desde que não contrariem a nova legislação. Piso mínimo de frete A Lei nº 15.485/2026 também amplia os parâmetros que deverão ser considerados na metodologia de cálculo dos pisos mínimos. Entre eles estão distância percorrida, configuração e capacidade dos veículos, características da carga, custos fixos e variáveis, combustíveis, pneus, manutenção, salários, seguros, tempo de carga e descarga, eficiência logística e particularidades de modalidades como cargas frigorificadas, refrigeradas, pressurizadas e transporte de contêineres. Outra mudança importante envolve a oscilação dos combustíveis. Quando houver variação igual ou superior a 5%, para mais ou para menos, nos preços considerados pela metodologia, a ANTT deverá publicar o correspondente reajuste dos pisos mínimos em até três dias úteis após a divulgação oficial da variação. A Agência continuará responsável por atualizar os valores até 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, com divulgação da planilha e memória de cálculo, coeficientes, parâmetros e fontes utilizadas. Penalidades mais rigorosas A nova legislação reforça os mecanismos de fiscalização e amplia as consequências para operações realizadas abaixo do piso mínimo. A contratação ou subcontratação reiterada abaixo do valor mínimo poderá levar à suspensão cautelar do RNTRC por período de cinco a 30 dias. Para essa finalidade, a lei considera prática reiterada a ocorrência de mais de quatro autuações, em datas distintas, dentro de seis meses. Nos casos de reincidência após decisão administrativa definitiva, a suspensão poderá variar de 15 a 45 dias. Já a contumácia, caracterizada pela aplicação de duas ou mais suspensões definitivas no período de 24 meses, poderá levar ao cancelamento do RNTRC e à proibição do exercício da atividade por período de até 24 meses. A legislação também prevê multa majorada de até R$ 1 milhão para quem contratar ou subcontratar transporte abaixo do piso mínimo em situação de reincidência, respeitados critérios como gravidade da infração, vantagem econômica, capacidade econômica do infrator, antecedentes e adoção de medidas corretivas. Também passam a estar sujeitas à fiscalização ofertas de frete realizadas por plataformas digitais, aplicativos, sistemas eletrônicos e intermediadores. O valor deverá ser informado de maneira clara e não poderá ficar abaixo do piso mínimo aplicável à operação. Prazo para pagamento do frete Outro ponto relevante é a determinação de que o prazo para quitação do frete não poderá ultrapassar 30 dias úteis. A forma e o prazo de pagamento deverão constar no CIOT. A lei permite ainda a antecipação dos recebíveis de frete, inclusive por cessão de direitos creditórios, desde que o custo efetivo total da operação respeite o limite estabelecido pela legislação e que nenhuma cobrança resulte na redução do valor recebido abaixo do piso mínimo. Regras de transição Embora a Lei nº 15.485/2026 tenha entrado em vigor com sua publicação, diversas novas obrigações dependem de regulamentação, adequação dos sistemas e integração tecnológica. Quando houver impacto operacional relevante, a norma estabelece prazo de adaptação não inferior a 60 dias após a regulamentação correspondente. Os contratos de transporte que já estavam em execução deverão ser adequados às novas disposições no prazo de até 90 dias. A obrigação material de respeitar os pisos mínimos de frete, entretanto, permanece imediatamente exigível. Vetos A sanção ocorreu com vetos parciais. Entre os dispositivos retirados do texto está a previsão que obrigaria o pagamento antecipado de pelo menos 70% do valor do frete ao TAC ou TAC equiparado no momento da contratação, com quitação integral em até três dias úteis após a entrega da carga. O governo justificou que a regra restringiria excessivamente a liberdade contratual e não consideraria a diversidade das operações do setor. Também foi vetada a proposta de converter em advertência infrações administrativas relativas ao descumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos praticadas antes da publicação da nova lei. Foram vetados ainda dispositivos que previam a anulação de multas aplicadas a transportadores e motoristas em manifestações ocorridas em 2022 e regras que alterariam a fiscalização do excesso de peso por eixo para veículos de até 74 toneladas. Com a nova legislação, empresas embarcadoras, transportadoras, operadores logísticos e contratantes de frete deverão acompanhar principalmente a regulamentação que será editada pela ANTT, responsável por definir a operacionalização das novas exigências relacionadas ao CIOT, aos sistemas de registro e às penalidades previstas na lei.
- ADIAL amplia conexões com associada e parceiros no SIAVS 2026
Entidade visitou o estande da SSA - São Salvador Alimentos e encontrou parceiros como a Revel durante o maior evento das cadeias de proteína animal do Brasil A ADIAL - Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás está presente no SIAVS 2026, acompanhando as principais novidades e discussões relacionadas à produção de proteína animal. Durante a programação, representantes da entidade visitaram o estande da associada SSA - São Salvador Alimentos e encontraram parceiros da ADIAL, como a Revel, além de outras empresas que participam do evento. Agora denominado Salão Internacional de Proteína Animal, o SIAVS reúne, em um mesmo ambiente, representantes da avicultura, bovinocultura, suinocultura e do setor de peixes de cultivo. A programação promove o encontro entre indústrias, produtores, fornecedores, especialistas e lideranças do setor agroindustrial, abrindo espaço para negócios, troca de experiências e apresentação de novas tecnologias. Para o presidente-executivo da ADIAL, Edwal Portilho, o Tchequinho, a participação permite acompanhar de perto as transformações de uma cadeia estratégica para Goiás e para o Brasil. “Goiás possui empresas que se destacam pela capacidade produtiva, pela qualidade e pelos investimentos permanentes em tecnologia. Estar no SIAVS nos permite visitar nossas associadas, encontrar parceiros e conhecer soluções que estão contribuindo para a evolução da indústria de alimentos”, afirma Tchequinho. Ao longo da visita, a equipe da ADIAL conversou com executivos e profissionais do setor, conheceu novos produtos e acompanhou soluções voltadas à produção, ao processamento industrial, à automação, à logística, à sustentabilidade e à eficiência das operações. O diretor de Relações Institucionais e Governamentais da ADIAL, Eduardo Alves, destaca que o contato direto com as empresas ajuda a compreender os desafios e as oportunidades que estão surgindo no mercado. “O SIAVS reúne diferentes segmentos e oferece uma visão muito ampla dos movimentos da cadeia produtiva. É uma oportunidade de ouvir as empresas, fortalecer relações e acompanhar tendências que impactam diretamente a competitividade da indústria goiana”, ressalta Eduardo Alves. Considerado o maior evento das cadeias produtivas de proteína animal do país, o SIAVS conecta especialistas, inovadores e líderes do setor agroindustrial, consolidando-se como um ambiente para geração de negócios, intercâmbio de conhecimento e apresentação de avanços tecnológicos.
- ADIAL participa do Encontro DH&E Brasil 2026 promovido pelo Pacto Global da ONU – Rede Brasil
Edwal Portilho (Adial), Guilherme Xavier (Pacto Global da ONU - Rede Brasil e Alejandro Gomez (Câmara Espanhola) - Foto: Adial/ Divulgação A Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (ADIAL) participa, como convidada, do I Encontro Brasileiro de Direitos Humanos e Empresas, realizado nesta terça-feira, 4 de agosto, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Com o tema “Pluralidade que Constrói”, o evento reúne lideranças empresariais, representantes do poder público, organismos internacionais, academia, sociedade civil, trabalhadores, povos indígenas, comunidades tradicionais e titulares de direitos em torno de uma discussão que ganha centralidade nas estratégias corporativas: a responsabilidade das empresas sobre as pessoas, os territórios e as cadeias produtivas com as quais se relacionam. A iniciativa é realizada pela Aliança pelos Direitos Humanos e Empresas (ADHE), pelo Pacto Global da ONU – Rede Brasil, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). A programação se estende das 8h30 às 19h30, com espaços de conteúdo, rodas de conversa, apresentações culturais e ambientes voltados à troca de experiências entre diferentes setores da sociedade. ([Pacto Global][1]) Edwal Portilho (Adial), Isabel Fernandes, Thamirys Mendes Lunardi (Organização das Nações Unidas - ONU), Neusinha Pereira (Adial) e Guilherme Xavier (Pacto Global da ONU - Rede Brasil). O encontro ocorre em um cenário marcado por mudanças climáticas, transformações tecnológicas, tensões geopolíticas, reconfiguração das cadeias globais de valor e ampliação das exigências regulatórias. Esse conjunto de fatores tem levado empresas, investidores, consumidores e governos a observar com maior atenção os impactos sociais, ambientais e trabalhistas relacionados às atividades econômicas. Nesse contexto, a agenda de Direitos Humanos e Empresas deixa de ser compreendida apenas como uma obrigação jurídica ou reputacional. Ela passa a ocupar uma posição estratégica na gestão de riscos, na continuidade dos negócios, no acesso a mercados e investimentos e na construção de relações mais consistentes com trabalhadores, fornecedores, comunidades e consumidores. “As empresas não operam em um vácuo”, afirma Mônica Gregori, diretora de Impacto e Comunicação do Pacto Global da ONU – Rede Brasil. Segundo ela, diante do crescimento dos riscos sistêmicos, enfrentar essas dinâmicas passou a integrar as estratégias de resiliência e competitividade de longo prazo das organizações. (Foto: Divulgação/Reprodução) Na prática, isso significa compreender que a responsabilidade de uma empresa não se encerra dentro de suas unidades produtivas. Ela também alcança fornecedores, prestadores de serviços, terceirizados, parceiros comerciais e os territórios afetados direta ou indiretamente por suas decisões. Condições dignas de trabalho, prevenção do trabalho infantil e do trabalho análogo à escravidão, segurança laboral, diversidade, inclusão, rastreabilidade, escuta das comunidades e mecanismos de denúncia e reparação passam a integrar a análise sobre a conduta empresarial responsável. A gerente de Marketing, Comunicação, Eventos e Conhecimento do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, Ana Urzique, destacou que o encontro foi estruturado para reunir diferentes perspectivas sobre o avanço dessa agenda no país. “Estamos hoje aqui na Cinemateca Brasileira, em um evento do Pacto Global e da Rede Brasileira de Direitos Humanos e Empresas. Vamos receber lideranças de direitos, sociedade civil, academia, poder público e também, é claro, nossas empresas participantes do Pacto Global, para falar sobre como podemos, coletivamente, avançar na agenda de Direitos Humanos e Empresas aqui no Brasil e também internacionalmente”, afirmou. Empresas diante de um mundo em transformação Um dos principais eixos da programação analisa a atuação das empresas em um mundo em profunda transformação. O debate parte da compreensão de que crises climáticas, conflitos, desigualdades sociais e mudanças tecnológicas não estão desconectados das decisões empresariais. Ao contrário, esses fenômenos podem alterar custos, comprometer cadeias de abastecimento, gerar riscos jurídicos, afetar a disponibilidade de mão de obra e influenciar o relacionamento das organizações com governos e comunidades. Outro painel discute o que a agenda de Direitos Humanos e Empresas representa atualmente, para quais públicos ela faz sentido e como vem sendo implementada. A proposta é ultrapassar uma abordagem restrita ao discurso institucional e observar como compromissos internacionais podem ser transformados em políticas internas, responsabilidades de governança, indicadores, procedimentos de avaliação e decisões de investimento. Também estão entre os temas do encontro os instrumentos disponíveis para responder aos desafios atuais. A discussão envolve políticas corporativas, códigos de conduta, avaliação de fornecedores, auditorias, canais de denúncia, processos de devida diligência, escuta de públicos afetados e mecanismos de reparação. A devida diligência em direitos humanos consiste em um processo contínuo por meio do qual as empresas identificam, previnem, mitigam e prestam contas sobre os impactos negativos relacionados às suas operações. Não se trata apenas de elaborar documentos ou divulgar compromissos. O processo exige participação da alta liderança, definição de responsabilidades, monitoramento de riscos, transparência e capacidade de agir diante de violações ou fragilidades identificadas. Mineração, transição energética e comunidades A programação dedica espaço à mineração voltada à transição energética, especialmente à exploração de terras raras e minerais críticos. Esses recursos são essenciais para a fabricação de baterias, equipamentos eletrônicos, veículos elétricos e tecnologias utilizadas na geração de energia renovável. Entretanto, o crescimento da demanda também amplia os desafios relacionados às condições de trabalho, à proteção ambiental, ao relacionamento com comunidades e à ocupação dos territórios. O debate chama atenção para uma questão fundamental: a transição para uma economia de baixo carbono também precisa ser socialmente justa. A substituição de fontes energéticas e o desenvolvimento de novas tecnologias não podem reproduzir violações, aprofundar desigualdades ou desconsiderar os direitos das populações afetadas pelos projetos. Associado a esse tema, o encontro aborda a aplicação do Consentimento Livre, Prévio e Informado. O princípio assegura que povos indígenas e comunidades tradicionais sejam adequadamente informados e consultados sobre projetos, empreendimentos ou decisões que possam atingir seus territórios, seus modos de vida e seus patrimônios culturais. A consulta não deve ser tratada como uma etapa meramente protocolar. Ela pressupõe acesso prévio às informações, linguagem adequada, respeito à organização social das comunidades e possibilidade real de participação nas decisões. O tema possui relação direta com projetos de mineração, infraestrutura, geração de energia, expansão industrial e produção agropecuária. Agroindústria e cadeias de valor Outro painel setorial discute a relação entre agroindústria, direitos humanos e cadeias de valor. O assunto possui especial importância para Goiás, onde a produção agropecuária está profundamente conectada à indústria de alimentos, biocombustíveis, mineração, logística, comércio exterior e geração de empregos. A responsabilidade empresarial nas cadeias agroindustriais envolve diferentes dimensões. Entre elas estão as condições de contratação e trabalho, a saúde e segurança dos trabalhadores, a origem das matérias-primas, a regularidade dos fornecedores, o respeito às comunidades, a prevenção de conflitos territoriais e a rastreabilidade da produção. Para as empresas, conhecer a cadeia de fornecimento tornou-se uma necessidade estratégica. Uma irregularidade praticada por um fornecedor pode gerar impactos jurídicos, financeiros e reputacionais para toda a cadeia. Em mercados mais exigentes, a ausência de mecanismos capazes de demonstrar a origem dos produtos e as condições em que foram produzidos pode comprometer contratos, investimentos e oportunidades comerciais. A participação da ADIAL aproxima o setor produtivo goiano de uma agenda que influencia progressivamente o comércio nacional e internacional. Ao acompanhar os debates, a entidade contribui para que a realidade das empresas brasileiras e das cadeias produtivas regionais seja considerada na construção de políticas, compromissos e mecanismos relacionados aos direitos humanos. Essa aproximação também permite compartilhar experiências desenvolvidas pelo setor industrial e compreender as mudanças que já começam a atingir empresas de diferentes portes. Grandes compradores, instituições financeiras e investidores têm ampliado as exigências relacionadas à avaliação de fornecedores, à transparência, às condições de trabalho e à gestão de riscos socioambientais. Compromissos além do discurso A programação também apresenta uma reflexão sobre as diferentes formas de “washing”, termo utilizado para caracterizar situações em que organizações divulgam compromissos ambientais, sociais ou relacionados à diversidade sem que existam práticas, metas e resultados suficientes para sustentá-los. A discussão reforça a importância da coerência entre comunicação e gestão. Não basta anunciar adesão a princípios ou publicar campanhas institucionais. É necessário demonstrar de que forma os compromissos são incorporados às decisões, quem responde por sua implementação, quais indicadores são acompanhados e quais resultados foram alcançados. Quando existe uma distância significativa entre o discurso e a prática, a comunicação deixa de fortalecer a reputação e passa a representar um risco. A cobrança por maior transparência vem de consumidores, trabalhadores, investidores, imprensa, órgãos reguladores e da própria sociedade civil. Esse movimento também modifica o papel da comunicação corporativa. Além de divulgar ações, a comunicação precisa contribuir para a prestação de contas, apresentar resultados verificáveis e reconhecer desafios ainda não solucionados. A construção de confiança depende menos de declarações genéricas e mais da capacidade de demonstrar avanços, limitações e compromissos concretos. Inteligência artificial, infância e juventudes Os impactos da inteligência artificial sobre os direitos humanos integram outro eixo do encontro. A adoção crescente de sistemas automatizados em processos seletivos, concessão de crédito, atendimento ao consumidor, segurança e gestão de pessoas cria oportunidades de eficiência, mas também amplia preocupações relacionadas à privacidade, à proteção de dados, à discriminação e à transparência das decisões. Sistemas tecnológicos podem reproduzir desigualdades existentes quando são desenvolvidos ou treinados com bases de dados enviesadas. Por isso, a utilização responsável da inteligência artificial exige supervisão humana, critérios de governança, avaliação de riscos e possibilidade de contestação das decisões automatizadas. A programação também discute a responsabilidade das empresas em relação à primeira infância e às juventudes. A atuação empresarial pode afetar esse público por meio das relações de trabalho estabelecidas com pais e responsáveis, da publicidade, dos produtos oferecidos, da organização das jornadas, das políticas de licença e apoio familiar e dos impactos gerados nas comunidades. Ao incluir infância e juventudes na agenda, o encontro amplia a compreensão sobre os públicos afetados pelas decisões empresariais. Políticas internas, estratégias de comunicação e investimentos sociais podem produzir consequências que ultrapassam o ambiente de trabalho e alcançam as condições de desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens. Cinemateca reforça dimensão histórica do encontro A escolha da Cinemateca Brasileira também possui um significado relacionado à proposta do evento. Responsável pela preservação de um dos mais importantes acervos audiovisuais da América Latina, a instituição guarda registros da memória, da identidade e da diversidade cultural brasileira. “A Cinemateca representa um espaço onde a memória coletiva é preservada e compartilhada”, afirma Mônica Gregori. Para a diretora, realizar a discussão nesse ambiente reforça que desenvolvimento econômico, respeito às pessoas e valorização de suas histórias devem caminhar juntos. A relação entre memória e direitos humanos também evidencia que os impactos empresariais não podem ser analisados somente a partir de resultados econômicos imediatos. Grandes projetos, cadeias produtivas e decisões corporativas deixam marcas nos territórios, nas relações de trabalho, nas comunidades e nas trajetórias das pessoas. Ao incorporar os direitos humanos às estratégias empresariais, as organizações também assumem responsabilidade sobre o legado que pretendem construir. Esse legado envolve a capacidade de gerar empregos, renda, inovação e desenvolvimento sem desconsiderar a dignidade das pessoas e as características sociais, culturais e ambientais de cada território. Contribuição brasileira ao debate internacional As discussões realizadas durante o I Encontro Brasileiro de Direitos Humanos e Empresas deverão contribuir para a construção de um documento brasileiro a ser apresentado no Fórum das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça. O encaminhamento amplia a importância do evento ao permitir que experiências, desafios e propostas debatidos no Brasil sejam levados ao principal espaço internacional dedicado ao tema. A contribuição deverá refletir diferentes visões sobre a implementação dos princípios de empresas e direitos humanos em um país caracterizado pela diversidade regional, produtiva, social e cultural. Além dos painéis e das rodas de conversa, o encontro conta com atividades culturais e uma feira de empreendedorismo. A iniciativa possui apoio da Rede Mulher Empreendedora e do Fórum Empresas com Refugiados, além do patrocínio da Petrobras. Ao reunir empresas, trabalhadores, comunidades, poder público, academia, sociedade civil e organismos internacionais, o evento busca construir respostas capazes de aproximar compromissos globais da realidade brasileira. A pluralidade proposta pelo encontro não está apenas na composição dos painéis, mas na compreensão de que soluções consistentes exigem a participação dos diferentes públicos afetados pelas atividades econômicas. Para a ADIAL, estar presente nessa discussão significa acompanhar transformações que já influenciam a competitividade, a governança e o acesso das empresas aos mercados. Significa também contribuir para que o avanço da agenda considere a realidade produtiva, estimule práticas responsáveis e reconheça que o desenvolvimento econômico sustentável depende da capacidade de gerar riqueza, emprego e oportunidades com respeito às pessoas, às comunidades e aos territórios.
- Milhão Ingredients avança à final do Fi Innovation Awards 2026 com snack assado de milho Non-GMO
Produto ORO 1050/ORO 1051 disputa a categoria Produto Mais Inovador em Saudabilidade; empresa também participou da categoria Produto Mais Inovador Leandro Carneiro, CCO da Milhão Ingredients A Milhão Ingredients está entre os finalistas do Fi Innovation Awards 2026 com o ORO 1050/ORO 1051, snack pellet assado produzido com milho Non-GMO. A empresa participou de duas categorias da premiação, Produto Mais Inovador e Produto Mais Inovador em Saudabilidade, e avançou à final na segunda modalidade. A classificação coloca a indústria goiana entre as empresas reconhecidas por desenvolver produtos conectados às mudanças no comportamento do consumidor e ao avanço da saudabilidade no mercado de alimentos. A categoria avalia critérios como inovação, originalidade, benefícios ao consumidor, processo produtivo, impacto econômico e sustentabilidade. Produzido a partir de milho não transgênico, o ORO 1050/ORO 1051 evidencia a capacidade da Milhão Ingredients de transformar uma matéria-prima produzida no Centro-Oeste em uma solução de maior valor agregado para a indústria alimentícia. “Participamos de duas categorias e conseguimos chegar à final em Produto Mais Inovador em Saudabilidade. Esse reconhecimento reforça que a inovação desenvolvida em Goiás está preparada para dialogar com as principais tendências da indústria. O ORO representa nossa estratégia de unir conhecimento técnico, milho Non-GMO rastreável e o desenvolvimento de produtos alinhados às transformações do mercado”, afirma Leandro Carneiro, CCO da Milhão Ingredients. Os finalistas do Fi Innovation Awards foram selecionados com base em critérios como excelência, criatividade e impacto no mercado. A premiação conta com a chancela da Fi Europe e integra a programação da Food ingredients South America 2026, encontro que reúne empresas, especialistas, pesquisadores e profissionais ligados ao desenvolvimento de ingredientes, alimentos e bebidas. Premiação no primeiro dia da feira A cerimônia do Fi Innovation Awards e do Startup Innovation Challenge será realizada no dia 4 de agosto, às 19 horas, primeiro dia da Fi South America 2026. O evento acontecerá no espaço Rua G-40, dentro do São Paulo Expo, e reunirá convidados, finalistas e representantes da indústria para a apresentação dos projetos e o anúncio dos vencedores. A premiação terá três colocações em cada categoria, Ouro, Prata e Bronze. Os vencedores receberão troféu, certificado e o selo de reconhecimento do Fi Innovation Awards. Milhão apresenta soluções na Fi South America Além de participar da premiação, a Milhão Ingredients estará presente na Fi South America 2026 com um espaço dedicado à apresentação de seu portfólio e de soluções desenvolvidas para diferentes aplicações na indústria de alimentos e bebidas. Durante os três dias de programação, os visitantes poderão conhecer os produtos da companhia no estande E-20. A Fi South America será realizada de 4 a 6 de agosto, no São Paulo Expo. A 28ª edição deve reunir mais de 12 mil participantes e mais de 290 expositores nacionais e internacionais, com 27 horas de conteúdos técnicos, experiências e atividades voltadas à inovação na indústria de alimentos, bebidas e suplementos. A programação também contará com o Summit Future of Nutrition, congresso técnico-científico que conecta mercado, ciência aplicada, inovação e regulação para antecipar tendências e discutir seus impactos sobre o desenvolvimento de novos produtos. Sobre a Milhão Ingredients A Milhão Ingredients é uma empresa goiana especializada no desenvolvimento e fornecimento de ingredientes de milho Non-GMO. Seu portfólio atende diferentes aplicações e mercados, entre eles snacks, cereais, panificação, massas, alimentação infantil, nutrição animal, pet food e indústria farmacêutica. A companhia trabalha com rastreabilidade, controle de qualidade e desenvolvimento de soluções customizadas para atender às exigências técnicas e produtivas de seus clientes. Serviço Food ingredients South America 2026 Data: 4 a 6 de agosto de 2026 Horário: terça e quarta-feira, das 13h às 20h; quinta-feira, das 13h às 18h Local: São Paulo Expo, em São Paulo Estande da Milhão Ingredients: E-20 Cerimônia Fi Innovation Awards e Startup Innovation Challenge Data: 4 de agosto de 2026 Horário: 19 horas Local: Rua G-40, São Paulo Expo Participação: evento para convidados











